Como ensinar o cachorro: aprenda 8 comandos essenciais

 


Quer ensinar ao seu cão comandos básicos de obediência e comportamento? Clique aqui e veja algumas dicas que vão te ajudar nesse processo!


Ensinar cachorro é uma tarefa simples!

Os cães são animais super inteligentes, por isso, ensiná-los alguns comandos pode ser uma tarefa mais simples do que se imagina. Se o que você pretende é ensinar ao seu pet comandos básicos e bom comportamento, aqui vamos te ajudar com algumas dicas de como fazer esse processo ser divertido e tranquilo.

É importante que os ensinamentos sejam inseridos na rotina do cão desde filhote, isso fará com que ele aprenda mais rápido e cresça obediente. Mas, se seu cãozinho não for mais um filhote, não tem problema. Cães de todas as idades e raças são capazes de aprender comandos simples sem muita dificuldade. Veremos aqui, como podem ser alguns desses treinamentos.

Como ensinar truques ao cachorro

Essa é uma ótima forma de estar mais conectado com o seu cão, tanto você quanto ele podem se divertir bastante durante o treinamento. A seguir veja alguns truques que podem ajudar a tornar o seu cão um animal mais esperto e obediente.

Como ensinar cachorro a dar a pata

Para que seu cão consiga essa façanha, que deixa qualquer um encantado, siga o passo a passo até que ele entenda o comando.

Primeiro faça-o sentar, na mão segure um petisco e deixe que ele apenas sinta o cheiro. Espere que ele estenda a pata na sua direção, diga o comando "dá a pata", e, quando ele se aproximar e fizer o que foi pedido, abra a mão e dê a ele o petisco. É importe sempre elogiar o feito e fazer carinho no animal quando ele acertar.

Sentar e ficar de pé

Para sentar, com o cão em pé, segure um petisco perto de seu focinho, faça um movimento de arco para cima da cabeça do cão. Quando ele levanta a cabeça seu traseiro automaticamente abaixa, diga o comando "senta" e dê o petisco assim que ele o fizer.

O truque de "ficar em pé" também é auxiliado com petiscos. Com o cão sentado, chame sua atenção com o petisco, feito isso erga a mão para o alto junto ao comando "fica em pé", quando o cão se levantar elogie e dê o petisco a ele.

Deitar e rolar

Após seu cão aprender a sentar, deitar fica mais fácil. Com o cão sentado e um petisco na mão, faça um movimento levando a mão do focinho até o peito, em seguida, do peito até o chão. Quando o cão fizer o movimento de se abaixar diga o comando "deita", e dê o petisco quando ele acertar.

Já para rolar, com o cão deitado, pegue um petisco e deixe que ele sinta o cheiro, em seguida, mova a mão por cima do ombro do cão para que ele levante a cabeça e se incline para o lado para alcançar o petisco, solte e deixe que ele pegue o petisco. Quando o cão estiver seguindo o movimento insira o comando "rola".

Pegar um brinquedo

Coloque o brinquedo perto dele e deixe que cheire, em seguida, pegue de volta e coloque um petisco embaixo, para que o cão se interesse novamente por ele.

Quando o cão estiver familiarizado com o objeto, pegue-o, corra, e incentive que o cão corra atrás de você. Então jogue o objeto, diga comando "pega" e deixe que ele busque o brinquedo. Agrade-o com recompensas de petiscos e muito carinho.



Como ensinar bom comportamento ao cachorro

Ao treinar o cão quando ainda filhote, você poderá ensiná-lo a se comportar adequadamente antes que desenvolva algum problema comportamental comum dentre os cães. Caso o problema já exista, é possível reverter. Veja a seguir como fazer!

Fazer necessidades no lugar certo

Uma rotina desde pequeno faz toda a diferença. Por isso, alimente-o em horários semelhantes, e o leve até o local específico pra as necessidades após comer, tomar água ou acordar de uma soneca.

Assim, ele saberá exatamente onde deve ir quando quiser fazer xixi, por exemplo. Ainda que o cão faça as necessidades no local errado, continue o levando ao lugar certo até que aprenda e comece a ir sozinho, evitando punições.

Parar de morder e latir sem necessidade

Para evitar essas mordidas inconvenientes, deixe que ele use a boca quando for brincar, mas assim que morder com muita força encerre a brincadeira. Assim ele aprenderá que não deve morder sem necessidade, ou sua brincadeira acaba.

Já para que o cão parar de latir excessivamente, chame sua atenção com um petisco e diga a ele o comando "quieto". Espere que ele se cale e só então dê o petisco. É importante que assim que o cão obedeça ao comando, você comece a aumentar o tempo de silêncio entre o comando até dar o petisco.

Ensinar a dormir na cama dele

Para esse truque, é importante que ele associe a caminha somente a coisas positivas, portanto, nunca o repreenda quando estiver na cama dele.

Primeiramente, você deve escolher um comando que não pode ser mudado, como "vamos para cama" ou "cama". Coloque alguns petiscos na cama e dirija sua atenção a ela. Mova a cama por vários lugares da casa e chame o cão para deitar. Quando ele assim fizer, reduza aos poucos os petiscos até que ele se acostume.

Ensinar cachorro a andar na coleira

O primeiro passo é ficar quieto e deixar que o cão tenha toda extensão da coleira, espere que lhe dê uma mínima atenção e então elogie-o e lhe ofereça petiscos.

Em seguida, comece a andar o incentivando a ficar perto de você através de comandos e petiscos. Sempre que ele estiver andando com a guia folgada recompense-o. Caso comece a puxar, pare e fique quieto até que ele volte, recompense-o e ande novamente. Repetindo o processo o cão irá aprender.



Treinar seu cãozinho pode ser recompensador!

O treinamento de cães deve ser sempre baseado em recompensas. Neste artigo vimos como pode ser divertido o processo de ensinar truques que vão fazer toda a diferença para o seu cãozinho e deixá-lo mais obediente. Aqui aprendemos como ensinar o cão a sentar, deitar, dar a patinha e rolar, fazendo dele um cão esperto e cativante.

Aproveite e tente descobrir qual o petisco favorito do seu peludo, quanto melhor for a recompensa mais ele vai gostar de aprender e de treinar!

Por Guia Animal


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Tosa em cão macho requer cuidado especial no estilo e acabamento

 

Para um ar mais clássico, uma gravata pode ser a melhor opção

Carinha redonda e orelha raspada ajudam o pet e ficar com aspecto mais masculino


Quando os dois Yorkshire terrier, Tone e Kiko José, voltam do pet shop, a reclamação do aposentado Luiz Fernando Costa é sempre a mesma. “Eu não gosto dos lacinhos e fitas que colocam. Você vai buscar os cachorros e todo mundo acha que são duas fêmeas”, reclama o tutor. “Eu sei que eles não se incomodam, mas eu prefiro que eles fiquem com aspecto mais masculino”.


Luiz não é o único que passa por essa dificuldade. Cada vez mais comuns nos centros de estética animal, os acessórios para pets costumam atender bem ao público feminino, porém, para os machos, as opções são bem mais limitadas. Nessa hora, o tosador precisa saber o que escolher para agradar o cliente.

Para Natália, é fundamental ter o gosto do tutor anotado na ficha cadastral


“Esse tipo de reclamação não pode acontecer”, revela Natália Espinosa, groomer internacional e diretora da Uau Escola de Estética Animal, responsável pela formação de tosadores em Sorocaba (SP). “Na hora de fazer a ficha cadastral, você tem que colocar as particularidades do animal e as preferências do tutor. Mandar um cachorro com laço para alguém que não gosta desse acabamento é uma falta de cuidado com os detalhes.”


Diferenciação de sexo pode acontecer na tosa

Para fugir dos laços coloridos, uma saída é apostar em bandanas, lenços e gravatas que, na maioria das vezes, costumam ser temáticas. Entre os assuntos preferidos, estão os super-heróis, carros ou imagens esportivas.


“Eu, particularmente, sempre mantive os meus machos de laço”, conta Natália. “Se um homem usa brinco, qual problema de o cachorro usar o laço? Podem ser cores mais neutras, como vermelho, verde, azul. Mas, se o cliente realmente não gosta, uma opção é prender o cabelinho apenas com o elástico.”

Estampas de super-heróis são bem populares para os pets machos


Além dos acessórios, o acabamento da tosa também pode ajudar na diferenciação do sexo do pet. Carinhas arredondadas, feitas na tesoura, e as orelhas bem raspadas ajudam a dar um ar mais masculino. Uma outra saída é apostar nos cosméticos adequados. Hoje, existem linhas de perfume para machos, e dependendo da criatividade, ou ocasião, até é possível oferecer um moicano com texturizador para uso veterinário.


“Dá para fazer até uma tosa asiática sem que ela fique com aspecto feminino, com cabecinhas redondas. Podemos usar linhas de Terriers e estilizar tosas com criatividade, como por exemplo, a tosa german em Poodles que traz linhas mais retas, mas sem deixar de ser elegante.”


Mas não é apenas a aparência que é importante na hora de escolher uma tosa para um pet macho. O comportamento e hábitos do cão são fundamentais para definir alguns aspectos da tosa higiênica, por exemplo. Normalmente, os machos costumam se sujar mais nas brincadeiras e até mesmo na hora de urinar, uma informação importante para definir a marcação da tosa e até as diferentes maneiras que a lâmina pode utilizada.

Topete e cavanhaque são saídas criativas para deixar o pet mais masculino


“Na hora de cortar os pelos da região genital, é legal tomar alguns cuidados. Pelo fato de o macho levantar a perninha na hora de fazer xixi, manter a pelagem na região genital a uma certa altura ajuda a direcionar o jato de urina”, orienta a groomer. “Às vezes, o cachorro fica muito pelado naquela região e ele acaba se sujando mais”.


Hoje, o mercado de pet shop vai muito além da higienização e aparo da pelagem. É um verdadeiro serviço de estética que deve ser pensando para atender às características de cada animal e interesse dos tutores. Macho ou fêmea, seu meu amigo tem todo o direito de ficar lindo.




Por Murilo Vicentini | JF Gestão de Conteúdo


 


Fotos: Divulgação
             

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A CBKC e sua relação com o pedigree

 




















Se você é um amante de cães, com certeza já ouviu falar de pedigree. Mas você sabe o que isso realmente significa, e como ele pode alterar o valor e até a qualidade de vida do seu pet?

Apesar desse nome diferenciado ser estranho para alguns, o pedigree nada mais é do que um certificado com toda a linhagem do cão, mostrando sua origem e até possíveis problemas de saúde que o pet possa ter. No entanto, não é tão simples adquirir esse certificado, e é aí que o CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia) entra.

Essa confederação é responsável por manter o serviço de registro de todo o histórico genealógico dos cachorros de raça pura e emitir o famoso pedigree. Dessa forma, há um controle na criação e aperfeiçoamento das raças. Quer saber mais? Então confira a seguir.

Dúvidas frequentes sobre pedigree na CBKC

Esse certificado tão importante gera várias dúvidas aos amantes de cães. Muitos, inclusive, não sabem da importância da CBKC em controlar a linhagem e o aperfeiçoamento dos cães. Reunimos aqui as respostas para as dúvidas mais frequentes.













Quais os benefícios de fazer o pedigree do meu cão?

Além de conhecer toda a linhagem do seu cãozinho e descobrir possíveis problemas de saúde que ele possa ter, o pedigree é uma garantia de que o canil que vendeu o cão é responsável e muito profissional. Até porque, não é qualquer um que pode conseguir um certificado desse, pois ele deve passar pela CBKC.

Ademais, caso você queira colocar o seu cão para participar de alguma competição de beleza, o pedigree se faz necessário. Afinal, é ele que garante se seu cão é de raça pura ou não.

Como emitir o pedigree do meu cão?

Caso você tenha um filhote com pais caninos que possuam pedigree, o pequeno também terá direito ao certificado. Para garantir o pedigree, você deve procurar o Kennel Club (organização de criadores de cães) mais próximo de você.

Você pode ter acesso à lista com essas organizações no próprio site da CBKC. É para ele, inclusive, que o Kennel Club vai enviar a sua solicitação de pedigree, que irá aprovar ou não.

Quanto custa e em quanto tempo meu pedigree fica pronto?

Depois que o Kennel Club encaminhar a solicitação do pedido de pedigree para a CBKC, ele será analisado e, em cerca de 70 dias, você receberá a resposta. Há um grupo de cães que são reconhecidos pela CBKC, e para você receber o seu certificado, a raça do seu pet deve estar na lista.

Apesar de ser um certificado muito desejado pelos amantes de cães, o custo para adquiri-lo não é muito alto. Com cerca de R$ 100, você consegue garantir o seu pedigree. Basta procurar um estabelecimento (Kennel Clube), realizar o pagamento e esperar.

Dá para emitir pedigree do cão sem ter o documento dos pais?

Caso você não tenha a documentação dos pais do seu novo cão, não se preocupe! Ainda assim é possível emitir o pedigree do seu pet. No entanto, para isso você terá um pouco mais de trabalho e deverá seguir alguns procedimentos.

Primeiramente você deverá se dirigir ao Kennel Club mais próximo e informar a situação. Após isso, eles realizarão um agendamento para que os árbitros da CBCK façam uma avaliação determinando se o filhote corresponde ao padrão da raça. Se o resultado foi positivo o pedigree pode ser emitido.














Como saber se meu cachorro tem pedigree?

A primeira coisa a se fazer é observar e avaliar o canil no qual você conseguiu adquirir o seu filhote. Você deve recolher todas as informações possíveis e descobrir se o local está registrado na CBCK.

Depois de todo esse recolhimento e checagem, o tutor deve pegar tudo, levar até o Kennel Club mais próximo e averiguar se tudo está correto, em conformidade com as normas exigidas. Assim você saberá se seu cão tem ou não pedigree.

Quais os grupos de raças desconhecidos pela CBKC

Existem algumas raças que, apesar de conhecidas em muitos lugares do mundo, não são reconhecidas pela confederação. Elas correspondem ao grupo 11.

São 15 as raças que ainda não são reconhecidas. São elas: American Bully; American Pit Bull Terrier; Biewer Terrier; Boerboel; Buldogue Campeiro; Buldogue Serrano; Bulldog Americano; Dogue Brasileiro; Olde English Bulldogge Brasileiro; Ovelheiro Gaúcho; Pastor Americano Miniatura; Podengo Andaluz; Terrier Americano Sem Pelo; Toy Fox Terrier e Veadeiro Pampeano.

Cachorro sem pedigree pode ser considerado de raça?

Sem saber o histórico genealógico do cãozinho, é impossível determinar se ele não é fruto de uma mistura de cruzamento, mesmo que ele tenha a aparência idêntica a algum cão de raça. Pois isso, não significa que sua linhagem seja pura.

Com a falta dessa certeza sobre a origem do cãozinho, e, consequentemente, sem o pedigree, ele pode ser considerado um SRD (sem raça definida). Mais conhecido como vira-lata.

Agora você sabe o que é e para que serve o pedigree

Nesse artigo você pôde descobrir o que, de fato, é o pedigree, assim como a razão dele ser tão valorizado e procurado pelos amantes de cães. Esse certificado vai além de apenas um papel denominando aquele um cão de raça. O pedigree tem muitas outras utilidades, como certificar as características genéticas que aquele pet carrega identificando, inclusive, possíveis doenças.

Você também pode descobrir como a CBCK é importante nesse controle de acesso a certificado e melhoramento das raças caninas em todo o país. Agora, você está pronto para tentar buscar um pedigree para o seu pet, sabendo o valor, tempo e como solicitá-lo.

Por Guia Animal


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Meu home office acabou, especialista dá dicas para preparar os pets sem os donos

 

Crédito: Free Photos - Pixabay











Igor Cesar S. Miranda, professor e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Cesuca, explica os impactos que os pets podem sentir nos pós pandemia, quando seus tutores voltarem ao trabalho presencial


Meu home office acabou, e agora o que fazer com meus pets?

Os animais de companhia se acostumaram com a presença física ininterrupta de seus tutores dentro de casa. Mas para os pets, o isolamento social acabou impactando de forma diferente seu dia a dia e seu comportamento. Habituados com o “novo normal”, agora, os bichinhos irão encarar um novo desafio, a sensação de casa vazia deixada por seus donos ao terem que retornar ao trabalho presencial. O impacto desta transformação de rotina pode trazer sofrimento emocional e físico, podendo comprometer o bem-estar animal.

Crédito: Alex Crivec - Pixabay


Igor Cesar Santos de Miranda, médico veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Cesuca, explica que cães e gatos têm realidade distintas para enfrentar essa nova situação. O canino é uma espécie gregária, que busca o convívio social, e aprimorou esse relacionamento com os humanos na sua linha evolutiva. Já os felinos são animais que conseguem conviver em grupos, mas utilizam a ferramenta de interação social de forma diferente dos cães. Eles gostam sim de companhia, possuem rotina e muitos até “recepcionam” o tutor na chegada em casa, mas adoram também momentos sozinhos.

“Os cães e gatos estavam acostumados com uma rotina pré-pandemia dos seus donos (casa/trabalho ou escola/faculdade/casa), e com horários definidos de passeios e alimentação com eles. Com o isolamento social, passaram por uma nova adaptação, e a mudança estressou a todos. A retomada das atividades presenciais poderá sim causar um estresse nos animais”, explica o médico veterinário.

Igor alerta que os impactos que os pets poderão sofrer ao voltarem a ficar sozinhos em casa são ansiedade, irritabilidade, picacismo (apetite por coisas ou substâncias não alimentares) ou até mesmo urinar e defecar em espaços da residência.

Crédito: Pixabay

O retorno às atividades fora do ambiente doméstico por parte dos tutores poderá estressar e deprimir os pets, isso é um fato para o médico veterinário, que aponta abaixo algumas dicas para preparar os animais para este momento de transição, sem os donos presentes o tempo todo:

·  Se puder, realize uma mudança gradual do ambiente. Para o felino, o ideal é o enriquecimento ambiental, seja com a colocação de arranhadores, prateleiras, pontos para escalar ou mesmo a utilização de feromônio sintético, que são ferramentas adequadas para melhorar o espaço para eles. Já para os cães, o interessante é incluir momentos de passeio com uma frequência maior. Uma alternativa é contratar passeadores ou mesmo incluí-lo em creche para animais. 

·  Planejar com bastante antecedência. Ir deixando o pet sozinho de forma gradual, assim é uma forma de preparar o bichinho para o momento sem os tutores presente o tempo todo. Hoje, se você está em home office, utilize o mesmo espaço da residência para trabalhar ou estudar, e insira na sua rotina, momentos externos com mais de 2 horas, pois assim, o animal terá tempo de ir se acostumando com a sua ausência.

· Busque o atendimento do médico veterinário. É importante consultar o especialista para mediar e acompanhar o processo, indicar as alterações do ambiente.

Crédito: Pexels











Por fim, o veterinário ainda ressalta que os tutores devem ter um cuidado especial com essas adaptações de rotina dos animais, visto que a saúde dos pets também é importante, e que ele é parte integrante do núcleo familiar dos tempos atuais.


O Cesuca – Localizado em Cachoeirinha, na região metropolitana de Porto Alegre, o Centro Universitário Cesuca é uma das referências no ensino superior gaúcho pela sua excelência na qualidade acadêmica. Visite: www.cesuca.edu.br     e conheça o Nosso Jeito de Ensinar.

Por Bianca Lodi - bianca.lodi@xcom.net.br - (11) 99238-7773 - XCOM Agência de Comunicação Cesuca


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Adolescência felina: aprenda a lidar com o seu gato rebelde

 

Com a chegada da puberdade, aumenta a possibilidade de conflitos entre os gatos - Foto: Julio Salvo


















Nessa fase, o pet pode se envolver em brigas e até contrair doenças infecciosas

 

De uns tempos para cá, você percebeu que o seu gatinho está mais desobediente, vive arrumando briga e, sempre que pode, tenta passar a noite na rua? Não se engane, isso tem nome: adolescência. Com os hormônios à flor da pele, pets brincalhões e sociáveis durante a infância, podem apresentar mudanças no comportamento, tornando-se mais reservados e territorialistas. O tutor precisa estar preparado para lidar com algumas rebeldias típicas da idade e, se for o caso, até intervir.

NOTÍCIAS BICHOS.COM

 Dia Mundial do Cão


Comemorado nos EUA em 26 de agosto. Criou-se o Dia Mundial do Cachorro em alusão ao National Dog Day. O objetivo é ampliar debates sobre os direitos dos cães e sobre os maus tratos e abandono sofridos por eles.

Grupo Multilaser expande negócio e entra no segmento Pet

 

Mimo - Multilaser











A Multilaser, uma das maiores fabricantes de produtos de consumo do varejo brasileiro, vastamente conhecida pelos seus produtos eletrônicos, adentra o mercado pet já iniciando com a aquisição da Expet, marca referência em tapetes higiênicos para pets há mais de 10 anos

Meu pet engoliu um objeto. O que eu faço agora?



Um fato muito comum nas clínicas veterinárias é o atendimento de cachorros e gatos que engoliram objetos inapropriados, o que exige agilidade e precisão nos primeiros socorros para evitar graves complicações.

Gato alérgico: conheça os riscos da bronquite felina

 


Os gatos também sofrem com alergias e precisam de uma atenção especial dos tutores nessa época do ano


Basta falar em gato que muita gente já sente o nariz coçar. Essa comum alergia aos felinos acontece por conta de uma proteína encontrada na saliva dos bichanos, chamada Fel d 1, e pode sim causar irritação, coceira e inchaço. Acontece, porém, que existe um outro lado nessa questão: os gatos também podem sofrer com alergias – às vezes causadas pelos humanos – que, se não tratadas corretamente, viram sérios problemas respiratórios, como bronquite e asma.

Pandemia Afeta Doações e ONG’s Lutam Para Se Manterem

 

ONG Força Animal










Com o aumento da Covid-19 no Brasil, muitos projetos sociais têm enfrentado grandes dificuldades para se manterem ativos. As doações para Organizações não Governamentais (ONG’s) diminuiu significativamente. Esse fato está ligado à diminuição da renda familiar dos brasileiros. Com isso, muitas pessoas não estão em condições de contribuir com doações para trabalhos sociais.

 

Umas das instituições afetadas foi a ONG Força Animal. A entidade atua em Curitiba e região metropolitana desde 2014, quando foi fundada pela Danielly Savi. A equipe trabalha com casos mais críticos, envolvendo animais com grande risco de morte. A maioria dos resgates está relacionada a eventos de agressão, doenças, abandono e descaso. Desde que surgiu, a equipe lidou com os mais diferentes cenários de maus tratos.