Pets e experiências inesquecíveis: Área Pet da Brasil Mostra Brasil

A paixão pelos animais nunca esteve tão forte no Brasil. Hoje, cães, gatos, aves, roedores e peixes ornamentais fazem parte da família de milhões de brasileiros — e eventos pet se transformaram em verdadeiras experiências para tutores, criadores, profissionais e empresas do setor. É exatamente nesse cenário que a Área Pet da Brasil Mostra Brasil vem ganhando destaque como um dos espaços mais atrativos e movimentados da feira.

Muito mais do que uma simples exposição, a Área Pet se consolida como um ambiente de entretenimento, conexão, negócios e experiências emocionantes para toda a família. Com atrações envolventes, espaço comercial estratégico e uma atmosfera totalmente dedicada ao universo animal, o local promete encantar desde visitantes ocasionais até os apaixonados mais experientes pelo mundo pet.


Um Espaço Criado Para Encantar

A Área Pet foi planejada para oferecer uma experiência completa e dinâmica dentro da Multifeira Brasil Mostra Brasil. O ambiente conta com uma pista central carpetado, onde acontecem as principais atrações, criando uma atmosfera elegante e divertida que chama a atenção do público logo à primeira vista.


Ao redor da arena, o visitante encontra estandes organizados com produtos, promoções, novidades e serviços voltados ao mercado pet. O espaço reúne empreendedores que enxergam na feira uma oportunidade poderosa de conexão direta com consumidores apaixonados por animais.


O resultado é um ambiente vibrante, colorido e cheio de vida, onde entretenimento e oportunidades de negócios caminham lado a lado.



Desfile de Cães: Carisma, Diversão e Emoção

Uma das atrações mais aguardadas da Área Pet é o tradicional Desfile de Cães. Mais do que um simples desfile, o momento se transforma em um verdadeiro espetáculo de fofura, alegria e interação com o público.


Na pista, cães de diferentes portes, raças e estilos desfilam ao lado de seus tutores em um ambiente descontraído e cheio de energia positiva. O público vibra, fotografa, grava vídeos e participa ativamente da experiência.


O desfile também cria oportunidades incríveis para: pet shops divulgarem acessórios e roupas; marcas apresentarem lançamentos; criadores mostrarem seus animais e empresas fortalecerem sua presença diante de um público altamente engajado.


Além disso, o apelo visual da atração gera grande repercussão nas redes sociais, algo extremamente importante para expositores e patrocinadores que desejam ampliar alcance e visibilidade.



Exposição de Roedores: Um Espaço Que Desperta Curiosidade e Encanta Famílias




Outro destaque deste ano da Área Pet é a Exposição de Roedores, uma atração que vem conquistando crianças, jovens e adultos por apresentar pequenos animais de forma educativa, organizada e extremamente atrativa.


Hamsters, gerbils, twisters, porquinhos-da-índia e outras espécies encantam os visitantes pela diversidade de cores, comportamentos e curiosidades. Para muitas famílias, essa é uma oportunidade única de conhecer melhor esses animais e descobrir os cuidados necessários para criá-los com responsabilidade.


A exposição também fortalece o mercado de pequenos pets, um segmento que cresce constantemente no Brasil e desperta cada vez mais interesse entre novos tutores.


Além do encanto visual, o espaço contribui para: educação sobre manejo correto; Valorização do bem-estar animal; Divulgação de produtos específicos e a aproximação entre criadores e futuros tutores.



O Poder das Redes Sociais no Universo Pet

Poucos segmentos geram tanto engajamento digital quanto o mercado pet. Fotos de animais, vídeos engraçados e momentos emocionantes costumam alcançar milhares de pessoas rapidamente.


Dentro da Área Pet, cada atração se torna uma oportunidade natural de conteúdo: Desfiles; Fotos na pista vermelha; Vídeos dos animais; Bastidores; Produtos em destaque; Interação com o público.


Essa movimentação fortalece a divulgação do evento e cria enorme potencial de exposição para marcas parceiras.


Imagem de stand ilustrativo


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Que Patrocinadores Devem Apostar na Área Pet?


O mercado pet brasileiro é um dos maiores do mundo e segue crescendo ano após ano. Participar de um evento consolidado como a Brasil Mostra Brasil representa uma oportunidade estratégica para empresas que desejam:

-Aumentar visibilidade;
-Gerar vendas;
-Fortalecer posicionamento;
-Criar relacionamento com consumidores;
-Lançar produtos;
-Ampliar presença regional.


A Área Pet entrega exatamente o que patrocinadores procuram: Público qualificado; Alto fluxo de visitantes; Ambiente emocionalmente positivo; Forte potencial de mídia espontânea; Experiência direta com consumidores.


Além disso, o ambiente pet possui algo raro no marketing: conexão emocional genuína. Pessoas apaixonadas por animais costumam se envolver profundamente com marcas que demonstram carinho, cuidado e identificação com seus pets.



Um Evento Para Toda a Família

Outro grande diferencial da Área Pet é sua capacidade de reunir diferentes públicos em um mesmo ambiente.


Enquanto crianças se encantam com os animais, adultos aproveitam para conhecer novidades, fazer compras e buscar informações com profissionais do setor. Isso transforma o espaço em uma experiência familiar completa.


A interação entre visitantes, tutores, criadores e empresas cria uma atmosfera acolhedora, divertida e altamente positiva — exatamente o tipo de experiência que as pessoas procuram em eventos presenciais.



O Futuro dos Eventos Pet Está na Experiência

Eventos modernos não sobrevivem apenas de exposição. O público atual busca: Interação; Emoção; 
Entretenimento; Conteúdo; Experiências memoráveis.

A Área Pet da Brasil Mostra Brasil acompanha essa evolução ao unir:
🎯 Negócios
🎯 Entretenimento
🎯 Experiência visual
🎯 Conexão emocional
🎯 Engajamento digital


Tudo isso em um ambiente pensado para valorizar tanto os visitantes quanto as empresas participantes.



Um Convite Para Viver o Universo Pet

Se você ama animais, trabalha no segmento pet ou deseja apresentar sua marca para um público apaixonado e altamente consumidor, a Área Pet da Brasil Mostra Brasil é o lugar ideal.


Prepare-se para viver momentos inesquecíveis, conhecer novidades, se emocionar com os animais e fazer parte de uma das áreas mais encantadoras e movimentadas da feira.


Porque quando paixão pelos animais encontra experiência, entretenimento e negócios… o resultado só pode ser um grande sucesso.

Caroço em pets: diagnóstico precoce é decisivo para evitar casos graves

Especialista reforça a importância da biópsia e do monitoramento constante; lipomas são comuns, mas nódulos de crescimento rápido exigem atenção



Ao acariciar o pet, muitos tutores são surpreendidos pela presença de um nódulo ou "bolinha" sob a pele. Embora a descoberta gere preocupação imediata, nem todo caroço é sinônimo de gravidade, mas a agilidade na investigação clínica é o que define o sucesso do tratamento.
 

De acordo Bianca Montalto, com a médica veterinária na WeVets, os caroços podem variar desde lipomas (acúmulos de gordura comuns em cães com sobrepeso ou idosos) até cistos e tumores. A grande questão é que a aparência externa nem sempre revela a natureza interna da lesão.
 

O monitoramento doméstico é a primeira linha de defesa. A especialista recomenda que o tutor observe três fatores fundamentais:

Velocidade de crescimento: Nódulos que mudam de tamanho em poucos dias ou semanas são sinais de alerta.

Aderência: Caroços "presos" (que não se movem sob a pele) tendem a ser mais preocupantes que os móveis.

Sensibilidade: Mudança de cor, vermelhidão, sangramento ou dor ao toque indicam a necessidade de uma consulta urgente.

“O erro mais comum é o tutor esperar o caroço crescer para procurar ajuda. Na medicina veterinária de alta complexidade, trabalhamos com o conceito de que qualquer nódulo deve ser investigado, especialmente se for maior que um grão de ervilha ou se estiver presente há mais de um mês”, explica a veterinária.
 

Para evitar diagnósticos tardios, a WeVets utiliza protocolos avançados que incluem a punção aspirativa e a biópsia, essenciais para distinguir um tumor benigno de um maligno. O uso de exames de imagem, como o ultrassom de alta resolução, permite entender a profundidade e a vascularização do nódulo antes mesmo de qualquer intervenção cirúrgica.
 

Dicas para o tutor: O que fazer ao encontrar um caroço?

Não manipule excessivamente: Tentar "espremer" ou aplicar pomadas sem orientação pode causar inflamações graves.
 
Documente com fotos: Registre o local e coloque um objeto de referência (como uma moeda) ao lado para monitorar o tamanho.
 
Mantenha o check-up em dia: Muitas vezes, esses nódulos são detectados apenas durante o exame clínico de rotina feito pelo médico-veterinário.

A prevenção continua sendo o melhor caminho para garantir a longevidade dos nossos filhos de quatro patas.
 


Como preparar os pets para o outono: 8 cuidados essenciais para garantir conforto e bem-estar


 Especialista em comportamento canino explica como mudanças de temperatura e clima seco impactam a rotina e a saúde dos cães



A chegada do outono traz mudanças importantes no clima, como a queda de temperatura e o ar mais seco, que também impactam diretamente a rotina, o comportamento e a saúde dos cães. Nesse período, é comum que os pets apresentem alterações no nível de energia, na pele e até nos hábitos do dia a dia, exigindo atenção redobrada dos tutores.


Segundo Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner, pequenas adaptações já fazem grande diferença. “O outono exige ajustes simples, mas importantes. Observar o comportamento do cão e adaptar a rotina é fundamental para manter o bem-estar nessa época do ano”, explica.


A seguir, a especialista lista os principais cuidados para preparar os pets para o outono:


1. Observe mudanças de comportamento

“Com a queda de temperatura, alguns cães ficam mais quietos, procuram locais mais quentes e podem apresentar menor disposição, principalmente em horários mais frios. Essas mudanças são comuns, mas precisam ser acompanhadas”, explica Denise.


2. Redobre a atenção com a pele e pelagem

“O clima seco pode causar ressecamento, coceira e descamação, além de deixar os pelos mais opacos. Cães com sensibilidade dermatológica merecem atenção especial, com uso de produtos adequados e acompanhamento dos sinais”, alerta a especialista.


3. Fique atento a problemas respiratórios

“O outono pode favorecer quadros como a gripe canina, não por causa da estação em si, mas pelas condições do clima e maior permanência em ambientes fechados, que facilitam a circulação de agentes infecciosos”, destaca.


4. Adapte a rotina de passeios

“Passeios continuam sendo essenciais, mas podem precisar de ajustes. Evitar horários muito frios e observar o comportamento do cão durante a atividade ajuda a manter o equilíbrio”, orienta.


5. Estimule a hidratação

“Em dias mais frescos, muitos cães bebem menos água. É importante incentivar o consumo, manter a água sempre limpa e fresca e observar possíveis mudanças no hábito”, reforça a especialista.


6. Tenha atenção com cães mais sensíveis

“Cães de pelo curto, idosos, magros ou com problemas de saúde tendem a sentir mais o frio. Nesses casos, é importante evitar exposição prolongada e garantir ambientes mais protegidos”, explica ela.


7. Invista em conforto térmico

“Oferecer caminhas, cobertas e locais protegidos do frio ajuda o cão a se sentir mais seguro e confortável, principalmente durante a noite”, pontua.


8. Avalie o uso de roupas com cuidado

“As roupinhas podem ser úteis para alguns cães, principalmente os mais sensíveis ao frio. Mas é importante observar o conforto do animal. Se ele demonstra incômodo, o ideal é não insistir”, finaliza.

Para Denise, o mais importante é observar o pet no dia a dia. “Cada cachorro reage de uma forma. O tutor precisa estar atento aos sinais e adaptar a rotina conforme a necessidade. 




A Dog Corner é uma empresa especializada em creche, hotel, adestramento e banho, reconhecida por unir cuidado técnico, gestão profissional e foco no bem-estar emocional dos cães. Fundada há cerca de 10 anos e com atuação consolidada em São Paulo, a empresa se destaca pelo crescimento acelerado, pela alta avaliação dos tutores e pela criação de um ecossistema próprio que inclui serviços de adestramento e educação no mercado pet. Comandada por André Cavalieri e Denise Neves, a Dog Corner atua para elevar o padrão de qualidade, segurança e gestão no setor.




Por Izabel Santa Fe - Comunica PR

Maio Amarelo: Pets soltos no veículo podem se tornar projéteis em colisões

Estudo mostra que 65% dos tutores já dirigiram com pets sem proteção dentro do carro, aumentando o risco de ferimentos graves em acidentes



No mês dedicado à conscientização para a redução de acidentes de trânsito, o Maio Amarelo, a WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, acende um alerta para um comportamento comum e perigoso entre motoristas brasileiros: transportar pets soltos dentro do carro. Levantamento da AAA Foundation for Traffic Safety indica que cerca de 65% dos tutores admitem já ter dirigido com seus pets sem qualquer tipo de contenção.


No Brasil, transportar animais de forma inadequada também pode gerar penalidades. O Denatran prevê infração para motoristas que conduzem animais soltos ou posicionados de forma que comprometa a direção, com aplicação de multa e pontos na carteira.


Em uma colisão a apenas 50 km/h, um animal solto no banco de trás pode ser arremessado com uma força até 40 vezes maior que o seu peso real. Na prática, um cão de médio porte, com cerca de 25 kg, pode atingir o equivalente a uma tonelada, funcionando como um projétil de alto potencial letal.


Estudos da AAA Foundation for Traffic Safety também mostram que a interação com pets durante a condução aumenta significativamente o risco de distração ao volante, um dos principais fatores de acidentes de trânsito. Já testes realizados pelo Center for Pet Safety comprovam que, em colisões, pets sem contenção adequada não apenas sofrem ferimentos graves, como também ampliam o impacto sobre os demais ocupantes do veículo.


“O transporte correto não é apenas uma questão de conforto, É uma medida de segurança e de medicina preventiva. Recebemos casos de hemorragias internas, traumas torácicos e fraturas complexas que poderiam ser evitados com o uso de equipamentos simples, como cinto de segurança específico ou caixa de transporte”, explica Carollina Marques.


Como garantir uma viagem segura para o pet (e para você):

Cinto de segurança e peitorais

Cães devem ser transportados com peitorais apropriados, acoplados ao cinto de segurança do veículo. Coleiras no pescoço nunca devem ser utilizadas, pois podem causar lesões graves em caso de impacto.


Caixas de transporte

Indicadas para gatos e cães de pequeno porte, devem ser fixadas com o cinto de segurança ou posicionadas no assoalho do carro.

Para felinos, idealmente sugere-se que a caixinha ainda seja coberta por um pano com feromônio ou odor conhecido do pet, gerando mais conforto e menos estímulos que possam gerar estresse.


Grades divisórias

Recomendadas para veículos com porta-malas integrado, como SUVs, impedem que o pet acesse os bancos da frente e distraia o motorista.


Nada de cabeça para fora da janela

Além do risco de quedas e impactos, o vento pode causar problemas como otites, irritações oculares e entrada de corpos estranhos nas vias respiratórias e oculares.


A especialista da WeVets alerta que mesmo em colisões aparentemente leves, o atendimento médico veterinário imediato é essencial. Isso porque muitos traumas internos não apresentam sinais visíveis logo após o impacto. “Muitas vezes, o pet parece bem, mas pode estar com hemorragias internas ou lesões em órgãos vitais. Exames de imagem, como ultrassom, radiografia e tomografia, são fundamentais para um diagnóstico preciso e rápido”, reforça.


Mais do que cumprir a lei, no entanto, a segurança no trânsito passa por uma escolha consciente. Proteger um pet durante o transporte é proteger toda a família.



 
Por Hélio Victor de Araújo Pessoa - Focal3 Comunicação

Muito além da companhia: o que realmente define o impacto dos pets na nossa saúde emocional







Recentemente, uma cena comoveu milhares de pessoas ao redor do mundo: o reencontro da astronauta Christina Koch com sua cadela, após meses em missão no espaço. Mais do que um momento bonito, aquela reação espontânea, intensa e genuína escancara algo que a ciência e a prática já vêm mostrando há anos: a relação com os animais pode, sim, ocupar um lugar profundo na nossa saúde emocional.


Mas existe um ponto importante que ainda é pouco explorado: não é a simples presença do pet que transforma essa relação em algo positivo. É a qualidade do vínculo construído no dia a dia.


Nos últimos anos, vimos crescer o número de estudos que associam a convivência com animais à redução de estresse, ansiedade e até sintomas depressivos. No entanto, na prática, o que observo como especialista em comportamento animal é que esse impacto não é automático e, muitas vezes, nem garantido.


Um pet não é, por si só, um “remédio emocional”. Ele pode ser, sim, um potente regulador emocional, mas isso depende diretamente da forma como essa relação é construída.


Quando existe conexão de verdade, o animal passa a atuar como um mediador do nosso estado emocional. A rotina com ele cria pausas, traz previsibilidade e estimula presença, três elementos fundamentais para o equilíbrio psicológico. Um passeio, por exemplo, não é apenas gasto de energia para o cão; é também um momento de desaceleração para o tutor. Um simples carinho pode reduzir níveis de cortisol e aumentar a sensação de bem-estar.


Por outro lado, quando essa relação é baseada apenas na convivência superficial, sem atenção, sem rotina estruturada e sem entendimento do comportamento do animal, o efeito pode ser o oposto. Animais ansiosos, reativos ou entediados tendem a gerar mais estresse dentro de casa, criando um ciclo que impacta negativamente ambos os lados.


É aqui que entra uma virada de chave importante: cuidar do comportamento do pet não é apenas uma questão de adestramento ou obediência, mas de saúde emocional compartilhada.


'...os pets nos ensinam sobre presença'


Pequenos ajustes na rotina já fazem uma diferença significativa. Estabelecer horários previsíveis, garantir estímulos físicos e mentais adequados e, principalmente, dedicar momentos reais de interação, sem distrações, são atitudes que fortalecem o vínculo e transformam a convivência.


Outro ponto essencial é aprender a observar o animal. Cada comportamento comunica algo. Um cão que destrói objetos, late excessivamente ou se mostra apático está, muitas vezes, expressando desequilíbrios emocionais que poderiam ser prevenidos com uma rotina mais adequada.


Ao contrário do que muitos imaginam, criar essa conexão não exige grandes mudanças ou investimentos complexos. Ela está muito mais ligada à consistência do que à intensidade. São as pequenas interações diárias, feitas com atenção e intenção, que constroem uma relação sólida.


Existe, também, um benefício menos óbvio, mas igualmente relevante: os pets nos ensinam sobre presença. Em um mundo acelerado, onde estamos constantemente divididos entre múltiplas telas e demandas, eles nos convidam e, muitas vezes, nos obrigam a estar no agora. Esse tipo de conexão, simples e genuína, tem um valor emocional profundo.


Falar sobre o impacto dos animais na saúde mental, portanto, exige responsabilidade. É importante evitar a romantização dessa relação, mas também reconhecer o seu potencial real. Quando bem construída, ela pode ser uma das formas mais acessíveis e consistentes de apoio emocional no cotidiano.


No fim das contas, não se trata apenas de ter um pet, mas de se relacionar com ele de forma consciente.


Porque é nesse espaço entre o cuidado, a presença e a conexão que essa troca deixa de ser apenas companhia e passa a ser, de fato, um vínculo que transforma.





*Beatriz França é especialista em comportamento animal e fundadora da Creche Escola BFA no Brasil e da PETland BFA em Miami