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Alimentos comuns das festas de fim de ano que oferecem perigo aos pets

Foto: divulgação 
Especialista destaca que, caso o pet ingira algum alimento incomum em sua dieta, é essencial procurar um veterinário imediatamente, mesmo que não haja sintomas



As festas de fim de ano são momentos de celebração e união familiar. A mesa farta, com uma variedade de pratos deliciosos, é um dos grandes atrativos dessa época. No entanto, é fundamental lembrar que alguns alimentos que fazem parte da ceia tradicional podem ser tóxicos para os nossos pets.


Chocolate, uvas, passas, cebola, alho, são apenas alguns exemplos de alimentos que podem causar sérios problemas de saúde, como intoxicação, vômito, diarreia e, em casos mais graves, até mesmo a morte.


“A prevenção é a melhor forma de garantir a segurança dos animais de estimação. Além de manter os alimentos fora do alcance dos pets, é importante oferecer uma alimentação balanceada e específica para cada animal, de acordo com as suas necessidades nutricionais”, destaca Renato Fernandes, docente do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera.



O especialista listou e detalhou alguns dos alimentos que não devem ser consumidos pelos pets:


Chocolate: contém teobromina, uma substância tóxica para cães e gatos, que pode causar vômito, diarreia, tremores musculares e, em casos graves, até mesmo a morte;


Uva passa: a razão da toxicidade ainda não é totalmente conhecida, mas a ingestão dessas frutas pode levar à insuficiência renal aguda;


Cebola e alho: esses alimentos contêm compostos organossulfurados que podem causar anemia hemolítica, danificando as hemácias;


Semente do abacate: a semente do abacate contém persina, uma substância tóxica para cães;


Ossos cozidos: os ossos cozidos podem lascar e causar ferimentos internos graves.


Se o seu pet ingeriu algum alimento tóxico, entre em contato imediatamente com o seu veterinário ou com um hospital veterinário. Além disso, é necessário manter os alimentos fora do alcance dos cachorros e educar as crianças sobre os riscos de alimentação inadequada para os animais”, finaliza o docente.


 

Fundada em 1994, a Anhanguera oferece para jovens e adultos uma infraestrutura moderna, ensino de excelência e um portfólio diversificado com mais de 47 cursos de graduação presenciais, 43 semipresenciais e 96 na modalidade a distância, além de pós-graduações, cursos livres, profissionalizantes, técnicos, EJA e preparatórios, com destaque para o Intensivo da OAB. Pertencente à Cogna Educação, o mais diversificado e maior grupo educacional do país, a marca está presente em mais de 106 unidades e 1.698 polos em todos os estados brasileiros, atendendo a milhares de alunos por meio de professores especialistas, mestres e doutores. Com o conceito lifelong centric, centrado na aprendizagem em todas as fases do aluno, 91% das instituições possuem notas 4 ou 5 no MEC. 




Por Nicholas Montini Pereira - Cogna educação



 

Cesta pet cresce 3,5% no acumulado de 2024

Cesta pet cresce 3,5% no acumulado de 2024, impulsionada pela alta demanda de alimentos para gatos e pela expansão nas regiões Norte e Nordeste


A comercialização de produtos pet no Brasil no varejo alimentar – que inclui supermercados, hipermercados e atacarejos regionais – apresentou crescimento em 2024. De acordo com uma análise da Scanntech, líder em inteligência de mercado, no acumulado de janeiro a agosto de 2024 (YTD’24), o faturamento da cesta pet cresceu 3,5%, enquanto o varejo alimentar como um todo registrou uma alta de 5,2%.

 

No País, as regiões Norte e Nordeste foram os destaques, com uma elevação de 6,3% no faturamento. O estado de São Paulo apresentou um crescimento de 3,2%, seguido pela região Sul, com 3%. Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro somam 2,9% e a região Centro-Oeste e Sul apresenta alta de 2,8%.

 

O segmento de alimentos domina a cesta pet, com a representação de 87,7% do faturamento em 2024, produtos de higiene e limpeza correspondem a 10,4%. Outros itens, como brinquedos e acessórios, somam 1,9% do total.

 

O segmento de alimentos pet registrou um aumento de 3,1% no faturamento, com crescimento de 2,2% em volume e 0,9% no preço por volume. Para higiene e limpeza, a alta foi de 5,8% em faturamento e 7,9% em volume, com uma leve queda de 2% no preço por volume. Já a categoria de outros produtos, que inclui acessórios, registrou o maior crescimento percentual em faturamento, com um aumento de 10,4%, apesar de uma queda de 7,4% no volume de vendas, resultando em uma elevação de 19,2% no preço por volume. Isso sugere que, embora menos produtos tenham sido vendidos, eles foram comercializados a preços significativamente mais altos.

 

Alimentos para gatos impulsionaram o crescimento da categoria, com um aumento de 10,1% em volume e 10,4% em faturamento. A ração úmida para gatos, em particular, foi responsável pela maior parte desse crescimento, com um incremento de 14,1% em faturamento e 11,6% em volume de vendas. Em contrapartida, o segmento de alimentos para cães manteve estabilidade, registrando um crescimento modesto de 0,5% em faturamento e 1% em volume.

 

“Esta variação demonstra a força da representatividade do varejo alimentar para a comercialização de produtos para animais”, explica Priscila Ariani, diretora de Marketing na Scanntech.

 

A expectativa é de que a categoria pet mantenha seu crescimento à medida que mais famílias adotam animais de estimação e buscam produtos para seus pets. “Com o aumento da relevância dos animais de estimação nas famílias brasileiras, o mercado pet deve continuar apresentando números positivos”, completa Priscila.

 

 

Usada por 90% dos top varejistas do canal alimentar e por mais de 300 das maiores indústrias, a Scanntech segue revolucionando o modo de se usar informações de mercado. A companhia desenvolveu uma plataforma de inteligência granular, ágil e acionável, que permite a identificação das maiores oportunidades, alavancando os resultados do varejo, da indústria e dos distribuidores e aproximando os parceiros comerciais. Ao todo, analisa dados de mais de R$ 763 bilhões do faturamento do varejo brasileiro por meio de uma base robusta e granular de mais de 45 mil PDVs automaticamente, sem manipulação humana, para oferta de insights. 


Por Leticia Lacevicius Maia - FSB holding