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Como tornar a ida ao veterinário menos estressante para gatos

Fonte: Veros Hospital Veterinário

Mudanças simples em casa, no transporte e no ambiente de atendimento podem tornar a experiência mais tranquila para os felinos e facilitar a avaliação clínica



Gatos têm temperamento diferente dos cachorros, e essa individualidade deve ser levada em consideração tanto por sua família humana quanto pelos veterinários durante as consultas de rotina. É preciso ficar atento aos sinais de estresse e tomar providências para minimizar o desconforto.
 

Para muitos felinos, o mal-estar começa antes da chegada à clínica ou hospital, com o ingresso na caixa de transporte e o deslocamento de carro. Ao entrar no ambiente médico, o desafio continua, com o contato com cheiros e sons desconhecidos e outros animais. "Ao contrário dos cães, que costumam demonstrar emoções de forma mais evidente, os gatos tendem a reagir de maneira mais discreta diante de situações de medo e ansiedade. Alguns ficam completamente imóveis, outros tentam fugir ou se esconder. Eles também podem reagir à manipulação ou miar bastante", explica Dra. Camila Ferreiro, médica veterinária especialista em felinos do Veros Hospital Veterinário.


O que o tutor pode fazer antes da consulta
 

Segundo Dra. Camila, a preparação em casa pode reduzir significativamente o impacto da visita ao veterinário. "A caixa de transporte deve ficar acessível ao gato alguns dias antes da consulta com uma manta ou objeto familiar dentro dela. Durante o trajeto, cobri-la parcialmente ajuda a diminuir os estímulos visuais. O pet pode permanecer nela até o momento do atendimento e é importante evitar retirá-lo de maneira abrupta. Além disso, podem ser utilizados feromônios específicos, desde que haja autorização prévia do veterinário".
 

O comportamento dos gatos é fortemente influenciado pelo ambiente. Sons intensos, odores de outros animais, movimentação constante e o contato com cães podem aumentar o estado de alerta dos felinos, tornando toda a jornada da consulta ainda mais difícil e estressante. Clínicas adaptadas para suas necessidades diminuem o nível de tensão e permitem que a consulta seja conduzida de maneira mais tranquila. "Na medicina felina, o ambiente faz parte do atendimento. Quando o gato é recebido em um espaço pensado para ele, conseguimos realizar a consulta de forma mais tranquila e segura. Isso melhora a experiência do animal e também facilita a avaliação clínica", destaca Dra. Camila.
 

Ambiente preparado para felinos ajuda a reduzir o estresse
 

O Hospital Veros Veterinário desenvolveu uma estrutura voltada exclusivamente aos gatos. Eles aguardam em salas de espera separadas dos cães e são atendidos em consultórios reservados para medicina felina, por profissionais experientes que conhecem o comportamento da espécie, membros ativos da Academia Brasileira de Clínicos de Felinos (ABEFel) e da American Association of Feline Practitioners (AAPP). "Adotamos a proposta Cat Friendly Practice, com uma equipe especializada e protocolos definidos para reduzir o estresse durante consultas, exames, cirurgias e internações. Nossos ambientes são acolhedores, com iluminação adequada à sua visão sensível e enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais, como descansar em locais elevados", ressalta Dra. Camila.



Por Anna Carolina A. Macedo - Target Estratégia em Comunicação

O mundo é dos gatos e eles sabem: qual a razão do aumento da população felina no Brasil?

Foto: Divulgação 


“Gateiros”, o segundo episódio do videocast Biolab Cast Conectados, aborda a personalidade dos gatos e o aumento da população de felinos nos lares brasileiros, que deve chegar a 40 milhões até 2030. A personalidade mais individualista dos bichanos tem destaque no episódio. Muitas vezes, ela é confundida como falta de afeto desses bichos pelos humanos, mas se engana quem acha que o gato não sente carinho pelo tutor. O programa explora os traços da personalidade dos gatos, formas de cuidado e a relação desses bichos com os seres humanos como animais domésticos. 

O episódio tem a presença da dra. Mariane Silva, médica-veterinária pela Universidade de São Paulo (USP), especializada em medicina felina, mestre em Ciências pela USP, professora de Clínica Médica na Universidade São Judas e coordenadora do Instituto Núcleo de Medicina Felina Ranvier. A apresentação do Biolab Cast Conectados é conduzida pelo dr. Luiz Dieckmann, médico-psiquiatra, e pela co-host dra. Paula Dieckmann, especialista em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM).

Por ocuparem pouco espaço e demandarem menos atenção que os cães, os gatos ganham popularidade nos lares. A dra. Paula Dieckmann traz dados sobre o aumento da população de gatos, que cresce o dobro em relação aos cachorros. 

Mariane Silva explica que parte desse crescimento se deve à verticalização dos grandes centros, o que acaba limitando o espaço. Também pesa a rotina, “pois as pessoas estão trabalhando mais e passando mais tempo fora de casa. O cão demanda mais atenção, como sair para passear pela manhã e à noite, e as pessoas têm menos disponibilidade para isso. De maneira geral, os gatos são mais individualistas. Para eles, passar o dia inteiro sozinho é maravilhoso", destaca a especialista.


O videocast Biolab Cast Conectados é iniciativa da Biolab e Avert Saúde Animal. Para assistir o episódio “Gateiros”, acesse https://lnkd.in/eeBGQqNt.



Por Anna Miranda - Texto Assessoria

 

Ronronar: 5 curiosidades sobre o som característico emitido pelos gatos

Cordas vocais dos felinos emitem som que podem caracterizar bem-estar, conexão com o tutor ou estado de alerta, explica veterinário do CEUB



Semelhante a um motor, o ato de ronronar dos gatos é um dos comportamentos mais enigmáticos dos felinos. Apesar de ser um som comum para quem convive com gatos, o comportamento multifacetado vai além de um simples sinal: o que gera curiosidades sobre seus motivos e funções. Bruno Alvarenga, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica os mitos e verdades que circundam este ato praticado pela maioria dos gatos domésticos.
 

Alvarenga explica que o fenômeno é um som característico dos gatos, que ocorre em uma frequência de 25 a 30 Hz. Pesquisadores de diferentes países, como Austrália, Suíça e República Tcheca, estudaram as cordas vocais dos gatos domésticos e descobriram estruturas semelhantes a “almofadinhas” que adicionam uma camada extra de tecido nas cordas vocais. “Isso permite que elas vibrem em baixas frequências, produzindo o som clássico do ronronar”.
 

Confira 5 curiosidades sobre o ato de ronronar
 

1. Frequentemente associado ao bem-estar e à felicidade dos gatos, contribui para o bom funcionamento de seu sistema imunológico. Ouvir um gato ronronar gera uma sensação de sucesso ao perceber que o animal está feliz e saudável. "O gato que ronrona expressa contentamento, reforçando a relação benéfica que existe entre ele e seu tutor. Essa troca de carinho e companhia é mutuamente vantajosa, promovendo bem-estar tanto físico quanto mental para ambas as partes", destaca.
 

2. Não se preocupe se o seu gato não ronrona! Nem sempre é motivo de alarme, adianta o médico veterinário do CEUB: "Muitos gatos não ronronam simplesmente porque não aprenderam a fazê-lo. O importante é garantir que o ambiente do animal seja saudável e seguro, promovendo uma relação feliz e equilibrada entre o gato e seu tutor."
 

3. O ronronar também pode ocorrer em situações de dor ou desconforto, como uma forma do felino se acalmar. O ato pode acompanhar vocalizações de pedido, como quando o gato solicita comida ou atenção. "Os gatos são mestres em condicionar seus tutores. Muitos combinam o ronronar com miados para conseguir o que desejam, seja um petisco ou água fresca da torneira", comenta o professor.
 

4. O comportamento de ronronar é, em grande parte, aprendido pela convivência com a mãe nos primeiros dias de vida. Segundo o docente do CEUB, as gatas ronronam para se comunicar silenciosamente com seus filhotes, evitando chamar a atenção de predadores. “Filhotes que não tiveram contato com a mãe ou que pertencem a linhagens menos domesticadas podem não aprender a ronronar, ou o fazem de maneira menos evidente.”


5. Esse comportamento multifacetado que vai além de um simples sinal vindo dos gatos. Alterações como mudanças na alimentação, na eliminação de fezes ou urina, ou no nível de atividade podem indicar problemas de saúde que devem ser avaliados por um veterinário. “Embora ainda existam questionamentos sobre o ronronar, o que sabemos é que ele desempenha um papel importante na vida dos gatos e na conexão que compartilham com seus tutores”, finaliza Bruno.



Por Loane Bernardo - Máquina CW 


Abril Laranja: conscientizar e prevenir a crueldade animal inclui promover bem-estar e segurança para os bichos

dra. Vanessa Zimbres

 Especialista em gatos dá dicas para mantê-los saudáveis e felizes; ela destaca que posse e adoção devem acontecer com responsabilidade



Abril Laranja é o mês de reflexão e ação em prol da vida animal, campanha instituída com o objetivo de promover a conscientização e a prevenção contra a crueldade com os bichos. No Brasil, a legislação é clara quanto à esta proteção: maltratar animais é considerado crime, conforme o artigo 32 da Lei nº 9.605 e prevê multa, proibição da guarda de pet e pode até levar à prisão, com pena de reclusão de 2 a 5 anos em casos extremos.


Para Vanessa Zimbres, médica veterinária especializada em gatos e diretora da Clínica Gato É Gente Boa, infelizmente, gatos acabam sendo vítimas frequentes de maus tratos. “Os felinos são frequentemente vítimas de maus tratos devido a mitos e preconceitos enraizados na nossa cultura, por isso é fundamental desmistificar essas ideias e promover o respeito e cuidado com eles e todos os outros animais".


A data também serve como um lembrete da necessidade de promover a posse e adoção responsável, já que oferecer cuidados adequados aos pets deve ser uma preocupação constante. A especialista conta que atitudes simples podem fazer a diferença no bem-estar dos animais. “No caso dos gatos, ambientes seguros e estimulantes são essenciais. Eles necessitam de áreas elevadas para observar seu território, além de recursos como caixas de areia, vasilhas de água e ração, arranhadores e brinquedos.


Vanessa ainda explica que é preciso respeitar o senso olfativo, a interação com o tutor e outras pessoas que estiverem na casa, respeitando as particularidades individuais do animal. “Eles precisam expressar o comportamento natural, ou seja, de um animal caçador, com brincadeiras que imitam a caça”.


A veterinária também ressalta que é fundamental proteger a casa, com telas em janelas, muros e portões, para evitar fugas e garantir a segurança dos gatos. “Deixá-los sair de casa pode colocá-los em risco de contrair doenças infecciosas, se envolverem em acidentes, maus-tratos e até mesmo brigas com outros bichinhos", destaca.


Quanto às doenças, é importante manter uma rotina de prevenção para manter os gatinhos saudáveis e felizes. “Os gatos são mestres em esconder doenças e dor, portanto a ideia de que são animais mais resistentes e de baixa manutenção é um mito. Quando eles demonstrarem algum sintoma, pode ser tarde. Além da recuperação ser mais difícil, em muitos casos, os problemas podem não ser mais curáveis e o tratamento se estender como um paliativo para o resto da vida do paciente. Investigar e prevenir doenças permite o tratamento logo no início quando as chances de cura são mais concretas”, conclui a médica veterinária.



Por Bárbara Brisolla - JF Gestão de Conteúdo


Gatos: os passeios diários também são para eles? Comportamentalista explica

Wagner Brandão, comportamentalista animal, explica porque dar uma voltinha com o seu bichano pode ser muito bom para ele


Quem tem um gato certamente já se perguntou se ele precisa passear diariamente como os cachorros, não é mesmo? Mas será que sim? Wagner Brandão, comportamentalista animal, explica que os gatos são naturalmente mais independentes que os cachorros e muitos deles preferem explorar e se exercitar dentro de casa ou em ambientes externos seguros, como um jardim cercado.

 

Passear com um gato pode oferecer novos estímulos sensoriais, como cheiros e sons. Por outro lado, como cada animal se difere do outro, existem casos específicos em que o próprio gatinho gosta de dar uma volta por aí, ele sai de casa, sempre na coleira e acompanhado do seu tutor, com tranquilidade e acaba até se divertindo. Porém, para outros bichanos, a situação pode ser muito estressante e, se isso acontecer, o melhor é não tentar passear com ele novamente.” comenta Wagner.

 

Conforme explicado pelo especialista, em alguns casos os gatos necessitam de passeios diários. Veja alguns deles:

  • Gatos que vivem em apartamentos: se um gato vive em um apartamento sem acesso a um jardim seguro ou espaço externo, passeios controlados podem ajudar a satisfazer seu desejo de explorar e fornecer estímulos mentais e físicos adicionais.

  • Gatos com excesso de energia: alguns gatos têm níveis de energia muito altos e podem se beneficiar de passeios para liberar essa energia extra.

  • Gatos obesos: para gatos com sobrepeso, passeios regulares podem ser parte de um plano de perda de peso saudável, desde que sejam introduzidos gradualmente e o gato esteja confortável com a ideia.

  • Vivendo em áreas urbanas: em áreas urbanas, onde é mais difícil proporcionar ambientes externos seguros para os gatos, passeios podem ser uma maneira de dar aos gatos uma experiência ao ar livre controlada.

No entanto, é importante notar que nem todos os gatos gostam de passear, e alguns podem ficar estressados ou ansiosos com a experiência. “Antes de começar a passear com seu gato, certifique-se de que ele está confortável com a ideia e use um equipamento adequado, como uma coleira e guia específicas para gatos. Além disso, se perceber que o gato não está confortável com essa situação e ele começar a miar alto, ou até mesmo tentar te arranhar, não insista no passeio.” finaliza Brandão.




Wagner Brandão: comportamentalista animal desde 2002, formado pela Universidade de São Paulo, é ex-investigador da Polícia Civil e ex-treinador de cães policiais para faro e ataque. Colaborador de mais de 156 protetores animais independentes, Wagner já treinou mais de 50 mil cachorros. Seus clientes incluem não apenas animais de estimação, como gatos, mas também grandes felinos como tigres e tigresas, além de peixes e até mesmo moscas. Atualmente, Wagner presta atendimento a clientes de todo o mundo, tanto de forma online quanto presencial. Saiba mais em: adestradorwagnerbrandao 


Por Alice Veloso - Publika.aí

Fonte: Wagner Brandão


Um sol para cada pet: 4 cuidados com os bichinhos durante altas temperaturas

Reprodução freepik

Veterinária orienta como deixar os bichinhos mais confortáveis dentro e fora de casa durante o período de altas temperaturas e ondas de calor

 

Ainda que o verão só tenha começado de fato em dezembro, a previsão é que as ondas de calor continuem atingindo as cidades brasileiras ao longo de 2024, segundo especialistas ouvidos pelo portal DW. Considerando que o “verão”, portanto, pode durar muitos meses, os cuidados com os pets devem ser mais do que redobrados.

 

“Os pets tendem a sofrer um pouco mais em dias quentes, por isso, deve-se prestar atenção no comportamento deles e tomar medidas que refresquem e ajudem o bichinho a passar por esses períodos de forma saudável”, comenta Marina Meireles, veterinária comportamentalista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, que também possui uma escola para cães. “Principalmente durante as férias de verão, em que tutores levam seus amiguinhos às praias, essa vigilância faz uma grande diferença”, complementa.

 

Pensando nisso, a especialista aponta cuidados importantes para os pets aproveitarem a estação. Confira:

 

Passeios devem acontecer, mas com alguns cuidados

Os passeios ao ar livre não são inimigos dos cães no calor, mas sim o horário em que são realizados. Entre 10h e 16h, as temperaturas costumam ser altas, então optar por horários mais frescos no começo da manhã ou final da tarde é uma boa pedida.

 

“Um ponto importante é sempre testar a temperatura do piso antes de expor o pet à área externa, seja areia ou cimento, pois há o risco de queimaduras sérias nas almofadinhas das patas. Lugares arborizados e com sombra são preferíveis para os momentos de descanso durante o passeio”, explica a veterinária do Nouvet.

 

Hidratação e protetor solar são os melhores amigos

Não importa se os peludos estão dentro ou fora de casa, a água deve ser a melhor amiga do seu pet. Esteja sempre acompanhado de uma garrafa ou potinho d’água para mantê-los bem hidratados durante as caminhadas e passeios. Assim como os humanos, os pets também devem usar protetor solar específico para eles, principalmente nas regiões com menor cobertura de pelos, como no focinho, orelhas e barriga.

 

Atividades refrescantes

Apostar em atividades de enriquecimento ambiental utilizando gelo também é uma alternativa divertida e refrescante para ajudar os cães. Isso pode ser feito com brinquedos recheáveis congelados com sachês, caldo do cozimento de carne ou legumes, frutas, ou mesmo a própria ração do cão. Além disso, cubos de gelo e alimentos úmidos são bem-vindos também.

 

Felinos também precisam de cuidado

Os tutores devem lembrar que não são apenas os cães que precisam de atenção no calor, os gatos também requerem cuidados especiais. Mesmo que fiquem dentro de casa e sejam mais adaptados ao calor, uma opção é oferecer uma toalha molhada e observar se o felino se deita em cima dela naturalmente, sem forçá-lo.

 

É importante manter os gatinhos em um ambiente confortável, ventilado, com sombra e com água à disposição. Seja em formato líquido ou em petiscos congelados, a água precisa ser ofertada de forma recorrente, pois gatos costumam ingerir pouco líquido e podem precisar de incentivos dos tutores para se manterem hidratados.

 


O Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e day care. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.



Por Giovana Macedo - Agência NoAr

Epidemia silenciosa: aumento da esporotricose em gatos assusta brasileiros

divulgação: Newton Paiva

Nos últimos meses, o Brasil tem enfrentado um aumento nos casos registrados de esporotricose. De acordo com o SINAM, Sistema de Informação de Agravos de Notificação, em quinze anos, ocorreu uma alta de 653% no Rio de Janeiro. Os números dos outros estados também vêm crescendo, refletindo uma expansão territorial por todo país. Apesar de ser mais conhecida a partir de 1998, a doença que afeta humanos e animais tem preocupado cada vez mais. No entanto, é nos felinos que tem sido mais encontrada, tanto nos de rua, como nos que possuem tutores, mas são semi-domiciliados.

 

 

Segundo Myrian Kátia Teixeira, professora do curso de Veterinária da Newton Paiva, a esporotricose é uma infecção causada por fungos do gênero Sporothrix, comumente encontrados em regiões de clima tropical e subtropical. “A transmissão pode ocorrer a partir de um ambiente contaminado com o fungo, através do contato com solo, plantas e materiais em decomposição infectados, chamada de transmissão sapronótica. Há também a transmissão resultante de arranhaduras, mordeduras ou contato direto com secreções de gatos infectados”, conhecida como transmissão zoonótica, explica a especialista.

 

 

Os principais sinais encontrados em gatos são lesões cutâneas ulceradas, crostosas ou nodulares, localizadas, especialmente, na face, membros ou base da cauda. “A visualização dessas lesões causa bastante alarde, pois muitas vezes são extensas e generalizadas. Contudo, a esporotricose tem cura e grande parte dos animais respondem bem à terapia medicamentosa adequada”, acrescenta Myrian. Por isso, é importante ficar de olho nos bichanos.

 

 

Já nos humanos, o sintoma pode ser a aparição de um pequeno caroço avermelhado na pele, semelhante a uma picada de mosquito, que pode evoluir para uma lesão com pus e aumentar de tamanho. Em casos mais graves, a esporotricose pode afetar os pulmões, causando sintomas como tosse, falta de ar e dor ao respirar. Em situações ainda mais raras, quando o tratamento não é feito adequadamente, o fungo pode se espalhar pelo organismo, atingindo articulações e ossos, causando inchaço e dor ao movimentar os membros.

 

 

Como evitar a doença?

 

Por mais que tenha se tornado uma epidemia, existem diversas medidas preventivas:


1. Use luvas ao manusear plantas ou solo: O fungo causador da esporotricose ocorre naturalmente no solo e em plantas. Proteja suas mãos ao trabalhar com esses materiais.


2. Evite tocar em espinhos ou madeira apodrecida: Traumas e acidentes com espinhos, plantas e madeiras contaminadas podem facilitar a transmissão do fungo. Tome cuidado ao lidar com esses elementos.


3. Lave as mãos com frequência: Especialmente após trabalhar em jardins ou áreas com vegetação, lave bem as mãos para reduzir o risco de contaminação.


4. Cuide dos animais: Leve qualquer animal de estimação que tenha lesões de pele ao veterinário de confiança, especialmente os gatos e, em caso de animais de rua, comunicar ao serviço público de controle de zoonoses. Mantenha seus gatos domiciliados para que não entrem em contato com outros gatos na rua, que possam estar infectados.


5. Procure tratamento: A duração do tratamento pode variar de três a seis meses, ou mesmo um ano, até a cura do indivíduo e é feita por meio de antifúngicos.


6. Tratamento felino: O tratamento dos gatos com esporotricose deve ser estendido por 60 dias após a cura clínica. Portanto os acompanhamentos veterinários devem ser regulares. Essa medida evita recidivas da doença.


7. Ambiente: Mantenha quintais e jardins limpos, sem excesso de matéria orgânica em decomposição.

 

O Centro Universitário Newton Paiva conta com uma clínica de atendimento a preço acessível, ministrada por alunos e professores da instituição. Além de levar atendimento para pessoas carentes, os estudantes aprendem na prática a sua profissão. Contudo, Belo Horizonte é uma das capitais do país que fornecem diagnóstico e tratamento gratuitos de esporotricose para os gatos, por conta da grande população. Portanto, é preciso ficar atento e cuidar de nossos companheiros tanto quanto de nós”, finaliza a veterinária.

 

 

Com uma tradição de ter sido criado há mais de 50 anos, o Centro Universitário Newton Paiva possui dois modernos complexos educacionais, com amplo nível tecnológico, em Belo Horizonte, MG. A instituição conta com corpo docente formado por mestres e doutores e está entre as principais instituições de ensino superior de Minas Gerais. São cerca de 50 cursos de graduação, e mais de 90 cursos de pós-graduação, divididos nas modalidades presencial e à distância. Consagrado pela alta qualidade acadêmica e excelente infraestrutura, com avançados laboratórios, núcleos de prática em diversas áreas do conhecimento e centros de inovação e, ainda, o primeiro campus inteligente do estado, o Smart Campus. E está alinhado com as questões ambientais, pois apoia e promove os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 


Por Gustavo Brito - DezoitoCom

Dia Nacional da Onça-Pintada - 29/11: filhote resgatado em região de queimadas está se adaptando ao novo lar

Xamã, onça-pintada resgatada pela Proteção Animal Mundial em parceria com o Instituto Ecótono e a Associação Onçafari, em Sinop (MT), pode se tornar o primeiro macho da espécie a ser solto na Amazônia


Bem adaptado ao novo lar, um território paraense de 15 mil m² na floresta amazônica onde aprende a desenvolver os comportamentos típicos da espécie, Xamã, filhote de onça-pintada que foi resgatado em agosto de 2022, em nada lembra aquele filhote assustado acuado por cães. Após se perder da mãe, durante um incêndio provocado por queimadas em Sinop (MT), o felino foi encontrado e resgatado em estado preocupante de desidratação.

Quinze meses depois, Xamã, que atualmente tem um ano e dez meses, continua crescendo e ganhando forças no seu processo de reabilitação. Até o final de 2024, ele pode se tornar o primeiro macho de onça-pintada a ser reintroduzido na Amazônia.

 

“No Dia Nacional da Onça-Pintada, o Xamã é motivo de orgulho não só para quem atua na causa animal, mas também, para quem gosta, respeita e entende o papel que a vida silvestre representa na manutenção dos biomas e, consequentemente, do clima. As queimadas criminosas, que ocorrem principalmente por conta das atividades do agronegócio, colocam em risco a vida não apenas das onças-pintadas, mas também de uma imensa variedade de animais silvestres”, afirma Júlia Trevisan, coordenadora de Vida Silvestre da Proteção Animal Mundial.

 

Xamã continua enfrentando desafios ambientais. A recente seca histórica na Amazônia é uma delas, além das altas temperaturas que têm afetado diversas regiões do Brasil. Para lidar com o calor, a onça-pintada busca refúgio em um dos ambientes mais frescos, o açude. No local, o felino também exercita o comportamento predatório, caçando pequenas aves. No processo de adaptação, Xamã, que não se mostra receptivo a presença humana, tem pouco contato com os cuidadores. Essa ferocidade é positiva para sua reintrodução na natureza.

 

“É muito importante que as onças tenham essa aversão aos humanos, para que não sejam alvos fáceis de caça. Se elas associarem um humano como alguém que fornece alimento e cuidados, não vai ter o instinto de fugir de pessoas. Isso acaba deixando esses animais mais vulneráveis em vida livre e alvos fáceis de caça”, explica Julia.

Assim que for solta, a onça-pintada vai receber um colar de geolocalização. O monitoramento à distância será para garantir que o Xamã se sairá bem ao ser reintegrado à natureza sem nenhuma ajuda humana.

 

Impacto nos biomas


“A onça pintada é um animal que ocorre em outros biomas do Brasil e está sob ameaça em todos eles por conta das atividades humanas, especialmente a agressiva expansão do agronegócio, que abusa do fogo para desmatar vegetação nativa”, aponta Júlia. Nos primeiros dias do mês de novembro, 989 mil hectares foram devastados pelo fogo no Cerrado, número 26,9% superior ao mesmo período de 2022, segundo dados oficiais.

 

Para João Almeida, diretor de operações da Associação Onçafari, o impacto para as onças-pintadas afeta todo o ecossistema.“As onças são estratégicas para a manutenção do equilíbrio dos biomas, já que estão no topo da cadeia alimentar e, consequentemente, controlam a população de animais predadores. É importante destacar que, além do Cerrado, o Pantanal, outro bioma fundamental para a conservação das onças-pintadas, também foi muito impactado pelo fogo em 2023”, explica.
 

Mas João alerta que a destruição no Pantanal teve motivos diferentes. “O que os dados disponíveis revelam é que, no Pantanal, o que favoreceu os grandes incêndios foi uma conjuntura de fatores. Excesso de biomassa (natural) disponível para queima. Solo, vegetação e atmosfera extremamente secos. Muito calor, ventos fortes e raios. Mais a falta de estratégias e planos operativos de fogo para atuar em focos que surgiam em algumas propriedades privadas e em Parques Estaduais, que levaram à formação de incêndios gigantescos e fora de controle\".

 

Histórico sobre o resgate do Xamã
 

A Proteção Animal Mundial auxiliou no resgate e no encaminhamento do Xamã ao Setor de Atendimento de Animais Silvestres do Hospital Veterinário (Hovet) da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), onde o felino passou cinco meses se recuperando. Posteriormente, em 20 de janeiro de 2023, a ONG viabilizou o transporte do felino para um espaço de reabilitação da Associação Onçafari, no estado do Pará.


O monitoramento constante do Xamã, por meio das armadilhas fotográficas, revelou a visita de 17 espécies diferentes, algumas até mesmo interagiram com ele, incluindo antas e um outro indivíduo de onça-pintada. As imagens também destacaram que o Xamã é mais ativo entre 18h e 04h, com aparições ocasionais ao longo do dia.


Antes do Xamã, outras duas onças-pintadas passaram pelo projeto da Associação Onçafari e foram reintroduzidas na natureza. Aos poucos, o trabalho para salvar o maior felino das américas tem se mostrado promissor.


A Proteção Animal Mundial (World Animal Protection) é a voz global do bem-estar animal, com mais de 70 anos de experiência em campanhas por um mundo no qual os animais vivam livres de crueldade e sofrimento. Temos escritórios em 12 países e desenvolvemos trabalhos em 47 países ao todo. Colaboramos com comunidades locais, com o setor privado, com a sociedade civil e governos para mudar a vida dos animais para melhor. Nosso objetivo é mudar a maneira como o mundo trabalha para acabar com a crueldade e o sofrimento dos animais selvagens e de produção. Por meio de nossa estratégia global de sistema alimentar, vamos acabar com a pecuária industrial intensiva e criar um sistema alimentar humano e sustentável, que coloca os animais em primeiro lugar. Ao transformar os sistemas falhos que impulsionam a exploração e a mercantilização, daremos aos animais silvestres o direito a uma vida silvestre. Nosso trabalho para proteger os animais desempenhará um papel vital na solução da emergência climática, da crise de saúde pública e da devastação de habitats naturais.

Por Marília Bianchini - Sorellapr




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Pets no inverno: saiba como cuidar dos bichos



 
Profissionais do segmento pet apresentam dicas de como cuidar dos animais no período de frio


Com o fim das altas temperaturas, suor e sol forte, são chegados os tempos de inverno, momentos propícios para roupas mais quentes, estilosas e confortáveis. Mas o frio também tem suas desvantagens, inclusive para os pets. Dessa forma, Jade Petronilho - médica veterinária comportamentalista e coordenadora de conteúdo da DogHero e Petlove - e André Romeiro - diretor das marcas Future Pet e Pidan com venda exclusiva na Petlove, a última específica ao Brasil - trazem recomendações de como proteger seu animal de estimação do frio e indicam os principais cuidados que os tutores devem ter nessa estação do ano.
 

Antes de mais nada, é importante entender como o pet está se sentindo e para isso existem indicativos que o pet está com frio. Jade Petronilho explica que alguns dos sinais que os animais costumam adotar são a postura de encolhimento, quietude e até a insistência em ficar muito próximos aos humanos ou outros animais. Segundo Jade, é válido checar se as extremidades como o focinho, orelhas e patas estão muito frios. “Assim como nós, em casos mais extremos, também é comum que os pets tremam, pois assim o corpo se mantém em movimento, o que gera calor e mantém o organismo funcionando normalmente”, aponta.
 

A médica-veterinária conta também que algumas raças são mais resistentes ao frio, como os cães das raças Chow chow, Husky, Akita e São Bernardo, ou os felinos como o Norueguês da Floresta, que possuem afinidade com essa época do ano.
 

“Os pets menos peludos até podem sentir mais frio, mas os que mais costumam sofrer com as temperaturas baixas são os filhotes muito jovens, idosos e aqueles com menos gordura corporal. Mas sempre há exceções, por isso, é fundamental estar atento ao comportamento e as individualidades de cada pet, pois uns podem ser mais ‘friorentos’ do que outros. No caso de filhotes ou animais idosos, a atenção deve ser redobrada”, observa Jade.
 

Petronilho ressalta que a falta de cuidados com o pet pode fazer com ele apresente problemas respiratórios, gripe e até pneumonia. O frio extremo ainda pode causar hipotermia, que é a diminuição da temperatura corporal dos animais, gerando impactos como a diminuição da frequência cardíaca, hipotensão, tremores, rigidez muscular, perda de consciência e até óbito. “Infelizmente, não é raro que animais em situação de rua ou que vivam sem o suporte adequado, somente do lado de fora da casa, tenham problemas graves”, alerta.


 

Mas o que fazer se meu pet estiver com frio?


A médica-veterinária afirma que uma boa dica é espalhar caminhas, tocas e até edredons pela casa, de forma que o pet possa se aquecer independentemente do cômodo, circulando mais livremente, desde os pontos corriqueiros de repouso cotidiano até onde realmente prefira dormir. “Muitos pets têm o costume de dormir no chão e, no inverno, isso pode ser prejudicial, já que é comum o piso ficar bem mais gelado nessa época do ano. Hoje em dia, há diversas opções como caminhas suspensas que podem proteger o pet do solo ou, no caso dos gatos, há ainda alternativas que podem abrigar o bichano nas alturas, de forma mais aconchegante e que atenda suas necessidades felinas”, acrescenta André, executivo das marcas Future Pet e Pidan.
 

No caso das conhecidas roupinhas, a comportamentalista veterinária explica que os cães costumam se adaptar melhor às vestimentas que os gatos, que normalmente possuem maior sensibilidade e irritação com os trajes, que comumente atrapalham a mobilidade dos felinos. Mas, ainda nesses casos, existe a possibilidade de fazer com que eles se acostumem com as roupas.
 

“É possível fazer uma associação positiva, um incentivo, de modo que os pets criem esse hábito e se acostumem com os agasalhos, sempre os premiando com um petisco, carinho ou com as brincadeiras prediletas após se vestirem, sem forçar e incomodar o animal. Se esse método for aplicado quando o pet é filhote, a chance de adaptação é ainda maior”, resume Jade.
 

O executivo de Future Pet e Pidan comenta que existe uma infinidade de opções relacionadas a vestimentas de frio para pets, desde casacos e jaquetas mais finas às alternativas mais robustas para o frio, como moletons e casacos com capuz, inclusive para os momentos de ventos e chuva.
 

A coordenadora de conteúdo da Petlove e DogHero ainda recomenda outras ações sazonais no inverno, como a diminuição do número de banhos no pet, que deve ser dado somente quando muito necessário e secando muito bem o animal. Além disso, explica que os passeios rotineiros podem ser feitos em momentos mais quentes do dia, em horários em que o sol está mais presente.



Por Nathalia Teixeira - Assessoria Petlove








5 dicas para entender a mente do seu gato

Foto: Divulgação

 
Veterinária cadastrada no GetNinjas listou curiosidades sobre alguns comportamentos dos felinos que os donos não compreendem


Cada vez mais presentes nos lares humanos, os felinos muitas vezes são um mistério para os seus tutores. Você já se perguntou o que os seus gatos pensam ou até mesmo como conseguem entender tão bem os seus donos. Para te ajudar com essas dúvidas Letícia Stella, veterinária em São José dos Campos e cadastrada no GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços do Brasil, elencou 5 dicas com informações bem úteis sobre como os gatos enxergam o mundo. Confira a seguir:

 

1 - O que um gato pensa?


O comportamento dos bichanos ainda é algo muito discutido e sem uma resposta conclusiva. Além disso, segundo Letícia, as pessoas também cometem o erro de pensar que os gatos são animais anti sociais e até mesmo “interesseiros” ao compará-los com cães. “É nítida a diferença de comportamento entre um cão e um gato, pois são espécies diferentes. Alguns estudiosos afirmam que os gatos nos veem como ‘gatos maiores’, pois seu comportamento com o ser humano é parecido com o feito com outros da sua espécie. Claro que o comportamento dos felinos pode sim variar de um para o outro, e cabe a nós nos atentarmos quando os pets mudam repentinamente a rotina, pois pode ser um sinal de que algo não vai bem.”
 

2 - Atente-se às mudanças repentinas de comportamento


Segundo a veterinária, qualquer mudança repentina no comportamento dos gatos pode ser sinal de que o animal está doente ou estressado. Alguns comportamentos que podem demonstrar que a saúde dos bichanos está comprometida, são:

  • Parar de se alimentar ou diminuição do apetite;
  • Diminuir ou aumentar o consumo diário de água;
  • Não urinar ou defecar em quantidades e intervalos regulares;
  • Não brincar como de costume;
  • Mostrar indisposição;
  • Vocalizar (miar) de forma diferente da habitual;
  • Ter coceiras intensas;
  • Parar de pular ou subir em objetos como de rotina;
  • Lamber apenas um local do corpo com uma frequência maior;

Letícia ressalta que, qualquer alteração no comportamento, por mínima que seja, deve ser levada em consideração. Assim, o tutor deve prontamente levar o bichano ao médico veterinário para entender melhor essas mudanças.

 

3 - Comunicação entre os felinos e seus tutores


Os gatos utilizam da linguagem corporal para se comunicar com outros gatos e com seus tutores. É comum que os bichanos "ronronem" quando estão felizes e satisfeitos, porém, alguns estudos demonstram que o ronronar também pode estar associado à fome ou até mesmo à dor. “Ronronar nesse caso, seria para estimular o sistema defensivo. Dessa forma, deve-se observar quando o ronronar do gato se associa a algum comportamento que difere do normal. Além disso, os gatos têm como hábito se esfregarem em outros gatos ou em seu tutor, o que demonstra carinho e confiança. Outro exemplo de comunicação corporal envolve as orelhas. Quando estão abaixadas, demonstram medo, já quando estão erguidas e para trás, demonstram confiança e agressividade.”, informa a profissional.

 

4 - Banho em gatinhos, pode ou não?


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é proibido dar banho em gatos, mas também não é preciso dá-los com frequência. Segundo a veterinária, seus pelos produzem óleos naturais, que são essenciais para a saúde da pele. Quando os banhos são frequentes, a produção destes óleos fica prejudicada, portanto, cada animal deve ser avaliado de forma individual. Geralmente, uma boa escovação já é suficiente para manter os pelos saudáveis. Outra opção é o banho a seco, uma alternativa menos estressante para o animal. Caso opte pelo banho tradicional use produtos adequados, seque bem o pet e na sequência recompense-o para que ele não fique estressado e se afaste depois do banho”

 

5 - Gato saudável, gato feliz!


A veterinária avisa que para manter seu bichano feliz e com uma vida confortável, além de muito amor e carinho, é preciso se atentar aos detalhes da comunicação do animal com o ambiente. “É importante enriquecer o ambiente com brinquedos, comedouros interativos, prateleiras e casinhas no alto. Além disso, uma alimentação de boa qualidade é fundamental para manter o pet sempre bem nutrido e saudável. Ainda falando em saúde, a castração ajuda a evitar vários problemas comportamentais e muitas doenças. É de extrema importância que seu gatinho esteja com as vacinas em dia e tenha sempre um acompanhamento com o médico veterinário de confiança para ter uma vida feliz, confortável e longeva. Por fim, a caixinha de areia deve estar sempre limpa e é recomendado que haja duas caixas para cada gato.”


Disponível nas plataformas digitais - Android, iOS e web, o GetNinjas é um aplicativo de serviços que conecta profissionais a potenciais clientes em todo o Brasil, listado no Novo Mercado da B3 (NINJ3). Em 2022, a companhia foi listada no ranking 1000 Maiores Empresas do Brasil pela IstoÉ Dinheiro e venceu o Prêmio Consumidor Moderno, no segmento Serviços de Tecnologia. Possui mais de 500 tipos de serviços disponíveis em todo o território brasileiro, que são realizados por 4,1 milhões de profissionais cadastrados em diversas áreas, como reformas, assistência técnica, moda e beleza, serviços domésticos, aulas e eventos, que atendem de forma presencial e remota. O GetNinjas foi fundado em 2011 por Eduardo L'Hotellier, que atua como CEO -- à frente das operações.



Por Bruna Zanin - Falacriativa




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