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UNI7 promove I Semana do Médico Veterinário com palestras e minicursos

Imagem: Istock

Evento reúne especialistas, alunos e profissionais para discutir avanços e práticas


De 09 a 13 de setembro, sempre a partir das 18h, o UNI7 – Centro Universitário 7 de Setembro realiza a I Semana do Médico Veterinário. A programação é destinada a estudantes, professores e profissionais da área. O objetivo é promover a integração acadêmica, atualização científica e valorização da Medicina Veterinária no cenário regional.



Ao longo dos cinco dias de atividades, o público tem acesso a palestras temáticas e minicursos práticos. O encontro é conduzido por especialistas de referência em diferentes áreas, como grandes animais, pequenos animais, silvestres e análises clínicas. O evento também fomenta o networking, aproximando os participantes das inovações do mercado e fortalecendo a troca de experiências.



A programação inclui temas como manejo de animais silvestres, afecções em aves pet, reabilitação em displasia coxofemoral, ultrassonografia em pequenos animais e equinos. Além de cesariana em bovinos, manejo reprodutivo em vacas de leite, cirurgia torácica em animais de pequeno porte, cólica em equinos, entre outros. No encerramento, no sábado, são ofertados minicursos de emergência em equinos, análises biológicas em aves e técnicas de sutura.



“Nossa instituição tem o compromisso de estimular a formação completa dos estudantes, aproximando-os da prática profissional e das principais inovações do setor. Este evento é um espaço de aprendizado, troca de experiências e fortalecimento da comunidade acadêmica. Tenho certeza de que representa um marco importante para a Medicina Veterinária em nossa região", afirma Vânia Lopes, Reitora da UNI7.



Para participar, é necessário se inscrever por meio do Instagram oficial da unidade (@uni7oficial). O evento acontece nas dependências da UNI7, localizada na Av. Almirante Maximiniano da Fonseca, 1395 - Eng. Luciano Cavalcante.




Por Assessoria de imprensa - UNI7



 

Zoonose silenciosa: saiba como proteger seu pet e sua família da Leishmaniose

Fonte: Pexels

Médica veterinária orienta sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da zoonose transmitida pelo “mosquito-palha” 


A leishmaniose visceral (LV) é uma zoonose relevante e mais frequente na América do Sul, incluindo o Brasil, afetando cães, humanos e, em menor escala, outros animais. Causada pelo protozoário Leishmania infantum, a infecção ocorre exclusivamente pela picada das fêmeas infectadas de flebotomíneos — os conhecidos “mosquitos-palha”. Embora o cão seja o principal reservatório do parasita, ele não transmite a doença diretamente ao ser humano; a infecção depende sempre da picada do inseto.



 

Os sinais clínicos nos cães podem variar bastante, desde alterações discretas até quadros mais graves. A professora Lara Vilela Soares, do curso de Medicina Veterinária da Una Itumbiara, explica que é comum observar emagrecimento, apatia, febre, vômito, diarreia, alterações de apetite e lesões na pele ou nos olhos. No entanto, segundo Soares, o mais importante é lembrar que nem todo cão infectado aparenta estar doente. “Costumamos dizer que leishmaniose não tem cara, pois muitos permanecem assintomáticos por longos períodos”, alerta, reforçando a necessidade de atenção redobrada de tutores e profissionais veterinários.


Fonte: Pexels


 

A prevenção é a principal aliada no combate à leishmaniose. De acordo com Soares, o uso de inseticidas tópicos com ação repelente, como coleiras impregnadas com deltametrina ou flumetrina e pipetas específicas, é recomendado. Além disso, práticas ambientais são indispensáveis: instalar telas em janelas, manter o quintal limpo, evitar passeios no entardecer e à noite — horários de maior atividade do mosquito — e eliminar criadouros potenciais, como folhas acumuladas e matéria orgânica. “Essas ações são fundamentais não apenas para proteger o animal, mas também para reduzir a incidência da doença em humanos”, destaca.


 

A vacina, que por muitos anos foi uma importante ferramenta de prevenção, está suspensa no Brasil desde 2023, por decisão do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em razão de problemas de qualidade identificados em alguns lotes.


 

O diagnóstico deve ser realizado por meio de testes sorológicos, como ELISA e RIFI, complementados por exames parasitológicos e moleculares, que identificam a presença do parasita e avaliam a carga infecciosa. O tratamento de primeira escolha envolve a administração de Miltefosina, que pode ser utilizada isoladamente ou associada a outras drogas. Soares enfatiza que o diagnóstico e o acompanhamento devem ser rigorosos: “A avaliação clínica dos animais deve ir além do exame físico, uma vez que muitos animais não apresentam sinais clínicos aparentes, mas alterações laboratoriais”.


 

Sobre a eutanásia de cães positivos para leishmaniose, Soares esclarece que a prática não é mais obrigatória por lei. “O Ministério da Saúde recomenda a medida em alguns casos, mas hoje os tutores podem optar pelo tratamento, desde que façam uso de medicamentos autorizados e adotem medidas rigorosas de controle do vetor”. Ela acrescenta que o Conselho Federal de Medicina Veterinária apoia essa escolha, desde que realizada com ética e acompanhamento profissional adequado.


 

Consultas veterinárias regulares e exames de rotina são indispensáveis para garantir a saúde dos pets. “Prevenção é fundamental. A leishmaniose é uma doença grave, mas, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível garantir qualidade de vida ao animal e segurança para toda a família”, reforça Soares. Ela ainda lembra que, mesmo após o tratamento, o animal pode permanecer como fonte de infecção para o vetor, o que torna imprescindível a manutenção contínua das medidas de proteção.


 

Sobre a Una: Com o propósito de transformar o Brasil pela educação, a Ânima é o maior e o mais inovador ecossistema de ensino de qualidade para o país, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é composta por cerca de 381 mil estudantes, distribuídos em 18 instituições de ensino superior, e em mais de 500 polos educacionais por todo o Brasil. Integradas também ao Ecossistema Ânima estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI (Escola Brasileira de Direito), Le Cordon Bleu (SP), SingularityU Brazil, Inspirali, Community Creators Academy, e Learning Village, primeiro hub de inovação e educação da América Latina, além do Instituto Ânima.   

Em 2023, a Forbes, uma das revistas de negócios e economia mais respeitadas no mundo, elencou a Ânima entre as 10 maiores companhias inovadoras do país e, em 2022, o ecossistema de ensino, também foi destaque do Prêmio Valor Inovação - parceria do jornal Valor Econômico e a Strategy&, consultoria estratégica da PwC – figurando no ranking de empresas mais inovadoras do Brasil no setor de educação. Desde 2013, a companhia está na Bolsa de Valores, no segmento de Novo Mercado, considerado o de mais elevado grau de governança corporativa. 


Por Amanda Franciele Silva - Rede Comunicação

6 dicas para escolher um cachorro que se adapte bem em apartamento

Divulgação: Freepik

Entenda os fatores essenciais para garantir que seu cão viva feliz e saudável em espaços reduzidos



Escolher um cachorro para viver em apartamento requer uma análise cuidadosa, levando em consideração não apenas a estética, como o tamanho, mas também o temperamento, energia e necessidades específicas da raça, garantindo que tanto o animal quanto os moradores estejam felizes e confortáveis. Segundo dados do IBGE, aproximadamente 46% dos lares brasileiros possuem um cão, sendo muitos deles dentro de apartamentos.


 

Porém, nem todos se adaptam bem a ambientes pequenos e, por isso, a escolha certa pode fazer toda a diferença na convivência e na qualidade de vida. Além dos aspectos comportamentais e físicos do pet, é fundamental considerar as regras e regulamentos do condomínio onde se mora. Alguns prédios têm restrições em relação ao tamanho, à quantidade de animais permitidos por apartamento, ou até mesmo exigências sobre o comportamento dos pets nas áreas comuns.


 

“Estar ciente desses pontos e escolher um animal que se encaixe nesses critérios é essencial para evitar problemas futuros e garantir uma convivência tranquila tanto para os moradores quanto para os vizinhos”, destaca Felipe Muniz, professor de Medicina Veterinária no Centro Universitário Newton Paiva. Pensando nisso, o especialista separou algumas dicas que podem ajudar a escolher o companheiro perfeito para apartamento:

 

 

Tamanho: Esse é um dos primeiros aspectos a considerar. Cães de grande porte, como o Labrador ou o Golden Retriever, podem não ser os mais adequados para espaços reduzidos, a menos que recebam bastante exercício físico e estímulo mental. Raças menores, como o Shih Tzu ou Maltês, geralmente se adaptam melhor a ambientes menores devido à sua necessidade reduzida de espaço.


 

Energia: Raças com alta energia, como o Terrier, necessitam de muita atividade física para evitar comportamentos destrutivos. Para apartamentos, é indicado optar por raças com um nível de energia mais moderado, que fiquem satisfeitas com caminhadas diárias e algumas brincadeiras dentro de casa, como o Bulldog Francês.


 

Temperamento: Cachorros mais calmos e que lidam bem com a solidão tendem a se adaptar melhor a ambientes menores e a rotinas onde passam mais tempo sozinhos. Raças como o Maltês, Shih Tzu, Yorkshire e Chihuahua são conhecidas por seu comportamento tranquilo e afetuoso, o que as torna ótimas companhias para a vida em apartamento.


 

Latido: A quantidade de barulho que um cão faz é especialmente importante em ambientes onde os vizinhos estão próximos. Raças conhecidas por serem mais silenciosas, como o Bulldog e o Maltês, são opções para evitar problemas com barulho excessivo. “É importante ressaltar que o latido faz parte do comportamento natural dos cães, sendo um meio de comunicação. Assim, independentemente da raça, o latido ocorrerá em algum momento”, pontua o especialista.


 

Sociabilidade: Se o cachorro precisar conviver com outros animais ou com pessoas que visitam frequentemente o apartamento, a sociabilidade da raça deve ser levada em consideração. Algumas raças, como o Beagle, são conhecidas por serem sociáveis e gostarem de interagir com outros animais e pessoas, o que pode ser uma vantagem em ambientes compartilhados.


 

Treinamento: A capacidade do cão de ser treinado também é um fator a considerar. Em um ambiente limitado, a obediência é fundamental para evitar problemas. Raças como o Border Collie e o Labrador são altamente treináveis, mas exigem bastante estimulação, são grandes e enérgicos para o convívio em apartamento. Já o Shih Tzu, apesar de menos treinável, pode se adaptar bem a regras básicas em um condomínio.


 

Escolher um companheiro para viver em um apartamento é uma decisão importante que influencia tanto a qualidade de vida do animal quanto a do dono. Por isso, a decisão deve ser tomada com cuidado, levando em conta todas essas dicas para garantir a harmonia no lar. Cada animal tem suas particularidades, e entender as necessidades específicas do pet é o primeiro passo para uma escolha acertada. “E se você não tem a disponibilidade, trabalha o dia inteiro fora e chega em casa cansado, talvez não seja o melhor momento para se ter um cão, podendo, de repente, buscar outro pet que não seja tão dependente”, finaliza o especialista.

 


 

Com uma tradição de ter sido criado há mais de 50 anos, o Centro Universitário Newton Paiva possui dois modernos complexos educacionais, com amplo nível tecnológico, em Belo Horizonte, MG. A instituição conta com corpo docente formado por mestres e doutores e está entre as principais instituições de ensino superior de Minas Gerais.  São cerca de 50 cursos de graduação, e mais de 90 cursos de pós-graduação, divididos nas modalidades presencial e à distância. Consagrado pela alta qualidade acadêmica e excelente infraestrutura, com avançados laboratórios, núcleos de prática em diversas áreas do conhecimento e centros de inovação e, ainda, o primeiro campus inteligente do estado, o Smart Campus. E está alinhado com as questões ambientais, pois apoia e promove os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

 


Por Lívia Campos - DezoitoCom PR

Ronronar: 5 curiosidades sobre o som característico emitido pelos gatos

Cordas vocais dos felinos emitem som que podem caracterizar bem-estar, conexão com o tutor ou estado de alerta, explica veterinário do CEUB



Semelhante a um motor, o ato de ronronar dos gatos é um dos comportamentos mais enigmáticos dos felinos. Apesar de ser um som comum para quem convive com gatos, o comportamento multifacetado vai além de um simples sinal: o que gera curiosidades sobre seus motivos e funções. Bruno Alvarenga, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica os mitos e verdades que circundam este ato praticado pela maioria dos gatos domésticos.
 

Alvarenga explica que o fenômeno é um som característico dos gatos, que ocorre em uma frequência de 25 a 30 Hz. Pesquisadores de diferentes países, como Austrália, Suíça e República Tcheca, estudaram as cordas vocais dos gatos domésticos e descobriram estruturas semelhantes a “almofadinhas” que adicionam uma camada extra de tecido nas cordas vocais. “Isso permite que elas vibrem em baixas frequências, produzindo o som clássico do ronronar”.
 

Confira 5 curiosidades sobre o ato de ronronar
 

1. Frequentemente associado ao bem-estar e à felicidade dos gatos, contribui para o bom funcionamento de seu sistema imunológico. Ouvir um gato ronronar gera uma sensação de sucesso ao perceber que o animal está feliz e saudável. "O gato que ronrona expressa contentamento, reforçando a relação benéfica que existe entre ele e seu tutor. Essa troca de carinho e companhia é mutuamente vantajosa, promovendo bem-estar tanto físico quanto mental para ambas as partes", destaca.
 

2. Não se preocupe se o seu gato não ronrona! Nem sempre é motivo de alarme, adianta o médico veterinário do CEUB: "Muitos gatos não ronronam simplesmente porque não aprenderam a fazê-lo. O importante é garantir que o ambiente do animal seja saudável e seguro, promovendo uma relação feliz e equilibrada entre o gato e seu tutor."
 

3. O ronronar também pode ocorrer em situações de dor ou desconforto, como uma forma do felino se acalmar. O ato pode acompanhar vocalizações de pedido, como quando o gato solicita comida ou atenção. "Os gatos são mestres em condicionar seus tutores. Muitos combinam o ronronar com miados para conseguir o que desejam, seja um petisco ou água fresca da torneira", comenta o professor.
 

4. O comportamento de ronronar é, em grande parte, aprendido pela convivência com a mãe nos primeiros dias de vida. Segundo o docente do CEUB, as gatas ronronam para se comunicar silenciosamente com seus filhotes, evitando chamar a atenção de predadores. “Filhotes que não tiveram contato com a mãe ou que pertencem a linhagens menos domesticadas podem não aprender a ronronar, ou o fazem de maneira menos evidente.”


5. Esse comportamento multifacetado que vai além de um simples sinal vindo dos gatos. Alterações como mudanças na alimentação, na eliminação de fezes ou urina, ou no nível de atividade podem indicar problemas de saúde que devem ser avaliados por um veterinário. “Embora ainda existam questionamentos sobre o ronronar, o que sabemos é que ele desempenha um papel importante na vida dos gatos e na conexão que compartilham com seus tutores”, finaliza Bruno.



Por Loane Bernardo - Máquina CW 


O que 2022 significou para a veterinária? E o futuro?

 

Os avanços obtidos para o segmento no último ano abrem as portas para um futuro muito promissor


O ano de 2022 marcou uma série de evoluções no ramo da medicina veterinária. O crescimento do uso de soluções tecnológicas para o atendimento à distância e em domicílio aliada a regulamentação da teleorientação são sinais de que o este ano pode ser ainda mais positivo. Isso porque essas mudanças trazem soluções inovadoras e proveitosas para o segmento como um todo -- médicos veterinários, tutores e pets são os grandes beneficiados dos recentes avanços.


 

Antes de traçar cenários, prever possíveis oportunidades e projetar os principais desafios para o setor em 2023, é preciso fazer um balanço das principais movimentações na medicina veterinária no ano que se passou. E o fato é que muitas das novidades de 2022 devem se firmar como tendências reais rapidamente. É a observação desse cenário que gera tantas expectativas boas pelo que ainda está por vir!


 

Teleorientação regulamentada é um marco de modernidade


A publicação da resolução que regulamenta a teleorientação definitivamente foi um dos destaques de 2022. A telemedicina veterinária - em suas diferentes modalidades - se trata de um avanço que permite mais conforto e segurança para todas as partes envolvidas em um atendimento veterinário. Acredito que a regulamentação desse tipo de contato entre profissionais, tutores e animais domésticos deve democratizar o acesso ao atendimento especializado nos próximos anos, sendo uma vitória importante para o segmento.


 

Aplicativos estreitam a distância entre tutores e médicos veterinários


Em 2022, a popularização de soluções tecnológicas inovadoras também marcou um avanço para a veterinária. O papel da tecnologia em diminuir as barreiras para a entrega de serviços veterinários ficou mais evidente com a regulamentação da telemedicina. Além disso, como um efeito da pandemia, mais tutores aderiram ao atendimento em domicílio, gerando mais oportunidades de crescimento profissional para médicos veterinários em atividade.


 

Agora, é possível agendar consultas em domicílio ou online com imensa facilidade, e os tutores não precisam se preocupar com problemas como o trânsito, pets estressados com o transporte ou tempo perdido esperando o atendimento em consultórios. Os aplicativos voltados ao segmento pet oferecem mais facilidade no agendamento das consultas e no cuidado geral com o bem-estar animal. Considerando todos os benefícios dessas soluções, é bem provável que mais pessoas se interessem por essas modalidades, e mais pets recebam o cuidado necessário sendo poupados de estresse.


 

Por fim, é importante ressaltar que o papel da tecnologia na medicina veterinária deve crescer exponencialmente nos próximos anos. O período que se encerrou trouxe tendências e oportunidades que devem se firmar entre a sociedade no futuro. Não será uma grande surpresa se o atendimento em domicílio e a telemedicina intermediada por aplicativos seja um serviço mais procurado por brasileiros e brasileiras. O fato é que todos os amantes da medicina veterinária, dos animais domésticos e do mercado pet em geral têm muitas razões para estarem otimistas em 2023!


 

Lucas Guedes, CEO e fundador da Vets

*Lucas Guedes é CEO e fundador da Vets. Com mais de 20 anos de experiência no meio corporativo, o executivo consolidou sua carreira em segmentos como o Marketing, Comunicação, Projetos, Digital e Comercial.


*Fotos enviadas: IDEIACOMM



Por Lucas Guedes




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Aluna da UniSul leva cachorro para formatura

 

(Imagem: Isabela Imulia Yamamoto e seu cachorro na formatura da UniSul - Campus Tubarão)

Vídeo que registra o momento viralizou e registra mais de 8 milhões de visualizações nas redes sociais


Presente há 8 anos na vida da estudante Isabela Imulia Yamamoto, o cãozinho Nikko não poderia faltar na formatura da estudante do curso de Medicina Veterinária na UniSul - Campus Tubarão, integrante do Ecossistema Ânima. O cão, da raça border collie, compareceu ao evento com um visual digno de festa e fez sucesso nas redes sociais da recém-formada. Em menos de uma semana, o vídeo que registra o momento já alcançou mais de 8 milhões de visualizações nas redes sociais.

 

Isabela, natural de Minas Gerais, mora atualmente em Tubarão (SC) e conta que a decisão de cursar Medicina Veterinária foi baseada em sua relação com Nikko, que é seu cachorro mais velho e a acompanha desde quando a estudante ainda morava em sua terra natal. Por trabalhar com adestramento, Isabela tinha certeza de que seu cachorro se comportaria durante o evento, já que ele é treinado desde o início da vida. Ao apresentar a ideia para a UniSul, que avaliou o bom comportamento de Nikko, a instituição aceitou a presença do pet durante a cerimônia.

 

“Nikko esteve comigo em todos os momentos, é meu fiel companheiro. A presença dele na minha formatura foi mais do que especial, já que ele foi o principal motivo para eu me tornar médica veterinária”, destaca Isabela. “Um pouco antes do evento, levei Nikko ao espaço e o ambientei com as técnicas de adestramento. Como ele estava tranquilo, meu melhor amigo passou a cerimônia toda ao meu lado, desde a subida ao palco, até a entrega do canudo”, finaliza.



*Com 57 anos de história, a UniSul, integrante do Ecossistema Ânima Educação desde 2021, conta com campi localizados em: Araranguá, Balneário Camboriú, Braço do Norte, Criciúma, Florianópolis - Centro, Florianópolis - Continente, Florianópolis - Ilha, Içara, Itajaí, Pedra Branca e Tubarão. A instituição tem seus cursos consagrados entre os melhores do Sul do Brasil, e também uma das marcas empresariais mais lembradas da região, obteve conceito máximo (5) na avaliação do Ministério da Educação (MEC). A universidade é a mais premiada pela ADVB catarinense - Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. Tem em seu portfólio 70 cursos de graduação, 60 de nível especialização, além de cinco cursos de Mestrado, nas seguintes áreas: Administração, Educação, Ciências Ambientais, Ciências da Saúde e Ciências da Linguagem, e quatro programas de Doutorado organizados pelas áreas de Administração, Educação, Ciências da Saúde e Ciências da Linguagem. A instituição possui a tradição de universidade empreendedora e participativa no próprio desenvolvimento de Santa Catarina -- foi a primeira universidade de ensino superior a participar do planejamento pioneiro do estado em 1973.



Por Mylena Zintl




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