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26/08 - Dia Mundial do Cachorro: 6 erros que os tutores cometem achando que estão agradando os cães

Cleber Santos e Dan Batista 4 - Crédito Fernanda Cazarini

Pesquisa mostra que a forma como tutores interpretam as emoções dos cães influencia a maneira como reagem a comportamentos desafiadores; especialista alerta para excesso de humanização, falta de limites e rotina desequilibrada



No Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, cresce a reflexão sobre a profundidade da relação entre cães e tutores. Os cães fazem parte da rotina emocional das famílias e respondem de forma sensível ao ambiente e ao comportamento de seus tutores. Uma pesquisa publicada pela revista Frontiers in Psychology analisou 194 pessoas e mostrou que a forma como os humanos interpretam as emoções de cães e gatos influencia as decisões tomadas diante de comportamentos considerados desafiadores. O estudo constatou que, quanto mais intenso era o comportamento apresentado, maior era a percepção de emoções como medo e raiva e também a probabilidade de os participantes adotarem alguma forma de intervenção.


 

Dar carinho o tempo todo, permitir que o cão faça tudo o que quiser, mantê-lo constantemente ao lado do tutor ou acreditar que qualquer comportamento é apenas uma demonstração de afeto são atitudes comuns na rotina de quem considera o cachorro um membro da família. O problema é que, em alguns casos, aquilo que parece cuidado pode não atender às necessidades comportamentais do animal.



Para Cleber Santos,  Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO da Comportpet, esse vínculo precisa ser acompanhado de uma rotina adequada e de limites claros. Alguns hábitos feitos pelos tutores na tentativa de agradar o animal podem, na prática, gerar insegurança e comportamentos indesejados.



A seguir, o especialista aponta alguns dos erros mais comuns cometidos pelos tutores nesse processo:


Quando carinho vira falta de limites


Um dos principais erros apontados pelo especialista é confundir afeto com ausência de regras. A proximidade entre tutor e pet é positiva, mas não elimina a necessidade de estabelecer uma rotina clara e uma comunicação consistente.


“O comportamento é resultado direto da forma como esse animal foi criado, conduzido e socializado. Qualquer cão, independentemente da raça, pode morder diante de situações de medo, dor, estresse ou insegurança. A mordida, afinal, é seu principal mecanismo de defesa. Muitos tutores confundem afeto com ausência de limites”, diz Cleber.



Falta de previsibilidade também afeta o cão


Mudanças constantes ou a ausência de horários definidos podem contribuir para um ambiente menos previsível para o animal. 


“O comportamento é uma resposta ao ambiente, à rotina e à forma como o animal é conduzido. Quando não há previsibilidade e segurança, o pet entra em estado de alerta, o que pode evoluir para quadros de ansiedade. A previsibilidade é o que traz estabilidade emocional. Sem isso, o pet vive em alerta constante”, afirma.



Excesso de estímulos pode ter o efeito contrário


A ideia de que quanto mais atividades, pessoas e estímulos, melhor pode não funcionar para todos os cães. Ambientes muito movimentados ou mudanças bruscas também podem afetar o comportamento.


“Reuniões com muitos amigos e familiares, casas cheias e movimentação fora do comum afetam diretamente o emocional dos pets. Animais que vivem em ambientes tranquilos podem se sentir acuados, inseguros ou reagir de forma defensiva ao tentar proteger o território”, explica Cleber.



Não basta agradar: é preciso estimular corretamente


Outro erro comum é acreditar que manter o cão sempre confortável significa evitar atividades que exijam esforço físico ou mental. A falta de direcionamento da energia também aparece no comportamento.


“Muitas vezes, o tutor enxerga destruição ou latidos como desobediência, mas o que existe é uma rotina desequilibrada. O problema não está no comportamento, mas na falta de direcionamento dessa energia”, reforça.



Ignorar sinais de desconforto pode piorar o problema


O estudo mostrou que a percepção que o humano tem sobre medo e raiva influencia diretamente a resposta escolhida diante de um comportamento desafiador.


Bocejos frequentes, lambedura excessiva do focinho, respiração acelerada, inquietação, destruição de objetos, latidos excessivos, isolamento e necessidade constante de atenção podem indicar desconforto emocional. Muitas pessoas esperam sinais mais explícitos, como latidos e rosnados, mas a agressividade começa de forma muito mais silenciosa”, explica.



Humanizar não significa tratar o cão como humano


A humanização dos pets aproximou os animais das famílias e fortaleceu os vínculos afetivos, mas também pode levar os tutores a interpretar as necessidades do cão a partir exclusivamente de referências humanas.

“O maior erro ainda é esperar o problema aparecer para agir. Com orientação correta, é possível prevenir a maioria dos comportamentos indesejados e construir uma convivência muito mais leve”, afirma.


O equilíbrio está em combinar vínculo afetivo com estrutura. “Cães equilibrados são resultado de ambientes previsíveis, estímulos adequados e tutores que sabem ler e respeitar seus limites. Quando isso não acontece, o comportamento acaba sendo a forma que o animal encontra para se expressar”, conclui.


Cleber Santos - Crédito Fernanda Cazarini




A Comportpet é referência nacional em comportamento e bem-estar animal, com atuação em hotelaria, creche e serviços especializados para pets. Há mais de 13 anos no mercado, desenvolveu um método próprio com abordagem integrativa que une três pilares fundamentais para uma convivência harmoniosa: Pessoas, Pets e Ambiente. Com foco em ciência comportamental, qualidade de vida e relacionamento multiespécie, a empresa se destaca por transformar rotinas e fortalecer o vínculo entre tutores e animais.




Por Izabel Santa Fe - Comunica PR

Terceiro caso fatal de febre maculosa em Americana reforça o alerta para os cuidados com carrapatos e a proteção da família

Imagem fornecida pelo autor

Saiba por que mesmo cães protegidos exigem atenção após passeios ao ar livre e como a prevenção contra parasitas é fundamental para a Saúde Única



A recente confirmação da terceira morte por febre maculosa no ano, registrada no município de Americana (SP), acende novamente o sinal de alerta para a importância da prevenção contra doenças transmitidas por carrapatos. A febre maculosa é uma infecção grave e com alto índice de letalidade, provocada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida pela picada do carrapato-estrela.
 

O cenário também reforça a relevância do conceito de Saúde Única, a integração contínua entre a saúde humana, animal e ambiental. Por compartilharem o espaço de casa e acompanharem os tutores em atividades ao ar livre, os cães desempenham um papel central na vigilância e na prevenção dessa zoonose.
 

Um dos pontos de maior dúvida entre os tutores é a diferença entre os carrapatos e as doenças associadas a eles:

Carrapato-estrela (Amblyomma sp.): Habita predominantemente áreas de vegetação, parques, margens de rios e locais com presença de capivaras ou cavalos. É o transmissor da febre maculosa, doença que afeta gravemente os seres humanos e também pode infectar cães.

Carrapato-marrom (Rhipicephalus sanguineus): Adaptado ao ambiente urbano e doméstico, é o principal vetor de hemoparasitoses caninas, como a erliquiose e a babesiose, que atacam o sistema sanguíneo e imunológico do animal.


Por que cães protegidos ainda exigem atenção?

É comum que tutores se surpreendam ao encontrar carrapatos em pets que usam antiparasitários em dia, no entanto, a ciência explica que nenhum método oferece barreira 100% física contra a aproximação do parasita:

Como atuam os antiparasitários: A maioria o carrapato após o contato ou a picada. Isso protege o cão contra o estabelecimento da infestação, mas não impede imediatamente que o parasita suba no animal durante uma caminhada.

Transporte mecânico: Durante o tempo entre o carrapato subir no pelo do pet e a medicação fazer efeito, o cão pode agir involuntariamente como vetor mecânico, levando o parasita para dentro de casa ou do veículo e expondo a família ao risco.

Fase silenciosa de doenças: Em doenças exclusivamente caninas, como a erliquiose, a infecção pode ocorrer em fases subclínicas, permanecendo latente por semanas ou anos até que uma queda na imunidade ative os sintomas.

"Muitos tutores acreditam que o antiparasitário cria uma barreira invisível que impede o carrapato de se aproximar do cão, mas a medicação atua eliminando o parasita após o contato. Isso significa que o animal pode sim transportar o carrapato-estrela no pelo para dentro de casa antes que o produto faça efeito", explica a Dr. André Cutolo, gerente técnico de Pets da Boehringer Ingelheim.

Para garantir a segurança dos animais e dos tutores, especialistas recomendam a adoção de uma rotina simples de cuidados:

Após caminhadas em parques, praças ou áreas verdes, faça uma checagem no corpo do pet, especialmente nas orelhas, patas, entre os coxins (almofadinhas) e no abdômen.
Mantenha o uso regular de medicação carrapaticida e vermífugos conforme a orientação do médico-veterinário.

Ao frequentar locais com grama alta ou mata, utilize calçados fechados, calças compridas e roupas claras, que facilitam a visualização dos carrapatos no corpo.

Mantenha quintais e jardins limpos, com a grama aparada, evitando o acúmulo de folhagens e entulhos.

O acompanhamento periódico permite identificar alterações precoces na saúde do animal e definir o protocolo antiparasitário ideal para o seu perfil e estilo de vida.

"Aliar o tratamento preventivo contínuo com a inspeção visual após passeios em áreas verdes são medidas indispensáveis para interromper o ciclo de transmissão do parasita precocemente e garantir a segurança de toda a família", conclui André.



Por Thaís Vequetin Silva - Ideal Axicom
 

Alerta de inverno: sinais silenciosos podem indicar que seu cão está doente

Crédito: Banco de Imagem

Alergias e doenças respiratórias aumentam no frio e exigem atenção redobrada dos tutores


Com a queda das temperaturas, muita gente se preocupa em tirar o casaco do armário — mas esquece que os pets também sentem (e muito) os efeitos do frio. Mais do que desconforto, o inverno pode desencadear ou agravar alergias e doenças respiratórias em cães, muitas vezes de forma silenciosa.
 

“A combinação de ambientes fechados, pouca ventilação e maior contato com poeira e ácaros cria um cenário ideal para o surgimento de problemas respiratórios e alérgicos. Além disso, pets que passam grande parte do tempo em ambientes aquecidos e depois são expostos ao frio intenso durante os passeios podem sofrer com mudanças bruscas de temperatura, o que favorece crises respiratórias e queda da imunidade, principalmente em filhotes, idosos e animais predispostos”, alerta a médica-veterinária Vanessa Barreto, da Dog Life.
 

Assim como acontece com os humanos, os cães também ficam mais suscetíveis a diferentes doenças no inverno. Entre as mais comuns estão gripes e infecções respiratórias, como a traqueobronquite infecciosa (conhecida como “tosse dos canis”), além de bronquite, rinite e até quadros de pneumonia em casos mais graves. O período também favorece o agravamento de doenças alérgicas e dermatológicas, como dermatites, otites e irritações de pele, muito associadas ao aumento de ácaros, poeira e fungos em ambientes fechados. Em animais mais sensíveis ou com histórico clínico, também pode haver piora de condições crônicas, já que o sistema imunológico tende a ficar mais vulnerável durante os dias frios.


Se você acha que é só colocar uma roupinha e está tudo resolvido, vale repensar. Veja alguns pontos de atenção no dia a dia:

  1. Espirros, coceira e cansaço não são “normais do frio”: Sinais como espirros frequentes, coceira persistente ou desânimo podem indicar quadros alérgicos ou respiratórios em desenvolvimento, e não apenas uma reação natural ao clima gelado.
  2. Ambientes fechados podem virar vilões invisíveis: A tendência de manter janelas e portas fechadas no inverno aumenta a concentração de ácaros, poeira e fungos. O ar estagnado favorece a irritação contínua das vias aéreas e da pele dos animais.
  3. Alergia de pele também piora no inverno: O uso prolongado de cobertores, a menor ventilação e banhos mais espaçados podem agravar dermatites. Sintomas como vermelhidão, lambedura excessiva nas patas e queda de pelos merecem atenção imediata.
  4. Tosse não é algo para ignorar: Tosses secas ou persistentes podem ser desde irritações leves até infecções mais graves. O alerta deve ser maior se houver presença de secreção ou prostração.
  5. Menos água, mais risco: A redução espontânea na ingestão de água durante os dias frios impacta diretamente a imunidade e o funcionamento metabólico do cão, tornando-o mais suscetível a doenças.
  6. Prevenção ainda é o melhor cuidado: A higienização frequente de camas e mantas, a manutenção de ambientes arejados (mesmo no frio) e o acompanhamento preventivo são fundamentais para atravessar a estação sem complicações.


“O inverno exige um olhar mais atento. Pequenos sinais podem indicar problemas maiores se não forem acompanhados e tratados precocemente por um profissional”, finaliza Vanessa.
 

Além do cuidado em casa, manter a caderneta de vacinação atualizada, evitar passeios nos horários mais frios do dia — especialmente no início da manhã e à noite — e ter atenção redobrada após os banhos, garantindo a secagem completa antes de qualquer exposição ao frio ou vento, são medidas essenciais para preservar a saúde e o bem-estar dos pets durante o inverno.


A Dog Life é pioneira em planos de saúde para cães no Brasil e tem como propósito facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o país. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e bem-estar animal, a marca oferece diferentes opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais para a saúde dos cães. Com uma experiência simples, prática e sem burocracia, a Dog Life conecta os pets a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados, ajudando os tutores a terem mais previsibilidade, segurança e tranquilidade no cuidado diário com seus animais.


Mais informações em: Dog Life: Link 




Por Bianca Fontana Forcan - Agência Máquina

Zoonose silenciosa: saiba como proteger seu pet e sua família da Leishmaniose

Fonte: Pexels

Médica veterinária orienta sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da zoonose transmitida pelo “mosquito-palha” 


A leishmaniose visceral (LV) é uma zoonose relevante e mais frequente na América do Sul, incluindo o Brasil, afetando cães, humanos e, em menor escala, outros animais. Causada pelo protozoário Leishmania infantum, a infecção ocorre exclusivamente pela picada das fêmeas infectadas de flebotomíneos — os conhecidos “mosquitos-palha”. Embora o cão seja o principal reservatório do parasita, ele não transmite a doença diretamente ao ser humano; a infecção depende sempre da picada do inseto.



 

Os sinais clínicos nos cães podem variar bastante, desde alterações discretas até quadros mais graves. A professora Lara Vilela Soares, do curso de Medicina Veterinária da Una Itumbiara, explica que é comum observar emagrecimento, apatia, febre, vômito, diarreia, alterações de apetite e lesões na pele ou nos olhos. No entanto, segundo Soares, o mais importante é lembrar que nem todo cão infectado aparenta estar doente. “Costumamos dizer que leishmaniose não tem cara, pois muitos permanecem assintomáticos por longos períodos”, alerta, reforçando a necessidade de atenção redobrada de tutores e profissionais veterinários.


Fonte: Pexels


 

A prevenção é a principal aliada no combate à leishmaniose. De acordo com Soares, o uso de inseticidas tópicos com ação repelente, como coleiras impregnadas com deltametrina ou flumetrina e pipetas específicas, é recomendado. Além disso, práticas ambientais são indispensáveis: instalar telas em janelas, manter o quintal limpo, evitar passeios no entardecer e à noite — horários de maior atividade do mosquito — e eliminar criadouros potenciais, como folhas acumuladas e matéria orgânica. “Essas ações são fundamentais não apenas para proteger o animal, mas também para reduzir a incidência da doença em humanos”, destaca.


 

A vacina, que por muitos anos foi uma importante ferramenta de prevenção, está suspensa no Brasil desde 2023, por decisão do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em razão de problemas de qualidade identificados em alguns lotes.


 

O diagnóstico deve ser realizado por meio de testes sorológicos, como ELISA e RIFI, complementados por exames parasitológicos e moleculares, que identificam a presença do parasita e avaliam a carga infecciosa. O tratamento de primeira escolha envolve a administração de Miltefosina, que pode ser utilizada isoladamente ou associada a outras drogas. Soares enfatiza que o diagnóstico e o acompanhamento devem ser rigorosos: “A avaliação clínica dos animais deve ir além do exame físico, uma vez que muitos animais não apresentam sinais clínicos aparentes, mas alterações laboratoriais”.


 

Sobre a eutanásia de cães positivos para leishmaniose, Soares esclarece que a prática não é mais obrigatória por lei. “O Ministério da Saúde recomenda a medida em alguns casos, mas hoje os tutores podem optar pelo tratamento, desde que façam uso de medicamentos autorizados e adotem medidas rigorosas de controle do vetor”. Ela acrescenta que o Conselho Federal de Medicina Veterinária apoia essa escolha, desde que realizada com ética e acompanhamento profissional adequado.


 

Consultas veterinárias regulares e exames de rotina são indispensáveis para garantir a saúde dos pets. “Prevenção é fundamental. A leishmaniose é uma doença grave, mas, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível garantir qualidade de vida ao animal e segurança para toda a família”, reforça Soares. Ela ainda lembra que, mesmo após o tratamento, o animal pode permanecer como fonte de infecção para o vetor, o que torna imprescindível a manutenção contínua das medidas de proteção.


 

Sobre a Una: Com o propósito de transformar o Brasil pela educação, a Ânima é o maior e o mais inovador ecossistema de ensino de qualidade para o país, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 381 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior, e em mais de 500 polos educacionais por todo o Brasil. Integradas também ao Ecossistema Ânima estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI (Escola Brasileira de Direito), Le Cordon Bleu (SP), SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, e Learning Village, primeiro hub de inovação e educação da América Latina, além do Instituto Ânima.   

Em 2023, a Forbes, uma das revistas de negócios e economia mais respeitadas no mundo, elencou a Ânima entre as 10 maiores companhias inovadoras do país e, em 2022, o ecossistema de ensino, também foi destaque do Prêmio Valor Inovação - parceria do jornal Valor Econômico e a Strategy&, consultoria estratégica da PwC – figurando no ranking de empresas mais inovadoras do Brasil no setor de educação. Desde 2013, a companhia está na Bolsa de Valores, no segmento de Novo Mercado, considerado o de mais elevado grau de governança corporativa. 


Por Amanda Franciele Silva - Rede Comunicação

05 Dicas para começar a introdução alimentar do seu pet filhote

Assim como nos bebês humanos, a introdução alimentar dos animais é um momento de grande importância. Veja as dicas do especialista



Adotar um filhotinho, seja de gato ou cachorro é tudo de bom, mas as inseguranças logo podem aparecer. Com o passar dos meses, a introdução alimentar deve começar, e os tutores buscam as melhores opções para os seus amigos de quatro patas. Felizmente, hoje contamos com vastas opções no mercado, e uma delas são as alimentações naturais. 

 

Assim como os bebês humanos, os filhotes de cães e gatos precisam de uma transição cuidadosa para os alimentos sólidos. Segundo Robson Vivas, médico-veterinário e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets, “uma alimentação natural pode ser oferecida desde o primeiro dia da introdução alimentar do cão ou do gato, e a alimentação adequada é essencial para garantir um desenvolvimento saudável, fortalecer o sistema imunológico e prevenir problemas digestivos”, comenta.

 

Além disso, nessa fase, a transição do leite materno para a alimentação sólida deve ser feita de forma gradual e equilibrada, proporcionando os nutrientes necessários para o crescimento, fortalecimento dos ossos e desenvolvimento cognitivo dos pets. “Uma boa introdução alimentar também ajuda a evitar alergias e sensibilidades alimentares no futuro” complementa Vivas. 

 

Para ajudar nesse processo, o especialista recomenda cinco dicas essenciais, veja: 

 

1. Respeite a fase de desmame
O desmame deve ocorrer gradualmente entre quatro e oito semanas de vida. Antes desse período, os filhotes devem se alimentar exclusivamente do leite materno ou, em casos necessários, de fórmulas específicas indicadas pelo veterinário”, ressalta o doutor da Pet Delícia. 

 

2. Escolha uma alimentação adequada
Opte por alimentos desenvolvidos especialmente para filhotes, como Papinha de Frango para cães ou a Papinha para gatos da Pet Delícia que são balanceadas, nutritivas e úmidas, perfeitas para a digestão dos pequeninos. “A alimentação deve ser rica em nutrientes essenciais para o crescimento saudável, como proteínas, gorduras saudáveis e vitaminas”, comenta.

 

3. Introduza novos alimentos de forma gradual
A transição alimentar deve ser feita de maneira progressiva para evitar problemas digestivos. Comece misturando pequenas porções do novo alimento com o leite ou fórmula, aumentando a quantidade gradativamente ao longo de uma semana.”

4. Estabeleça uma rotina alimentar
O doutor Robson Vivas orienta que os filhotes precisam de refeições frequentes ao longo do dia. “Cães filhotes devem se alimentar de três a quatro vezes ao dia, enquanto gatinhos podem precisar de refeições mais frequentes. Manter um horário regular ajuda na adaptação e na digestão.” 

 

5. Consulte um veterinário
Cada pet tem necessidades individuais, e a consulta com um veterinário é essencial para garantir que a alimentação esteja adequada. Além disso, o profissional pode indicar suplementos ou ajustes conforme o desenvolvimento do filhote.

Cuidar da introdução alimentar do seu filhote com atenção e carinho é essencial para proporcionar uma vida longa e saudável. Seguindo essas dicas, você garante que seu companheiro cresça forte e feliz!


 

Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 

 

Por Alice Veloso - Publika.aí

Competição internacional de cães de raça e programação pet friendly marcam a 1ª Copa das Américas FECAM em Sorocaba

Theodor Pixoxó, Dachshund Standard 

Além da disputa entre campeões, evento com entrada gratuita oferece palestras, arte pet, creche canina e arrecadação solidária



Sorocaba(SP) será palco, pela primeira vez, da Copa das Américas FECAM, um dos mais prestigiados eventos de cinofilia das Américas. Organizado pela SOBRACI (Sociedade Brasileira de Cinofilia Independente), o evento acontecerá a partir das 10h, no dia 29 de março, no Monteiro Lobato, e contará com a participação de cães campeões de diversas raças, além de uma programação especial para os amantes dos animais.

A expectativa é que mais de 100 cães participem da competição, que será julgada por um júri renomado, composto por especialistas de diferentes países, como: Jaime Valencia – Presidente da Associação Canófila Peruana (Peru), Ramon Vazquez – Presidente da Associação Canófila Mexicana (México), Lito Moguilner – Presidente da Associação Canófila Argentina (Argentina), Osmir Bastos – Presidente da SOBRACI (Brasil).

Os cães serão divididos em seis grupos, incluindo cães de caça, cães de guarda e cães de companhia. Segundo Lucas Garrido, médico veterinário e diretor da SOBRACI, os animais serão avaliados conforme os padrões oficiais de suas raças. “A análise dos juízes segue critérios técnicos rigorosos, garantindo uma competição de alto nível e contribuindo para o aprimoramento da cinofilia”, explica Garrido.

Kin Moreira Magna Domus, Spitz Japonês



Campeões confirmados

Pela primeira vez na Copa das Américas FECAM, três raças japonesas confirmaram presença: Akita Inu, KOTARO SATORU TORA GO UZUMAKI, Best in Show em especializada da raça; Shiba Inu, SATORU OF LITZINGER, Jovem Campeão; e Spitz Japonês, KIN MOREIRA MAGNA DOMUS. 

Kotaro Satoru Tora Go Uzumaki, Akita Inu



Segundo Luciano Nicácio, do Canil Nicroon, os cães estarão presentes na competição, trazendo títulos nacionais e internacionais, incluindo um campeão mundial de 2022 e campeões uruguaios de 2024. “Os cães precisam atender aos padrões da raça, além de um preparo e condicionamento específicos para a exposição”, afirma Nicácio.

Quem também confirmou presença na competição foi Theodor Pixoxó, treinado por Abel Tumioto, da raça Dachshunds Standards de pelo curto e cor sólida, filhote com 6 meses, filhote de campeões, o pai dele, Arthur Toyy, foi Campeão do ranking Sobraci em 2019 (Top 1), Campeão da Copa Sobraci 25 anos, e também Campeão da Raça na Word Dog Show 2022 em São Paulo, com o título de Campeão da Exposição Centenária. Além da mãe, Biscuit, foi a melhor fêmea da raça do ano de 2018 na Sobraci.


Evento promete atrações para toda a família e  palestras sobre bem-estar animal

O evento contará com uma programação diversificada, oferecendo palestras especializadas e atrações para todos os membros da família. 

Entre os destaques, estarão as palestras ministradas por renomados profissionais da área veterinária:


“O que realmente é Bem-Estar Animal”, com o Dr. Lucas Garrido, Médico Veterinário;



“Do Nascimento ao Envelhecimento Saudável”, com o Dr. Michel Calegário, Médico Veterinário;


“Como Saber se o Cachorro Está Gordo ou Magro? Problemas Alimentares em Cães”, com a Dra. Sabrina Funari, Médica Veterinária e Zootecnista;

“A Importância da Educação e Treinamento desde a Fase Inicial da Vida dos Cães”, com Gladimir Oliveira, renomado treinador de cães com mais de 50 anos de experiência.

Além das palestras, os tutores e apaixonados por animais poderão aproveitar uma série de atrações, como a exposição de obras de artistas com arte pet personalizada, serviços de creche e hospedagem canina, suporte veterinário, planos de saúde para pets, e uma área gastronômica. Para as crianças, o evento também oferece uma programação especial com diversão garantida.


Solidariedade: doe um sachê de ração

Embora a entrada seja gratuita, a organização pede aos visitantes que levem um sachê de ração para doação. Os itens arrecadados serão destinados ao Abrigo Filhos do Coração 4 Patinhas, de Araçoiaba, que atualmente cuida de 32 cães, 50 gatos e mais de 20 gatos de rua em uma área verde.

Neide Dumas, responsável pelo abrigo, destaca a importância da iniciativa: “É essencial conscientizar as pessoas sobre o abandono e os maus-tratos. Essas doações serão de grande ajuda para os nossos animais.”

Serviço
📅 Data: 29 de março de 2025
🕙 Horário: A partir das 10h
📍 Local: Monteiro Lobato – Rua Antônio Aparecido Ferraz, 1111 – Parque Santa Isabel, Sorocaba – SP
🎟 Entrada gratuita

Traga sua família, seu pet e venha viver essa experiência incrível no universo da cinofilia!

 

Por Barbara Brisolla Barbara

Erliquiose em cães

Erliquiose: doença transmitida aos cães por carrapatos prejudica a saúde a longo prazo - Foto:Freepik

Erliquiose, doença transmitida aos cães por carrapatos, prejudica a saúde a longo prazo e exige atenção mesmo após o tratamento, alerta veterinária


A erliquiose, doença causada pela bactéria Ehrlichia e transmitida principalmente por carrapatos, pode trazer sérias consequências à saúde dos cães, especialmente quando não é diagnosticada e tratada de forma adequada e precoce. “Embora seja possível controlar os seus sintomas, a enfermidade pode ter efeitos duradouros, especialmente se o diagnóstico for tardio ou o tratamento não for realizado de forma completa”, explica a médica-veterinária Stefanie Poblete, coordenadora de produtos da Linha Pet da Syntec.


Quando não diagnosticada e tratada de forma eficaz, a doença pode evoluir para a forma crônica. Nesse estágio, a bactéria continua a se multiplicar no organismo do cão, comprometendo o sistema imunológico e afetando órgãos vitais, como rins e a medula óssea. "Além disso, a erliquiose pode causar graves problemas sanguíneos, como diminuição de plaquetas e glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia severa, dificuldades de coagulação e, em casos mais avançados, hemorragias", esclarece Stefanie.


Mesmo após o tratamento, o acompanhamento do animal por um médico-veterinário é muito importante, para garantir a recuperação completa e identificar possíveis sequelas. Stefanie Poblete ressalta que o processo pode ser gradual, exigindo atenção contínua. “Exames de sangue periódicos são indispensáveis para monitorar a função dos órgãos, além dos níveis de plaquetas e glóbulos vermelhos, possibilitando ajustes no tratamento, se necessário. Esse cuidado contínuo aumenta as chances de recuperação plena e melhoria da qualidade de vida do pet.”


Além disso, o controle rigoroso dos parasitas é essencial mesmo após o tratamento. A coordenadora da Syntec destaca que a prevenção contínua – por meio de coleiras antiparasitárias, tratamentos tópicos ou medicamentos orais – é a melhor forma de evitar reinfecções. A adoção dessas medidas, aliada ao acompanhamento veterinário, contribui para a recuperação plena do animal e reduz o risco de complicações futuras.


Para ajudar os tutores no tratamento de infecções em cães, a Syntec disponibiliza um antibiótico oral de sabor agradável e fácil administração. Seu princípio ativo, o hiclato de doxiciclina, combate uma variedade de bactérias e é indicado para o tratamento da erliquiose canina, além de outras infecções.  Consulte sempre o médico-veterinário para a indicação e o uso correto do medicamento.


Syntec – é uma empresa 100% brasileira com 20 anos de história, dedicada à produção de medicamentos e suplementos veterinários de alta qualidade. Seu portfólio diversificado inclui terapêuticos, especialidades, produtos de higiene e saúde, suplementos e vacinas para animais. Para mais informações, visite: www.syntec.com.br


Por Gabriela Carvalho - Texto Comunicação Corporativa

Dicas de primeiros socorros: cuidados essenciais para garantir a segurança dos pets

Créditos: Divulgação Royal Canin

 Orientações sobre como agir em situações de emergência e garantir atendimento veterinário imediato para gatos e cães



Imprevistos envolvendo a saúde e segurança dos pets podem ocorrer a qualquer momento, e saber como agir é crucial para garantir o bem-estar deles. Intoxicações, queimaduras e quedas são os exemplos mais comuns que exigem ação imediata dos tutores. Assegurar que o animal receba atendimento profissional o mais breve possível, evitando o agravamento da situação, é essencial.


 

Independentemente da seriedade do incidente, a avaliação de um Médico-Veterinário é o primeiro passo a ser tomado. Mesmo que o animal pareça estar bem após um incidente, apenas um especialista pode avaliar adequadamente possíveis complicações. Sintomas como vômito, diarreia, dificuldades respiratórias e alterações comportamentais, como mudanças no modo de andar e portar a cabeça, podem sinalizar problemas mais sérios. Qualquer alteração no estado do pet deve ser considerada um alerta.


 

“É fundamental que o tutor, ao notar qualquer comportamento diferente ou suspeitar de um acidente, busque orientação veterinária imediata. Muitas vezes, a gravidade dos sintomas pode ser subestimada, o que pode levar ao agravamento do quadro. Em casos de intoxicação ou lesões em órgãos internos, por exemplo, a demora no atendimento pode ser fatal”, explica Eduardo Zaneli, Médico-Veterinário e Coordenador de Negócios do Pilar Profissional da Royal Canin Brasil.


 

A ROYAL CANIN® ressalta a importância da guarda responsável e reuniu algumas orientações para ajudar os tutores a agirem até a chegada ao Médico-Veterinário. Confira abaixo:

 

O que fazer imediatamente


Ao notar um comportamento incomum ou suspeitar que algo está errado, a primeira atitude deve ser contatar um Médico-Veterinário de confiança. O profissional pode oferecer orientações sobre as medidas imediatas a serem tomadas até que o animal seja levado à clínica. Em situações críticas, como intoxicações ou acidentes graves, a comunicação rápida com o especialista é vital, e tentar tratamentos caseiros pode ser arriscado.


 

Kit de primeiros socorros


Ter um kit de primeiros socorros em casa é uma prática recomendável para os tutores. Este kit deve incluir itens básicos, como gaze, compressas e soro fisiológico, que podem ajudar a estabilizar o animal em casos de ferimentos leves. Entretanto, é importante ressaltar que essas medidas são temporárias, e o acompanhamento profissional é fundamental.


 

Transporte seguro


Outro ponto a ser considerado é o transporte seguro do pet até a clínica veterinária. Utilizar caixas de transporte é especialmente importante para gatos, que podem se assustar durante a viagem. Para cães, garantir que estejam seguros dentro do veículo é essencial, evitando deixá-los soltos para prevenir acidentes, como quedas ou pulos inesperados. Manter o animal protegido durante o transporte ajuda a evitar complicações, como a intensificação de lesões.


 

Prevenção como prioridade


Prevenir acidentes é sempre a melhor estratégia, especialmente em ambientes domésticos. Muitos incidentes com pets ocorrem devido à ingestão de alimentos inadequados, produtos de limpeza ou objetos, conhecidos como corpos estranhos. É importante manter itens como linhas, fios, elásticos de cabelo e brinquedos que possam se partir fora do alcance dos animais e estar atento a sinais de intoxicação. Em caso de suspeita ou confirmação de ingestão, busque imediatamente orientação veterinária. A supervisão do ambiente também é indispensável para evitar ferimentos que podem ser causados por fios elétricos ou plantas tóxicas, especialmente no caso de filhotes, que são naturalmente mais curiosos. No caso dos felinos, a instalação de telas de proteção em todas as janelas deve ser uma prioridade antes de recebê-los em casa.


 

Erros comuns


Na tentativa de ajudar, tutores frequentemente recorrem a medicamentos humanos, o que pode ser extremamente prejudicial. Anti-inflamatórios e analgésicos, por exemplo, podem ser tóxicos para os pets, resultando em sérios danos à saúde. Além disso, não se deve subestimar os sinais de melhora momentânea; mesmo que o animal aparente estar recuperado, uma avaliação médica é primordial para descartar complicações internas, como hemorragias ou fraturas.


 

Ao agir com responsabilidade e buscar o auxílio profissional rapidamente, os tutores podem evitar que pequenos acidentes se transformem em problemas mais graves. Cuidar dos pets de maneira responsável é o melhor caminho para garantir sua saúde e bem-estar.




 

A ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, parte do Grupo Mars Inc., foi fundada pelo Médico-Veterinário Dr. Jean Cathary, em 1968. Ao longo dos anos, ultrapassou os limites da nutrição e do conhecimento, sempre pautada em ciência e observação, para o desenvolvimento de alimentos que atendam as necessidades individuais de cada pet, conforme sua idade, raça, porte, estilo de vida ou sensibilidade específica. Operando em 120 mercados, conta com mais de 8.000 associados ao redor do mundo, dentre eles 500 Médicos-Veterinários e Nutricionistas. Administra 16 fábricas e 2 pet centers, incluindo 1 centro de inovação e 7 laboratórios da rede Mars. No Brasil desde 1990, sua fábrica está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, e disponibiliza mais de 250 diferentes alimentos disponíveis em canais especializados.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site.




Por Mayara Aiach - InPress Porter Novelli