Vai viajar com seu pet no Carnaval?

Entenda a importância de manter a rotina do animal, mesmo fora de casa



O Carnaval está chegando e muita gente aproveita o feriado prolongado para fazer uma viagem e relaxar com os amigos e a família. A diversão e o roteiro podem ficar ainda melhores se contarem também com a companhia dos pets, que são inseparáveis para muitos responsáveis. Porém, ao optar por levar o animal, é importante lembrar que não basta colocar todo mundo no carro e cair na estrada! Tirá-lo do ambiente em que está acostumado e da sua rotina requer alguns cuidados para garantir uma viagem tranquila para todos.


 

A alimentação merece atenção especial, já que estamos no período mais quente do ano e grande parte dos viajantes quer aproveitar os dias de calor nas regiões litorâneas. “Durante as viagens, é importante não alterar a rotina alimentar e a dieta do animal a fim de evitar quaisquer alterações fisiológicas e comportamentais, como diarreia, vômito e rejeição, por exemplo”, comenta Amanda Arsoli, supervisora do departamento de Treinamento Técnico Comercial da Adimax.


 

Amanda Arsoli dá algumas dicas do que fazer para que todos aproveitem ao máximo o Carnaval e curtam sua viagem, inclusive os animais:

 

- Leve o alimento que o pet consome na quantidade adequada para os dias de viagem. Não conte com a possibilidade de encontrar o alimento habitual da mesma marca e tipo no destino, a fim de evitar imprevistos;

 

- a ração é a opção mais prática para ser levada em viagens, além de ser um alimento completo e balanceado. Existem, inclusive, opções de embalagens fracionadas, super práticos para serem transportados;

 

- leve também acessórios como comedouro, bebedouro, toalhas, brinquedos e caminha para que ele se adapte rapidamente à mudança de ambiente;

 

- procure manter os horários das refeições do animal;

 

- em um primeiro momento, o pet pode apresentar oscilações no apetite, e até dúvidas sobre onde fazer suas necessidades. Nessas situações pode ser interessante adicionar “algo ainda mais gostoso” na ração – como um alimento úmido, por exemplo;

 

- ofereça água limpa e fresca à vontade ao animal, principalmente agora no verão, quando os dias são mais quentes;

 

- deixe os passeios e as brincadeiras para os horários mais frescos do dia, quando o sol não está muito forte. Atividades físicas durante momentos muito quentes não são indicadas, pois o chão quente pode queimar as patas do animal e o calor excessivo ainda pode ocasionar em respiração muito ofegante, desmaios e até insolação;

 

- evite levar o animal a bloquinhos e ambientes com música alta e muita gente. A movimentação e o barulho excessivo podem causar incômodo e deixa-lo agitado e, ao invés de curtição, a folia pode provocar estresse;

 

- mantenha a carteirinha de vacinação em dia e leve-a sempre com você, pois algumas regiões e hotéis exigem essa documentação. Além disso, mantenha o controle de ectoparasitas atualizado, já que, ao viajar, o pet fica exposto a um novo ambiente e ao contato com outros animais;

 

- nas viagens de carro, utilize caixa de transporte, pois responsáveis que viajam com animais soltos são passíveis de multas pelo Código de Trânsito Brasileiro;

 

- para mais segurança, priorize o uso da coleira com identificação e guia em ambientes externos, especialmente em locais movimentados;

 

- certifique-se que o local no qual irá se hospedar e os lugares que planeja visitar aceitam animais de estimação em suas instalações.



 

ADIMAX - Fundada em 2002, a Adimax é uma das maiores fabricantes de pet food do Brasil, com um portfólio completo de produtos que atendem aos mais diversos perfis de tutores e pets. Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy. Atualmente, possui unidades em Salto de Pirapora (SP), Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG), Juatuba (MG), Goianápolis (GO), Feira de Santana (BA) e Mandirituba (PR), e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

 


Por Thais Gobbi  - JTCom Consultoria  

Leitura que late e mia: 10 livros para quem ama pets




Brasil reúne mais de 94 milhões de cães e gatos, segundo o IBGE; títulos da Elo Editora e da PeraBook celebram afeto, cuidado e a convivência entre humanos e animais



O Brasil é um dos países mais apaixonados por animais de estimação. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2023), há 54,6 milhões de cães e 39,1 milhões de gatos vivendo em lares brasileiros. Com esse vínculo cada vez mais presente, livros que abordam o universo dos animais se consolidam para quem ama pets. Selecionamos títulos mais do que especiais da Elo Editora e da PeraBook para ler e se divertir.



ELO EDITORA

O cachorro bom de bola
História divertida sobre um cachorro que adora futebol e participa das partidas do bairro, criando memórias afetivas.

Ficha TécnicaAutor: Luis Fernando Verissimo
Ilustrações: Catarina Bessell
Ano: 2025
ISBN: 978-65-6142-122-5
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 60
Valor sugerido: R$ 64
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras




Vira-Lata Caramelo
Tributo ao cão brasileiro icônico — leal, corajoso e generoso em episódios cheios de humor.

Ficha Técnica
Autor: Lucas de Sena
Ilustrações: Matheus Furtado
Ano: 2024
ISBN: 978-65-6142-071-6
Formato: 23 x 23 cm
Páginas: 32
Valor sugerido: R$ 70
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras



O gato subiu no teclado
História que celebra o afeto: um gatinho brinca com as teclas do computador e, sem querer, escreve palavras — e “amor” é a primeira delas.

Ficha técnica:
Autor: Mariana Mesquita
Ilustrações: Rafa Antón
ISBN: 978-65-80355-67-9
Ano: 2023
Formato: 20x24 cm
Páginas: 36
Valor Sugerido: 53
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras



O pulo do gato
Narrativa sobre coragem e superação: um gato determinado tenta realizar seu pulo perfeito e descobre que cada tentativa fortalece sua confiança.

Ficha técnica:
Autor: Cláudio Fragata
Ilustrações: Fê
ISBN: 978-65-80355-73-0
Ano: 2023
Formato: 16 × 23 cm
Páginas: 40
Valor Sugerido: 53
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras




A mágica história de um livro encontrado
Um menino encontra um livro misterioso e, ao lado de um gato silencioso, descobre histórias sobre empatia e afeto.

Ficha técnica:
Autora: Stella Maris Rezende
Ilustrações: Sid Meireles
ISBN: 978-65-89945-77-2
Ano: 2023
Formato: 16 × 23 cm
Páginas: 52
Valor Sugerido: 56
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras




Pipoca e Picolé
 Dois cães com personalidades opostas que descobrem que suas diferenças os tornam uma dupla inseparável.

Ficha técnica:
Autor: Adriana Lisboa
Ilustrações: Ana Cardia
ISBN: 978-65-80355-79-2
Ano: 2023
Formato: 17,5 x 23,5 cm
Páginas: 36
Valor Sugerido: 66
Com audiodescrição e acessibilidade em Libra
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PERABOOK

O Gato Gaiato
 Um gatinho esperto se mete em pequenas confusões enquanto explora a casa, aproximando leitores da ternura felina.

Ficha técnica:
Autores: Carol Naine e Daniel Kondo
Ilustrações: Daniel Kondo
ISBN: 978-65-6121-140-6
Ano: 2025
Formato: 20 x 20 cm
Páginas: 32
Valor Sugerido: 63
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras



Olinda e Mia 
A delicada relação entre uma menina e sua gatinha, marcada por cuidado, acolhimento e descobertas.

Ficha técnica:
Autor: Gianni Gianni
Ilustrações: Juliana Eigner
ISBN: 978-65-6121-195-6
Ano: 2025
Formato: 23 x 23 cm
Páginas: 28
Valor Sugerido: 67
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras


Lili queria um cachorrinho
 Uma menina chamada Lili sonha em ter um cachorrinho, vivendo expectativas e descobertas enquanto tenta convencer a família.

Ficha Técnica:
Autor: Manuela Tasca 
Ilustrações: Manuela Tasca 
ISBN: 978-65-6121-059-1 
Ano: 2024 
Formato: 23 x 23 cm 
Páginas: 36
Valor Sugerido: 65
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras



Arquivo Confidencial Ultrassecreto da Madá
 O pai de Madá consegue um emprego melhor em outra cidade e ela é obrigada a abandonar a vida que tanto amava — o que acha a maior injustiça do mundo. Além disso, tem o SandCat…

Ficha Técnica:
Autor: Shirley Souza
Ilustrações: Kleverson Mariano
ISBN: 978-65-6121-054-6
Ano: 2024
Formato: 20 x 24 cm
Páginas: 88
Valor sugerido: R$ 75
Com audiodescrição e acessibilidade em Libras



Elo Editora: Editora que, desde 2011, leva a literatura a todos os cantos do país. Acredita que a leitura pode transformar a sociedade, valorizando a vida das pessoas e dando sentido e novos significados a ela. Para contribuir na construção de um mundo inclusivo, oferece acessibilidade em todos os seus livros, com recursos de audiodescrição e Libras.


 

PeraBook Editora: A PeraBook Editora, do Grupo Elo Editorial, foi criada com o objetivo de levar para a literatura infantojuvenil temas contemporâneos importantes por meio de projetos de leitura. Seu catálogo se baseia em debates fundamentais, como a necessidade de se voltar para educação socioemocional e a de promover o respeito à diversidade e à pluralidade de ideias.



Por Carla Falcão - Jô Ribes Comunicação

FEBRACA lança mapeamento inédito e expõe a realidade da proteção animal no Brasil

1º Relatório de Impacto da Causa Animal revela que 82% das organizações não possuem equipe contratada,

72% nunca receberam emendas parlamentares e 56,1% das ONGs conseguem realizar apenas de uma a cinco adoções mensais




A Federação Brasileira da Causa Animal (FEBRACA) lançou hoje, 4 de fevereiro, o 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil, um estudo pioneiro que mapeou 2.613 organizações não governamentais ativas no país. O documento, construído a partir de dados consolidados, traz à luz a fragilidade estrutural do terceiro setor voltado aos animais: 76% das ONGs citam a falta de recursos financeiros como sua principal dificuldade, operando em um cenário de urgência constante, apesar do Brasil possuir o terceiro maior faturamento do mercado pet mundial, estimado em R$ 77 bilhões.



O relatório apresenta um diagnóstico claro sobre a capacidade operacional das instituições que atuam na linha de frente do bem-estar animal. A precariedade administrativa impacta diretamente a eficácia do acolhimento: atualmente, existem cerca de 4,8 milhões de animais em situação de vulnerabilidade, e a taxa de ocupação nos abrigos revela um cenário de saturação, onde para cada três animais que entram, apenas um consegue sair por meio da adoção.



Fragilidade Estrutural e Gestão 


O levantamento traça um perfil alarmante sobre a estrutura organizacional do terceiro setor animal: 82,2% das instituições atuam sem nenhum colaborador remunerado, dependendo inteiramente de uma força de trabalho voluntária que, em 70% dos casos, opera na informalidade sem a assinatura de termos de adesão previstos em lei. Esses dados se refletem também na governança, visto que 61% das ONGs não possuem um portal de transparência com relatórios financeiros ou de atividades, dificultando a construção de credibilidade junto à sociedade e investidores.



Isolamento Financeiro 


A asfixia orçamentária é citada como a principal dificuldade por 76,1% das organizações, um dado que se explica pelo isolamento das entidades em relação às grandes fontes de fomento. O relatório aponta que 79% das ONGs não possuem parcerias com empresas privadas e 73% nunca firmaram convênios ou contratos de repasse de recursos com o poder público. A desassistência governamental é severa, com 72% das instituições afirmando nunca terem recebido emendas parlamentares, sobrevivendo majoritariamente de doações esporádicas de pessoas físicas (62%).



Gargalo Operacional e Necessidades Reais 


O impacto direto dessa escassez de recursos e gestão profissional é a baixa rotatividade nos abrigos: mesmo superlotadas, 56,1% das ONGs conseguem realizar apenas de 1 a 5 adoções mensais. Para reverter esse quadro de estagnação, as entidades clamam por flexibilidade no uso dos recursos, evidenciando por que 78,1% preferem receber doações financeiras em vez de produtos, verba essencial para custear despesas estruturais, veterinárias e de pessoal que a simples doação de ração não consegue cobrir.



Gestão estratégica gera resultados eficientes


Apesar dos desafios, o documento aponta caminhos promissores através da profissionalização. O programa "MentoraPet", uma iniciativa de fortalecimento institucional destacada no relatório, demonstrou que a gestão estratégica gera resultados imediatos: as ONGs participantes registraram um aumento de 255% na receita e triplicaram o número de parceiros ativos em apenas cinco meses. O relatório também sublinha o potencial inexplorado de articulação política e fiscal, estimando que propostas legislativas de incentivo, como a dedução no Imposto de Renda, poderiam gerar até R$ 1 bilhão anual para cuidados animais.



"Este relatório é um divisor de águas, pois transforma o amor pelos animais em dados concretos que não podem mais ser ignorados. Os números mostram que o abandono deixou de ser invisível, mas também revelam que a conta da compaixão não fecha sem estrutura. Ver que 79% das ONGs ainda não possuem parcerias com empresas privadas é um alerta, mas os resultados do nosso programa de mentoria provam que, com gestão profissional, podemos reverter esse quadro e garantir um futuro digno para os milhares de animais que dependem do nosso trabalho", explica Cadu Pinotti, Presidente da FEBRACA.



Para ter acesso ao 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil na íntegra, basta seguir as redes sociais da Federação, que em breve lançará a versão pública.




A FEBRACA (Federação Brasileira da Causa Animal) é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de conectar, apoiar, fortalecer e representar as ONGs de proteção animal do país. A instituição visa trazer o debate dessa temática, tendo como premissa melhorar todo o ecossistema, seja sociedade, poder público e entidades, com foco em benefício direto para as pequenas organizações que atuam na ponta. A entidade realiza mentorias, capacitações, projetos personalizados e proposições de políticas públicas mais efetivas em todo país.




Por Thiago Rodrigues - FEBRACA

 

Do boato à evidência: o que a ciência explica sobre a nutrição de gatos e cães

(Foto: Divulgação/ROYAL CANIN®)

Informações essenciais para orientar escolhas nutricionais mais seguras e bem fundamentadas



Alguns conceitos difundidos sobre como gatos e cães devem ser alimentados ainda geram dúvidas entre tutores e podem influenciar escolhas relacionadas ao bem-estar dos pets. Para ampliar essa discussão, a ROYAL CANIN®, marca referência em Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, reforça a importância de buscar orientações confiáveis sobre o manejo nutricional.

Um dos equívocos mais comuns é a comparação direta entre pets e seus ancestrais selvagens. Após milhares de anos de domesticação, gatos e cães desenvolveram características fisiológicas, anatômicas e comportamentais próprias, que os diferenciam significativamente de lobos e felinos selvagens. Por isso, decisões baseadas apenas nessa analogia não refletem as necessidades atuais dessas espécies.

Outro ponto frequentemente levantado é a presença de carboidratos nos alimentos completos e balanceados para pets. Como parte dessas formulações, esses macronutrientes contribuem para a oferta adequada de energia. Condições de saúde como sobrepeso e obesidade, por exemplo, estão muito mais associadas ao consumo calórico total ao longo do dia do que ao tipo isolado de nutriente presente na dieta.

As proteínas vegetais também geram muitas dúvidas. No entanto, quando escolhidas corretamente, podem ser fáceis de digerir e fornecer todos os aminoácidos essenciais que o animal precisa. O mais importante é o equilíbrio nutricional do alimento como um todo, e não apenas a origem da proteína: animal ou vegetal.

Para o Médico-Veterinário Dr. Luciano Trevizan, especialista em nutrição de gatos e cães e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), compreender esses pontos é essencial para apoiar escolhas responsáveis. “A nutrição é um dos pilares da saúde dos pets. Muitos tutores ainda são influenciados por percepções que não refletem a realidade atual. Quando explicamos como os gatos e os cães evoluíram e quais são as suas necessidades hoje, abrimos espaço para decisões mais conscientes, que favoreçam, acima de tudo, a qualidade de vida dos animais”, afirma.

Os subprodutos de origem animal, por sua vez, são frequentemente mal interpretados. Eles recebem esse nome por não serem comumente destinados ao consumo humano, mas são ingredientes seguros e nutritivos, que desempenham papel relevante na composição de dietas completas e equilibradas, além de contribuírem para cadeias produtivas mais eficientes e sustentáveis.

Segundo Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil, há um grande perigo quando a nutrição animal é discutida sob a ótica humana. “Gatos e cães possuem necessidades nutricionais muito diferentes das nossas, por isso, um dos princípios centrais da ROYAL CANIN® é priorizar os nutrientes, e não ingredientes específicos, e a formulação de nossos alimentos é pautada na ciência. Para a produção de nossos produtos, a seleção dos ingredientes é baseada em critérios rigorosos, como qualidade nutricional, digestibilidade, segurança e sustentabilidade - sempre com foco no que é recomendado para a saúde de cada pet que alimentamos”, explica.

A ROYAL CANIN® reforça seu compromisso em desenvolver soluções nutricionais formuladas sob medida para atender às necessidades dos pets em diferentes fases da vida e condições de saúde. Além disso, apoia a prática veterinária por meio de ferramentas e conteúdos científicos que promovem o aprimoramento do conhecimento em nutrição animal.


Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site da empresa.



Por Mayara Aiach - InPress Porter Novelli 

 

Do colo da Xuxa ao veterinário: por que o Yorkshire exige mais cuidados do que o tamanho sugere

Especialista  explica que a longevidade da raça exige acompanhamento veterinário contínuo e cuidados preventivos ao longo da vida 



Popular entre famílias urbanas e frequentemente visto ao lado de figuras públicas como a apresentadora Xuxa, o Yorkshire Terrier é uma das raças mais conhecidas e queridas do Brasil. Pequeno no porte e grande na personalidade, o York chama atenção não apenas pelo temperamento afetuoso, mas também por características que exigem cuidados específicos ao longo da vida.


 

Apesar da aparência delicada, o Yorkshire Terrier é um cão ativo, alerta e com expectativa de vida elevada, o que reforça a importância de acompanhamento veterinário contínuo. “Trata-se de uma raça com maior expectativa de vida, o que implica a necessidade contínua de prevenção, acompanhamento clínico regular da saúde ao longo do envelhecimento”, explica a médica-veterinária Manuela Lopes, supervisora regional assistencial da WeVets.


 

Entre as principais curiosidades da raça, está o fato de o Yorkshire não possuir subpelo. Essa característica contribui para a menor queda de pelos, mas faz com que a raça tenha menor proteção natural da pele e da regulação térmica, exigindo atenção contínua com cuidados dermatológicos. Além disso, a raça apresenta predisposição a alterações odontológicos, comuns em cães de pequeno porte, e a doenças cardíacas, que costumam evoluir de forma silenciosa com o avanço da idade.


 

“Questões odontológicas são muito frequentes em Yorkshire Terrier e, quando negligenciadas, podem gerar impactos sistêmicos, inclusive no coração. Por isso, o cuidado não deve ser pontual, mas recorrente”, afirma Manuela.


 

Outro ponto pouco conhecido é que, apesar do tamanho reduzido, o Yorkshire Terrier costuma apresentar comportamento destemido e ativo. Esse perfil pode levá-lo a saltos frequentes, quedas e movimentos bruscos, aumentando o risco de alterações ortopédicas ao longo do tempo, como por exemplo traumas articulares e luxação de patela. “Muitos tutores subestimam esse risco por se tratar de um cão pequeno, mas ele existe e precisa ser acompanhado”, alerta a especialista.


 

Dados internos da WeVets indicam um crescimento na procura por atendimento veterinário voltado ao cuidado preventivo, com reavaliações periódicas, refletindo um modelo assistencial cada vez mais próximo ao adotado na saúde humana. ‘Hoje, o tutor compreende que o cuidado com a saúde do pet vai além das situações de emergência. O acompanhamento contínuo junto ao hospital é um fator determinante para a longevidade e a qualidade de vida dos pacientes, completa a médica-veterinária”.


 

A popularidade do Yorkshire Terrier, reforçada pela presença constante da raça em lares e no convívio de celebridades, evidenciando uma mudança mais ampla no comportamento dos tutores brasileiros: os pets deixaram de ser atendidos apenas em momentos críticos e passaram a integrar uma rotina estruturada de cuidados com a saúde.


 

A popularidade do Yorkshire Terrier, reforçada pela presença constante da raça em lares urbanos e no convívio de celebridades, ajuda a evidenciar uma mudança mais ampla no comportamento dos tutores brasileiros: pets deixaram de ser tratados apenas em momentos críticos e passaram a integrar uma rotina estruturada de cuidados com a saúde.



Por Hélio Júnior - Focal3 Comunicação