7 cuidados essenciais para quem mora com pets em apartamento

 Divulgação da Vila 11 

Cada vez mais, os pets fazem parte da rotina de quem vive nas grandes cidades. Morar em apartamento não significa abrir mão da qualidade de vida dos animais, desde que o espaço e os hábitos do dia a dia favoreçam seu bem-estar. 

 

"Hoje, escolher um imóvel também passa por pensar em quem faz parte da família e isso inclui os pets. Mais do que permitir animais, é importante oferecer uma estrutura que torne a convivência mais prática, confortável e agradável para tutores e seus companheiros", afirma Jorge de Moraes, Diretor Comercial e de Marketing da Vila 11. 

 

A seguir, o executivo listou os principais cuidados essenciais para quem vive com pets em apartamentos:

 

1. Crie estímulos para o seu pet dentro de casa 

Ambientes pequenos exigem criatividade. Brinquedos interativos, arranhadores, túneis e estímulos sensoriais ajudam a reduzir o tédio e evitam comportamentos destrutivos.

 

Mesmo em espaços reduzidos, cães e gatos precisam gastar energia. Caminhadas regulares e momentos de brincadeira são fundamentais para o equilíbrio físico e mental.

 

Ruídos externos e solidão podem afetar o comportamento dos pets. Técnicas de adaptação, música ambiente e objetos de conforto ajudam a reduzir o estresse.

 

4. Organize espaços para cada momento
Criar áreas específicas para descanso, alimentação e higiene contribui para a organização do ambiente e a segurança do animal.

 

5. Higiene e limpeza constantes
Manter o ambiente limpo ajuda a evitar odores, contribui para a saúde do pet e torna a convivência mais agradável para todos. 

 

6. Respeite o tempo do seu pet para socializar
O contato com outras pessoas e animais deve ser gradual e respeitar o temperamento do pet, evitando situações de medo ou agressividade.

 

7. Um imóvel pet friendly faz toda a diferença
Escolher um empreendimento pet friendly faz toda a diferença. Além de oferecer áreas adequadas para os animais, condomínios preparados para receber pets tornam a rotina mais prática e contribuem para uma experiência de moradia mais confortável para toda a família. 




Por Gabriela Calencautcy - PiaR Group

O impacto das baixas temperaturas na saúde respiratória de cães e gatos

Fonte: Freepik

Chegada do inverno, ar seco e ambientes fechados favorecem o surgimento e a disseminação de doenças respiratórias em pets; conheça os sinais e saiba como preveni-las



Com a chegada do inverno, aumentam os casos de problemas respiratórios em cães e gatos. As baixas temperaturas, a redução da umidade do ar e o hábito de manter os animais em ambientes mais fechados criam condições favoráveis para a circulação de vírus e bactérias.


 

Entre os cães, a enfermidade mais comum nesta época é a traqueobronquite infecciosa canina, popularmente conhecida como gripe canina. A doença é causada por diferentes agentes infecciosos, com destaque para a bactéria Bordetella bronchiseptica e o vírus da parainfluenza canina. Em relação aos gatos, a principal preocupação é com a rinotraqueíte infecciosa, causada pelo herpesvírus felino.


 

“O diagnóstico precoce é importante para evitar complicações, especialmente em filhotes, idosos e animais com doenças preexistentes", alerta Amanda Vaz, especialista do Veros Hospital Veterinário. "Sem tratamento adequado, algumas infecções respiratórias podem evoluir para bronquite crônica, sinusite, insuficiência respiratória e até comprometimento ocular, especialmente nos gatos", explica Amanda. A veterinária lembra que pode ocorrer, também, desidratação causada pela redução da ingestão de água e alimento.


A observação diária do comportamento do animal é fundamental para reduzir os riscos e agilizar a recuperação. Leve seu pet para uma consulta se ele apresentar os seguintes sinais:


  • Tosse persistente
  • Espirros frequentes
  • Secreção nasal ou ocular
  • Respiração acelerada ou com ruídos
  • Cansaço excessivo
  • Perda de apetite
  • Febre
  • Apatia ou diminuição da disposição para brincar e passear

A prevenção também é importante. “Algumas medidas simples ajudam a proteger cães e gatos durante o inverno, como manter a vacinação em dia, evitar exposição prolongada ao frio e a correntes de ar, garantir locais aquecidos e confortáveis para descanso, manter os ambientes limpos e ventilados, evitar contato com animais doentes e oferecer alimentação equilibrada e boa hidratação”, recomenda Amanda.


Merecem atenção especial os pets com condições respiratórias crônicas, como bronquite canina, asma felina e colapso de traqueia, que podem apresentar piora dos sintomas durante o inverno, pois o ar frio e seco aumenta a irritação e provoca crises.


 

Além disso, raças braquicefálicas — que possuem focinho achatado e vias aéreas naturalmente mais estreitas, como cães Pug, Shih Tzu, Buldogue Francês, Boxer e gatos Persa, tendem a apresentar maior dificuldade para respirar durante quadros respiratórios. “A anatomia dessas raças torna a ventilação nasal menos eficiente e favorece o acúmulo de secreções. Assim, uma inflamação que seria relativamente simples para outro cão ou gato pode provocar desconforto importante em um braquicefálico”, diz Amanda. “É preciso procurar atendimento logo nos primeiros sinais de roncos excessivos, engasgos e esforço respiratório”, orienta.





Por Gustavo Peña dos Santos - Target sp

Temporada das Baleias em Prado: descubra por que o litoral do município é um dos grandes berçários naturais das jubartes no Brasil

Baleia Jubarte

Todos os anos, entre julho e novembro, o litoral de Prado, no extremo sul da Bahia, recebe um dos encontros mais impressionantes da natureza brasileira. As baleias-jubarte deixam as águas geladas da Antártica e percorrem cerca de 4 mil quilômetros até a costa baiana, onde encontram condições favoráveis para reprodução, nascimento e cuidado dos filhotes.


Em Prado, esse fenômeno pode ser observado ao longo de todo o litoral do município, de Guaratiba a Corumbau, passando pela sede e por Cumuruxatiba, em uma sequência de praias e paisagens que reforçam a relação direta do destino com o mar, a natureza e a vida selvagem.


Ao contrário do que muitos imaginam, as baleias-jubarte não vêm ao Brasil em busca de alimento. Durante a temporada reprodutiva, elas praticamente não se alimentam. A energia utilizada nesse período vem das reservas de gordura acumuladas durante o verão na Antártica, onde encontram grande oferta de krill e pequenos peixes. Na costa baiana, o foco está no acasalamento, na gestação, no parto e nos primeiros cuidados com os filhotes.


Prado reúne características naturais que ajudam a explicar essa escolha. As águas mais quentes, rasas e relativamente calmas criam um ambiente adequado para os recém-nascidos, que chegam ao mundo com pouca gordura corporal e ainda não teriam condições de enfrentar as baixas temperaturas das águas antárticas. No sul da Bahia, os filhotes encontram um cenário mais favorável para se desenvolver, ganhar força e permanecer próximos às mães nos primeiros meses de vida.


A região também oferece condições importantes para o comportamento das mães com seus filhotes. O mar menos agitado reduz o esforço físico dos recém-nascidos, facilita os deslocamentos e favorece os primeiros aprendizados, como acompanhar a mãe, subir à superfície para respirar e realizar os primeiros mergulhos.


Inserido na região do Banco dos Abrolhos, considerado o maior berçário das baleias-jubarte no Atlântico Sul Ocidental, Prado ocupa uma posição estratégica dentro da Costa das Baleias. Essa condição fortalece o município como destino indutor da região, não apenas pela observação embarcada, mas pela capacidade de integrar natureza, praias, gastronomia, cultura, comunidades tradicionais e experiências distribuídas por todo o seu território.


Durante a temporada, é possível observar comportamentos marcantes da espécie, como saltos, batidas de cauda, movimentos de nadadeiras e o canto dos machos, associado ao período reprodutivo. Para o visitante, o avistamento das baleias cria uma experiência que vai além do passeio: é uma lembrança que permanece e ajuda a construir uma nova percepção sobre Prado como destino de natureza.


A presença das jubartes também fortalece o turismo sustentável. Os passeios de observação embarcada movimentam pousadas, hotéis, restaurantes, agências, condutores, guias, transporte turístico e comércio local. Os passeios são realizados por operadores autorizados e dentro das normas ambientais, permitindo que o público acompanhe esse espetáculo com segurança, sem interferir no comportamento dos animais. 


Segundo estimativas associadas ao Projeto Baleia Jubarte, a temporada deve registrar cerca de 35 mil baleias-jubarte passando pelo litoral de Prado. A Bahia concentra uma das principais áreas de ocorrência da espécie no país durante esse período, e Prado, pela sua localização e extensão litorânea, passa a ocupar um papel importante nesse movimento de valorização do turismo de observação, da conservação marinha e da economia do mar.


Para a secretária de Turismo, Cultura e Esporte de Prado, Iracema Ribeiro, a temporada das baleias é um dos momentos mais importantes do calendário turístico do município.


"Receber as baleias-jubarte todos os anos é um privilégio e também uma responsabilidade. Prado tem um litoral extenso, diverso e diretamente conectado a esse fenômeno natural, de Guaratiba a Corumbau. A temporada fortalece o turismo, movimenta a economia local e ajuda o visitante a enxergar o nosso destino por uma perspectiva ainda mais rica: a de um território ligado à natureza, à conservação e a experiências que marcam a memória de quem nos visita", destaca.


Com praias reconhecidas, distritos de forte identidade, gastronomia ligada ao território e uma das experiências de natureza mais emocionantes do litoral brasileiro, Prado segue como o principal destino para viver a temporada das baleias na Bahia.


Afinal, as jubartes são baianas: elas nascem aqui.



Temporada das Baleias em Prado

Período: julho a novembro

Local: litoral de Prado e nos distritos de Guaratiba, Cumuruxatiba e Corumbau, no extremo sul da Bahia

Informações: Instagram oficial do destino @descubraprado



Por Larissa Vidal - Komunic Comunicação Integrada

Dias frios exigem cuidados extras nos passeios com os pets

Foto: Freepik
Melhores horários para caminhar, proteção das patas e sinais de desconforto não devem ser ignorados



Em dias com baixa temperatura muitos tutores são levados a repensarem a rotina de passeio com os animais de estimação. Embora o passeio seja um momento aguardado e importante para o bem-estar físico e mental dos cães, os dias mais frios exigem adaptações para garantir conforto e segurança aos pets.

Assim como os seres humanos, os animais também podem sofrer com o frio intenso. A exposição prolongada às baixas temperaturas pode causar desconforto, reduzir a disposição para atividades físicas e, em alguns casos, agravar problemas de saúde, especialmente em filhotes, idosos e animais com doenças crônicas.


 

De acordo com Mariana Belloni, médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Anhanguera, os passeios não precisam ser suspensos durante as ondas de frio, mas devem ser planejados. "Os cães continuam precisando de estímulos físicos e mentais, mas em dias muito frios, o ideal é priorizar os passeios entre o fim da manhã e o início da tarde, quando as temperaturas costumam ser mais elevadas", explica.


 

Além da temperatura ambiente, é importante considerar fatores como vento e umidade, que podem aumentar a sensação de frio e provocar desconforto. Os horários próximos ao amanhecer e à noite geralmente concentram o frio mais intenso. “Sempre que possível, os passeios devem ser realizados entre 10h e 15h, período em que há maior incidência solar e condições mais confortáveis para os animais", orienta a veterinária.


 

Atenção especial às patas

 

Outro cuidado importante durante o inverno está relacionado ao contato das patas com superfícies frias. Calçadas, pisos de pedra e áreas úmidas podem favorecer perda de calor corporal. Além disso, a umidade constante nas patas favorece a proliferação de fungos e bactérias, especialmente entre os dedos, onde há menor ventilação. “Com o tempo, isso pode provocar dermatites, infecções e bastante desconforto, por isso é recomendado que os tutores sequem bem as patas após passeios em ambientes molhados e observem sinais como vermelhidão, coceira, inchaço ou odor diferente", explica a médica-veterinária.


 

Para cães mais sensíveis, especialmente os de pequeno porte, idosos ou com pelagem curta, o uso de botas específicas para pets pode ser uma alternativa, desde que o animal esteja adaptado ao acessório.


 

Roupas podem ajudar, mas nem sempre são necessárias

 

O uso de roupas também pode ser benéfico em algumas situações. Raças de pelagem curta, cães de pequeno porte, filhotes e idosos tendem a perder calor com mais facilidade e podem se beneficiar de agasalhos durante os passeios. "No entanto, é importante respeitar as características de cada animal. Algumas raças possuem uma pelagem naturalmente preparada para suportar temperaturas mais baixas e podem não precisar de roupas. O principal é observar o comportamento do pet e evitar excessos que possam causar superaquecimento ou limitar seus movimentos", explica a especialista.


 

Durante os passeios, os tutores devem ficar atentos a possíveis sinais de que o animal está sofrendo com o frio. Tremores, postura encolhida, relutância em caminhar, busca constante por abrigo e levantamento frequente das patas podem indicar desconforto térmico. "Se o cão demonstra resistência para continuar o passeio, começa a tremer ou procura constantemente locais protegidos, é um sinal de que o frio pode estar excessivo para ele. Nesses casos, o ideal é encerrar a atividade e levá-lo para um ambiente aquecido", alerta a veterinária.


 

Mudanças de comportamento após o passeio, como apatia, sonolência excessiva ou falta de apetite, também devem ser observadas e, se persistirem, devem ser avaliadas por um profissional.

 

 

 

Com 32 anos de história, a Anhanguera oferece para jovens e adultos uma infraestrutura moderna, ensino de excelência e portfólio diversificado com mais de 63 cursos de graduação presenciais, 43 semipresenciais e 57 na modalidade a distância, além de pós-graduações, cursos livres, profissionalizantes, técnicos e EJA. Pertencente à Cogna Educação, a maior e mais completa empresa de soluções educacionais do país, a Anhanguera conta com 108 unidades e centenas de polos em todos os estados brasileiros. Atende milhares de alunos com um corpo docente formado por professores especialistas, mestres e doutores e, 94% da instituição possui conceito 4 ou 5 no Ministério da Educação, sendo 5 a nota máxima atribuída pelo órgão responsável. Para mais informações das soluções educacionais, acesse o site.

 

 

 

Por Camila Crepaldi - Cogna

Férias escolares alteram a rotina dos pets e exigem atenção das famílias

Foto JU SATO férias escolares e pet1

Mudanças na dinâmica da casa podem gerar estresse em cães e gatos; psicóloga especializada em vínculo humano-animal e luto pet orienta como promover uma convivência mais equilibrada durante o período de férias



Com a chegada das férias escolares, a rotina das famílias muda completamente. Crianças passam mais tempo em casa, os horários ficam menos rígidos, aumentam as visitas, os passeios e as atividades domésticas. O que muitos tutores não percebem é que essas transformações também impactam diretamente o bem-estar emocional dos animais de estimação.

Segundo a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, cães e gatos são profundamente influenciados pela previsibilidade do ambiente em que vivem. Quando essa rotina sofre alterações bruscas, eles podem demonstrar sinais de desconforto que muitas vezes passam despercebidos pelos tutores.

“Os animais se organizam a partir da repetição e da previsibilidade. Eles reconhecem horários, ambientes e comportamentos da família. Quando tudo muda de uma vez, é comum que sintam insegurança, estresse ou cansaço emocional”, explica.

Entre os comportamentos mais frequentes estão irritabilidade, isolamento, alterações no sono e tentativas de evitar interações. De acordo com a especialista, esses sinais costumam ser confundidos com desobediência ou teimosia, quando na verdade representam uma necessidade de adaptação ao novo cenário.

Foto JU SATO férias escolares e pet2



Para minimizar os impactos das férias, Juliana recomenda que os tutores preservem alguns pontos de estabilidade na rotina do pet, especialmente os horários de alimentação, passeios e momentos de descanso.

“Não é necessário manter toda a rotina exatamente igual, mas algumas referências ajudam o animal a compreender que, apesar das mudanças, ele continua seguro. Essas pequenas âncoras fazem muita diferença para o equilíbrio emocional dos pets”, afirma.

Outro aspecto importante envolve a convivência entre crianças e animais. Com mais tempo livre, é natural que os pequenos queiram brincar constantemente com cães e gatos. No entanto, a especialista ressalta que esse período representa uma oportunidade valiosa para ensinar respeito aos limites dos animais.

“O pet não é um brinquedo disponível o tempo todo. As férias são uma excelente ocasião para mostrar às crianças que os animais também têm necessidades, preferências e momentos em que desejam descansar ou ficar sozinhos”, destaca.

Estudos internacionais sobre mordeduras em crianças apontam que grande parte dos incidentes acontece dentro de casa e envolve o próprio cão da família. Em muitos casos, os episódios são precedidos por sinais de desconforto emitidos pelo animal, que não foram percebidos pelos adultos.

Por isso, a supervisão constante continua sendo fundamental. Além disso, a psicóloga recomenda que cães e gatos tenham um espaço reservado para descanso, longe da movimentação intensa da casa.

“Quando o animal tem um local onde pode se recolher sem ser incomodado, ele consegue regular melhor o estresse. É importante que as crianças aprendam a respeitar esse espaço”, orienta.

As férias também costumam ser sinônimo de viagens. Nesses casos, a decisão entre levar o pet ou deixá-lo sob os cuidados de terceiros deve considerar o perfil emocional de cada animal.

“Muitos gatos lidam melhor com a permanência no próprio ambiente, recebendo visitas de um cuidador. Já alguns cães podem se beneficiar mais da companhia constante oferecida por uma hospedagem especializada. Não existe uma regra única; cada animal tem suas características e necessidades”, explica.

Quando a família opta por viajar com o pet, o planejamento prévio é essencial. A adaptação à caixa de transporte, a conferência da identificação, das vacinas e a orientação veterinária em casos de ansiedade podem tornar a experiência mais tranquila para todos.

Para Juliana, o principal desafio das férias é lembrar que os animais também fazem parte da dinâmica familiar e precisam ser considerados durante esse período.

“O pet não entende o conceito de férias. Ele entende segurança, previsibilidade e respeito aos seus limites. Quando a família leva isso em consideração, o período se torna mais agradável para todos, fortalecendo ainda mais os vínculos dentro de casa”, conclui.

Juliana Sato por Helton Nóbrega1

Juliana Sato - Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Distúrbios Alimentares pela Unifesp, Juliana Sato é certificada pela Association for Pet Loss and Bereavement, entidade pioneira e referência em luto pet nos Estados Unidos. A especialista vem se destacando desde 2023 em consultoria e atendimento em saúde mental de profissionais do segmento pet vet, além de mentorias para empresas e líderes na construção de culturas organizacionais mais humanas, seguras e sustentáveis.

Desde 2024, integra a diretoria da Ekôa Vet – Associação Brasileira em Prol da Saúde Mental na Medicina Veterinária. Também é criadora do canal VibeZenCast, dedicado a conteúdos sobre saúde mental, autocuidado e bem-estar, e uma das organizadoras do livro “Luto Pet no Contexto da Medicina Veterinária”, publicado pela Editora Lucto.
Mais informações: julianasatopsicologa.com.br | Instagram: @jusatopsicologa



Por Cris Landi - LILÁS COMUNICAÇÃO