SAIBA POR QUÊ SEU CÃO COME GRAMA

 


Se você tem um cão, já deve ter ficado intrigado quando vê o bicho comer grama em um parque ou no jardim de casa. Mas será que esse é um comportamento normal?
Segundo Ricardo Tamborini, especialista em comportamento canino, é comum cães comerem grama ou qualquer vegetal que esteja por perto.


“Uma das explicações mais interessantes é que os parentes selvagens de nossos cães domésticos –lobos, raposas e cachorros do mato- têm como base de sua alimentação animais herbívoros. Por isso, acabam ingerindo, indiretamente, plantas e gramas que estavam no estômago desses animais”, destaca.


Outro fato bastante curioso é que os cães comem grama enquanto estão correndo e caçando. Eles fazem isso para juntar mais informações de cheiro e gosto do “animal” que estão caçando.



Os cães também comem grama e plantas quando estão com algum desconforto estomacal, isso porque a grama age como um irritante no estômago, fazendo o animal vomitar a comida indesejada. A grama também adiciona fibra à dieta do animal, melhorando o trato intestinal e reduzindo as chances de câncer de intestino.


O mais interessante é que quando os cães comem algum tipo de planta, mesmo que involuntariamente, estão consumindo clorofila, que é de extrema importância para a saúde deles, pois atua no organismo limpando impurezas e toxinas.


A clorofila também inibe o crescimento bacteriano em feridas, combate as infecções de gengiva, garganta, ulceras gástricas e inflamações de intestino, além de ser responsável pela renovação de tecidos, promovendo uma flora intestinal saudável e ativando enzimas para produzir vitaminas A, E e K.


Apesar de todos os benefícios encontrados na clorofila, presente nas plantas, o especialista alerta quanto ao cuidado em deixar o cão solto, comendo grama em qualquer lugar. “Esses matinhos podem estar contaminados pela poluição ou agrotóxicos, e a ingestão pode intoxicar o seu amigão, sem contar que ele ainda pode ingerir vermes e parasitas”, explica.

Portanto, ter cautela é sempre importante. Evite que o seu cão coma plantas em locais suspeitos. Ter um jardim em casa é a melhor opção.


*Ricardo Tamborini é adestrador e especialista em comportamento canino.

Já publicado na revista(dezembro/2016) por Daniel Smith - MTB 43.461/SP
www.newsprime.com.br

Frio pra cachorro: recomendações de inverno envolvem banhos e atenção com o uso de roupinhas

 


Ambiente climatizado, temperatura da água e comprimento da pelagem são quesitos a serem observados

O solstício de inverno só acontece no dia 21 de junho, porém, a aproximação da estação mais fria do ano já é sentida na pele. Se a temperatura começa a diminuir nos termômetros, a atenção dos tutores precisa aumentar para garantir o bem-estar e a saúde dos pets. Banhos e o uso de roupinhas são dois importantes aspectos que, se praticados de maneira incorreta, podem prejudicar – e muito – o conforto do cão.



“O risco de hipotermia (baixa temperatura corporal) existe para todos os cães. Porém, alguns animais podem sofrer ainda mais, como os cachorros magrinhos, os idosos e aqueles muito pequenos”, revela Natália Espinosa, groomer internacional e diretora da Uau Escola de Estética Animal, em Sorocaba (SP). “É preciso ter um cuidado extra na hora de dar banho nesses animais, principalmente em relação à climatização do ambiente, temperatura correta da água e o tempo curto do procedimento.”


Banho no inverno: todo mundo sofre

Admita, nem sempre é fácil encarar o chuveiro nos dias mais frios, porém, isso não é desculpa para cancelar a prática. Com os cães, a regra é a mesma. Para garantir a higienização, o ideal é que a frequência de banhos seja mantida a mesma do verão. Porém, nessa época, contar com o serviço do petshop é ainda mais importante.



“No estabelecimento profissional, já existe o cuidado para garantir a temperatura ambiente ideal. Além disso, o banhista tem experiência e consegue fazer com que o banho seja bem mais rápido. Na hora de secar, o equipamento também garante maior agilidade e melhor resultado”, salienta Natália. “Se possível, os tutores devem dar preferência para os banhos nos petshops, que serão muito mais seguros nesta época do ano”.


Ao tentar dar banho em casa, muitos tutores aumentam a temperatura da água na tentativa de garantir o conforto do pet. Porém, assim como nos humanos, a água quente pode causar um ressecamento excessivo da pele do cão e proporcionar um efeito rebote, ou seja, o organismo tenta compensar a falta de hidratação aumentando a oleosidade, diminuindo a durabilidade do banho.


Uso das roupinhas depende da pelagem

Uma outra alternativa muito popular para combater os ventos do inverno é o uso de roupinhas apropriadas. Muito além de uma tendência de moda, as roupas realmente ajudam nesse quesito, porém, é preciso levar em consideração a pelagem do animal.


“Se a pessoa gosta de usar roupa no cachorro, ela precisa manter alguns tipos de tosa: ou tosas na máquina, seja verão alto ou verão baixo, ou tosa asiática. Ou seja, o cachorro tem que ter pelo curto”, revela a groomer. “Quando o tamanho da pelagem supera dois ou três centímetros, o uso não é mais recomendado. Nesses casos, a roupa acaba abafando o pelo e começa a formar um bolo de nós tão complicado que, na hora em que você tira, o cachorro está inteiro embolado. Às vezes, é possível salvar essa pelagem, mas em muitos casos não. Isso também pode ocorrer quando são utilizadas roupas cirúrgicas”.



Quando o cão tem uma pelagem de comprimento acima de três centímetros, até é possível utilizar, em alguns casos, roupinhas. Mas o recomendado é que o tutor a tire todos os dias para escovar os pelos e evitar embaraços. Um aliado nesse quesito é o tosador ensinar como o tutor deve escovar o cão em casa, além de fazer o tratamento de hidratação quinzenalmente no petshop, que dificulta a formação de nós. Hoje, existem produtos terapêuticos que ajudam a criar uma película protetora (barreira) para manter a hidratação do fio e até da pele. 


Tutores de cães de pelagem longa, como Shih-tzu e Yorkshire Terrier, Spitz e que gostam dos fios mais compridos, precisam passar longe das roupinhas. Mas não pense que isso pode prejudicar o conforto do seu pet nos dias mais frios. "Na verdade, o pelo desempenha um excelente papel de isolante térmico, ajudando o cão a manter a temperatura corporal", finaliza a groomer.


O ideal é que este inverno não seja tão rigoroso, porém, se as temperaturas baixarem nos próximos dias, basta seguir essas orientações para garantir o conforto e o bem-estar do seu melhor amigo. Afinal, de gelado, só o focinho.

 

Por Murilo Vicentini | JF Gestão de Conteúdo



 - Fotos: Julio Salvo   


               

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Espirros e miados: rinotraqueíte é considerada a ‘gripe’ dos gatos

Apatia e falta de apetite são sintomas de rinotraqueíte - Foto: Julio Salvo












Causada por vírus, doença pode evoluir para pneumonia se não for tratada corretamente


Temperaturas mais baixas, árvores perdendo as folhas e o gato da família espirrando. Quem é tutor de felino sabe que outono é sinônimo de bichano com “gripe”. Apesar de muitos veterinários não gostarem dessa associação, o complexo respiratório felino, comumente conhecido como rinotraqueíte, é causada por um herpesvírus felino e o calicivirus felino, apresentando sintomas bem próximos dos resfriados em humanos, como espirros, coriza e falta de apetite; e pode prejudicar – e muito – a saúde do pet.


“Cerca de 85% dos gatos são portadores desses vírus”, revela a médica veterinária Vanessa Zimbres, especializada em medicina felina e responsável pela clínica veterinária Gato É Gente Boa, localizada em Itu, interior de São Paulo. 


O tempo frio contribui para uma diminuição na eficácia do sistema imunológico do felino, capaz de ativar o vírus em animais portadores. Além disso, a inflamação causada pela infecção viral favorece a contaminação por bactérias oportunistas, o que agrava os sinais clínicos da doença.


Muitos tutores experientes se surpreendem com a porcentagem de portadores, uma vez que a vacina contra o herpesvírus, calicivirus e clamídia faz parte do esquema básico de vacinação, recomendada para todos os filhotes a partir dos 45 dias. Porém, é preciso ressaltar que a vacina é importante para evitar complicações clínicas da doença, mas não impede que o felino contraia o vírus.


Além de um resfriado

Dra. Vanessa Zimbres alerta a importância de se manter o gato dentro de casa. Foto: Julio Salvo 


Assim como nos humanos gripados, a maioria dos gatos com rinotraqueíte se recuperam normalmente quando acaba o ciclo do vírus, não precisando do auxílio de medicamentos. Porém, há casos em que a patologia vai além de um resfriado leve, e pode até evoluir para um quadro de pneumonia.


“O vírus pode não ficar retido apenas às vias áreas, atingindo outros locais. Em alguns casos, ele pode causar úlceras na pele do rosto do felino”, relata Vanessa. “Em filhotes, o herpesvírus pode destruir a mucosa nasal e os ossos do nariz, fazendo com que o gato nunca mais deixe de apresentar secreção.”


Uma das complicações que os tutores precisam ficar atentos é com os possíveis problemas oculares. Eles podem aparecer de diversas maneiras, desde uma sujeirinha no olho do pet a até um sério quadro de conjuntivite. Em alguns casos, o herpesvírus é capaz de provocar uma úlcera de córnea, resultando na perfuração do olho do felino. Mesmo nos casos graves, o tutor nunca deve colocar nenhum colírio sem orientação do médico veterinário.


Evitando o contágio

Gatis de vidro são fundamentais para evitar o contágio em clínicas veterinárias.  


Além das vacinas anuais, uma das maneiras de evitar a rinotraqueíte é justamente evitar o contato do seu pet com outros gatos infectados. Por isso, a recomendação é de que os tutores criem o pet dentro de casa, impedindo que ele saia para a rua. Mesmo assim, ainda existem circunstâncias em que pode ocorrer o contágio, por exemplo, em uma internação.


“É importante conhecer a estrutura do local que irá receber o felino. Uma clínica, por exemplo, precisa ter os gatis de vidro para internação. Se for uma gaiola, ela não impede que os espirros de um gato contaminem o vizinho”, orienta Vanessa. “Às vezes, o gato é internado por um motivo e acaba saindo do local com um problema respiratório.”


Se mesmo com os cuidados você perceber que o gato está indisposto, apresentando coriza e espirros, é importante passar no consultório veterinário. O diagnóstico é realizado por meio da análise clínica e o profissional será capaz de medicar, caso seja necessário combater uma infecção secundária. Muitas vezes, o quadro se desenvolve sem grandes complicações, sendo necessário apenas o acompanhamento. Fique sempre atento, pois a rinotraqueíte acomete gatos de todas as idades e raças, principalmente nas estações mais frias do ano.



Por Murilo Vicentini | JF Gestão de Conteúdo



 - Fotos: Julio Salvo   


               

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Segurança em Atendimento Pet: profissional deve lidar com os imprevistos


Para Natália, o profissional deve estar preparado para lidar com os imprevistos do trabalho - Foto: Divulgação










Atendentes de banho e tosa precisam estar bem capacitados para evitar acidentes

Todo tutor concorda que ter um pet cheiroso e bem cuidado é um deleite. É por isso que a visita constante ao pet shop pertinho de casa já faz parte da rotina de muitas famílias. Apesar de parecer inofensivo, o ambiente de um banho e tosa pode oferecer diversos riscos aos pets, que vão desde a presença de objetos cortantes até situações de intenso estresse. Poucos tutores têm a noção de que basta um descuido do profissional para ocorrer um acidente capaz de ferir, ou até mesmo, levar o animal a óbito.

Descubra Alguns Produtos e Tendências do Setor Pet em 2021

Foto: Pexels

Os Pets se tornaram uma opção de companhia preferencial com as mudanças no estilo de vida das pessoas nos tempos modernos, os animais de estimação vem aumentando nas residências brasileiras a cada ano. De acordo com os dados coletados pelo IBGE e atualizado(2019) pelo Instituto Pet Brasil, são 55,1 milhões de cães no país. 40 milhões de pássaros; 24,7 milhões de gatos; 19,4 milhões de peixes e 2,4 milhões de espécies de répteis e pequenos mamíferos. O total está estimado em 139,3 milhões de animais de estimação.

Com uma grande quantidade de pessoas morando sozinhas e em pequenos espaços, diminuiu o número de crianças e aumentou o de animais. O mercado Pet está vendo esse comportamento da sociedade e se adaptando às novas necessidades dos bichinhos de estimação.

Os clientes sempre estão em busca de produtos mais descontraídos, saudáveis, práticos e inovadores, e as empresas tem oferecido produtos com simplicidade, autenticidade e transparência, criando conceitos que vão além dos fundamentos.

O Mercado seguirá crescendo e apresentando muitas novidades em 2021, tanto para os tutores e empreendedores, quanto para os aspirantes ao seguimento Pet. 

Confira a seguir algumas novidades e lançamentos do setor, aproveite a inovação e oportunidades do mercado pet brasileiro, que não para de crescer e já é o 2° maior mercado de produtos pet do mundo com 6,4% de participação, perdendo apenas dos Estados Unidos, que detém 50% do mercado global.
 

Localizador Pet Doggy

Se a segurança de seu pet é tudo pra você, o Localizador Pet é um dispositivo de localização para ser utilizado na coleira do seu Pet, permitindo a interação de quem o encontrou com a tecnologia QR Code, informando que o seu amiguinho foi encontrado.

Esse é o produto campeão de vendas que abre o catálogo da Doggy e que tem dado mais segurança para os pets e seus tutores.




Magnetizador Para Água Pet Doggy

O Magnetizador para água Pet diminui o risco de doenças renais e doenças degenerativas em cães e gatos.

O aparelho quebra a dureza da água, deixando-a mais leve, aumentando a capacidade de hidratação das células, melhorando o poder de oxigenação, nutrição e desintoxicação do organismo, diminuindo os problemas oriundos da velhice.




Locomoção Para Seu Pet


As Cadeirinhas Pet previne, depressões, falta de apetite e tristeza. Com ela o pet volta a andar e mesmo com limitações tem uma vida normal de atividades lhe dando um novo ânimo para viver.


Os Pets em cadeiras de rodas passeiam pelas ruas naturalmente.






Palitinho Doggy Menta Fresh

Palitos super premium de sabor especial, cuidadosamente elaborados para agradar e diminuir o estresse dos cães.
Menta Fresh ajuda no bom hálito e previne o tártaro.

A Doggy é uma empresa especializada em nutrição premium e super premium para cães.


Fotografia Pet

É uma alternativa para deixar estes dias mais divertidos, onde os tutores estão em casa e mais próximos dos seus bichinhos, além de aprenderem a fotografar de forma correta seus amados pets.

Também uma boa oportunidade para aprender a tornar-se um profissional especializado, fotografando Pets.








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