Pesquisa usa Inteligência Artificial para desenvolver contraceptivo não cirúrgico para cães
Alerta de inverno: Doenças respiratórias e virais também ameaçam os felinos
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| Imagem de Divulgação |
Se você acha que os gatos ficam totalmente protegidos por viverem dentro de casa, vale ficar atento. Confira alguns sinais e cuidados importantes durante o inverno:
- Espirros frequentes não devem ser ignorados: Espirros recorrentes, secreção nasal, olhos lacrimejando e dificuldade para respirar podem indicar infecções respiratórias que exigem avaliação veterinária.
- Menos atividade pode ser sinal de alerta: É normal que alguns gatos fiquem mais recolhidos nos dias frios, mas apatia excessiva, perda de apetite ou redução significativa das atividades merecem atenção.
- Atenção à respiração com a boca aberta: Diferentemente dos cães, gatos quase nunca respiram com a boca aberta em situações normais. Esse sinal indica dificuldade respiratória grave e exige atendimento veterinário imediato.
- Cuidado com o uso de aquecedores: embora ajudem a manter o ambiente mais confortável durante o inverno, os aquecedores podem ressecar o ar e favorecer irritações nas vias respiratórias dos gatos. Além disso, exigem atenção redobrada dos tutores devido ao risco de queimaduras e à possibilidade de contribuir para quadros de desidratação, especialmente em felinos que já costumam ingerir pouca água.
- Gatos que vivem dentro de casa também precisam de cuidados: Muitos tutores acreditam que felinos sem acesso à rua estão livres de riscos, mas vírus e bactérias podem ser transportados por roupas, sapatos e objetos, além de haver exposição em consultas e deslocamentos.
- A hidratação continua sendo fundamental: durante o inverno, muitos gatos tendem a reduzir naturalmente a ingestão de água, o que pode favorecer problemas urinários e comprometer o funcionamento adequado do organismo. Para estimular a hidratação, os tutores podem apostar em alternativas como sachês, que ajudam a aumentar o consumo de líquidos, além de bebedouros com circulação de água, já que os felinos possuem preferência natural por água em movimento.
- Vacinação e prevenção fazem toda a diferença: A vacinação é uma das principais formas de proteção contra doenças respiratórias e infecciosas bastante comuns na espécie. Além disso, consultas preventivas ajudam a identificar alterações precocemente e garantem mais qualidade de vida aos felinos.
A CatLife é o primeiro plano de saúde nacional desenvolvido exclusivamente para gatos, com foco nas necessidades específicas dos felinos. Criada para facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o Brasil, a marca prioriza a prevenção, o acompanhamento contínuo e o bem-estar dos gatos em todas as fases da vida. Com opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais, a CatLife oferece uma experiência simples, prática e sem burocracia, conectando os felinos a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados e garantindo mais previsibilidade, segurança e tranquilidade aos tutores.
Mais informações em: CatLife: Link
Por Bianca Fontana Forcan - Agência Máquina
Copa do Mundo: estresse dos jogos pode desencadear crises urinárias em gatos
A Copa do Mundo altera a rotina de milhões de brasileiros dentro de casa. Reuniões com amigos, gritos de comemoração, televisões ligadas por horas e mudanças nos horários habituais fazem parte da experiência dos torcedores, mas podem representar um fator de risco pouco conhecido para a saúde dos gatos. A WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, alerta que o estresse causado pela quebra de rotina durante os jogos pode desencadear crises urinárias potencialmente graves nos felinos.
A preocupação não é exagerada. Segundo a International Society of Feline Medicine (ISFM), a Cistite Idiopática Felina (CIF) responde por cerca de 55% a 65% dos casos de Doença do Trato Urinário Inferior Felino (DTUIF), um conjunto de enfermidades que afetam a bexiga e a uretra dos gatos. Diferentemente de outras doenças urinárias, a CIF está fortemente associada a fatores ambientais e emocionais, tendo o estresse como um dos principais desencadeadores.
Ao contrário dos cães, que costumam demonstrar desconforto de forma evidente por meio de latidos, tremores ou tentativas de fuga, os gatos tendem a manifestar o estresse de forma silenciosa. Mudanças no ambiente, excesso de barulho, presença de pessoas desconhecidas e alterações na rotina podem levar o animal a se esconder, reduzir a ingestão de água e permanecer em estado constante de alerta.
A sensibilidade dos felinos às alterações ambientais é tão reconhecida que diretrizes da American Association of Feline Practitioners (AAFP) apontam a previsibilidade da rotina e o enriquecimento ambiental como pilares fundamentais para a manutenção da saúde física e emocional dos gatos.
A conexão entre o estresse e as vias urinárias
A cistite idiopática felina é uma inflamação da bexiga sem causa infecciosa identificável, frequentemente associada à resposta do organismo ao estresse. Quando o gato é exposto a situações que geram insegurança ou ansiedade, ocorrem alterações neuroendócrinas capazes de comprometer a camada protetora da bexiga, favorecendo processos inflamatórios e desencadeando dor, desconforto e alterações urinárias.
Nos machos, a situação pode evoluir para um quadro ainda mais grave: a obstrução uretral. Nesses casos, o animal perde a capacidade de eliminar a urina adequadamente, configurando uma emergência veterinária que exige atendimento imediato.
“O grande perigo do período da Copa é que os sinais podem passar despercebidos. Enquanto a atenção da família está voltada para o jogo, o gato pode estar em sofrimento. O estresse nos felinos costuma ser silencioso. Muitas vezes ele se manifesta no pet que passa horas escondido, deixa de beber água ou começa a frequentar a caixa de areia repetidamente sem conseguir urinar. Quando ocorre uma obstrução urinária, estamos diante de uma emergência metabólica grave que pode evoluir rapidamente para insuficiência renal aguda”, explica Ewellin Lima, médica veterinária na WeVets.
Além das alterações comportamentais, outro risco comum durante reuniões e confraternizações é a oferta inadvertida de alimentos inadequados para os pets. Salgadinhos, embutidos, petiscos industrializados para humanos e preparações contendo alho, cebola ou excesso de sal podem causar intoxicações, distúrbios gastrointestinais e agravar problemas renais em cães e gatos.
Crie um ambiente seguro e silencioso
Reserve um cômodo tranquilo da casa para o gato durante as partidas, longe da movimentação e do barulho. Cortinas fechadas e sons ambientes suaves podem ajudar a reduzir estímulos estressantes.
Mantenha recursos essenciais próximos
Disponibilize água fresca, alimentação, arranhadores, esconderijos e uma caixa de areia no ambiente escolhido. O gato não deve precisar atravessar áreas movimentadas para acessar recursos básicos.
Utilize feromônios sintéticos
Difusores ou sprays específicos para felinos podem contribuir para aumentar a sensação de segurança e reduzir os efeitos do estresse ambiental.
Evite mudanças bruscas na rotina
Sempre que possível, mantenha horários regulares de alimentação, interação e limpeza da caixa de areia, mesmo nos dias de jogos.
Monitore o comportamento após as partidas
Observe sinais como idas frequentes à caixa de areia, esforço para urinar, vocalização de dor, sangue na urina, lambedura excessiva da região genital ou eliminação de urina fora da caixa. Todos esses sintomas exigem avaliação veterinária imediata.
“A Copa é um momento de celebração para as famílias, mas é importante lembrar que os gatos não entendem o contexto da festa. Eles apenas percebem que o ambiente mudou de forma repentina. Pequenos cuidados preventivos podem evitar situações de grande risco e garantir que o pet atravesse esse período com tranquilidade e segurança”, conclui a especialista da WeVets. Ewellin Lima -CRMV-SP - 45.551
Por Hélio Júnior - Focal 3 Comunicação
Copa do Mundo e São João: veja os cuidados com os pets durante os fogos
A Copa do Mundo e os festejos juninos devem intensificar o uso de fogos de artifício durante todo o mês. Nesse período, tutores de cães e gatos precisam ficar atentos aos impactos do barulho nos animais, que podem apresentar medo, ansiedade, alterações comportamentais e até problemas de saúde.
De acordo com a professora do curso de Medicina Veterinária da Unijorge, Acidália Santos, os animais têm maior acuidade auditiva, inclusive para sons de alta frequência, e os fogos geram estímulos sonoros súbitos que os pets não conseguem compreender, o que pode provocar medo e sobrecarga emocional. "A combinação desses fatores potencializa respostas de ansiedade e desencadeia reações que variam de leves alterações comportamentais a quadros graves", explica.
As manifestações mais comuns são medo intenso, tremores, vocalização excessiva, taquicardia, respiração acelerada e salivação aumentada. Existe a possibilidade de tentativa de fuga com risco de acidentes, traumas e do desaparecimento do animal. Em casos mais severos, especialmente em pets com doenças pré-existentes, a exposição aos fogos pode causar convulsão, colapso cardiovascular e, em situações extremas, até o óbito.
Para reduzir o estresse e evitar acidentes, os tutores podem adotar medidas preventivas antes e durante a queima de fogos. Uma das estratégias é a dessensibilização sonora gradual, feita por meio da exposição controlada a sons semelhantes aos dos fogos, sempre com orientação de um médico veterinário especializado em comportamento animal. “Esse processo ajuda o animal a reconhecer o estímulo como não ameaçador, quando realizado de forma correta e progressiva”, destaca Acidália.
Outras medidas simples durante os eventos fazem a diferença, como manter o pet em um ambiente seguro e familiar, com portas, janelas e cortinas fechadas. O uso de música suave também ajuda a mascarar os sons externos, reduz o impacto do ruído e diminui o nível de estresse do animal.
Por Isabela Borges - ATcom
Mercado pet exige mais preparo: tutores já não aceitam serviços sem método e transparência
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| Denise Neves |
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet), o ramo deve movimentar cerca de R$ 80 bilhões em 2026. Esse mercado vive um momento de transformação impulsionado pela mudança no comportamento dos próprios tutores. Entre os principais impulsionadores estão produtos e serviços voltados à saúde e longevidade dos animais, alimentação especializada e plano de saúde pets. Os tutores estão mais informados, exigentes e atentos ao bem-estar animal, passaram a buscar serviços que vão muito além do básico em hotéis, creches e espaços de adestramento.
Para Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner, o tutor atual já não procura apenas um local para deixar o animal. “Hoje, ele quer segurança, transparência, rotina estruturada e profissionais capacitados. Isso exige que as empresas trabalhem com mais método, protocolos claros e comunicação constante com a família”, afirma.
Segundo ela, esse novo perfil de consumidor vem acelerando a profissionalização do setor e mudando práticas que, até pouco tempo atrás, eram comuns no mercado.
Falta de processo ainda faz empresas perderem credibilidade
Mesmo com o crescimento do setor, muitas empresas ainda enfrentam problemas estruturais que afetam diretamente a confiança dos clientes.
“O principal erro é vender discurso de amor e cuidado sem ter processos reais que sustentem isso”, afirma a especialista.
Segundo Denise, problemas como equipe despreparada, ausência de protocolos, falhas de comunicação, superlotação e socialização sem critérios são alguns dos fatores que mais fazem tutores perderem confiança nos serviços.
“Hoje, qualquer incoerência fica muito perceptível. O cliente observa detalhes, faz perguntas e compara experiências antes de escolher onde deixar o animal”, completa.
Resultado e abordagem humanizada precisam caminhar juntos
Para Denise, existe um entendimento equivocado de que abordagens mais humanizadas significam ausência de limites ou falta de disciplina.
“Cães precisam de rotina, previsibilidade e condução clara. A abordagem respeitosa não elimina limites, ela apenas busca resultado sem ignorar o estado emocional do animal”, explica.
Na prática, isso significa entender a origem dos comportamentos e construir uma comunicação mais saudável entre o cão e a família, em vez de trabalhar apenas a obediência imediata.
Atualização profissional virou diferencial competitivo
Com um consumidor mais atento e informado, a atualização profissional se tornou essencial para empresas que desejam crescer e fidelizar clientes no setor pet.
“O tutor pesquisa, compara e questiona muito mais hoje. Empresas que investem em conhecimento, capacitação da equipe e melhoria de processos conseguem oferecer mais segurança e gerar mais confiança”, diz Denise.
Ela afirma que o mercado tende a valorizar cada vez mais operações estruturadas e tecnicamente preparadas.
O futuro do setor será mais técnico e preventivo
Entre as principais tendências para os próximos anos, Denise aponta o fortalecimento de protocolos de segurança, acompanhamento comportamental e educação preventiva.
“Na hospedagem e na creche, os serviços devem se tornar cada vez mais estruturados, com foco em rotina, segurança e monitoramento do comportamento dos animais”, afirma.
Já no comportamento animal, a tendência será a busca por orientação antes que os problemas apareçam ou se agravem. “Os tutores estão começando a entender que prevenção é muito mais eficiente do que corrigir comportamentos já instalados”, conclui.
A Dog Corner é uma empresa especializada em creche, hotel, adestramento e banho, reconhecida por unir cuidado técnico, gestão profissional e foco no bem-estar emocional dos cães. Fundada há cerca de 10 anos e com atuação consolidada em São Paulo, a empresa se destaca pelo crescimento acelerado, pela alta avaliação dos tutores e pela criação de um ecossistema próprio que inclui serviços de adestramento e educação no mercado pet. Comandada por André Cavalieri e Denise Neves, a Dog Corner atua para elevar o padrão de qualidade, segurança e gestão no setor.
Por Izabel Santa Fé Alves - Comunica PR


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