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| Foto cedida pelo autor |
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| Cleber Santos e Dan Batista 4 - Crédito Fernanda Cazarini |
No Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, cresce a reflexão sobre a profundidade da relação entre cães e tutores. Os cães fazem parte da rotina emocional das famílias e respondem de forma sensível ao ambiente e ao comportamento de seus tutores. Uma pesquisa publicada pela revista Frontiers in Psychology analisou 194 pessoas e mostrou que a forma como os humanos interpretam as emoções de cães e gatos influencia as decisões tomadas diante de comportamentos considerados desafiadores. O estudo constatou que, quanto mais intenso era o comportamento apresentado, maior era a percepção de emoções como medo e raiva e também a probabilidade de os participantes adotarem alguma forma de intervenção.
Dar carinho o tempo todo, permitir que o cão faça tudo o que quiser, mantê-lo constantemente ao lado do tutor ou acreditar que qualquer comportamento é apenas uma demonstração de afeto são atitudes comuns na rotina de quem considera o cachorro um membro da família. O problema é que, em alguns casos, aquilo que parece cuidado pode não atender às necessidades comportamentais do animal.
Para Cleber Santos, Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO da Comportpet, esse vínculo precisa ser acompanhado de uma rotina adequada e de limites claros. Alguns hábitos feitos pelos tutores na tentativa de agradar o animal podem, na prática, gerar insegurança e comportamentos indesejados.
A seguir, o especialista aponta alguns dos erros mais comuns cometidos pelos tutores nesse processo:
Um dos principais erros apontados pelo especialista é confundir afeto com ausência de regras. A proximidade entre tutor e pet é positiva, mas não elimina a necessidade de estabelecer uma rotina clara e uma comunicação consistente.
“O comportamento é resultado direto da forma como esse animal foi criado, conduzido e socializado. Qualquer cão, independentemente da raça, pode morder diante de situações de medo, dor, estresse ou insegurança. A mordida, afinal, é seu principal mecanismo de defesa. Muitos tutores confundem afeto com ausência de limites”, diz Cleber.
Mudanças constantes ou a ausência de horários definidos podem contribuir para um ambiente menos previsível para o animal.
“O comportamento é uma resposta ao ambiente, à rotina e à forma como o animal é conduzido. Quando não há previsibilidade e segurança, o pet entra em estado de alerta, o que pode evoluir para quadros de ansiedade. A previsibilidade é o que traz estabilidade emocional. Sem isso, o pet vive em alerta constante”, afirma.
A ideia de que quanto mais atividades, pessoas e estímulos, melhor pode não funcionar para todos os cães. Ambientes muito movimentados ou mudanças bruscas também podem afetar o comportamento.
“Reuniões com muitos amigos e familiares, casas cheias e movimentação fora do comum afetam diretamente o emocional dos pets. Animais que vivem em ambientes tranquilos podem se sentir acuados, inseguros ou reagir de forma defensiva ao tentar proteger o território”, explica Cleber.
Outro erro comum é acreditar que manter o cão sempre confortável significa evitar atividades que exijam esforço físico ou mental. A falta de direcionamento da energia também aparece no comportamento.
“Muitas vezes, o tutor enxerga destruição ou latidos como desobediência, mas o que existe é uma rotina desequilibrada. O problema não está no comportamento, mas na falta de direcionamento dessa energia”, reforça.
O estudo mostrou que a percepção que o humano tem sobre medo e raiva influencia diretamente a resposta escolhida diante de um comportamento desafiador.
“Bocejos frequentes, lambedura excessiva do focinho, respiração acelerada, inquietação, destruição de objetos, latidos excessivos, isolamento e necessidade constante de atenção podem indicar desconforto emocional. Muitas pessoas esperam sinais mais explícitos, como latidos e rosnados, mas a agressividade começa de forma muito mais silenciosa”, explica.
A humanização dos pets aproximou os animais das famílias e fortaleceu os vínculos afetivos, mas também pode levar os tutores a interpretar as necessidades do cão a partir exclusivamente de referências humanas.
“O maior erro ainda é esperar o problema aparecer para agir. Com orientação correta, é possível prevenir a maioria dos comportamentos indesejados e construir uma convivência muito mais leve”, afirma.
O equilíbrio está em combinar vínculo afetivo com estrutura. “Cães equilibrados são resultado de ambientes previsíveis, estímulos adequados e tutores que sabem ler e respeitar seus limites. Quando isso não acontece, o comportamento acaba sendo a forma que o animal encontra para se expressar”, conclui.
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| Cleber Santos - Crédito Fernanda Cazarini |
A Comportpet é referência nacional em comportamento e bem-estar animal, com atuação em hotelaria, creche e serviços especializados para pets. Há mais de 13 anos no mercado, desenvolveu um método próprio com abordagem integrativa que une três pilares fundamentais para uma convivência harmoniosa: Pessoas, Pets e Ambiente. Com foco em ciência comportamental, qualidade de vida e relacionamento multiespécie, a empresa se destaca por transformar rotinas e fortalecer o vínculo entre tutores e animais.
Por Izabel Santa Fe - Comunica PR
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| Imagem fornecida pelo autor |
Regras, restrições e a burocracia das companhias aéreas são a principal dificuldade para 35% dos brasileiros que desejam levar seus pets na viagem, segundo pesquisa do KAYAK. Do embarque à hospedagem, o buscador preparou um guia em homenagem ao Dia Mundial do Cachorro para que a única preocupação da viagem seja decidir quem vai ficar com a janela.
O Brasil é o terceiro país do mundo em número de animais de estimação, com cerca de 168 milhões de pets, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet)¹. Uma nova pesquisa do KAYAK, um dos principais buscadores de viagens, revela que 24% dos brasileiros viajaram de avião com seus animais de estimação nos últimos dois anos, enquanto 18% pretendem repetir a experiência nos próximos 12 meses.
Mas viajar com um animal de estimação exige um planejamento cuidadoso. Segundo a pesquisa, as regras, restrições e a burocracia das companhias aéreas são a principal dificuldade para 35% dos brasileiros, seguidas pelo estresse que a viagem pode causar ao animal (34%) e pelos custos envolvidos, como taxas das companhias aéreas, certificados veterinários, seguros e caixas de transporte (32%).
Para marcar o Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, o KAYAK criou um guia prático para ajudar os viajantes a lidar com esses desafios e aproveitar uma viagem mais tranquila com seus companheiros de quatro patas.
“Os animais de estimação se tornaram parte da família; por isso, não é de surpreender que também estejam sendo incluídos nos planos de viagem," diz Carolina Montenegro, Vice-Presidente Sênior de Marca Global & Marketing B2B do KAYAK "O segredo é planejar com antecedência. Ao conhecer as exigências das companhias aéreas e as normas do destino antes de fazer a reserva, os viajantes podem evitar contratempos e desfrutar de uma viagem mais tranquila com seus animais de estimação. É por isso que criamos este guia, para tornar as viagens com nossos companheiros de quatro patas mais fáceis e acessíveis.
O que saber antes de embarcar com o pet
Enquanto a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabelece diretrizes gerais para o transporte de animais, cada companhia aérea define suas próprias regras de acomodação, documentação, valores e condições para o embarque. Antes de viajar, o KAYAK recomenda consultar as exigências da companhia escolhida, especialmente se houver conexões ou voos operados por empresas diferentes, além de verificar as restrições sanitárias do destino e garantir que o pet esteja em boas condições de saúde para viajar.
Entre as principais companhias aéreas do Brasil:
O guia completo de viagem com animais de estimação, que inclui comparações entre companhias aéreas, dicas de planejamento e conselhos práticos para viajar com cães e gatos, está disponível no blog do KAYAK.
20 destinos pet-friendly no Brasil para viajar com o melhor amigo e ainda economizar
Além do transporte, encontrar uma hospedagem adequada também faz parte do planejamento, mas isso não significa que a viagem precise sair mais cara. Segundo pesquisa do KAYAK, 24% dos brasileiros apontam a oferta limitada de hospedagens pet-friendly como um dos principais fatores que dificultam essa etapa, enquanto 20% mencionam as taxas extras cobradas pelos estabelecimentos e 17% destacam a falta de informações claras sobre as políticas para animais de estimação.
Para ajudar nessa etapa da viagem, o KAYAK analisou 20 destinos brasileiros com pelo menos 20% de hotéis pet-friendly e identificou aqueles com as diárias médias de hospedagem mais econômicas:
Destino | Preço médio da diária de hospedagem no KAYAK |
Curitiba, Paraná | R$203 |
Recife, Pernambuco | R$249 |
Salvador, Bahia | R$260 |
Belém, Pará | R$276 |
Fortaleza, Ceará | R$279 |
São Luís, Maranhão | R$286 |
Penha, Santa Catarina | R$304 |
Aracaju, Sergipe | R$315 |
Arraial do Cabo, Rio de Janeiro | R$326 |
Cabo Frio, Rio de Janeiro | R$336 |
Balneário Camboriú, Santa Catarina | R$337 |
João Pessoa, Paraíba | R$340 |
Belo Horizonte, Minas Gerais | R$347 |
Vitória, Espírito Santo | R$355 |
Florianópolis, Santa Catarina | R$370 |
Pipa, Rio Grande do Norte | R$397 |
Brasília, Distrito Federal | R$401 |
Foz do Iguaçu, Paraná | R$406 |
São Paulo, São Paulo | R$407 |
Ilhéus, Bahia | R$407 |
Facilite ainda mais o planejamento da viagem com o filtro pet-friendly do KAYAK
O filtro "aceita animais" agora pode ser ativado também na homepage de busca por hospedagem. Ao iniciar uma pesquisa por hospedagem, basta o viajante ativar o filtro para visualizar apenas hospedagens que recebem pets, fazendo uma seleção mais rápida e prática de opções pet-friendly.
Para se inspirar, confira as recomendações do KAYAK para hospedagens disponíveis no blog
Fontes
Abinpet¹: Brasil possui hoje a terceira maior população de pets do mundo
Azul²: Pet na Cabine
LATAM³: Posso viajar com meu animal no avião?
GOL⁴: Animais de Estimação
Insights da pesquisa:
O KAYAK realizou uma pesquisa online com a The Ripple Effect entre 2.000 adultos (18+) no Brasil que viajaram a lazer dentro ou fora do país nos últimos 1-2 anos e que também pretendem viajar nos próximos 12 meses. O trabalho de campo foi realizado entre 15 e 18 de maio de 2026.
Dados de hospedagens:
Com base em buscas de hotel feitas no KAYAK.com.br e marcas associadas no período entre 01/01/2026 e 12/07/2026 para estadia entre os dias 01/08/2026 e 30/10/2026. Todos os preços são médios para uma diária em quarto duplo, podem variar e não podem ser garantidos.
KAYAK, parte da BOOKING HOLDINGS Inc. (NASDAQ: BKNG), é um buscador de viagens com mais de 10 anos de atuação no Brasil. Com bilhões de buscas em sua plataforma, ajudam as pessoas a encontrarem voos, hospedagens, aluguel de carros e pacotes de férias. O aplicativo do KAYAK visa facilitar o planejamento de viagens em iOS e Android. Para mais informações, basta acessar KAYAK.com.br
Por Julia Abreu - bcbiz
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| Fonte: Veros Hospital Veterinário |
Para muitos felinos, o mal-estar começa antes da chegada à clínica ou hospital, com o ingresso na caixa de transporte e o deslocamento de carro. Ao entrar no ambiente médico, o desafio continua, com o contato com cheiros e sons desconhecidos e outros animais. "Ao contrário dos cães, que costumam demonstrar emoções de forma mais evidente, os gatos tendem a reagir de maneira mais discreta diante de situações de medo e ansiedade. Alguns ficam completamente imóveis, outros tentam fugir ou se esconder. Eles também podem reagir à manipulação ou miar bastante", explica Dra. Camila Ferreiro, médica veterinária especialista em felinos do Veros Hospital Veterinário.
Segundo Dra. Camila, a preparação em casa pode reduzir significativamente o impacto da visita ao veterinário. "A caixa de transporte deve ficar acessível ao gato alguns dias antes da consulta com uma manta ou objeto familiar dentro dela. Durante o trajeto, cobri-la parcialmente ajuda a diminuir os estímulos visuais. O pet pode permanecer nela até o momento do atendimento e é importante evitar retirá-lo de maneira abrupta. Além disso, podem ser utilizados feromônios específicos, desde que haja autorização prévia do veterinário".
O comportamento dos gatos é fortemente influenciado pelo ambiente. Sons intensos, odores de outros animais, movimentação constante e o contato com cães podem aumentar o estado de alerta dos felinos, tornando toda a jornada da consulta ainda mais difícil e estressante. Clínicas adaptadas para suas necessidades diminuem o nível de tensão e permitem que a consulta seja conduzida de maneira mais tranquila. "Na medicina felina, o ambiente faz parte do atendimento. Quando o gato é recebido em um espaço pensado para ele, conseguimos realizar a consulta de forma mais tranquila e segura. Isso melhora a experiência do animal e também facilita a avaliação clínica", destaca Dra. Camila.
Ambiente preparado para felinos ajuda a reduzir o estresse
O Hospital Veros Veterinário desenvolveu uma estrutura voltada exclusivamente aos gatos. Eles aguardam em salas de espera separadas dos cães e são atendidos em consultórios reservados para medicina felina, por profissionais experientes que conhecem o comportamento da espécie, membros ativos da Academia Brasileira de Clínicos de Felinos (ABEFel) e da American Association of Feline Practitioners (AAPP). "Adotamos a proposta Cat Friendly Practice, com uma equipe especializada e protocolos definidos para reduzir o estresse durante consultas, exames, cirurgias e internações. Nossos ambientes são acolhedores, com iluminação adequada à sua visão sensível e enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais, como descansar em locais elevados", ressalta Dra. Camila.
Por Anna Carolina A. Macedo - Target Estratégia em Comunicação
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| Por Imprensa Vale https://vale.com/imprensa |