Coloração dos pets não maltrata e traz benefícios para os animais

 

Nico - Foto: Fábio Augusto









A coloração dos pets durante o processo de banho e tosa não faz mal para os animais; produtos utilizados são veterinários e não tóxicos


Nico é um modelo pet. Isso mesmo! Um modelo para procedimentos estéticos voltados para cachorros. E ele adora, viu?! Após a finalização do banho e tosa e da coloração, ele passeia pelo salão, brinca com os tosadores e ainda fiscaliza os demais cachorrinhos. Mas nem sempre a vida de Nico foi assim. Franciele Ferraz resgatou o pequeno bulldog de maus tratos, em situação de risco de morte. Hoje, ele é muito amado e adora os caprichos que recebe da família.



Mesmo com a felicidade estampada no rosto de Nico, muitas pessoas afirmam que os procedimentos estéticos, principalmente a coloração, são maus tratos para os pets. Mas isso não é verdade, conforme explica Natália Espinosa, groomer internacional e diretoria da Uau Escola de Estética Animal, responsável pela formação de tosadores em Sorocaba/SP. “Muitas pessoas ligam a parte de coloração como maus tratos, mas toda a linha usada para esse trabalho é de uso veterinário, são tintas atóxicas que saem com o banho. Coloração não é maus tratos. Abandono, sim! Todo o procedimento é realizado por profissionais qualificados, com técnica, produtos adequados e muito amor. O animal gosta da atenção que é dada, o carinho que recebe durante o processo e a atenção que recebe das pessoas quando fica pronto”, afirma.

 


Para realizar a coloração, o profissional tosador deve ser qualificado e investir em especializações e produtos de qualidade, tendo em vista que o ramo pet é uma área em constante atualização. Por isso, muitos são os cursos desenvolvidos para formar e especializar os groomers. Em escolas profissionalizantes do segmento, como a Uau, por exemplo, sempre é montado um cronograma de especializações aos alunos, que inclui a coloração. Segundo Natália, o profissional deve investir no seu conhecimento. “Quando você decide fazer uma especialização, você investe em si mesmo e esse investimento faz com que você comece a se autovalorizar. É aí que o tosador passa a apresentar trabalhos melhores para o seu cliente que, por consequência, vão refletir no bem-estar do animal”, afirma.


Phillipe Nogueira é groomer e ministra diversas especializações pelo Brasil, como a de Coloração e Tosa na Tesoura, que promove mais do que conhecimento técnico, esclarecendo dúvidas sobre os benefícios desses serviços. “As tintas utilizadas não fazem mal, porque trabalhamos com ética e amamos os animais. A coloração só tem benefícios. É um trabalho bem legal e as pessoas adoram quando eu passeio com cachorro colorido na rua, por exemplo. Todos querem tirar foto e fazer carinho. Todo animal gosta de ganhar atenção e amor”, afirma.



Por falar em carinho, quem entende disso é a Franciele, tutora do Nico. Ela também é groomer e decidiu colocar em prática os conhecimentos adquiridos com Phillipe para deixar o cão ainda mais bonito. Franciele só não imaginava o quanto Nico ia adorar. “Eu acredito que tudo isso foi uma transformação na vidinha dele. Viver da forma que ele vive hoje nem se compara ao passado. Quando conseguimos unir o resgate animal com a nossa profissão, é muito gratificante. O salvei e hoje eu e ele somos muito mais felizes”, finaliza.


Por Vanessa Van Rooijen | JF Gestão de Conteúdo 




 


Créditos das Fotos: Fábio Augusto 


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A importância do atendimento veterinário especializado em felinos


Além do profissional, é essencial que o tutor procure clínicas voltadas à espécie

Bastam alguns minutos de conversa com a sua avó para ela lembrar de um médico fundamental na história da família. Naquele tempo, bastava um clínico geral de confiança para dar qualquer diagnóstico. Os anos passaram e as guias de médicos dos convênios foram tomadas pelas mais diversas especialidades. Se os pacientes humanos já estão acostumados a conhecer as divisões da medicina, chegou a vez dos pets usufruírem do atendimento dos especialistas.


“Não basta ser veterinário. Se o pet está com problema na pele, o tutor vai querer passar com um dermatologista”, avalia Vanessa Zimbres, médica-veterinária especializada em felinos e proprietária da clínica Gato é Gente Boa, de Itu (SP). “Como o paciente não fala, ainda depende de o clínico geral compreender o problema e ter ética para encaminhar ao especialista, o que nem sempre acontece”.


Se dentro de uma mesma espécie o atendimento especializado é fundamental para garantir o sucesso do tratamento, quando o profissional atende animais diferentes, a precisão no diagnóstico fica ainda mais difícil. Por mais que os órgãos sejam os mesmos, o funcionamento em cada espécie é completamente distinto e isso precisa ser compreendido pelo tutor e, principalmente, pelo veterinário.


“Do mesmo modo que a gente não pode comparar um coelho a um cavalo, não devemos relacionar o cão ao gato”, esclarece Vanessa. “A dificuldade ainda é essa. Tem muita gente que faz uma especialização em felinos, mas, no dia a dia, continua atendendo cachorro também. Não dá certo. Provavelmente essa pessoa atende muito mais cães do que gatos, e esse cuidado específico com o felino, que é tão importante, ficou apenas na teoria”.

 


Além do profissional, as clínicas também devem se especializar

Uma outra situação comum é o profissional buscar a especialização e realmente atender apenas uma espécie, porém, em um local multidisciplinar. Nesse caso, o contato com outros animais em espaços compartilhados, como salas de espera e ambientes de exames, pode gerar quadros de estresse capazes de prejudicar o diagnóstico, alterando parâmetros como temperatura e pressão, além da frequência cardíaca e respiratória.  


“Em uma clínica especializada, o atendimento começa já no agendamento da consulta. O responsável pela agenda, normalmente, deve entrar em contato para explicar os procedimentos e ensinar o tutor como trazer o pet para diminuir o estresse”, esclarece Vanessa Zimbres. “O veterinário também precisa conhecer sobre a espécie para perceber qualquer sinal de desconforto. Às vezes, a gente precisa interromper a consulta e marcar um retorno para garantir que não vamos ter um resultado alterado nos exames”.


A cada ano, o número de pets nas famílias brasileiras aumenta. Se você busca oferecer o melhor atendimento para garantir a saúde dos seus “filhos de quatro patas”, fique atento à escolha do profissional veterinário. Não tenha receio de visitar o local ou pedir indicações. Tomar todos os cuidados é investir na segurança e no bem-estar estar do seu melhor amigo.


Por Vanessa Ferrante | JF Gestão de Conteúdo


 


             

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Energia positiva para um banho e tosa sem estresse

 


O processo de banho e tosa deve ser ofertado para o animal como um evento prazeroso

Qual tutor não gosta de entregar seu pet para o banho e tosa e receber de volta um animal limpo, cheiroso, bonito, feliz e com aqueles adereços feitos com capricho? Todos gostam! Mas existem vários fatores internos dentro desse processo que podem causar estresse para o animal. Por isso, em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Estresse, lembrado neste 23 de setembro, a atenção também precisa ser voltada para tutores e profissionais de banho e tosa.


O primeiro fator que pode ser estressante para o animal é o ambiente. Se for um local com muito barulho, se o processo de banho e tosa for realizado com muita rapidez ou o profissional não souber manejar o animal com delicadeza, o pet nunca mais vai querer voltar. Segundo Ina Marins, comportamentalista animal, as reações de medo e ansiedade, que muitas vezes estão presentes no banho e tosa, podem gerar reflexos no animal. “Isso ocorre porque sentimentos são transmitidos através de sinais ou posturas, os quais ele identifica e, muitas vezes, acaba expressando reações semelhantes, como não se sentir seguro ao ver a postura do banhista ou o tutor com medo, agindo de forma agressiva, com a finalidade de sair daquela situação por receio e/ou insegurança” afirma.





Além disso, os animais possuem uma grande sensibilidade para perceber e receber energias, por isso, se o tosador estiver com algum problema pessoal, se mostrar inseguro ou descontente com seu trabalho, o cão vai perceber essa energia e pode ficar mais estressado, amedrontado e não deixar toca-lo. De acordo com Natália Espinosa, groomer internacional e diretoria da Uau Escola de Estética Animal, responsável pela formação de tosadores em Sorocaba/SP, entender o processo da energia é fundamental.


“Quando estamos trabalhando em um animal que está nervoso, com medo, ou que quer morder, a primeira coisa que temos de fazer é manter a calma para neutralizar a energia dele. Quando a situação persiste durante o procedimento, deixa-lo descansar por 10 minutos e fazer o profissional aproveitar essa pausa, pode ajudar na retomada do processo. Se for o caso, trocar o profissional durante o procedimento de banho e tosa também pode resolver. É importante destacar, também, a energia do tutor. Ele precisa tratar o banho e tosa como um evento positivo para o seu animal, falar do banho com alegria. Não ficar nervoso ou com medo, não reforçar o comportamento agitado do animal, tornar aquilo positivo, dar bifinho, brincar e, principalmente, estabelecer uma relação de confiança com o profissional tosador são meios importantíssimos e que garantem um serviço mais seguro e tranquilo para todos”, ressalta.


Por falar em tutores, muitos animais, ao simples fato de se afastarem dos seus donos por algumas horas, ficam ansiosos, tremem, e esse sentimento também pode deixa-los estressados durante o banho e tosa. Não significa necessariamente que ele não é bem tratado, apenas que ele sente muito ao ficar longe do seu tutor. Por isso, o profissional tem papel fundamental de entender esse pet, dar carinho, desenvolver a confiança dele e saber como lidar com a situação.




Além do conhecimento e da técnica, é de extrema importância, em primeiro lugar, que o groomer goste de animais. Aliado ao carinho, é necessário que ele entenda de psicologia e comportamento canino para saber como o animal está se sentindo e se comportando, saber como lidar para melhorar seu bem-estar, ter a sensibilidade de dar aquela “pausa” e saber o que pode ou não fazer e quando, como no momento de cortar as unhas, por exemplo.


“Fazemos um carinho no animal, do qual chamamos de estímulo positivo, e tocamos na parte do corpo que vamos fazer o procedimento para que, de certa maneira, ele fique um pouco mais descontraído, distraído e confie que deixar fazer aquele procedimento pode ser prazeroso, como no momento do corte das unhas. Assim, ele sentirá aos poucos que será um procedimento tranquilo para ele e que ele não precisa ter medo”, afirma.


A importância da profissional

Além dos animais, os profissionais também devem ser assistidos. Muitos fatores influenciam para o estresse do tosador, o que reflete em sua produtividade e qualidade de vida. Alguns tutores não entendem o processo de banho e tosa, então cobram por agilidade. Algumas pessoas que trabalham em atendimento, por não entenderem tecnicamente do serviço, acabam marcando vários atendimentos seguidos, lotando a agenda dos profissionais e contribuindo para a sobrecarga da jornada de trabalho. 


Agendar cachorros muitos difíceis para horários tardios é outro ponto. Quanto mais complexo o trabalho, dependendo do comportamento do animal e de fatores de risco, maior é a atenção necessária e o tempo dado ao animal. Com a agenda lotada e a cobrança dos tutores, os profissionais não conseguem se alimentar ou descansar adequadamente, nem realizar bons trabalhos. É nessas situações que o índice de acidentes aumenta, tanto para o animal, quanto para o profissional. “O banho e tosa é um procedimento delicado e que deve ser feito com calma. É um trabalho que exige muito desempenho físico e mental do profissional”, destaca.



Para os tosadores de primeira viagem, Natália dá algumas dicas: se formar em uma boa escola, continuar se especializando, praticar e buscar conhecimento sobre o comportamento animal são pontos essenciais para conquistar o sucesso profissional e o carinho dos pets.


“O medo é um processo normal. Chego a dizer que o medo é um sentimento bom, só não pode te cegar a ponto de você não prestar atenção no que está fazendo, e te impedir de buscar algo um pouco mais desafiador, isso para todas as profissões. O medo só serve para te deixar com mais atenção naquilo que você está fazendo. Oriento sempre os meus alunos para que continuem buscando novos cursos de especialização e se auto superem colocando em prática o que aprendem, porque é isso que vai torná-los profissionais cada vez melhores”, finaliza Natália.


Mantendo a calma, é possível proporcionar uma experiência de banho e tosa incrível não só para os pets, mas, também, para tutores e profissionais de banho e tosa.


Por Vanessa Van Rooijen | JF Gestão de Conteúdo 




 


Fotos créditos: Julio Salvo


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Roedores - Saiba mais sobre esses pets

 


Todos possuem uma característica em comum: Uma dentição altamente especializada para roer. Saiba agora dessa e de outras curiosidades dos adoráveis roedores.

  

Roedores são mamíferos com placentas pertencentes à ordem Rodentia. É a ordem mais numerosa dentre os mamíferos, somam mais de 2 mil espécies no mundo todo, correspondendo a cerca de 40% das espécies da Classe Mammalia. A maior parte são de pequenas proporções, o camundongo-pigmeu Africano tem 6 cm de comprimento e pesa 7 gramas. Por outro lado, o maior deles, a capivara, pode pesar cerca de 45 kg

Os roedores são encontrados em grande número em todos os continentes, exceto na Antártida, na maioria das ilhas e em todos os hábitats, com exceção dos oceanos. Juntamente com os morcegos (Chiroptera), foram os únicos mamíferos placentários a colonizar a Austrália independentemente da introdução humana.

Os roedores possuem um par de incisivos na arcada dentária superior e inferior seguidos por um espaço, o diastema, e por um ou mais molares e pré-molares. Nenhum roedor possui mais de quatro incisivos e nenhum roedor possui caninos. Seus incisivos não têm raiz e crescem continuamente. Quando roem, os incisivos se atritam, desgastando a dentina, o que mantém os dentes bastante afiados. Esse sistema de "afiamento" é muito eficiente e é uma das chaves do enorme sucesso desses bichinhos.




Esses pequenos tem conquistado muitos lares em todo o mundo, tornando-se uma excelente opção de pet para tutores que não possuem espaço para criar um cachorro ou um gato. De cuidados simples e um temperamento dócil são recomendados para crianças aprenderem a cuidar de um ser vivo, ou qualquer pessoa que não tenha tanto tempo, pois a maioria dos roedores os cuidados dispensam muito tempo. 

Possuir um roedor de estimação é muito divertido e prazeroso, mas exige responsabilidade do tutor aos cuidados de cada espécie, como qualquer outro bichinho de estimação. É imprescindível que antes de decidir criar um desses pequenos pets, estude e compreenda as necessidades para que eles tenham a alimentação correta, local confortável, saúde e longevidade.

Agora conheça 06 roedores de estimação que são bastante populares como companhia



1) Hamster Sírio - São muito higiênicos e não possuem doenças congênitas transmissíveis ao homem. São limpos, não cheiram mal, ocupam pouco espaço e não fazem barulho. Medem aproximadamente 15 cm e são encontrados em pet shops nas cores dourado, preto, branco, caramelo, também com cores diversas. O nome científico é Mesocricetus auratus, vive em média 2 anos e possui hábito noturno, quando estarão mais ativos. 

Originário da Síria, embora sejam conhecidos por esquilos do Líbano ou esquilo da Síria, o hamster é da família dos esquilos e há décadas se tornaram roedores de estimação de milhares de pessoas em todo o mundo.

Uma coisa interessante nesses bichinhos são suas bolsas, uma de cada lado da cabeça, pescoço e tórax. Elas não estão interligadas uma com a outra, nem com o aparelho digestivo e servem para transporta o alimento até o ninho ou toca.





2) Hamster Anão - É um roedor especialmente meigo e sociável, também recomendado para crianças com idade que queiram ter o primeiro pet. encontrado nas cores cinza, café e branco, é uma espécie de hamster miniatura, mede entre 7 a 10 centímetros e por isso muito cuidado ao interagir com eles, devido a fragilidade por serem tão pequenos.

Uma curiosidade muito interessante sobre esta espécie é que podem hibernar, leva cerca de 16 horas e sua pelagem muda, ficando totalmente branca.



3) Gerbil - Também conhecido como Esquilo da Mongólia, é considerado um dos dez pets mais favoritos dos Estados Unidos, e vem ganhando grande popularidade aqui no Brasil.
Originário de uma região desértica que envolve a Ásia Central e a Mongólia, ele convive bem com outros da mesma espécie em uma mesma gaiola. Entretanto as fêmeas são dominantes e muito territorialista brigando entre si.

Esse pequeno roedor, além de simpático, é bastante sociável e de fácil criação, ideal para quem tem pouco espaço em casa ou apartamento. Vive em média de 3 a 4 anos, bastante ágil gosta de subir pela gaiola, roer pedaços de madeiras, correr velozmente nas rodinhas e outros brinquedos para exercita-se, além de adorar cavar nas serragens. Medem cerca de 15 cm contando com a cauda e podem ser encontrados nas cores dourado, cinza, preto e branco.




4) Camundongo Topolino - Com característica de cor quase toda branca com manchas pretas, cinza e bege. 

Com peso entre 30 e 40 gramas esses roedores fazem o maior sucesso como pet. Eles se alimentam de sementes, alguns legumes, feno e folhas verdes. Possuem ciclos de reprodução muito rápidos, gestação dura entre 18 e 21 dias, com ninhadas grandes de 10 a 12 filhotes e com tamanhos que parecem grão de feijão.



5) Porquinho-da-Índia - Conhecido por vários nomes: Cobaia, Coelhinho da índia, Cuí, Porco da Guiné e Preá, este último, na verdade, um parente próximo que vive na natureza (Cavia Aterea). Seu nome científico é Cavia Porcellus, um roedor bastante dócil e amigável, o mais barulhento com seus "cuí-cuí-cuí" barulhinhos que se assemelha ao do porco.

Apesar do nome, o Porquinho da Índia não é da família dos suínos e nem tão pouco da índia, ele é originário da América do Sul que, no período colonial, era chamada de Índias Ocidentais. Esses roedores de estimação possuem cores e tamanhos de pelagem diversos, podendo ter pelos curtos, lisos, longos, frisados e angorá.




6) Chinchila - Seu nome é derivado dos Chinchas, uma tribo indígena, localizada no local onde a carinhosa e calma Chinchila foi primeiramente encontrada, na Cordilheira dos Andes no século XVI. Depois, passaram a ser criadas em diversas países, inclusive no Brasil. Inicialmente pela pele valiosa, porém logo passou a ser criada como bichinho de estimação.

Com seus pelos sedosos, é um bichinho dócil e tem um temperamento ótimo. Eles pesam entre 300 e 500 gramas, o comprimento pode chegar a 35 centímetros. A expectativa de vida é de 15 a 20 anos.


Referências: Wikipédia 
Colaboração: Joel Guimarães


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Como ensinar o cachorro: aprenda 8 comandos essenciais

 


Quer ensinar ao seu cão comandos básicos de obediência e comportamento? Clique aqui e veja algumas dicas que vão te ajudar nesse processo!


Ensinar cachorro é uma tarefa simples!

Os cães são animais super inteligentes, por isso, ensiná-los alguns comandos pode ser uma tarefa mais simples do que se imagina. Se o que você pretende é ensinar ao seu pet comandos básicos e bom comportamento, aqui vamos te ajudar com algumas dicas de como fazer esse processo ser divertido e tranquilo.

É importante que os ensinamentos sejam inseridos na rotina do cão desde filhote, isso fará com que ele aprenda mais rápido e cresça obediente. Mas, se seu cãozinho não for mais um filhote, não tem problema. Cães de todas as idades e raças são capazes de aprender comandos simples sem muita dificuldade. Veremos aqui, como podem ser alguns desses treinamentos.

Como ensinar truques ao cachorro

Essa é uma ótima forma de estar mais conectado com o seu cão, tanto você quanto ele podem se divertir bastante durante o treinamento. A seguir veja alguns truques que podem ajudar a tornar o seu cão um animal mais esperto e obediente.

Como ensinar cachorro a dar a pata

Para que seu cão consiga essa façanha, que deixa qualquer um encantado, siga o passo a passo até que ele entenda o comando.

Primeiro faça-o sentar, na mão segure um petisco e deixe que ele apenas sinta o cheiro. Espere que ele estenda a pata na sua direção, diga o comando "dá a pata", e, quando ele se aproximar e fizer o que foi pedido, abra a mão e dê a ele o petisco. É importe sempre elogiar o feito e fazer carinho no animal quando ele acertar.

Sentar e ficar de pé

Para sentar, com o cão em pé, segure um petisco perto de seu focinho, faça um movimento de arco para cima da cabeça do cão. Quando ele levanta a cabeça seu traseiro automaticamente abaixa, diga o comando "senta" e dê o petisco assim que ele o fizer.

O truque de "ficar em pé" também é auxiliado com petiscos. Com o cão sentado, chame sua atenção com o petisco, feito isso erga a mão para o alto junto ao comando "fica em pé", quando o cão se levantar elogie e dê o petisco a ele.

Deitar e rolar

Após seu cão aprender a sentar, deitar fica mais fácil. Com o cão sentado e um petisco na mão, faça um movimento levando a mão do focinho até o peito, em seguida, do peito até o chão. Quando o cão fizer o movimento de se abaixar diga o comando "deita", e dê o petisco quando ele acertar.

Já para rolar, com o cão deitado, pegue um petisco e deixe que ele sinta o cheiro, em seguida, mova a mão por cima do ombro do cão para que ele levante a cabeça e se incline para o lado para alcançar o petisco, solte e deixe que ele pegue o petisco. Quando o cão estiver seguindo o movimento insira o comando "rola".

Pegar um brinquedo

Coloque o brinquedo perto dele e deixe que cheire, em seguida, pegue de volta e coloque um petisco embaixo, para que o cão se interesse novamente por ele.

Quando o cão estiver familiarizado com o objeto, pegue-o, corra, e incentive que o cão corra atrás de você. Então jogue o objeto, diga comando "pega" e deixe que ele busque o brinquedo. Agrade-o com recompensas de petiscos e muito carinho.



Como ensinar bom comportamento ao cachorro

Ao treinar o cão quando ainda filhote, você poderá ensiná-lo a se comportar adequadamente antes que desenvolva algum problema comportamental comum dentre os cães. Caso o problema já exista, é possível reverter. Veja a seguir como fazer!

Fazer necessidades no lugar certo

Uma rotina desde pequeno faz toda a diferença. Por isso, alimente-o em horários semelhantes, e o leve até o local específico pra as necessidades após comer, tomar água ou acordar de uma soneca.

Assim, ele saberá exatamente onde deve ir quando quiser fazer xixi, por exemplo. Ainda que o cão faça as necessidades no local errado, continue o levando ao lugar certo até que aprenda e comece a ir sozinho, evitando punições.

Parar de morder e latir sem necessidade

Para evitar essas mordidas inconvenientes, deixe que ele use a boca quando for brincar, mas assim que morder com muita força encerre a brincadeira. Assim ele aprenderá que não deve morder sem necessidade, ou sua brincadeira acaba.

Já para que o cão parar de latir excessivamente, chame sua atenção com um petisco e diga a ele o comando "quieto". Espere que ele se cale e só então dê o petisco. É importante que assim que o cão obedeça ao comando, você comece a aumentar o tempo de silêncio entre o comando até dar o petisco.

Ensinar a dormir na cama dele

Para esse truque, é importante que ele associe a caminha somente a coisas positivas, portanto, nunca o repreenda quando estiver na cama dele.

Primeiramente, você deve escolher um comando que não pode ser mudado, como "vamos para cama" ou "cama". Coloque alguns petiscos na cama e dirija sua atenção a ela. Mova a cama por vários lugares da casa e chame o cão para deitar. Quando ele assim fizer, reduza aos poucos os petiscos até que ele se acostume.

Ensinar cachorro a andar na coleira

O primeiro passo é ficar quieto e deixar que o cão tenha toda extensão da coleira, espere que lhe dê uma mínima atenção e então elogie-o e lhe ofereça petiscos.

Em seguida, comece a andar o incentivando a ficar perto de você através de comandos e petiscos. Sempre que ele estiver andando com a guia folgada recompense-o. Caso comece a puxar, pare e fique quieto até que ele volte, recompense-o e ande novamente. Repetindo o processo o cão irá aprender.



Treinar seu cãozinho pode ser recompensador!

O treinamento de cães deve ser sempre baseado em recompensas. Neste artigo vimos como pode ser divertido o processo de ensinar truques que vão fazer toda a diferença para o seu cãozinho e deixá-lo mais obediente. Aqui aprendemos como ensinar o cão a sentar, deitar, dar a patinha e rolar, fazendo dele um cão esperto e cativante.

Aproveite e tente descobrir qual o petisco favorito do seu peludo, quanto melhor for a recompensa mais ele vai gostar de aprender e de treinar!

Por Guia Animal


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