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Lindo e colorido, Manacá-de-cheiro exige atenção em jardins com crianças e animais

Manacá de cheiro

Espécie popular pode causar sintomas digestivos e neurológicos; manacá-da-serra oferece efeito visual semelhante e pode ser uma alternativa no paisagismo


Presente em jardins, condomínios e áreas públicas de diferentes regiões do Brasil, o manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora) é conhecido pelo perfume intenso e pelas flores que mudam de cor. Elas surgem em tonalidades arroxeadas e se tornam progressivamente mais claras, fazendo com que uma mesma planta apresente flores violetas, lilases e brancas ao mesmo tempo.


A beleza, no entanto, convive com uma característica que exige atenção: o manacá-de-cheiro produz diferentes metabólitos secundários, substâncias que integram os mecanismos naturais de defesa da planta e que podem causar intoxicação quando partes vegetais são ingeridas.


‘’Entre os compostos identificados ou associados à espécie estão alcaloides, saponinas, glicosídeos esteroidais, flavonoides e outras substâncias bioativas. A exposição pode provocar vômito, diarreia, salivação excessiva, ansiedade, tremores, falta de coordenação motora, hipersensibilidade e movimentos involuntários dos olhos’’, explica Simone Arthur Nascimento,  especialista em paisagismo seguro e autora do projeto Jardim do Bicho.


Nos casos mais graves, podem ocorrer manifestações neurológicas, como convulsões e neurotoxicidade aguda. ‘’O vômito também pode causar nova exposição das mucosas ao material vegetal ingerido, contribuindo para o agravamento do quadro’’, alerta Simone.


Por esse motivo, o manacá-de-cheiro não é indicado para ambientes frequentados por crianças pequenas, cães ou gatos, especialmente quando a planta permanece em locais de fácil acesso. Em projetos de paisagismo seguro, a escolha das espécies deve considerar não apenas o efeito ornamental, mas também o perfil dos usuários do espaço e a possibilidade de contato ou ingestão.


Manacá da serra



Uma alternativa brasileira


Para quem deseja manter no jardim o efeito visual das flores que mudam de cor, uma possibilidade é o manacá-da-serra (Pleroma mutabile), espécie nativa e endêmica do Brasil, característica da Mata Atlântica e bastante utilizada no paisagismo e na arborização urbana.


‘’Assim como o manacá-de-cheiro, o manacá-da-serra apresenta flores em diferentes tonalidades ao longo da floração. As flores costumam se abrir brancas, tornam-se rosadas e, posteriormente, adquirem coloração arroxeada. Por isso, a copa pode exibir simultaneamente flores brancas, rosas e violetas’’, elucida Simone.


Apesar da semelhança visual e do nome popular compartilhado, as duas plantas pertencem a famílias botânicas diferentes e apresentam características distintas.


‘’O manacá-de-cheiro pertence à família Solanaceae. Possui crescimento predominantemente arbustivo, copa densa e flores perfumadas. Já o manacá-da-serra pertence à família Melastomataceae e, em sua forma típica, desenvolve-se como árvore de pequeno a médio porte, com copa mais ampla e maior presença estrutural na composição do jardim’’,diz a especialista.


Em áreas com espaço suficiente para o desenvolvimento da copa e das raízes, o manacá-da-serra pode exercer função ornamental semelhante, além de oferecer sombra, verticalidade e forte impacto visual durante a floração.



Versão anã pode ser usada em jardins menores


Quando o objetivo é preservar um porte mais próximo ao do manacá-de-cheiro, pode-se utilizar o chamado manacá-da-serra-anão, variedade de crescimento mais compacto.


Essa opção é mais adequada para jardins pequenos, canteiros reduzidos, vasos de grandes dimensões e áreas próximas às edificações, desde que sejam respeitadas as necessidades de luz, solo, irrigação e espaço para o desenvolvimento da planta.


A substituição permite conservar o principal efeito ornamental associado aos manacás: a presença simultânea de flores em diferentes cores. A única característica que não pode ser reproduzida é o aroma intenso do manacá-de-cheiro, pois o manacá-da-serra não apresenta perfume floral equivalente.


‘’A proposta não é considerar as duas espécies idênticas, mas demonstrar que o paisagismo pode oferecer alternativas visualmente semelhantes e mais compatíveis com ambientes frequentados por crianças e animais’’, aconselha Simone. ‘’A escolha deve levar em conta o espaço disponível, o porte da variedade, as condições de cultivo e, principalmente, a segurança de quem utiliza o jardim’’, finaliza.


 

Simone Arthur: Especialista em paisagismo seguro, pesquisadora independente e advogada. Sócia da DSN Paisagismo e Consultoria, dedica-se ao estudo da toxicidade de plantas ornamentais e à produção de conteúdo técnico acessível. É a idealizadora do projeto autoral Jardim do Bicho, focado em critérios de segurança para ambientes com animais e crianças.




Por Vanessa Kopersz Ming - Type Assessoria de Imprensa

Dia Nacional dos Animais: cuidados simples que ajudam a manter a saúde dos pets

Descubra os benefícios do óleo de coco extravirgem da Copra para o seu pet | Foto: Freepik.


Pele, patas e pelagem também precisam de atenção e o óleo de coco extravirgem pode ser um aliado nessa rotina


Celebrado todo 14 de março, o Dia Nacional dos Animais é um convite à reflexão sobre o que significa, de fato, cuidar bem de um animal de estimação. Além dos pilares mais conhecidos, como alimentação equilibrada, vacinação em dia e consultas regulares ao veterinário, há uma dimensão do cuidado que costuma passar despercebida: a saúde da pele, das patas e da pelagem. Pequenas atenções a essas áreas fazem diferença real no conforto e na saúde do animal ao longo do tempo.


 

O que muitos tutores não levam em consideração, é que patas, focinho e pelagem estão expostos ao ambiente em cada passeio, brincadeira ou momento ao ar livre. As patinhas pisam em superfícies quentes, sujeira e resíduos que podem provocar ressecamento e irritações. O focinho sofre com variações de temperatura e baixa umidade, assim como a pelagem, que perde brilho e vitalidade quando não recebe hidratação adequada.


 

Óleo de coco como aliado nos cuidados

 

Entre os recursos adotados por tutores atentos está o óleo de coco extravirgem. Rico em compostos com propriedades hidratantes, antibacterianas e antifúngicas, ele pode ser incorporado à rotina de cuidados de forma simples e prática. O produto ainda ajuda a manter a pele protegida e contribui para o conforto do animal no dia a dia.


 

  • Focinho e patinhas: aplique uma pequena quantidade e massageie suavemente para hidratar e proteger essas regiões mais sensíveis.
  • Após os passeios: use o óleo para facilitar a limpeza das patas e remover impurezas do dia a dia.
  • Pelagem: espalhe pequenas quantidades ao longo do pelo para realçar o brilho e melhorar a hidratação.
  • Na alimentação: em alguns casos, pode ser adicionado à comida do pet, sempre com orientação de um médico-veterinário, para contribuir com a saúde da pele e da pelagem de dentro para fora.

 

Qualidade com respaldo técnico

Para quem busca segurança na escolha do produto, o óleo de coco extravirgem da Copra conta com o selo Testado e Aprovado da PROTESTE. O certificado foi concedido após análises conduzidas conforme as normas previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O selo atesta que o produto é livre de aditivos, garantindo segurança para o uso diário em pets.




Por Manuela Kara Pinheiro - DGPR

FEBRACA lança mapeamento inédito e expõe a realidade da proteção animal no Brasil

1º Relatório de Impacto da Causa Animal revela que 82% das organizações não possuem equipe contratada,

72% nunca receberam emendas parlamentares e 56,1% das ONGs conseguem realizar apenas de uma a cinco adoções mensais




A Federação Brasileira da Causa Animal (FEBRACA) lançou hoje, 4 de fevereiro, o 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil, um estudo pioneiro que mapeou 2.613 organizações não governamentais ativas no país. O documento, construído a partir de dados consolidados, traz à luz a fragilidade estrutural do terceiro setor voltado aos animais: 76% das ONGs citam a falta de recursos financeiros como sua principal dificuldade, operando em um cenário de urgência constante, apesar do Brasil possuir o terceiro maior faturamento do mercado pet mundial, estimado em R$ 77 bilhões.



O relatório apresenta um diagnóstico claro sobre a capacidade operacional das instituições que atuam na linha de frente do bem-estar animal. A precariedade administrativa impacta diretamente a eficácia do acolhimento: atualmente, existem cerca de 4,8 milhões de animais em situação de vulnerabilidade, e a taxa de ocupação nos abrigos revela um cenário de saturação, onde para cada três animais que entram, apenas um consegue sair por meio da adoção.



Fragilidade Estrutural e Gestão 


O levantamento traça um perfil alarmante sobre a estrutura organizacional do terceiro setor animal: 82,2% das instituições atuam sem nenhum colaborador remunerado, dependendo inteiramente de uma força de trabalho voluntária que, em 70% dos casos, opera na informalidade sem a assinatura de termos de adesão previstos em lei. Esses dados se refletem também na governança, visto que 61% das ONGs não possuem um portal de transparência com relatórios financeiros ou de atividades, dificultando a construção de credibilidade junto à sociedade e investidores.



Isolamento Financeiro 


A asfixia orçamentária é citada como a principal dificuldade por 76,1% das organizações, um dado que se explica pelo isolamento das entidades em relação às grandes fontes de fomento. O relatório aponta que 79% das ONGs não possuem parcerias com empresas privadas e 73% nunca firmaram convênios ou contratos de repasse de recursos com o poder público. A desassistência governamental é severa, com 72% das instituições afirmando nunca terem recebido emendas parlamentares, sobrevivendo majoritariamente de doações esporádicas de pessoas físicas (62%).



Gargalo Operacional e Necessidades Reais 


O impacto direto dessa escassez de recursos e gestão profissional é a baixa rotatividade nos abrigos: mesmo superlotadas, 56,1% das ONGs conseguem realizar apenas de 1 a 5 adoções mensais. Para reverter esse quadro de estagnação, as entidades clamam por flexibilidade no uso dos recursos, evidenciando por que 78,1% preferem receber doações financeiras em vez de produtos, verba essencial para custear despesas estruturais, veterinárias e de pessoal que a simples doação de ração não consegue cobrir.



Gestão estratégica gera resultados eficientes


Apesar dos desafios, o documento aponta caminhos promissores através da profissionalização. O programa "MentoraPet", uma iniciativa de fortalecimento institucional destacada no relatório, demonstrou que a gestão estratégica gera resultados imediatos: as ONGs participantes registraram um aumento de 255% na receita e triplicaram o número de parceiros ativos em apenas cinco meses. O relatório também sublinha o potencial inexplorado de articulação política e fiscal, estimando que propostas legislativas de incentivo, como a dedução no Imposto de Renda, poderiam gerar até R$ 1 bilhão anual para cuidados animais.



"Este relatório é um divisor de águas, pois transforma o amor pelos animais em dados concretos que não podem mais ser ignorados. Os números mostram que o abandono deixou de ser invisível, mas também revelam que a conta da compaixão não fecha sem estrutura. Ver que 79% das ONGs ainda não possuem parcerias com empresas privadas é um alerta, mas os resultados do nosso programa de mentoria provam que, com gestão profissional, podemos reverter esse quadro e garantir um futuro digno para os milhares de animais que dependem do nosso trabalho", explica Cadu Pinotti, Presidente da FEBRACA.



Para ter acesso ao 1º Relatório de Impacto da Causa Animal no Brasil na íntegra, basta seguir as redes sociais da Federação, que em breve lançará a versão pública.




A FEBRACA (Federação Brasileira da Causa Animal) é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de conectar, apoiar, fortalecer e representar as ONGs de proteção animal do país. A instituição visa trazer o debate dessa temática, tendo como premissa melhorar todo o ecossistema, seja sociedade, poder público e entidades, com foco em benefício direto para as pequenas organizações que atuam na ponta. A entidade realiza mentorias, capacitações, projetos personalizados e proposições de políticas públicas mais efetivas em todo país.




Por Thiago Rodrigues - FEBRACA

 

Mobilização nacional alerta para crueldade animal

Crédito: Divulgação

Campanha conscientiza sobre maus-tratos e abandono em mês historicamente crítico para os bichos de estimação




O amor por um animal não se mede apenas pelos momentos de alegria que ele proporciona, mas pela responsabilidade e cuidado que dispensamos a ele nos momentos difíceis. Infelizmente, dezembro é um mês em que muitos tutores esquecem esse compromisso afetivo e abandonam seus companheiros, transformando um período de celebração em trauma para milhares de animais. Para combater essa realidade cruel, o Dezembro Verde Escuro mobiliza todo o país em uma campanha de conscientização sobre abandono e maus-tratos contra os animais.

Crédito: Divulgação

Segundo o médico veterinário Dr. Gleison Mota Ribeiro, do Hospital Veterinário Taquaral (@hvtcampinass), o aumento nos casos de abandono durante as festas de fim de ano reflete uma triste combinação de fatores. "As viagens de férias deixam muitas famílias sem saber com quem deixar o animal. As despesas extras típicas de dezembro fazem alguns tutores negligenciarem os cuidados básicos. E temos ainda a aquisição impulsiva de filhotes como presentes de Natal, seguida de abandono quando o animal deixa de ser novidade ou dá mais trabalho que o esperado", explica o veterinário.


A campanha Dezembro Verde Escuro surgiu da necessidade urgente de combater essa realidade. Iniciada em 2015 por protetores, órgãos públicos, secretarias de meio ambiente, conselhos de medicina veterinária e ONGs, a mobilização ganhou força ao longo dos anos e hoje faz parte do calendário oficial de ações educativas em diversos municípios brasileiros. O movimento responde ao crescimento expressivo de animais abandonados nas ruas e aos frequentes casos de violência, negligência e exploração animal.


Crédito: Divulgação - Dr. Gleison Mota Ribeiro, do Hospital Veterinário Taquaral


Os objetivos da campanha são claros: reduzir o abandono e os maus-tratos, promover a guarda responsável, incentivar a adoção consciente e informar a população sobre as leis de proteção animal. Dr. Gleison ressalta que o abandono não é apenas um ato cruel, mas um crime previsto no Código Penal brasileiro, com pena que pode chegar à detenção e multa. "Animais abandonados sofrem fome, sede, doenças, atropelamentos, podem transmitir zoonoses e geram impacto ambiental e social. É fundamental que as pessoas entendam a gravidade dessa atitude", alerta o Dr. Gleison.


Crédito: Divulgação

A campanha Dezembro Verde Escuro foca na educação e conscientização da população, além da prevenção de abusos, negligência e crueldade. O movimento busca fortalecer uma cultura de respeito, empatia e responsabilidade, lembrando que adotar um animal significa assumir um compromisso de amor incondicional e cuidado permanente.
 

"Um animal não é um brinquedo que pode ser descartado quando perde a graça. É um ser senciente que sente dor, medo, fome e solidão. Merece respeito, carinho e proteção durante toda a sua vida", finaliza o veterinário.


Crédito: Divulgação


Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP

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Instagram: @hvtcampinass

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Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP

Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana

Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500




Por Kátia Nunes - AMZ Comunicação





Maio Amarelo Pet: campanha destaca a importância da prevenção das doenças renais em cães e gatos

Médica-veterinária  dá dicas de prevenção e alerta para sinais de doenças


Com mais de 20 anos de experiência em nutrição pet, a Special Dog Company reforça o apoio ao Maio Amarelo Pet, uma campanha de conscientização que alerta para os riscos das doenças renais em cães e gatos. A empresa promove a prevenção e o diagnóstico precoce, incentivando tutores a cuidarem da saúde renal dos seus animais com ações simples e eficazes.

 

“As doenças renais são silenciosas, progressivas e, muitas vezes, identificadas apenas quando já estão em estágio avançado. Por isso, a conscientização é fundamental. Com informação e acompanhamento adequado, podemos garantir mais qualidade de vida e longevidade aos pets”, destaca Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company.
 

Segundo a especialista, a Doença Renal Crônica (DRC) é uma das enfermidades mais comuns em pets idosos, especialmente em gatos. Embora possa se manifestar em animais jovens, é a partir dos sete anos de idade que os riscos aumentam significativamente. Entre os sinais de alerta mais frequentes estão alteração no consumo de água, urina em excesso ou ausência de micção, perda de apetite, vômitos, emagrecimento e apatia.
 

A campanha também reforça a importância do check-up veterinário periódico e da adoção de uma alimentação balanceada como forma de prevenção. “A nutrição tem papel essencial na saúde renal. Alimentos formulados com controle de fósforo, sódio e proteínas de alta digestibilidade ajudam a proteger os rins e a manter o organismo equilibrado. Além disso, o estímulo à ingestão de água é um cuidado básico e indispensável”, explica Kelly.


 

Cuidados simples que fazem diferença


Além das visitas regulares ao veterinário, a especialista orienta os tutores a manterem atenção constante ao comportamento dos pets. Mudanças discretas podem sinalizar que algo não vai bem. Observar o apetite, a hidratação e até mesmo o aspecto da urina e das fezes pode ajudar na detecção precoce de alterações.
 

No caso dos gatos, os cuidados devem ser ainda mais específicos. “Gatos tendem a ingerir menos água do que os cães, o que os torna naturalmente mais propensos a problemas urinários e renais. Por isso, é importante oferecer água fresca em diversos pontos da casa, investir em fontes e considerar incluir alimentos úmidos na dieta”, acrescenta Kelly.
 

A empresa tem como propósito produzir alimentos de alta qualidade e promover práticas responsáveis junto à comunidade pet. “Acreditamos que a informação transforma. Ao compartilhar conhecimento, queremos fortalecer o vínculo entre tutores e pets, incentivando cuidados preventivos e uma convivência mais saudável e feliz”, concluiu Kelly.
 


Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 38 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 1.900 colaboradores.
 

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.




Por Equipe de Comunicação - Special Dog Company

 

Dia Nacional dos Animais: certificação Empresa Amiga dos Animais cresce mais de 60% em um ano

Martha Rodrigues, CEO da Guapeco - crédito Gabriela Jorge

 Martha Rodrigues, CEO da Guapeco, aponta que aumento das certificações de Selo Empresa Amiga dos Animais revela melhora da conscientização, mas ainda é preciso avançar


O Dia Nacional dos Animais, celebrado em 14 de março, foi instituído por organizações de proteção animal e reforça a necessidade de garantir a proteção e o bem-estar dos animais. No Brasil, a Constituição Federal prevê essa proteção, estabelecendo pena de multa e até um ano de detenção para quem cometer maus-tratos. A legislação segue avançando, com um Projeto de Lei que propõe a inclusão do plano de saúde pet entre os benefícios da CLT. Martha Rodrigues, CEO da Guapeco, HRtech pioneira em benefícios pet, destaca que é preciso avançar também na conscientização das empresas sobre os impactos do cuidado com os animais na vida dos profissionais que são tutores e, por consequência, nos resultados do trabalho.



A Guapeco lançou, em 2023, o Selo Empresa Amiga dos Animais, uma certificação concedida a empresas com mais de 25 colaboradores que possuem um plano corporativo pet ativo. O selo fortalece a marca empregadora, promovendo uma imagem inovadora e socialmente responsável. Além disso, demonstra o compromisso com o bem-estar animal e cria uma vantagem competitiva no mercado. Em 2024, o selo registrou um aumento de 61% no número de empresas certificadas em comparação ao ano anterior.


“A população de animais de estimação já soma mais de 160 milhões de indivíduos. Esse dado demonstra que há um grande potencial para novas empresas serem certificadas, mas é preciso romper algumas barreiras culturais nesse caminho. Primeiro, os RHs precisam compreender o contexto de mudanças culturais e comportamentais que levaram ao crescimento da população de animais nos lares e a importância que o bem-estar dos pets tem para suas famílias e, por consequência, os impactos dos cuidados com os animais na produtividade desses tutores”, aponta.


A atração e retenção de talentos são outros pontos onde a saúde e bem-estar dos animais podem ser um diferencial no mundo corporativo. “Os profissionais entre 28 e 34 anos são os que mais valorizam benefícios voltados aos pets, pois muitos priorizam a companhia dos animais em detrimento da parentalidade tradicional. Esse comportamento reflete uma mudança no perfil dos trabalhadores e exige um olhar mais atento das empresas para garantir engajamento e retenção”, aconselha a CEO da Guapeco.


Comemore com proteção

Neste Dia Nacional dos Animais, Martha destaca ainda a necessidade de adesão às consultas preventivas e a vacinação dos animais.

“Esta data é importante para lembrar que a saúde e o bem-estar dos nossos pets dependem de cuidados constantes, e isso inclui visitas regulares ao veterinário e a manutenção do quadro de vacinas. Prevenir é sempre o melhor caminho para garantir uma vida longa e saudável para nossos companheiros. Consulta e vacinação são aliados para prevenir complicações mais graves no futuro”, destaca.




A Guapeco é uma HRtech pioneira na oferta de benefícios corporativos para pets, criada em 2020 em Santa Catarina. Atendendo mais de 80 empresas e protegendo mais de 2.700 animais, a startup oferece cobertura nacional e flexível para todas as espécies de animais domésticos, sem limite de idade. Reconhecida por sua inovação, a Guapeco registrou crescimento de 300% em 2024 e continua liderando tendências para um mercado de trabalho mais conectado às famílias multiespécie.



Por Daniely Borges - Dialetto

Estudantes se mobilizam em campanha para auxiliar nos custos de animais resgatados de abandono e maus tratos

De janeiro deste ano até abril, foram recolhidos 50 kg de tampinhas

Projeto é viabilizado em parceria com a ONG Proteção Animal Resgate e cerca de 24 estudantes do 3º ano, do Ensino Fundamental 1



Para desenvolver a responsabilidade social e trabalhar a conscientização com relação à sustentabilidade ambiental e à defesa de animais abandonados, o Colégio Santa Marcelina de São Paulo lançou o projeto "Tampinhas Solidárias", idealizado por cerca de 24 estudantes do 3º ano A, do Ensino Fundamental Anos Iniciais, em parceria com a ONG Proteção Animal Resgate, liderada por Luiz Scalea, mentor e responsável pelo resgate de animais abandonados. 

 

Até abril de 2024, foram recolhidos 50 kg de tampinhas plásticas. Segundo a professora do Colégio Santa Marcelina de São Paulo, Priscilla Macedo da Costa, os estudantes são os grandes responsáveis por mobilizar toda a comunidade, desde familiares, equipe, vizinhos e parentes, para a arrecadação dos itens, que são enviados ao Luiz Scalea, responsável por vender os materiais às indústrias. “Desta forma, com os recursos financeiros obtidos, é possível providenciar a castração dos animais, que, em seguida, são encaminhados para a adoção”, afirma.

 

De acordo com Priscilla, além de ajudar o meio ambiente e incentivar a castração, a iniciativa também contribui para reduzir a ingestão de plástico pelos animais, que muitas vezes acabam morrendo por esse motivo.


 

A idealização do projeto

 

Priscilla relembra que o projeto se iniciou em 2023 com a turma do 2º ano e foi retomado no ano de 2024 com a turma do 3º ano. “Os estudantes são os principais protagonistas do projeto, desempenhando uma participação social ativa na campanha e se envolvendo em todas as etapas, desde a criação do projeto, a pesquisa sobre a problemática e apresentação de dados, até a arrecadação e entrega efetiva das tampinhas”, comenta.

 

A docente explica, ainda, que a iniciativa estimula a formação de valores humanos nas crianças, além de trabalhar habilidades em diversas disciplinas. “Nas aulas de Artes, por exemplo, os estudantes elaboraram uma mascote e cartazes de divulgação. Já em  tecnologia, trabalharam toda a parte de divulgação do projeto nas redes sociais e em Ciências fomentaram a importância da castração”, finaliza Priscilla. 


O Instituto Internacional das Irmãs de Santa Marcelina foi fundado em 1838 por Monsenhor Luigi Biraghi, com o auxílio de Marina Videmari, em Milão, na Itália. Dedicada à educação, à saúde e à assistência social, a Congregação difundiu-se globalmente a partir da instituição de colégios, hospitais e obras sociais. 

Atualmente, presente em 8 países, espalhados por 3 continentes, e em 17 municípios e 9 estados brasileiros, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Tocantins, o Instituto segue com a missão de levar adiante, com empenho e entusiasmo, a educação, a formação, a cura e a construção do ser humano íntegro e da sociedade. Tudo isso alinhado a uma metodologia inovadora de aprendizagem, que, por sua vez, está alinhada às principais tendências do mercado educacional.


Por Igor Lima - EPR Comunicação