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Como tornar a ida ao veterinário menos estressante para gatos

Fonte: Veros Hospital Veterinário

Mudanças simples em casa, no transporte e no ambiente de atendimento podem tornar a experiência mais tranquila para os felinos e facilitar a avaliação clínica



Gatos têm temperamento diferente dos cachorros, e essa individualidade deve ser levada em consideração tanto por sua família humana quanto pelos veterinários durante as consultas de rotina. É preciso ficar atento aos sinais de estresse e tomar providências para minimizar o desconforto.
 

Para muitos felinos, o mal-estar começa antes da chegada à clínica ou hospital, com o ingresso na caixa de transporte e o deslocamento de carro. Ao entrar no ambiente médico, o desafio continua, com o contato com cheiros e sons desconhecidos e outros animais. "Ao contrário dos cães, que costumam demonstrar emoções de forma mais evidente, os gatos tendem a reagir de maneira mais discreta diante de situações de medo e ansiedade. Alguns ficam completamente imóveis, outros tentam fugir ou se esconder. Eles também podem reagir à manipulação ou miar bastante", explica Dra. Camila Ferreiro, médica veterinária especialista em felinos do Veros Hospital Veterinário.


O que o tutor pode fazer antes da consulta
 

Segundo Dra. Camila, a preparação em casa pode reduzir significativamente o impacto da visita ao veterinário. "A caixa de transporte deve ficar acessível ao gato alguns dias antes da consulta com uma manta ou objeto familiar dentro dela. Durante o trajeto, cobri-la parcialmente ajuda a diminuir os estímulos visuais. O pet pode permanecer nela até o momento do atendimento e é importante evitar retirá-lo de maneira abrupta. Além disso, podem ser utilizados feromônios específicos, desde que haja autorização prévia do veterinário".
 

O comportamento dos gatos é fortemente influenciado pelo ambiente. Sons intensos, odores de outros animais, movimentação constante e o contato com cães podem aumentar o estado de alerta dos felinos, tornando toda a jornada da consulta ainda mais difícil e estressante. Clínicas adaptadas para suas necessidades diminuem o nível de tensão e permitem que a consulta seja conduzida de maneira mais tranquila. "Na medicina felina, o ambiente faz parte do atendimento. Quando o gato é recebido em um espaço pensado para ele, conseguimos realizar a consulta de forma mais tranquila e segura. Isso melhora a experiência do animal e também facilita a avaliação clínica", destaca Dra. Camila.
 

Ambiente preparado para felinos ajuda a reduzir o estresse
 

O Hospital Veros Veterinário desenvolveu uma estrutura voltada exclusivamente aos gatos. Eles aguardam em salas de espera separadas dos cães e são atendidos em consultórios reservados para medicina felina, por profissionais experientes que conhecem o comportamento da espécie, membros ativos da Academia Brasileira de Clínicos de Felinos (ABEFel) e da American Association of Feline Practitioners (AAPP). "Adotamos a proposta Cat Friendly Practice, com uma equipe especializada e protocolos definidos para reduzir o estresse durante consultas, exames, cirurgias e internações. Nossos ambientes são acolhedores, com iluminação adequada à sua visão sensível e enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais, como descansar em locais elevados", ressalta Dra. Camila.



Por Anna Carolina A. Macedo - Target Estratégia em Comunicação

O mundo é dos gatos e eles sabem: qual a razão do aumento da população felina no Brasil?

Foto: Divulgação 


“Gateiros”, o segundo episódio do videocast Biolab Cast Conectados, aborda a personalidade dos gatos e o aumento da população de felinos nos lares brasileiros, que deve chegar a 40 milhões até 2030. A personalidade mais individualista dos bichanos tem destaque no episódio. Muitas vezes, ela é confundida como falta de afeto desses bichos pelos humanos, mas se engana quem acha que o gato não sente carinho pelo tutor. O programa explora os traços da personalidade dos gatos, formas de cuidado e a relação desses bichos com os seres humanos como animais domésticos. 

O episódio tem a presença da dra. Mariane Silva, médica-veterinária pela Universidade de São Paulo (USP), especializada em medicina felina, mestre em Ciências pela USP, professora de Clínica Médica na Universidade São Judas e coordenadora do Instituto Núcleo de Medicina Felina Ranvier. A apresentação do Biolab Cast Conectados é conduzida pelo dr. Luiz Dieckmann, médico-psiquiatra, e pela co-host dra. Paula Dieckmann, especialista em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM).

Por ocuparem pouco espaço e demandarem menos atenção que os cães, os gatos ganham popularidade nos lares. A dra. Paula Dieckmann traz dados sobre o aumento da população de gatos, que cresce o dobro em relação aos cachorros. 

Mariane Silva explica que parte desse crescimento se deve à verticalização dos grandes centros, o que acaba limitando o espaço. Também pesa a rotina, “pois as pessoas estão trabalhando mais e passando mais tempo fora de casa. O cão demanda mais atenção, como sair para passear pela manhã e à noite, e as pessoas têm menos disponibilidade para isso. De maneira geral, os gatos são mais individualistas. Para eles, passar o dia inteiro sozinho é maravilhoso", destaca a especialista.


O videocast Biolab Cast Conectados é iniciativa da Biolab e Avert Saúde Animal. Para assistir o episódio “Gateiros”, acesse https://lnkd.in/eeBGQqNt.



Por Anna Miranda - Texto Assessoria

 

Estresse animal e contenção: Saiba como lidar com seu gatinho!

O uso de roupinhas pode ser um gerador de estresse nos animais



Médica-veterinária especializada em medicina felina, Vanessa Zimbres, alerta sobre como lidar com animais em situação de estresse


Uma situação inusitada repercutiu em diversos locais: Durante coletiva de imprensa com o jogador da seleção brasileira Vini Jr. no Catar, na quarta-feira (7/12), um gato subiu em cima da mesa onde acontecia a entrevista. Para conter o animal, um assessor da CBF pegou o felino de uma forma que gerou questionamentos sobre a prática.


O Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMVSP) se posicionou sobre a situação indicando que a retirada do animal poderia ter sido mais cuidadosa, uma vez que profissionais realizariam a prática de outra maneira. No entanto, ressalta que, diante da situação, a forma como ocorreu pode ter sido a mais segura para o assessor se resguardar, visto que existe a possibilidade de transmissão de importantes zoonoses, principalmente quando se trata de um animal cuja origem e condição de saúde é desconhecida.


“É fundamental encontrar a maneira adequada de contenção, de modo que tanto a pessoa quanto o animal não corram riscos. Em situações estressantes, o cuidado deve ser redobrado”, explica Vanessa Zimbres, proprietária da Clínica exclusiva Gato é Gente Boa, localizada em Itu-SP.


Ao citar situações de estresse, Vanessa relembra as festividades do fim de ano, momento em que é comum as pessoas se reunirem nas casas para celebrar. “Nesse período, é muito importante que os tutores ofereçam um ambiente confortável para os animais”.


A contenção de animais estressados deve ser feita somente quando necessário

A médica-veterinária enumera situações que podem elevar os níveis de estresse: “Forçar o animal a usar roupinhas temáticas, barulhos, como música alta e fogos de artificio ou outros artefatos sonoros, e até mesmo viagens de férias podem desencadear o estresse”.

Contenção de danos

A segurança deve vir em primeiro lugar, portanto, para evitar acidentes, providenciar um ambiente seguro para que os gatos possam se esconder até passar o efeito estressante é fundamental. “É preciso cuidado, pois ao contrário do que muita gente pensa, o animal que está assustado ou estressado não deve ser contido. Segurar para acalmá-lo, como se faz com pessoas, pode gerar efeito contrário. Isso não significa agressividade e sim uma tentativa de se proteger e, ao agir dessa forma, pode causar acidentes”, explica.


Em último caso, se for realmente necessária a contenção com o objetivo de protegê-lo ou resguardar pessoas, é preciso se atentar com a maneira adequada. “A melhor maneira de contenção envolve o uso de caixas de transporte, de forma que a pessoa possa transportar o animal com segurança para ambos. Outra opção é com o uso de toalhas. Nesse caso, deve-se colocá-la com cuidado sobre o animal, cobrindo boca e unhas. Em seguida, ele pode ser segurado e colocado com cuidado diretamente no chão”, exemplifica.


O ambiente enriquecido é um aliado para que o gato fique confortável. Por isso, nas festas de fim de ano ou qualquer outra situação que pode ser estressante, Vanessa orienta o seguinte:


- Mantenha os animais em um ambiente silencioso, se não for possível, faça simulações prévias com sons, como por exemplo: música e vozes de forma gradativa;

- Providencie um espaço, de preferência com locais altos, com tudo o que o gato vai precisar;

- Use difusor felino para tranquilizá-lo;

- Verifique portas, janelas e outros possíveis locais de fuga e mantenha-os fechados.


Por Alexandre Meiken - JF Gestão de Conteúdo





5 Dicas para saber o que seu gato pensa

 

Foto divulgação










Veterinária cadastrada no GetNinjas listou curiosidades que desvendam alguns comportamentos dos felinos que nem sempre são compreendidos pelos tutores


De acordo com um estudo da Royal Canin, o número de gatos adotados em 2020 cresceu 30%, o que acabou sendo um reflexo do isolamento social causado pela pandemia. Apesar de estarem cada vez mais presente nos lares humanos, o comportamento dos felinos muitas vezes é um mistério para os tutores, incluindo os ‘gateiros de plantão’.


 

Se você já se perguntou o que os gatos pensam ou como compreendem os humanos, saiba que você não está sozinho. Por esse motivo, Letícia Stella, veterinária em São José dos Campos e cadastrada no GetNinjas, maior aplicativo para contratação de serviços do Brasil, elencou 5 dicas com informações bem úteis sobre como os gatos enxergam o mundo. Confira a seguir:


 

1 - O que (afinal) um gato pensa?


O comportamento dos bichanos ainda é algo muito discutido e sem uma resposta conclusiva. Além disso, segundo Letícia, as pessoas também cometem o erro de pensar que os gatos são animais antissociais e até mesmo “interesseiros” ao compará-los com cães. “É nítida a diferença de comportamento entre um cão e um gato, pois são espécies diferentes. Alguns estudiosos afirmam que os gatos nos veem como ‘gatos maiores’, pois seu comportamento com o ser humano é parecido com o feito com outros da sua espécie. Claro que o comportamento dos felinos pode sim variar de um para o outro, e cabe a nós nos atentarmos quando os pets mudam repentinamente a rotina, pois pode ser um sinal de que algo não vai bem.”, informa.
 

2 - Atente-se às mudanças repentinas de comportamento


Segundo a veterinária, qualquer mudança repentina no comportamento dos gatos pode ser sinal de que o animal está doente ou estressado. Alguns comportamentos que podem demonstrar que a saúde dos bichanos está comprometida, são:

  • Parar de se alimentar ou diminuição do apetite;
  • Diminuir ou aumentar o consumo diário de água;
  • Não urinar ou defecar em quantidades e intervalos regulares;
  • Não brincar como de costume;
  • Mostrar indisposição;
  • Vocalizar (miar) de forma diferente da habitual,
  • Ter coceiras intensas;
  • Parar de pular ou subir em objetos como de rotina;
  • Lamber apenas um local do corpo com uma frequência maior.

Letícia ressalta que, qualquer alteração no comportamento, por mínima que seja, deve ser levada em consideração. Assim, o tutor deve prontamente levar o bichano ao médico veterinário para entender melhor essas mudanças.
 

3 - Comunicação entre os felinos e seus tutores


Os gatos utilizam da linguagem corporal para se comunicar com outros gatos e com seus tutores. É comum que os bichanos “ronronem” quando estão felizes e satisfeitos, porém, alguns estudos demonstram que o ronronar também pode estar associado à fome ou até mesmo à dor. “Ronronar nesse caso, seria para estimular o sistema defensivo. Dessa forma, deve-se observar quando o ronronar do gato se associa a algum comportamento que difere do normal. Além disso, os gatos têm como hábito se esfregarem em outros gatos ou em seu tutor, o que demonstra carinho e confiança. Outro exemplo de comunicação corporal envolve as orelhas. Quando estão abaixadas, demonstram medo, já quando estão erguidas e para trás, demonstram confiança e agressividade.”, informa a profissional.
 

4 - Banho em gatinhos, pode ou não?


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não é proibido dar banho em gatos, mas também não é preciso dá-los com frequência. Segundo a veterinária, os pelos dos bichanos produzem óleos naturais, que são essenciais para a saúde da pele e dos pelos. Quando os banhos são frequentes, a produção destes óleos fica prejudicada, portanto, cada animal deve ser avaliado de forma individual. Geralmente, uma boa escovação já é suficiente para manter os pelos saudáveis. Outra opção é o banho a seco, uma alternativa menos estressante para o animal﹒Caso opte pelo banho tradicional use produtos adequados, seque bem o pet e após o banho recompense-o para que ele não fique estressado e se afaste depois do banho”, complementa.
 

5 - Gato saudável, gato feliz!


A veterinária avisa que para manter seu bichano feliz e com uma vida confortável, além de muito amor e carinho, é preciso se atentar aos detalhes da comunicação do animal com o ambiente. “É importante enriquecer o ambiente com brinquedos, comedouro interativo, prateleiras e casinhas no alto. Além disso, uma alimentação de boa qualidade é fundamental para manter o pet sempre bem nutrido e saudável. Ainda falando em saúde, a castração ajuda a evitar vários problemas comportamentais e muitas doenças. É de extrema importância que seu gatinho esteja com as vacinas em dia e tenha sempre um acompanhamento com o médico veterinário de confiança para ter uma vida feliz, confortável e longeva. Por fim, a caixinha de areia deve estar sempre limpa e é recomendado que haja duas caixas para cada gato”, finaliza.


 

No GetNinjas, é possível contratar o serviço veterinário. Para isso, basta acessar o site ou aplicativo do GetNinjas, selecionar a categoria “Serviços domésticos”, depois “Serviços para pets” e detalhar o tipo de serviço que você precisa, tudo de forma gratuita. Após isso, é só aguardar o contato de até quatro profissionais por meio de e-mail ou telefone, para realizar a negociação e escolher qual deles irá atender melhor a sua necessidade. Para mais informações, acesse o site ou aplicativo do GetNinjas.



Disponível nas plataformas digitais - Android, iOS e web, o GetNinjas é um aplicativo de serviços que conecta profissionais a potenciais clientes em todo o Brasil e foi listado no Novo Mercado da B3 em 2021. No mesmo ano, a companhia foi listada pela Exame Maiores e Melhores 2021 no ranking das empresas do setor de tecnologia, venceu o Prêmio Reclame AQUI na categoria Classificados e foi eleita Top3 do iBest 2021, como Melhores do Brasil em Economia Colaborativa. Além disso, foi eleita pela Forbes Brasil como uma das empresas mais promissoras do país em 2017. Possui mais de 500 tipos de serviços disponíveis em todo o território brasileiro, que são realizados por 3,7 milhões de profissionais cadastrados em diversas áreas, como reformas, assistência técnica, moda e beleza, serviços domésticos, aulas e eventos, que atendem presencialmente e de forma remota. O GetNinjas foi fundado em 2011 por Eduardo L'Hotellier, que atua como CEO -- à frente das operações.



Por Bianca Fieri - Fala Criativa




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