Obesidade pet vai muito além do excesso de carinho: manejo alimentar inadequado está entre as principais causas
Agosto Verde Claro destaca a importância do diagnóstico precoce no combate à leishmaniose visceral
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| Crédito Foto: Divulgação |
Campanha de conscientização reforça que a prevenção, a vigilância epidemiológica e a identificação precoce dos casos são fundamentais para proteger a saúde animal e humana.
O Agosto Verde Claro é dedicado à conscientização sobre a leishmaniose, doença que representa um importante desafio para a saúde pública e para a Medicina Veterinária. A campanha busca ampliar o conhecimento da população sobre formas de prevenção, diagnóstico precoce e controle da enfermidade, destacando que a identificação rápida dos casos é essencial para reduzir a disseminação da doença e orientar o acompanhamento adequado dos pacientes.
A leishmaniose visceral é uma zoonose transmitida pela picada do mosquito-palha infectado e pode acometer tanto animais quanto seres humanos. Nesse contexto, especialistas reforçam que o diagnóstico laboratorial é uma ferramenta indispensável para compreender a ocorrência da doença, monitorar sua circulação e subsidiar ações de vigilância epidemiológica.
"O diagnóstico é o ponto de partida para qualquer estratégia de controle da leishmaniose. É por meio dele que conseguimos identificar os casos, compreender a dinâmica da doença e orientar medidas de prevenção e acompanhamento, beneficiando tanto a saúde animal quanto a saúde humana", afirma Camila Eckstein, especialista de Produtos da Bioclin.
A evolução dos métodos diagnósticos têm contribuído para tornar a investigação mais eficiente. Atualmente, diferentes metodologias, como testes rápidos, ensaios sorológicos e exames moleculares por PCR, podem ser utilizadas conforme a necessidade clínica, auxiliando desde a triagem até a confirmação e o monitoramento dos pacientes.
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| Crédito Foto: Divulgação |
Segundo Camila, um dos principais desafios ainda é superar o receio relacionado ao diagnóstico da leishmaniose em cães. "Durante muitos anos, o resultado positivo foi associado à eutanásia, o que levou muitos reposnsáveis pelos animais a evitarem a testagem. Hoje existem protocolos terapêuticos que permitem controlar a doença e proporcionar qualidade de vida aos animais, desde que eles permaneçam sob acompanhamento veterinário e com medidas de proteção contra o vetor", explica.
A especialista também destaca que a vigilância não deve se limitar aos cães. Embora menos frequente, a leishmaniose também pode acometer felinos, tornando importante que essa espécie seja considerada nas estratégias de investigação quando houver indicação clínica.
Além do trabalho realizado por profissionais e instituições de saúde, campanhas como o Agosto Verde Claro reforçam a importância da informação para ampliar a conscientização da população. A divulgação de conteúdos técnicos e científicos e o incentivo à educação continuada contribuem para fortalecer a prevenção, estimular o diagnóstico precoce e ampliar o conhecimento sobre uma doença que continua exigindo atenção em diversas regiões do país.
Por Letícia Avelar - Komunic
Eles são 86% dos gatos brasileiros: no Dia do SRD, veterinária esclarece os principais mitos sobre os felinos sem raça definida
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| A gatinha Gud foi adotada pela gerente de marketing Luciana Basso, que nunca mais imaginou a rotina sem ela |
Se existe um consenso entre os brasileiros apaixonados por gatos, ele tem nome: sem raça definida (SRD). Segundo o PetCenso 2025, levantamento realizado pela Petlove com base em mais de 1,8 milhão de animais, eles representam 86% dos felinos que vivem nos lares brasileiros — uma participação superior à observada entre os cães, em que os SRDs correspondem a 26% da população. Porém, apesar de serem maioria absoluta, esses gatos ainda convivem com percepções e crenças que podem comprometer sua saúde e bem-estar.
A ideia de que "vira-lata é mais forte", "come qualquer coisa" ou "precisa de menos cuidados" ainda pode estar presente no imaginário de muitos responsáveis. Esses conceitos podem atrapalhar a adoção de medidas preventivas, como uma alimentação adequada, consultas veterinárias regulares e outros cuidados importantes para a saúde do pet.
No Dia do SRD, celebrado nesta sexta-feira, 31 de julho, a médica-veterinária Mayara Andrade, de Guabi Natural (MBRF Pet), explica por que esses mitos não correspondem à realidade e reforça que falar sobre os cuidados com os gatos sem raça definida é, na prática, falar sobre a saúde da maior parte da população felina brasileira.
"Quanto mais presente um animal está no dia a dia das pessoas, maior a sensação de conhecimento sobre ele. É justamente essa familiaridade que faz muitos responsáveis subestimarem necessidades importantes. Os gatos SRD têm exatamente as mesmas necessidades para uma vida longa, saudável e cheia de bem-estar que qualquer outro gato", afirma.
Mito 1: "Por ser vira-lata, ele é naturalmente mais resistente"
"É um equívoco imaginar que esses animais sejam imunes a doenças ou precisem de menos atenção veterinária, os cuidados não mudam para gatos com ou sem raça definida. Pelo contrário, eles podem adquirir traços genéticos das raças, o que pode ou não ser benéfico. Vacinação, vermifugação, castração, controle de parasitas, check-ups regulares de acordo com a fase de vida, saúde bucal, enriquecimento ambiental e uma alimentação equilibrada fazem parte da rotina de qualquer gato, independentemente da sua origem genética", explica Mayara.
Segundo a veterinária, esse mito acaba atrasando diagnósticos importantes.
“Como os gatos muitas vezes apresentam sinais clínicos tardiamente, isso dificulta a percepção dos responsáveis de sinais mais sutis comuns no início das doenças. Se o responsável acredita que aquele animal dificilmente ficará doente, esses sinais podem passar despercebidos no início. Por isso, as consultas preventivas com profissionais qualificados são tão importantes”.
Uma relação construída no cuidado diário
A gerente de marketing Luciana Basso conhece bem essa transformação. Ela adotou Gud, uma gata SRD, após a indicação de um amigo e nunca mais imaginou a rotina sem ela.
“A Gud transformou a minha casa em um lar. Antes de adotá-la, eu tinha muito receio da responsabilidade que é cuidar de um animal. Pensava em tudo o que isso exigiria e se eu daria conta. Mas, quando ela chegou, percebi que o amor torna tudo muito mais leve e natural", conta Luciana.
Histórias como essa ajudam a explicar por que cada vez mais famílias descobrem que o vínculo com um pet não depende de raça, mas da convivência construída diariamente.
“Cuidar dela deixou de ser uma obrigação e passou a ser um gesto de carinho, que faz parte da minha rotina e me traz felicidade. Hoje, não consigo imaginar a minha vida sem a minha gatinha. Ela é minha família, minha companheira e faz parte dos meus melhores momentos. A adoção foi uma das melhores decisões que já tomei e me mostrou que o vínculo com um pet vai muito além de qualquer raça: ele é construído no amor e na convivência diária", completa.
Mito 2: "Gato SRD come qualquer coisa"
A veterinária alerta que outro erro é acreditar que, por serem mais resistentes, os gatos sem raça definida podem receber qualquer tipo de alimento.
"A necessidade nutricional de um gato não muda porque ele é SRD. Proteínas de alta qualidade, gorduras, vitaminas, minerais, ou seja, um alimento completo, continua sendo fundamental para uma nutrição adequada para manter o correto funcionamento do organismo. O que determina o alimento ideal é a fase da vida, o estilo de vida e as necessidades individuais de cada animal", explica.
Segundo Mayara, uma alimentação equilibrada é uma importante ferramenta para promoção de saúde de longevidade dos pets.
"Assim como acontece com as pessoas, alimentar bem é investir na saúde a longo prazo. Ingredientes de qualidade garantem nutrientes essenciais em quantidades adequadas e, consequentemente, uma nutrição que contribui para manter músculos, pele, pelagem, sistema imunológico e trato urinário em boas condições, favorecendo um envelhecimento mais saudável".
A profissional ressalta que oferecer restos de comida ou alimentos destinados ao consumo humano pode favorecer, por exemplo, a obesidade.
Outro cuidado essencial é a hidratação. "Fontes, recipientes distribuídos pela casa e alimentos úmidos podem ajudar na hidratação e contribuir com a saúde do trato urinário, já que por terem origem em animais do deserto, os gatos naturalmente bebem pouca água", orienta Mayara.
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| A gatinha Gud |
Adoção também é responsabilidade
Grande parte dos gatos disponíveis para adoção no Brasil é formada justamente por animais sem raça definida. Escolher um SRD significa não apenas oferecer um lar, mas também contribuir para reduzir o abandono e a superlotação de abrigos e organizações de proteção animal.
Segundo Mayara, a adoção responsável vai muito além do momento em que o animal chega em casa: "Ela continua todos os dias, nas escolhas que fazemos. Alimentação de qualidade, vacinação, consultas preventivas, enriquecimento ambiental e respeito às necessidades naturais do gato fazem parte desse compromisso. Cuidar é um ato diário de responsabilidade e de afeto".
A veterinária destaca que cada gato SRD possui características físicas e comportamentais únicas. "Não existe um padrão de personalidade. É justamente essa individualidade que torna cada relação especial e faz com que o vínculo construído entre responsável e gato seja único", completa.
Como saber se está preparado para adotar?
Antes da decisão, Mayara explica que é importante refletir sobre alguns pontos, como disponibilidade de tempo, orçamento que contemple alimentação de qualidade, vacinas, consultas e possíveis emergências, e ambiente seguro e enriquecido.
"Um gato pode viver mais de 15 anos. A adoção precisa ser encarada como um compromisso de longo prazo. Em troca, poucos vínculos são tão sinceros quanto o de um gato que aprende a confiar em quem o acolheu", afirma Mayara.
Para incentivar decisões mais conscientes, Guabi Natural mantém a plataforma "Um Pet É Pra Sempre", iniciativa que reúne conteúdos educativos sobre guarda responsável. Entre eles está um quiz interativo que ajuda futuros responsáveis a refletirem se realmente estão preparados para assumir esse compromisso de longo prazo. As perguntas abordam disponibilidade de tempo, planejamento financeiro e rotina familiar, incentivando uma adoção mais consciente e responsável.
[Você está apto a adotar um pet? Faça o quiz para descobrir]
Por Roberta Müller - Buzzing
5 dicas para fortalecer o vínculo com o pet e melhorar o bem-estar de ambos
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| Cleber Santos - Crédito Fernanda Cazarini |
Quem convive com um cachorro ou gato costuma dizer que a presença do animal já é suficiente para aliviar o estresse do dia a dia. Mas um novo estudo internacional publicado na revista científica Frontiers in Psychology sugere que os benefícios emocionais dos pets vão além da simples companhia.
A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Open University, na Holanda, acompanhou 188 tutores de cães e gatos e analisou quase 8 mil relatos coletados em tempo real sobre emoções, interações e situações de estresse. Os resultados mostraram que a convivência com os animais está associada ao aumento de emoções positivas e à redução de sentimentos negativos. No entanto, o estudo concluiu que a presença do pet, sozinha, não é suficiente para reduzir diretamente o impacto emocional do estresse cotidiano.
Para Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO da Comportpet, o levantamento reforça algo que já aparece com frequência na prática: o que determina os benefícios emocionais não é apenas ter um animal em casa, mas a qualidade da relação construída com ele.
"Assim como acontece nas relações humanas, o vínculo com o pet não nasce apenas da convivência física. Ele depende de confiança, previsibilidade, leitura de sinais e experiências positivas compartilhadas ao longo do tempo", afirma.
A seguir, o especialista explica os principais fatores que fortalecem essa relação e ajudam a promover o bem-estar mútuo.
1. A qualidade da convivência importa mais do que a simples presença
Um dos principais pontos levantados pelo estudo é que a simples presença do animal não garante, por si só, alívio emocional.
"Muita gente acredita que basta o cachorro ou o gato estar por perto para que o estresse desapareça. Mas o que realmente faz diferença é a forma como essa convivência acontece. Quando existe interação de qualidade, rotina equilibrada e atenção às necessidades do animal, os benefícios aparecem com muito mais consistência. Uma relação saudável não é construída apenas com afeto. Ela depende de segurança emocional, previsibilidade e respeito ao comportamento natural do animal", afirma.
2. Respeite as diferenças entre cães e gatos
O estudo também reforça que cães e gatos não estabelecem vínculos da mesma forma, o que influencia diretamente a interação com os tutores.
"Os cães tendem a buscar mais contato social e costumam usar o tutor como referência de segurança. Já os gatos são mais seletivos, mais territoriais e demonstram afeto de maneira diferente. Isso não significa que um seja mais ligado ao tutor do que o outro, mas sim que cada espécie expressa o vínculo de forma própria", explica.
Segundo Cleber, compreender essas diferenças ajuda a evitar expectativas equivocadas e fortalece a relação entre tutor e animal.
3. Invista em rotina, socialização e adestramento
Para o especialista, esses são três dos pilares mais importantes para uma convivência equilibrada.
"A rotina dá previsibilidade ao animal. A socialização amplia a confiança dele diante de pessoas, ambientes e outros animais. E o adestramento melhora a comunicação entre tutor e pet. Juntos, esses fatores reduzem inseguranças e tornam a convivência muito mais saudável. Quando feito de forma correta, o adestramento ajuda o cão a entender o que se espera dele e também ensina o tutor a se comunicar melhor. Isso diminui conflitos, evita comportamentos indesejados e fortalece o vínculo dos dois lados", afirma.
4. Aprenda a identificar sinais de estresse e ansiedade
Diversos tutores só percebem que o animal está sofrendo quando os comportamentos já estão mais intensos.
"Os cães costumam dar sinais antes de apresentar problemas mais evidentes. Bocejos frequentes, lambedura excessiva do focinho, respiração acelerada, inquietação, destruição de objetos, latidos excessivos, isolamento e necessidade constante de atenção podem indicar desconforto emocional. Quando o tutor aprende a observar esses comportamentos, consegue agir antes que o estresse evolua para quadros mais complexos", alerta.
5. Estrutura e equilíbrio emocional são mais importantes do que permissividade
A volta ao trabalho presencial e as rotinas cada vez mais intensas têm impactado diretamente o comportamento dos cães. Ao mesmo tempo, muitos tutores ainda acreditam que amor significa permitir tudo.
"Muitos animais se acostumaram à presença constante dos tutores durante o home office. Quando essa rotina muda de forma brusca, alguns desenvolvem ansiedade de separação e outros comportamentos ligados à insegurança. Nesses casos, creches e hotéis pet podem ajudar, desde que ofereçam socialização, enriquecimento ambiental e uma rotina estruturada", explica.
O especialista também faz um alerta sobre a ideia de amor incondicional.
"Existe um mito de que amar o pet significa permitir tudo. Na prática, uma relação saudável também precisa de limites, regras claras e respeito às necessidades do animal. O carinho é essencial, mas ele precisa vir acompanhado de orientação e responsabilidade. Um cão precisa de afeto, mas também de estrutura para se sentir seguro", alerta.
Relação saudável beneficia os dois lados
Para Cleber, o principal aprendizado do estudo é que o vínculo entre tutor e pet não se resume à presença física.
"Os cães e gatos se beneficiam de uma relação construída com respeito, rotina, comunicação adequada e atenção às suas necessidades. Quando o animal vive em um ambiente equilibrado, ele se torna mais seguro emocionalmente. E um pet emocionalmente equilibrado também contribui para uma convivência mais leve, prazerosa e positiva para toda a família", conclui.
A Comportpet é uma das principais referências nacionais em comportamento e bem-estar animal, com atuação consolidada em hotelaria, creche e serviços especializados para pets. Há mais de 15 anos no mercado, desenvolveu um método próprio com abordagem integrativa que une três pilares fundamentais para uma convivência harmoniosa: Pessoas, Pets e Ambiente. Com foco em ciência comportamental, qualidade de vida e relacionamento multiespécie, a empresa se destaca por transformar rotinas e fortalecer o vínculo entre tutores e animais.
Por Izabel Santa Fe - Comunica PR
O GoldeN GatoFest acontece no Dia Internacional do Gato
O festival dedicado ao universo felino realiza sua segunda edição na capital paulista. O 2º GatoFest — o GoldeN GatoFest — será no dia 8 de agosto, Dia Internacional do Gato, no Centro Cultural São Paulo. A programação, gratuita e feita “sob medida” para os gateiros e gateiras, este ano tem patrocínio de GoldeN, marca número 1 em alimentos para cães e gatos no Brasil.
A programação traz feira com expositores, palestras, cinema e música com DJs, entre outras atrações.
O GoldeN GatoFest 2026 tem novidades. Além de exibir novamente o CatVideoFest — festival internacional que circula pelos Estados Unidos, Canadá, Europa, Nova Zelândia e Austrália —, faz a estreia da coletânea GatoFestFilme, uma compilação de vídeos brasileiros enviados pelo público e selecionados pela curadoria do próprio GatoFest.
Já o CatVideoFest apresenta sua compilação anual, que reúne uma seleção especial de vídeos de gatos que vêm conquistando plateias pelo mundo, incluindo animações, videoclipes e sucessos da internet. O diferencial da exibição no Brasil é que ela acontecerá ao ar livre, com uma grande tela de cinema sob as estrelas, no jardim suspenso do CCSP.
As sessões de cinema do GoldeN GatoFest têm como proposta exibir os vídeos de gatos mais engraçados, surpreendentes e cativantes da internet.
O CAT Talks promoverá palestras e mesas de debate com especialistas sobre o mundo felino, uma das atrações de maior sucesso com o público na primeira edição.
A ExpoCat oferece um espaço com 50 expositores temáticos, incluindo ONGs, gastronomia, tatuagem, artes, literatura, cerâmica, vestuário, entre outros. Tudo relacionado à temática de gatinhos.
As entidades de auxílio e proteção aos gatos, além de apresentarem seu trabalho e conscientizarem sobre cuidados e adoção responsável, também arrecadarão doações. As formas de contribuição serão divulgadas até a realização do evento. As ONGs já confirmadas no evento são: Adote um Gatinho, Ampara, AProGato, CatLand, Confraria Miados e Latidos, Enquanto houver Chance, Gatos do Parque SP, House of Cats e MundoGato.
O festival é um convite para quem adora gatos e busca uma experiência coletiva diferenciada. O GoldeN GatoFest celebra a cultura pop felina e destaca a importância dos gatos na vida das pessoas.
O 2º GatoFest tem patrocínio de GoldeN, apoio do Centro Cultural São Paulo, Progato e Sétima Cinema, realização da Campo Cultura, Carla Civile (médica veterinária) e Brazucah Produções.
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| Público na 1º edição no CCSP GoldeN GatoFest Data: 8 de agosto de 2026 (sábado) Horário: das 12h às 22h Local: Centro Cultural São Paulo Endereço: Rua Vergueiro, 1000, Liberdade, São Paulo Classificação: livre Ingresso: entrada gratuita Trailer CatVideoFest 2026: Link Por Tatiana Pugliesi - Cais - Comunicação e Cultura |



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