Muito além da companhia: o que realmente define o impacto dos pets na nossa saúde emocional







Recentemente, uma cena comoveu milhares de pessoas ao redor do mundo: o reencontro da astronauta Christina Koch com sua cadela, após meses em missão no espaço. Mais do que um momento bonito, aquela reação espontânea, intensa e genuína escancara algo que a ciência e a prática já vêm mostrando há anos: a relação com os animais pode, sim, ocupar um lugar profundo na nossa saúde emocional.


Mas existe um ponto importante que ainda é pouco explorado: não é a simples presença do pet que transforma essa relação em algo positivo. É a qualidade do vínculo construído no dia a dia.


Nos últimos anos, vimos crescer o número de estudos que associam a convivência com animais à redução de estresse, ansiedade e até sintomas depressivos. No entanto, na prática, o que observo como especialista em comportamento animal é que esse impacto não é automático e, muitas vezes, nem garantido.


Um pet não é, por si só, um “remédio emocional”. Ele pode ser, sim, um potente regulador emocional, mas isso depende diretamente da forma como essa relação é construída.


Quando existe conexão de verdade, o animal passa a atuar como um mediador do nosso estado emocional. A rotina com ele cria pausas, traz previsibilidade e estimula presença, três elementos fundamentais para o equilíbrio psicológico. Um passeio, por exemplo, não é apenas gasto de energia para o cão; é também um momento de desaceleração para o tutor. Um simples carinho pode reduzir níveis de cortisol e aumentar a sensação de bem-estar.


Por outro lado, quando essa relação é baseada apenas na convivência superficial, sem atenção, sem rotina estruturada e sem entendimento do comportamento do animal, o efeito pode ser o oposto. Animais ansiosos, reativos ou entediados tendem a gerar mais estresse dentro de casa, criando um ciclo que impacta negativamente ambos os lados.


É aqui que entra uma virada de chave importante: cuidar do comportamento do pet não é apenas uma questão de adestramento ou obediência, mas de saúde emocional compartilhada.


'...os pets nos ensinam sobre presença'


Pequenos ajustes na rotina já fazem uma diferença significativa. Estabelecer horários previsíveis, garantir estímulos físicos e mentais adequados e, principalmente, dedicar momentos reais de interação, sem distrações, são atitudes que fortalecem o vínculo e transformam a convivência.


Outro ponto essencial é aprender a observar o animal. Cada comportamento comunica algo. Um cão que destrói objetos, late excessivamente ou se mostra apático está, muitas vezes, expressando desequilíbrios emocionais que poderiam ser prevenidos com uma rotina mais adequada.


Ao contrário do que muitos imaginam, criar essa conexão não exige grandes mudanças ou investimentos complexos. Ela está muito mais ligada à consistência do que à intensidade. São as pequenas interações diárias, feitas com atenção e intenção, que constroem uma relação sólida.


Existe, também, um benefício menos óbvio, mas igualmente relevante: os pets nos ensinam sobre presença. Em um mundo acelerado, onde estamos constantemente divididos entre múltiplas telas e demandas, eles nos convidam e, muitas vezes, nos obrigam a estar no agora. Esse tipo de conexão, simples e genuína, tem um valor emocional profundo.


Falar sobre o impacto dos animais na saúde mental, portanto, exige responsabilidade. É importante evitar a romantização dessa relação, mas também reconhecer o seu potencial real. Quando bem construída, ela pode ser uma das formas mais acessíveis e consistentes de apoio emocional no cotidiano.


No fim das contas, não se trata apenas de ter um pet, mas de se relacionar com ele de forma consciente.


Porque é nesse espaço entre o cuidado, a presença e a conexão que essa troca deixa de ser apenas companhia e passa a ser, de fato, um vínculo que transforma.





*Beatriz França é especialista em comportamento animal e fundadora da Creche Escola BFA no Brasil e da PETland BFA em Miami

“Mãe de pet”: vínculo emocional impulsiona mercado e redefine relação entre tutores e animais

O Dia das Mães, celebrado no segundo domingo de maio, tem ampliado seu significado nos últimos anos com o fortalecimento do conceito de “mãe de pet”, refletindo mudanças no comportamento social e no papel dos animais de estimação dentro das famílias brasileiras.



Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os animais de estimação já ocupam espaço maior que o de crianças em muitos lares brasileiros, refletindo mudanças na estrutura familiar e no consumo. A relação entre tutores e animais tem se tornado cada vez mais próxima, com impactos diretos na busca por serviços especializados e cuidados contínuos com a saúde.



“O termo ‘mãe de pet’ traduz uma mudança real de comportamento. Hoje, os animais ocupam um espaço afetivo central, e isso aumenta também o nível de responsabilidade sobre o cuidado”, afirma Carla Perissé, médica veterinária.



Esse cenário tem impulsionado a procura por atendimentos personalizados e maior adesão à medicina preventiva veterinária. “Quando o vínculo é mais próximo, o tutor observa mais, percebe sinais antes e busca ajuda com mais rapidez. Isso muda completamente o desfecho clínico de muitos casos”, explica a especialista.



Além do apelo emocional, o reconhecimento desse vínculo contribui para uma mudança cultural relevante, ampliando a valorização do cuidado contínuo e da saúde animal. No varejo e nos serviços, a data se consolida como uma oportunidade estratégica para dialogar com esse público, combinando emoção e informação em campanhas que reforçam não apenas o afeto, mas também a responsabilidade envolvida na relação com os pets. 



Por Flávia FerreiraF4Comunica

Pets que cuidam: Hospital Santa Catarina - Paulista firma parceria para visitas terapêuticas com cães

 

Iniciativa com a ONG Terapia Cão Carinho leva acolhimento, bem-estar e leveza a pacientes, acompanhantes e colaboradores


O Hospital Santa Catarina - Paulista passou a contar, desde fevereiro, com uma nova ferramenta no cuidado aos pacientes: a terapia assistida por animais. Em parceria com a ONG Terapia Cão Carinho, a unidade iniciou um programa de visitas mensais com cães treinados, que levam conforto emocional e contribuem para um ambiente hospitalar mais humanizado.


 

A iniciativa surgiu a partir da escuta dos próprios pacientes, muitos dos quais relatavam saudade de seus animais de estimação durante o período de internação. A instituição realizou alguns encontros pontuais e identificou uma oportunidade de ampliar as estratégias de acolhimento. Após uma busca criteriosa, a ONG foi selecionada por sua experiência, estrutura e alinhamento com os protocolos hospitalares.


 

“A gente percebeu que havia uma demanda dos próprios pacientes. Entendemos que seria algo com grande aceitação e buscamos referências para uma organização que estivesse alinhada aos nossos valores e cuidados”, explica Paula Baroni, coordenadora de atendimento responsável pelo voluntariado.


 

As visitas acontecem uma vez por mês, durante a semana, com duração de até uma hora e meia. Os encontros são organizados de acordo com a disponibilidade dos voluntários e o bem-estar dos animais. A pediatria é sempre a primeira área a ser contemplada, mas, dependendo da condição dos cães, outras alas também podem ser visitadas, incluindo áreas de internação adulta e espaços comuns, além de interações com colaboradores.


 

A atuação dos animais segue critérios rigorosos. Os cães são acompanhados por seus tutores e passam por avaliações comportamentais e veterinárias periódicas. A escolha dos animais considera fatores como porte, idade e perfil comportamental, garantindo trocas seguras e adequadas com cada tipo de paciente. Cães maiores, por exemplo, são frequentemente direcionados à pediatria, enquanto os menores facilitam visitas em quartos, especialmente quando se trata de pacientes com mobilidade reduzida.


 

Além disso, todos os protocolos de higiene e segurança são devidamente atendidos, o que inclui banho prévio dos animais, uso de materiais higienizados e atenção às condições clínicas dos pacientes. A ONG também conta com suporte técnico de especialistas em comportamento animal e medicina veterinária.




 

Benefícios vão além do emocional


Estudos indicam que a terapia assistida por animais pode reduzir significativamente a ansiedade, a dor e o estresse em pacientes hospitalizados, além de melhorar o humor e o bem-estar geral. Uma revisão sistemática publicada em 2025 na revista científica Journal of Holistic Nursing, que analisou estudos clínicos sobre o tema, apontou que a interação com pets, especialmente cães, está associada à redução de sintomas depressivos e ao aumento da sensação de conforto durante a internação, independentemente da idade.


 

Na unidade da Rede Santa Catarina, os impactos positivos já são visíveis. Segundo Paula Baroni, a presença dos cães transforma o ambiente e promove benefícios que vão além do aspecto emocional. “Você está internado e, de repente, abre a porta e tem um cachorrinho ali, pronto para interagir. É uma energia diferente, que transforma o ambiente como um todo”, afirma.


 

Os efeitos são percebidos tanto nos pacientes quanto nos profissionais. A interação com os animais vem contribuindo para reduzir o estresse, melhorar o humor e criar momentos de descontração em meio à rotina hospitalar. “A gente vê brilho nos olhos, alegria genuína. Não só nos pacientes, que são o nosso foco, mas também nos colaboradores. Isso impacta diretamente na forma como eles trabalham e cuidam das pessoas”, destaca.



A parceria do Hospital Santa Catarina - Paulista com a Terapia Cão Carinho reforça o compromisso com uma abordagem mais humanizada no cuidado à saúde, integrando práticas que valorizam não apenas o tratamento clínico, mas também o acolhimento e a qualidade de vida durante a internação. “Os benefícios são diversos. É algo que realmente faz a diferença”, conclui Paula.



Por Nadja Cortes - fsb

Mercado pet acelera profissionalização e aposta em saúde preditiva para ampliar longevidade animal

Credito: Divulgação

O mercado pet brasileiro vive uma nova fase de maturidade, impulsionado pela profissionalização do setor, avanço tecnológico e mudança no comportamento dos tutores. Mais exigentes e atentos à saúde preventiva, consumidores têm ampliado a busca por serviços especializados, transformando o segmento em um dos mais aquecidos da economia.

Dentro desse cenário, os planos de saude pet vem consolidando uma estratégia baseada em saúde preditiva, digitalização e ampliação de acesso a tratamentos de alta complexidade, reforçando uma tendência que deve ganhar ainda mais força nos próximos anos.


Segundo Raphael Clímaco, CEO e fundador da Plamev , o mercado já vive uma mudança estrutural no modelo de cuidado animal.


“O grande avanço de 2026 não é apenas médico, é preditivo. Hoje conseguimos atuar antes do problema acontecer. Isso impacta diretamente na qualidade de vida e na longevidade dos pets, porque o tutor passa a ter acesso facilitado a check-ups, acompanhamento contínuo e tratamentos que antes eram inacessíveis para grande parte das famílias”, afirma.


O movimento acompanha um novo perfil de consumidor. Para Clímaco, o tutor moderno se tornou mais informado, participativo e criterioso na escolha de serviços.

Crédito: Divulgação

“O tutor de hoje vê o pet como parte central da família. Ele busca conveniência, qualidade e segurança. Por isso, o mercado deixou de oferecer apenas assistência pontual e passou a construir ecossistemas completos de cuidado”, explica.


Com o aumento da concorrência e da demanda por especialização, gestão eficiente e integração com clínicas veterinárias passaram a ser fatores decisivos para sustentar crescimento.


“Muitas empresas focam apenas na venda. Nós focamos na sustentabilidade da operação e no fortalecimento da ponta, que são as clínicas. Quando o sistema funciona de forma integrada, todos ganham, especialmente o pet”, pontua.


Na frente tecnológica, a empresa também avança na implementação de inteligência artificial para otimizar processos internos, acelerar autorizações e acompanhar a jornada de atendimento de forma mais próxima.


“Criamos um setor de cuidados contínuos, onde monitoramos a utilização do plano e acompanhamos a evolução do pet após o atendimento. Isso gera acolhimento, eficiência e segurança para o tutor”, destaca.


O executivo avalia que o futuro do setor passa por expansão estruturada, fortalecimento operacional e ampliação de serviços ao longo de toda a vida do animal.


“O mercado pet ainda tem muito espaço para crescer, mas esse crescimento precisa ser sustentável. Nosso foco é ampliar serviços, fortalecer nossa operação e garantir que a saúde animal seja cada vez mais acessível, previsível e eficiente para as famílias”, conclui.



Por Regina Lobato -R2 Assessoria

Livro “A anta não é burra. É anta!” é lançado em São Paulo e reforça debate sobre respeito, linguagem e meio ambiente

Ricardo Viveiros e Elisa Sbardellini (crédito: Vladimir Soares/Studio Plural Editora)

 

“Sempre me incomodou o uso de palavras ofensivas no dia a dia, em especial quando carregam preconceito e desinformação. Este livro nasce dessa inquietação”, afirma Ricardo Viveiros, autor da obra.




O lançamento do livro “A anta não é burra. É anta!”, do jornalista e escritor Ricardo Viveiros, reuniu centenas de pessoas no dia 25 de abril, na Livraria da Vila do Shopping Cidade São Paulo, na capital paulista. Publicada pela Studio Plural Editora, a obra é o quinto título infantojuvenil do autor e propõe, de modo lúdico e sensível, uma reflexão sobre linguagem, preconceitos e preservação ambiental.
 

Com ilustrações de Elisa Sbardellini, o livro apresenta a história de uma jovem anta que, com o apoio de sua família, precisa lidar com o uso pejorativo do nome da espécie. A narrativa conduz crianças e adultos por temas como respeito às diferenças, empoderamento feminino e valorização da natureza.
 

Para Viveiros, o lançamento representa não apenas a concretização de mais um projeto literário, como também a oportunidade de ampliar um debate necessário. “Sempre me incomodou o uso de palavras ofensivas no dia a dia, em especial quando carregam preconceito e desinformação. Este livro nasce dessa inquietação e busca mostrar, de modo divertido, educativo e em linguagem acessível às crianças, que precisamos repensar nossas atitudes, nossa comunicação e a forma como enxergamos o outro e o mundo ao nosso redor”, destacou.
 

Elisa Sbardellini também celebrou o momento e ressaltou o cuidado artístico empregado na construção da obra. Segundo ela, as ilustrações em guache foram pensadas para dialogar com a sensibilidade da narrativa. “Cada imagem foi criada à mão, com o objetivo de transmitir delicadeza e emoção, ajudando a contar essa história de maneira acolhedora e próxima do universo infantil”, afirmou.

 


Proposta científica e de preservação

 

A proposta do livro, que mereceu anos de pesquisa e a consultoria da bióloga Bianca de Miranda, ganha ainda mais relevância ao ser analisada sob a perspectiva científica e ambiental. A médica veterinária e pesquisadora da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB), do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Caroline Testa, esteve no lançamento e afirmou que o uso do termo “anta” como ofensa tem raízes históricas, mas não encontra respaldo na realidade. “Existe um hábito antigo no Brasil de associar a anta à falta de inteligência, o que não corresponde aos fatos. Trata-se de um animal muito inteligente, com excelente percepção do ambiente e comportamento estratégico. O livro contribui para desmistificar essa visão e reforça a importância de aproximar as pessoas da informação correta. Afinal, é difícil proteger aquilo que não se valoriza”, pontua.


Caroline Testa José, Ricardo Viveiros e Elisa Sbardellini (crédito: Vladimir Soares/Studio Plural Editora)

 

A obra também se destaca como ferramenta de apoio no desenvolvimento socioemocional das crianças. Para a fotógrafa e videógrafa Paula Vasone, que esteve no lançamento, o conteúdo dialoga diretamente com situações vividas no cotidiano escolar. “Essa é uma mensagem muito importante, especialmente para as crianças que estão aprendendo sobre convivência, respeito e diferenças. O livro ajuda a abrir esse diálogo, mostrando o impacto das palavras e incentivando atitudes mais respeitosas, tanto em casa quanto na escola”, afirma

 

Entre os presentes ao evento, a jornalista e cartunista Ciça Alves Pinto, uma das homenageadas na obra, destacou a relevância do lançamento. “Estou muito orgulhosa de estar aqui. Tenho grande admiração pelo talento e pela trajetória do Ricardo. É uma alegria acompanhar esse momento e ver o reconhecimento do trabalho”, disse. Além de Ciça, Viveiros dedicou a obra para grandes autoras da literatura nacional: Ana Maria Machado, Angela-Lago, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Eva Furnari, Kiusam de Oliveira, Lygia Bojunga, Marina Colasanti, Marisa Lajolo, Ruth Rocha, Sylvia Orthof e Tatiana Belinky.


Ciça Alves Pinto, Ricardo Viveiros, Zélio Alves Pinto e Elisa Sbardellini (crédito: Vladimir Soares/Studio Plural Editora)

Já Adriana Gasparini, diretora da Studio Plural Editora, ressaltou o papel da obra na formação de leitores conscientes. “Este livro traz um conteúdo relevante e aprofundado sobre a importância da anta para o nosso bioma e o papel que ela exerce. Acreditamos que é fundamental compartilhar esse conhecimento com todos”.

 

Mais obras

 

Os títulos anteriores de Viveiros para crianças e adolescentes, com destaque para “O poeta e o passarinho” e “O menino que lia nuvens”, sempre trazem um componente pedagógico e educativo, sem deixar de lado a aventura e o divertimento – componentes indispensáveis aos leitores do gênero.


Ficha Técnica: 

 

Título: “A anta não é burra. É anta!”

Autor: Ricardo Viveiros

Ilustrações: Elisa Sbardellini Aliende

Editora: Studio Plural Editora

Formato: 20,5 cm e 27,5 cm

ISBN (Capa dura): 978-65-5307-097-0

ISBN (Brochura): 978-65-5307-096-7 

Nº de Páginas: 40

Preço de capa:
Brochura: R$ 54,90

Capa dura: R$ 79,90


 

Studio Plural reúne três selos editoriais – Studio Plural Editora, Rota Imaginária e A Barca – e atua em duas frentes: Materiais Didáticos Complementares e Livros Literários. Todas as propostas refletem o compromisso com uma educação afetiva e transformadora, guiadas pela crença de que literatura e conhecimento são caminhos essenciais para o desenvolvimento humano e social.


 
Ricardo Viveiros é jornalista, professor e escritor, com passagem por importantes jornais, revistas, emissoras de rádio e TV. Foi repórter, editor, diretor de redação, âncora, comentarista político e econômico, articulista e correspondente internacional, tendo participado de guerras civis em coberturas jornalísticas. Viveiros já esteve em 116 países e é autor de mais de 50 livros em diferentes gêneros (poesia, história, artes, biografias, crônicas, reportagem e infantojuvenis). Doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, é ativista na luta pelos Direitos Humanos e pelo Meio Ambiente há mais de 50 anos. Lecionou por 25 anos em cursos superiores de graduação e MBA em Comunicação, é titular da cadeira nº 30 da Academia Paulista de Letras; profere palestras no Brasil e no exterior, acumulando prêmios nacionais e internacionais.


 

Elisa SbardelliniAliende é ilustradora e artista visual, formada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-MG. Com experiência em ilustração botânica em intervenções artísticas em diferentes suportes — de papéis a paredes —, desenvolve um trabalho visual marcado pela delicadeza e pela sensibilidade poética.




Por Carlos Souza - Viveiros