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Outubro Rosa: Até 90% dos tumores mamários em gatas são malignos

No Outubro Rosa Pet, médico veterinário chama atenção para a agressividade da doença em felinos e orienta tutores sobre sinais que exigem investigação


Um pequeno nódulo percebido durante um carinho na barriga do pet pode ser o primeiro sinal de um problema que exige investigação. Entre as gatas, de 80% a 90% dos tumores mamários são malignos, segundo o Merck Veterinary Manual. Nas cadelas, aproximadamente metade dos tumores mamários apresenta malignidade. Os números reforçam o alerta do Outubro Rosa Pet para a prevenção e, principalmente, para a identificação precoce da doença.
 

O câncer de mama está entre as neoplasias mais relevantes na medicina veterinária. Segundo o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, os tumores mamários são os mais comuns em cadelas e ocupam a terceira posição entre os cânceres mais frequentes em gatas. O órgão também alerta que o Brasil ainda não possui um registro nacional de casos da doença em animais, o que impede estimar com precisão sua incidência no país.
 

Para Gustavo Jorge Gonçalves, médico veterinário na WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, o comportamento da doença nos felinos exige atenção especial. “Nas gatas, existe uma probabilidade elevada de o tumor mamário ser maligno. Por isso, qualquer nódulo ou alteração percebida pelo tutor precisa ser avaliada pelo médico-veterinário. Esperar que ele cresça para procurar atendimento pode comprometer as possibilidades de tratamento”, explica.
 

O carinho também pode ajudar a perceber alterações

Os tumores mamários podem começar como pequenos nódulos e passar despercebidos, especialmente em animais com pelos longos. Durante os momentos de carinho, o tutor pode observar a região abdominal e as cadeias mamárias e ficar atento ao surgimento de caroços, inchaço, assimetria, secreções, feridas ou mudanças na aparência da pele.
 

A observação em casa, porém, não substitui o exame veterinário. Nem todo nódulo é câncer e não é possível determinar apenas pelo toque se uma alteração é benigna ou maligna.
 

“Às vezes, o tutor encontra uma estrutura muito pequena e imagina que pode esperar. O problema é que o tamanho não permite definir a natureza daquele nódulo. A orientação é investigar qualquer alteração suspeita, mesmo quando o pet aparentemente está bem”, afirma.
 

Nas gatas, a preocupação é ainda maior porque esses tumores apresentam comportamento biológico mais agressivo. O Merck Veterinary Manual aponta que eles têm propensão à metástase para outros locais do organismo, como pulmões e linfonodos.
 

Idade, hormônios e histórico reprodutivo entram na avaliação

O risco não é igual para todos os animais. Idade, predisposição genética, exposição hormonal e histórico reprodutivo estão entre os fatores considerados pelo médico-veterinário.
 

O CRMV-SP aponta o uso de anticoncepcionais hormonais entre os fatores associados ao desenvolvimento de tumores mamários e recomenda que esses medicamentos não sejam administrados aos pets sem orientação veterinária.
 

A castração realizada em idade adequada também pode exercer papel protetor, especialmente quando feita precocemente. A decisão sobre o momento do procedimento deve ser individualizada e discutida com o médico-veterinário, levando em consideração espécie, raça, idade, condição clínica e outros fatores do animal.
 

Gatas merecem atenção especial

Dados da Cornell University reforçam a agressividade da doença nos felinos. A instituição aponta que os tumores mamários são o terceiro tipo de câncer mais comum em gatos e que mais de 95% dos casos ocorrem em fêmeas. A doença é diagnosticada com maior frequência em animais mais velhos.
 

Quando existe suspeita, a investigação pode envolver exame clínico, exames de imagem e análise do tecido para determinar o tipo de tumor. Também pode ser necessário avaliar se a doença atingiu linfonodos, pulmões ou outros órgãos.
 

O tratamento é definido de acordo com características como tamanho, localização, tipo do tumor e estágio da doença. A cirurgia tem papel central em muitos casos e, dependendo do diagnóstico, outros tratamentos oncológicos podem ser associados.
 

Sinais que merecem investigação veterinária

A WeVets orienta os tutores a procurarem avaliação ao perceberem nódulos ou caroços próximos às mamas, aumento ou assimetria mamária, vermelhidão, inchaço, dor, secreção, sangramento ou feridas que não cicatrizam na região. Alterações gerais, como perda de peso, redução do apetite e mudanças de comportamento, também devem ser relatadas durante a consulta.
 

“O principal recado do Outubro Rosa Pet não deve ficar restrito ao mês de outubro. Conhecer o corpo do animal, perceber mudanças e manter o acompanhamento veterinário permite investigar alterações quando elas ainda estão no início. Em oncologia, o momento em que a doença é identificada pode fazer diferença na condução do caso”, conclui.



Por Hélio Júnior - Focal 3 Comunicação

 

Castração traz ganhos físicos e comportamentais para os pets

Imagem: Istock

O procedimento melhora a vida dos animais de estimação e exige atenção especial no pós-operatório



A castração traz inúmeros benefícios à saúde de cães e gatos, ajudando a prevenir doenças graves, e contribui para o bem-estar geral, evitando comportamentos de risco. Quando realizada na idade adequada dos animais de estimação, garante ainda mais segurança para o desenvolvimento deles.



“Esse procedimento ajuda a prevenir tumores de mama em fêmeas castradas antes do primeiro cio, além de evitar infecções uterinas sérias, como a piometra, e reduzir o risco de tumores na próstata e nos testículos dos machos. A castração ainda diminui comportamentos indesejados, como marcação de território, fuga de casa ou agressividade por causa de disputas sexuais” explica Ana Mannuela de Souza Babo, professora do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Barreiras.



“A melhor época para castrar gatos costuma ser entre 4 e 6 meses de idade, antes que eles tenham o primeiro cio ou comecem a mostrar comportamentos relacionados ao sexo. Para cães de porte pequeno, o ideal é entre 5 e 6 meses. Já os de porte maior podem esperar até cerca de 12 meses. Dessa forma, têm mais tempo para o desenvolvimento dos ossos e das articulações”, afirma a especialista.



De acordo com a professora, após a castração, muitos animais ficam mais tranquilos e menos impulsivos em relação a comportamentos sexuais e de fuga. “E, apesar da possível redução do metabolismo, a obesidade não é uma consequência inevitável, desde que a alimentação seja controlada. Com o uso de rações específicas e a manutenção de hábitos saudáveis, o pet pode ter uma vida equilibrada e ativa”, esclarece.



O período pós-operatório exige cuidados básicos, mas costuma ser tranquilo para o animal. Ele deve ficar em repouso, evitar saltos ou corridas. “Normalmente, a recuperação leva de uma a duas semanas. Durante esse período, é importante usar no pet colares elisabetanas ou roupas cirúrgicas para impedir que mexa nos pontos. Também é essencial fazer uma inspeção diária na ferida, procurando sinais de infecção, como inchaço, vermelhidão ou secreção. Além disso, não deixe de levá-lo ao veterinário para remover os pontos, se não forem absorvíveis, ou para uma nova avaliação, garantindo uma recuperação segura”, pontua.




Por João Milton Santos de Oliveira - Assessoria de imprensa - UNINASSAU

 

Primavera acende alerta para alergias em cães e gatos; veja quais raças são mais predispostas


Dra. Flávia Jávare - médica-veterinária do UniMAX

Médica-veterinária explica sinais, sintomas e cuidados que o tutor deve ter para a estação

 






A chegada da primavera traz mudanças nas temperaturas, na umidade e na vegetação, o que afeta diretamente a saúde e o bem-estar de cães e gatos. Para os pets que apresentam predisposição a doenças alérgicas, a estação pode representar maior exposição a agentes ambientais capazes de desencadear ou intensificar crises.


Pólens liberados durante a polinização das plantas, ácaros presentes na poeira doméstica e fungos ambientais estão entre os principais alérgenos nesse período. O clima mais quente e úmido também favorece a atividade e a proliferação de pulgas, aumentando o risco de problemas como a dermatite alérgica à saliva da pulga (Dasp).


Segundo a Dra. Flávia Jávare, médica-veterinária do Hospital Veterinário do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba) e especialista em Dermatologia em Animais e Cia., a mudança de estação pode interferir diretamente na rotina de animais que já apresentam sensibilidade a determinados agentes.


“Na primavera, pode haver uma maior exposição aos alérgenos ambientais, como os pólens pela polinização das plantas. O aumento da umidade também favorece a proliferação de fungos ambientais e ácaros, aumentando a exposição aos alérgenos e causando crises nos indivíduos alérgicos”, explica a veterinária.


As alergias mais comuns nessa época está a dermatite atópica, também conhecida como atopia, uma doença crônica, inflamatória e pruriginosa. Ela provoca coceira e pode sofrer influência de fatores ambientais e sazonais. Outro quadro que merece atenção é a Dasp, quando as pulgas encontram condições mais favoráveis para atividade e proliferação, o que pode aumentar a exposição dos animais.


Entre os principais agentes ambientais relacionados às alergias estão os ácaros da poeira doméstica, como dermatophagoides farinae e blomia tropicalis; pólens de gramíneas, como paspalum notatum e cynodon dactylon; e fungos ambientais, como aspergillus fumigatus e alternaria alternata.


O clima da primavera também pode favorecer outros problemas de pele, como piodermites secundárias, picadas de pulgas e carrapatos, dermatites de dobras, principalmente em cães braquicefálicos, e dermatofitoses, doenças causadas por fungos geofílicos que apresentam maior transmissão em condições ambientais favoráveis. 


Coceira persistente nem sempre é alergia 


A coceira é um dos sinais mais conhecidos de uma crise alérgica. O pet pode se coçar com as unhas, morder ou lamber excessivamente determinadas regiões do corpo. Mas o sintoma, isoladamente, não é suficiente para indicar uma alergia.


Outras doenças dermatológicas, como a escabiose, também podem provocar coceira intensa. Por isso, os tutores devem observar sinais secundários, como vermelhidão, lesões na pele, queda de pelos, descamação, mau odor e infecções de ouvido ou otites, principalmente quando esses problemas aparecem de forma recorrente. A duração, a frequência e a evolução dos sintomas também são informações importantes para a investigação.


“A coceira excessiva não significa necessariamente que o animal tenha uma alergia. Para diferenciar uma doença alérgica de outras afecções dermatológicas, é importante avaliar a distribuição e a evolução das lesões, a intensidade da coceira e os outros sinais clínicos associados. Como a alergia é uma doença crônica, inflamatória e pruriginosa, os sinais podem se intensificar ao longo do tempo e sofrer influência de fatores ambientais e sazonais”, destaca Dra. Flávia.


A investigação veterinária pode incluir exames dermatológicos, como raspados cutâneos e citologias, além de culturas, triagens alérgicas e testes cutâneos. Quando há suspeita de alergia alimentar, pode ser necessária uma dieta de eliminação. Já os testes alérgicos podem auxiliar na identificação dos alérgenos envolvidos e na indicação da imunoterapia.


O tutor deve buscar avaliação veterinária quando o pet apresentar coceira persistente, vermelhidão, queda de pelos, descamação, lesões, mau odor ou infecções de ouvido, principalmente quando os sintomas forem recorrentes ou estiverem piorando. Uma alergia não tratada ou não controlada pode trazer consequências para a saúde do animal, como inflamação e coceira crônicas, infecções secundárias, otites recorrentes e alterações crônicas da pele e dos ouvidos.


“A avaliação profissional é importante não apenas para controlar os sintomas, mas para investigar a causa e definir a estratégia de tratamento. Em doenças dermatológicas, identificar corretamente o problema é fundamental para evitar que um sinal aparentemente simples, como uma coceira, se transforme em um quadro persistente”, ressalta Dra. Flávia.


Quais raças são mais predispostas e como agir preventivamente?


Algumas raças de cães também apresentam maior predisposição ao desenvolvimento de alergias. É o caso de shih tzu, buldogue francês, yorkshire terrier e golden retriever. Em felinos, essa predisposição racial é menos estabelecida, mas já foi observada em gatos siamês, persa e sem raça definida (SRD).


Embora não seja possível eliminar completamente os agentes alergênicos do ambiente, algumas medidas ajudam reduzir a exposição dos animais:

- Mantenha a casa limpa e ventilada;

- Aspire regularmente locais quem os pets tenham contato

- Higienize camas, mantas, estofados e outros locais

- Realize o controle dos ectoparasitas;


Nos animais que já apresentam alergias, o controle ambiental deve estar associado ao tratamento adequado. A abordagem é individualizada e pode incluir controle de alérgenos ambientais e de ectoparasitas, além de banhos terapêuticos, medicamentos imunomoduladores, anti-inflamatórios, antibacterianos e antifúngicos quando há infecções associadas. Em alguns casos, pode haver indicação de imunoterapia imuno-específica, que ajuda a reduzir a sensibilidade aos alérgenos e a promover o controle da doença a longo prazo.


“O objetivo do controle ambiental é reduzir a carga de exposição aos agentes alergênicos. Nos animais alérgicos, essas medidas devem estar associadas ao tratamento adequado, que precisa ser individualizado de acordo com as características e necessidades de cada paciente”, orienta a especialista do Hospital Veterinário da UniMAX.


Dra. Flávia Jávare é médica-veterinária do Hospital Veterinário do Centro Universitário Max Planck (UniMAX Indaiatuba), com pós-graduação em Dermatologia em Animais e Cia. e aperfeiçoamento em Citopatologia Dermatológica e Alergologia Veterinária.


O Centro Universitário Max Planck (UniMAX) é uma instituição de ensino com 27 anos de tradição e excelência acadêmica. Reconhecida com nota máxima (5) pelo MEC, já formou mais de 10 mil profissionais e oferece mais de 50 cursos de graduação, pós-graduação, MBA, extensão e educação a distância (EAD) nas áreas de Saúde, Humanas, Exatas e Tecnologia. Com 3 campi em Indaiatuba, no interior de São Paulo, possui estrutura completa que inclui Hospital Veterinário, Centro Escola de Especialidades Médicas (CEEM) e laboratórios de última geração. Seu modelo pedagógico é fundamentado em metodologias ativas de aprendizagem, com pelo menos 50% da carga horária dos cursos presenciais dedicada a atividades práticas desde o primeiro semestre.



Jean Martins - JTCom Consultoria de Comunicação


A ciência por trás da ração: como a indústria impede que os alimentos para pets se deteriorem antes de chegar ao pote

Imagem cedida pelo autor

Quando um tutor abre um pacote de ração, dificilmente imagina que a qualidade daquele alimento começou a ser preservada muito antes de ele chegar à fábrica. O controle da oxidação, que é processo natural que degrada gorduras, proteínas e vitaminas, é um dos principais desafios científicos da indústria de alimentos para pets e exige uma estratégia que acompanha toda a cadeia produtiva, desde as matérias-primas até o produto final.


Embora pouco conhecido pelos consumidores, esse processo é fundamental para garantir que os pets recebam um alimento seguro, nutritivo e estável durante toda a vida útil do produto, que normalmente varia entre 12 e 24 meses.


Segundo Guilherme Fray, gerente de Marketing da Kemin Pet Food, empresa global especializada em ingredientes para a indústria de alimentação animal, preservar um alimento vai muito além de aumentar seu prazo de validade. "Quando falamos em controle da oxidação, estamos falando em preservar nutrientes, manter a qualidade das gorduras, evitar alterações de aroma e sabor e garantir que o alimento entregue ao animal tenha as características nutricionais previstas desde a formulação. É um trabalho que começa muito antes da fabricação da ração", explica.



O desafio começa nas matérias-primas


Grande parte dos ingredientes utilizados na produção de alimentos, especialmente farinhas e gorduras de origem animal, apresenta elevada suscetibilidade à oxidação. Se esse processo não for controlado desde o início da cadeia, a degradação pode comprometer a qualidade do alimento antes mesmo de sua fabricação.


Por isso, a preservação começa ainda nas empresas responsáveis pelo processamento dessas matérias-primas, conhecidas como rendering, e continua ao longo das etapas industriais. "Não basta proteger apenas a ração pronta. Se uma matéria-prima chega oxidada à indústria, parte da qualidade já foi perdida. O controle precisa acompanhar toda a cadeia, desde o fornecedor até o produto que chega ao consumidor", afirma Fray.


Durante a fabricação, um dos momentos que exige maior atenção é a aplicação de óleos sobre o kibble, os grãos da ração. Essa etapa melhora a palatabilidade do alimento, mas também representa um ponto crítico, já que esses óleos oxidam rapidamente quando não recebem proteção adequada.



Oxidação: um processo invisível, mas decisivo


A oxidação ocorre naturalmente quando compostos presentes nos alimentos entram em contato com o oxigênio. No caso das gorduras, esse processo pode provocar perda de nutrientes, alteração de odor, mudança de sabor e redução da estabilidade do alimento. Para evitar esses efeitos, a indústria utiliza antioxidantes que retardam as reações químicas responsáveis pela deterioração dos ingredientes. Apesar de serem pouco percebidos pelo consumidor, esses compostos desempenham papel estratégico na segurança alimentar.



Ciência impulsiona uma nova geração de soluções


Nos últimos anos, a pesquisa científica também tem transformado as tecnologias utilizadas para controlar a oxidação. Antioxidantes sintéticos, historicamente empregados pela indústria, vêm sendo gradualmente substituídos por alternativas naturais desenvolvidas a partir de compostos como tocoferóis e extratos botânicos, entre eles o alecrim.


O movimento acompanha avanços regulatórios internacionais e uma evolução tecnológica que permitiu ampliar a eficiência dessas soluções. "Hoje já existem tecnologias naturais capazes de oferecer elevado desempenho no controle da oxidação. O desafio científico tem sido desenvolver soluções que preservem os alimentos com a mesma eficiência, utilizando ingredientes cada vez mais alinhados às expectativas do mercado", destaca Fray.


Segundo ele, os Estados Unidos lideram essa transformação com cerca de 70~80% do mercado conservado com naturais. A Europa vem logo atrás com 60%, enquanto o Brasil começa a acelerar essa transição, principalmente entre fabricantes de alimentos premium e super premium.


Além da preservação química, o controle da qualidade dos alimentos para pets também envolve monitoramento microbiológico, avaliação constante das matérias-primas e estratégias integradas de conservação.


Para Fray, o conjunto dessas tecnologias mostra que a qualidade da alimentação animal depende cada vez mais de pesquisa, inovação e conhecimento científico. "Existe um enorme trabalho de ciência e tecnologia por trás de um alimento para pets. A conservação não acontece por acaso. Ela resulta de pesquisas contínuas que permitem preservar nutrientes, garantir segurança e oferecer aos animais um alimento com qualidade do primeiro ao último dia de validade."


Esse avanço deve continuar impulsionando novos investimentos em tecnologias de conservação e ingredientes naturais, fortalecendo uma tendência em que ciência e inovação caminham lado a lado para elevar o padrão de qualidade da alimentação pet.




A Kemin Industries é uma fabricante global de ingredientes, que se empenha diariamente em transformar de maneira sustentável a qualidade de vida de 80% da população mundial com seus produtos e serviços. A empresa possui mais de 500 ingredientes patenteados para saúde e nutrição humana e animal, alimentos para animais de estimação, aquicultura, nutracêuticos, tecnologias alimentares, tecnologias agrícolas e indústrias têxteis.

Por mais de meio século, a Kemin se dedica ao uso da ciência aplicada para enfrentar os desafios do setor e oferecer soluções de produtos para clientes em mais de 120 países. A Kemin fornece ingredientes para alimentar uma população em crescimento, com seu compromisso com a qualidade, segurança e eficácia de alimentos, rações e produtos relacionados à saúde.

Fundada em 1961, a Kemin é uma empresa privada, de propriedade e operação familiar, com mais de 3.300 funcionários e operações globais em 90 países, incluindo instalações de fabricação na Bélgica, Brasil, China, Índia, Itália, Rússia, Singapura, África do Sul, e Estados Unidos. Outras informações sobre a Kemin podem ser encontradas na sua página (www.kemin.com), ou nas redes sociais LinkedIn (www.linkedin.com/showcase/kemin-animal-nutrition-&-health-south-america/) e Facebook (www.facebook.com/keminamericadosul)

 


Mariana Cremasco MTB: 60.856/SP - Alfapress Comunicações

Obesidade pet vai muito além do excesso de carinho: manejo alimentar inadequado está entre as principais causas

Petiscos em excesso, porções acima da recomendação diária e oferta de alimento como demonstração de afeto podem comprometer a saúde de cães e gatos




Quem nunca cedeu ao olhar pidão do cachorro ou ao miado insistente do gato e ofereceu um alimento como agrado? Embora pareça um gesto de carinho, recorrer ao alimento como demonstração de afeto ou recompensa frequente pode trazer sérias consequências à saúde dos animais. 
 

Muito além da estética, a obesidade é considerada o distúrbio nutricional mais frequente entre os animais de companhia. O excesso de gordura corporal pode comprometer gravemente a saúde dos cães e gatos, favorecendo o desenvolvimento de diversas doenças e reduzindo sua qualidade e expectativa de vida.
 

A boa notícia é que é possível prevenir esse quadro. Uma alimentação completa e balanceada, aliada ao manejo alimentar adequado, é fundamental para manter o peso ideal e promover mais saúde e qualidade de vida aos pets. Isso inclui oferecer um alimento apropriado à fase da vida, ao porte e às condições específicas de cada animal, respeitando as quantidades recomendadas e evitando excessos.
 

Segundo Natacha Teixeira, médica-veterinária da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos, um dos erros mais comuns é interpretar qualquer manifestação do animal como fome. "Muitos cães e gatos aprendem que determinados comportamentos, como ficar próximo à cozinha, olhar fixamente para o responsável ou vocalizar, resultam no recebimento de alimento. Com o tempo, esse comportamento acaba sendo reforçado, mesmo quando o animal não está com fome”.
 

Natacha lembra que os animais não têm autonomia sobre sua alimentação e dependem dos responsáveis para o fornecimento adequado de calorias e nutrientes. "Cabe ao responsável compreender seu papel na saúde e no bem-estar do pet, oferecendo a quantidade adequada de alimento, respeitando as necessidades individuais do animal e evitando excessos que, ao longo do tempo, favorecem o ganho de peso."
 

Além das porções acima do recomendado, outros hábitos contribuem para o desenvolvimento da obesidade, como não controlar a quantidade de petiscos oferecida ao longo do dia, compartilhar alimentos durante as refeições da família ou ceder sempre que o animal pede comida.
 

Outro fator importante é que muitos responsáveis confundem apetite com necessidade nutricional. Em alguns casos, o pet pode demonstrar interesse constante por comida simplesmente porque aprendeu que esse comportamento gera uma recompensa. Em outros, o apetite exagerado pode estar relacionado a problemas de saúde, como doenças endócrinas ou verminoses. Por isso, é importante consultar o médico-veterinário para entender o que está por trás desse comportamento.
 

Carinho vai muito além da comida


Demonstrar afeto não significa, necessariamente, oferecer alimento. Passeios, brincadeiras, enriquecimento ambiental, momentos de interação e atenção ao bem-estar do animal também fortalecem o vínculo entre responsável e pet, sem colocar sua saúde em risco.
 

Quando o assunto é alimentação, o manejo adequado faz toda a diferença. A recomendação é respeitar a quantidade diária indicada pelo fabricante do alimento ou pelo médico-veterinário, dividir essa porção em, pelo menos, três refeições, e ajustar a oferta de petiscos.
 

"A prevenção da obesidade começa com pequenas atitudes na rotina. Respeitar as quantidades recomendadas, escolher um alimento adequado às características do animal e entender que oferecer comida nem sempre é sinônimo de cuidado são medidas que contribuem diretamente para uma vida mais longa, saudável e com melhor qualidade para cães e gatos", conclui Natacha.

 

 
Fundada em 2002, a Adimax é uma das maiores fabricantes de pet food do Brasil, com um portfólio completo de produtos que atendem aos mais diversos perfis de responsáveis e pets.  Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy. Atualmente, possui unidades em Salto de Pirapora (SP), Abreu e Lima (PE), Uberlândia (MG), Juatuba (MG), Goianápolis (GO), Feira de Santana (BA) e Mandirituba (PR), e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. 



Por Thais Gobbi - JTcom 

Avanços na oncologia pet: novas tecnologias elevam precisão diagnóstica e terapêutica

Onco-Imagem

Além da quimioterapia convencional, recursos como imunoterapia, terapias-alvo e eletroquimioterapia — técnica que utiliza pulsos elétricos para aumentar a absorção do medicamento pelas células tumorais - têm proporcionado melhores desfechos clínicos no tratamento de tumores localizados.



O câncer figura entre as principais causas de morte em cães e gatos no Brasil, especialmente com o aumento da expectativa de vida. Estimativas apontam que cerca de 1 em cada 4 cães desenvolverá algum tipo de tumor ao longo da vida — proporção que pode chegar a 50% em animais idosos. Diante desse cenário, ganham elevância modelos assistenciais integrados, que usam tecnologia de última geração ao combinar diagnóstico rápido, terapias modernas e protocolos rigorosos de segurança.


“O sucesso do tratamento oncológico veterinário está na forma como organizamos o cuidado. Quando os recursos disponíveis são aplicados considerando cada paciente individualmente e contando com uma equipe multidisciplinar ao longo de toda a jornada do paciente, os resultados clínicos tendem a ser mais consistentes e há melhor qualidade de vida”, explica Karen Batschinski, especialista do Veros Hospital Veterinário.


Além da quimioterapia convencional, a oncologia veterinária incorpora abordagens mais novas, como imunoterapia, terapias-alvo e eletroquimioterapia — técnica que utiliza pulsos elétricos para aumentar a absorção do medicamento pelas células tumorais, potencializando sua eficácia em tumores localizados.


Para que se defina o caminho a seguir, é necessário um estudo aprofundado da condição física do pet, com exames laboratoriais, de imagem e análises histopatológicas. “O diagnóstico bem estruturado acarreta escolhas terapêuticas mais precisas e que evitam intervenções desnecessárias”, afirma a veterinária.


Essa lógica também se reflete no ambiente cirúrgico. Em procedimentos oncológicos de alta complexidade, a possibilidade de realizar exames no intraoperatório — ou seja, durante a cirurgia — permite ajustes imediatos na conduta médica, como decisões sobre a extensão da intervenção após avaliação de margens tumorais. Karen ressalta que “o suporte diagnóstico dentro do centro cirúrgico permite decisões mais assertivas, que podem, inclusive, levar a menores chances de recidiva”.


Preparo seguro de quimioterápicos


Entre os avanços estruturais mais relevantes, está a adoção de um equipamento exclusivo para o manejo de quimioterápicos — etapa crítica do tratamento oncológico. A cabine de segurança biológica, conhecida como “capela”, é projetada para a manipulação de substâncias potencialmente tóxicas em ambiente controlado. O sistema utiliza fluxo de ar unidirecional e filtros de alta eficiência (HEPA), que retém partículas contaminantes e evitam a dispersão de aerossóis no ambiente.


O uso da capela impacta diretamente a segurança do tratamento ao garantir condições estéreis no preparo dos quimioterápicos; evitar contaminação cruzada entre esses medicamentos e superfícies; proteger o paciente de variações de dose ou exposição indevida; e reduzir riscos ocupacionais para a equipe de saúde.



Por Anna Carolina A. Macedo - Assessoria de Imprensa da Veros Hospital Veterinário

Pets e experiências inesquecíveis: Área Pet da Brasil Mostra Brasil

A paixão pelos animais nunca esteve tão forte no Brasil. Hoje, cães, gatos, aves, roedores e peixes ornamentais fazem parte da família de milhões de brasileiros — e eventos pet se transformaram em verdadeiras experiências para tutores, criadores, profissionais e empresas do setor. É exatamente nesse cenário que a Área Pet da Brasil Mostra Brasil vem ganhando destaque como um dos espaços mais atrativos e movimentados da feira.

Muito mais do que uma simples exposição, a Área Pet se consolida como um ambiente de entretenimento, conexão, negócios e experiências emocionantes para toda a família. Com atrações envolventes, espaço comercial estratégico e uma atmosfera totalmente dedicada ao universo animal, o local promete encantar desde visitantes ocasionais até os apaixonados mais experientes pelo mundo pet.


Um Espaço Criado Para Encantar

A Área Pet foi planejada para oferecer uma experiência completa e dinâmica dentro da Multifeira Brasil Mostra Brasil. O ambiente conta com uma pista central carpetado, onde acontecem as principais atrações, criando uma atmosfera elegante e divertida que chama a atenção do público logo à primeira vista.


Ao redor da arena, o visitante encontra estandes organizados com produtos, promoções, novidades e serviços voltados ao mercado pet. O espaço reúne empreendedores que enxergam na feira uma oportunidade poderosa de conexão direta com consumidores apaixonados por animais.


O resultado é um ambiente vibrante, colorido e cheio de vida, onde entretenimento e oportunidades de negócios caminham lado a lado.



Desfile de Cães: Carisma, Diversão e Emoção

Uma das atrações mais aguardadas da Área Pet é o tradicional Desfile de Cães. Mais do que um simples desfile, o momento se transforma em um verdadeiro espetáculo de fofura, alegria e interação com o público.


Na pista, cães de diferentes portes, raças e estilos desfilam ao lado de seus tutores em um ambiente descontraído e cheio de energia positiva. O público vibra, fotografa, grava vídeos e participa ativamente da experiência.


O desfile também cria oportunidades incríveis para: pet shops divulgarem acessórios e roupas; marcas apresentarem lançamentos; criadores mostrarem seus animais e empresas fortalecerem sua presença diante de um público altamente engajado.


Além disso, o apelo visual da atração gera grande repercussão nas redes sociais, algo extremamente importante para expositores e patrocinadores que desejam ampliar alcance e visibilidade.



Exposição de Roedores: Um Espaço Que Desperta Curiosidade e Encanta Famílias




Outro destaque deste ano da Área Pet é a Exposição de Roedores, uma atração que vem conquistando crianças, jovens e adultos por apresentar pequenos animais de forma educativa, organizada e extremamente atrativa.


Hamsters, gerbils, twisters, porquinhos-da-índia e outras espécies encantam os visitantes pela diversidade de cores, comportamentos e curiosidades. Para muitas famílias, essa é uma oportunidade única de conhecer melhor esses animais e descobrir os cuidados necessários para criá-los com responsabilidade.


A exposição também fortalece o mercado de pequenos pets, um segmento que cresce constantemente no Brasil e desperta cada vez mais interesse entre novos tutores.


Além do encanto visual, o espaço contribui para: educação sobre manejo correto; Valorização do bem-estar animal; Divulgação de produtos específicos e a aproximação entre criadores e futuros tutores.



O Poder das Redes Sociais no Universo Pet

Poucos segmentos geram tanto engajamento digital quanto o mercado pet. Fotos de animais, vídeos engraçados e momentos emocionantes costumam alcançar milhares de pessoas rapidamente.


Dentro da Área Pet, cada atração se torna uma oportunidade natural de conteúdo: Desfiles; Fotos na pista vermelha; Vídeos dos animais; Bastidores; Produtos em destaque; Interação com o público.


Essa movimentação fortalece a divulgação do evento e cria enorme potencial de exposição para marcas parceiras.


Imagem de stand ilustrativo


Por 
Que Patrocinadores Devem Apostar na Área Pet?


O mercado pet brasileiro é um dos maiores do mundo e segue crescendo ano após ano. Participar de um evento consolidado como a Brasil Mostra Brasil representa uma oportunidade estratégica para empresas que desejam:

-Aumentar visibilidade;
-Gerar vendas;
-Fortalecer posicionamento;
-Criar relacionamento com consumidores;
-Lançar produtos;
-Ampliar presença regional.


A Área Pet entrega exatamente o que patrocinadores procuram: Público qualificado; Alto fluxo de visitantes; Ambiente emocionalmente positivo; Forte potencial de mídia espontânea; Experiência direta com consumidores.


Além disso, o ambiente pet possui algo raro no marketing: conexão emocional genuína. Pessoas apaixonadas por animais costumam se envolver profundamente com marcas que demonstram carinho, cuidado e identificação com seus pets.



Um Evento Para Toda a Família

Outro grande diferencial da Área Pet é sua capacidade de reunir diferentes públicos em um mesmo ambiente.


Enquanto crianças se encantam com os animais, adultos aproveitam para conhecer novidades, fazer compras e buscar informações com profissionais do setor. Isso transforma o espaço em uma experiência familiar completa.


A interação entre visitantes, tutores, criadores e empresas cria uma atmosfera acolhedora, divertida e altamente positiva — exatamente o tipo de experiência que as pessoas procuram em eventos presenciais.



O Futuro dos Eventos Pet Está na Experiência

Eventos modernos não sobrevivem apenas de exposição. O público atual busca: Interação; Emoção; 
Entretenimento; Conteúdo; Experiências memoráveis.

A Área Pet da Brasil Mostra Brasil acompanha essa evolução ao unir:
🎯 Negócios
🎯 Entretenimento
🎯 Experiência visual
🎯 Conexão emocional
🎯 Engajamento digital


Tudo isso em um ambiente pensado para valorizar tanto os visitantes quanto as empresas participantes.



Um Convite Para Viver o Universo Pet

Se você ama animais, trabalha no segmento pet ou deseja apresentar sua marca para um público apaixonado e altamente consumidor, a Área Pet da Brasil Mostra Brasil é o lugar ideal.


Prepare-se para viver momentos inesquecíveis, conhecer novidades, se emocionar com os animais e fazer parte de uma das áreas mais encantadoras e movimentadas da feira.


Porque quando paixão pelos animais encontra experiência, entretenimento e negócios… o resultado só pode ser um grande sucesso.