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Estudantes se mobilizam em campanha para auxiliar nos custos de animais resgatados de abandono e maus tratos

De janeiro deste ano até abril, foram recolhidos 50 kg de tampinhas

Projeto é viabilizado em parceria com a ONG Proteção Animal Resgate e cerca de 24 estudantes do 3º ano, do Ensino Fundamental 1



Para desenvolver a responsabilidade social e trabalhar a conscientização com relação à sustentabilidade ambiental e à defesa de animais abandonados, o Colégio Santa Marcelina de São Paulo lançou o projeto "Tampinhas Solidárias", idealizado por cerca de 24 estudantes do 3º ano A, do Ensino Fundamental Anos Iniciais, em parceria com a ONG Proteção Animal Resgate, liderada por Luiz Scalea, mentor e responsável pelo resgate de animais abandonados. 

 

Até abril de 2024, foram recolhidos 50 kg de tampinhas plásticas. Segundo a professora do Colégio Santa Marcelina de São Paulo, Priscilla Macedo da Costa, os estudantes são os grandes responsáveis por mobilizar toda a comunidade, desde familiares, equipe, vizinhos e parentes, para a arrecadação dos itens, que são enviados ao Luiz Scalea, responsável por vender os materiais às indústrias. “Desta forma, com os recursos financeiros obtidos, é possível providenciar a castração dos animais, que, em seguida, são encaminhados para a adoção”, afirma.

 

De acordo com Priscilla, além de ajudar o meio ambiente e incentivar a castração, a iniciativa também contribui para reduzir a ingestão de plástico pelos animais, que muitas vezes acabam morrendo por esse motivo.


 

A idealização do projeto

 

Priscilla relembra que o projeto se iniciou em 2023 com a turma do 2º ano e foi retomado no ano de 2024 com a turma do 3º ano. “Os estudantes são os principais protagonistas do projeto, desempenhando uma participação social ativa na campanha e se envolvendo em todas as etapas, desde a criação do projeto, a pesquisa sobre a problemática e apresentação de dados, até a arrecadação e entrega efetiva das tampinhas”, comenta.

 

A docente explica, ainda, que a iniciativa estimula a formação de valores humanos nas crianças, além de trabalhar habilidades em diversas disciplinas. “Nas aulas de Artes, por exemplo, os estudantes elaboraram uma mascote e cartazes de divulgação. Já em  tecnologia, trabalharam toda a parte de divulgação do projeto nas redes sociais e em Ciências fomentaram a importância da castração”, finaliza Priscilla. 


O Instituto Internacional das Irmãs de Santa Marcelina foi fundado em 1838 por Monsenhor Luigi Biraghi, com o auxílio de Marina Videmari, em Milão, na Itália. Dedicada à educação, à saúde e à assistência social, a Congregação difundiu-se globalmente a partir da instituição de colégios, hospitais e obras sociais. 

Atualmente, presente em 8 países, espalhados por 3 continentes, e em 17 municípios e 9 estados brasileiros, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Tocantins, o Instituto segue com a missão de levar adiante, com empenho e entusiasmo, a educação, a formação, a cura e a construção do ser humano íntegro e da sociedade. Tudo isso alinhado a uma metodologia inovadora de aprendizagem, que, por sua vez, está alinhada às principais tendências do mercado educacional.


Por Igor Lima - EPR Comunicação

Escolas desenvolvem habilidades socioemocionais com a ajuda de pets

Mascote do Colégio Acesso

 

De visita dos bichos de estimação dos alunos à escola a adoção de animais colégios aproveitam oportunidades para ensinar os estudantes sobre guarda responsável, respeito e empatia


O equilíbrio socioemocional e o desenvolvimento do senso de cuidado coletivo se tornaram latentes nos últimos anos. As escolas, atentas ao desenvolvimento integral dos estudantes, trouxeram os pets como aliados para trabalhar essas questões.


O Colégio Itamarati, de Ribeirão Preto, criou o PetDay, quando os estudantes podem levar seus animais de estimação para passar um dia na escola. A ação tem como objetivo conscientizar as crianças sobre a tutela responsável, o respeito aos animais e o controle emocional.


“Além do convívio e do pet play, que montamos para os pets se divertirem, também trouxemos uma adestradora para falar sobre a importância de perceber e respeitar os sinais que o animal nos dá. Além disso, fizemos uma oficina de bandanas, na qual os alunos trabalharam com estamparia e criaram um belo presente para enfeitar o companheirinho deles”, conta Aline Fernanda Tapetti, Coordenadora Pedagógica Fundamental Anos Iniciais da escola e idealizadora do projeto. “Esse projeto também beneficiou os alunos que nunca tiveram a oportunidade de conviver com animais de estimação e viram a chance de interagir com o animalzinho dos amigos”, completa.


Segundo estudo realizado na Austrália pela Pediatric Research, crianças que tinham contato direto com cães apresentaram 30% menos chances de desenvolver problemas de relacionamento com seus colegas em comparação às que não conviviam com animais. E 40% tinham mais facilidade de conviver com outras pessoas, sendo que 34% eram mais engajadas em situações de convivência.


Lilica e os seus colegas - Colégio Novo Tempo

O Colégio Novo Tempo adota a filosofia sociointeracionista e mantém um Núcleo Ambiental, onde os estudantes têm contato direto com a natureza e com animais. Entre eles, está a cabra Lilica, xodó dos alunos e dos professores. A mascotinha da escola passeia de coleira e é tão querida que ganhou até festa de aniversário. Além da Lilica, os alunos do Colégio Novo Tempo também convivem com as codornas e as coelhas Jurema, Pelúcia, Mika e Naná.


Com foco ambiental e sócio emocional, o projeto estimula os estudantes a resolverem problemas complexos do dia a dia, fortalece o sistema imunológico, desenvolve o espírito de cooperação e afeto. “Qualquer ser vivo reconhece quando é amado e bem cuidado, isso vale para plantas e animais. Aqui mostramos a importância da preservação do meio ambiente com as atividades do plantar, colher e degustar. Com os animais que temos aqui mostramos que não são só cães e gatos que precisam ser tratados com carinho e respeito”, explica Gabrielle Gravanich, bióloga responsável pelo Núcleo Ambiental.


O Colégio Acesso, unidade Campo Largo (PR), possui um casal de jabutis, Juca e Lola. No ano passado, os répteis e a comunidade escolar ganharam um novo companheiro, o cãozinho Paçoca. O nome foi escolhido pelos mais de 120 alunos da unidade que receberam com amor e carinho o mascotinho, adotado no centro de proteção dos animais, ONG SOS 4 Patas.


Mais novo integrante do Colégio Acesso

Segunda a Diretora do Colégio Acesso, Juliana Caroline Corna, a adoção teve como intuito proporcionar aos alunos a alegria de conviver com um animal de estimação, pois muitos não possuem pets em casa. “O paçoca é dócil e muito carinhoso. Ele sempre recepciona as crianças e os pais na entrada e na saída da escola”, relata a gestora escolar que aproveitou o movimento para conscientizar a comunidade escolar de que animais de rua podem ser adotados e oferecer amor. “Temos dois alunos que tinham receio em tocar no paçoca, um deles por causa do barulho alto do latido. Nesses casos fizemos um trabalho direcionado, com respeito aos limites de cada aluno. Após esse trabalho da nossa equipe, as crianças correm e brincam com o cãozinho como se nunca tivesse havido receio entre eles”, explica.


O mascote adora brincar com os amigos de duas pernas e todos da escola ficam responsáveis por verificar se a água, comida, se a casinha está em ordem, pois de acordo com a diretora isso traz aos alunos o senso de responsabilidade, cuidado e empatia com o próximo.

 

Com quatro anos de atuação no mercado, a Inspira Rede de Educadores está presente em todas as regiões do Brasil. Amparada por valores diferenciados, como protagonismo, resiliência, interdependência, felicidade, justiça, curiosidade e simplicidade, a empresa trilha uma jornada pautada pela educação de excelência. Hoje, consolidada como a principal rede de escolas e a que mais cresce no país, a companhia é responsável pelo aprendizado de mais de 60 mil alunos das 110 escolas integradas à rede. Sob o comando de um renomado time de educadores, que somam décadas de experiência no setor, a empresa segue em pleno processo de expansão. Reconhecida pelas práticas de excelência, a Rede é formada por instituições que inspiram pessoas e hoje é referência em educação diferenciada, formando pessoas apaixonadas por conhecimento, dentro de um ambiente acolhedor e inspirador para gestores, educadores e estudantes. Saiba mais sobre a Inspira no site e nas redes sociais.


Por Priscila Nishimori - FSB Comunicação



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Aplicativo gratuito para Android e IOS ajuda a localizar pets perdidos

Carlos Fabbro, especialista em tecnologia e idealizador da PUPZ, é tutor da Channel

 

Tecnologia de reconhecimento facial desenvolvida pela PUPz utiliza inteligência artificial para identificar animais por focinho e pontos da face. 


Perder o pet é um dos maiores temores de quem tem um filho de quatro patas, o que pode acontecer mesmo quando o tutor é cuidadoso. Os pais de gatos, por exemplo, ficam preocupados quando os felinos saem para dar uma voltinha, já que esses animais chegam a percorrer até três quilômetros e podem encontrar diversos perigos pelo caminho. Com os cachorros não é diferente, existem muitos fujões que não podem ver um portão aberto e escapam agilmente, o que também pode acontecer em casos de fogos que assustam os animaizinhos. Para ajudar os tutores nessa saga, a PUPZ - empresa especializada em produtos pets - criou um aplicativo gratuito de reconhecimento facial, disponível para Android e IOS. 


 

O amor pelos pets aumenta a cada dia, com muitos casais adiando a gravidez ou até optando por não ter filhos, enquanto a adoção de animais só aumenta a cada dia no Brasil. A pandemia também impulsionou esse tipo de iniciativa, pois de acordo com a pesquisa Radar Pet 21, cerca de 30% dos animais dos tutores entrevistados foram adquiridos neste período. Nos primeiros meses da crise sanitária, um levantamento realizado pela União Internacional Protetora dos Animais (UIPA) revelou que a adoção de animais cresceu 400%.


 

Com o crescimento do número de animais nos lares brasileiros, a preocupação com a segurança dos pets só aumenta, mas com o avanço da tecnologia, já existem diversas soluções para quem não quer perder os passos dos bichinhos. Carlos Fabbro, especialista em tecnologia e idealizador da PUPZ, é tutor da Channel, uma Golden Retriever que foi a musa inspiradora para o desenvolvimento do aplicativo de reconhecimento facial e criação da empresa - especializada em produtos para garantir a segurança dos animais, como coleiras, peitorais e tags para identificação.

 

 

“Nós levamos anos para desenvolver esse aplicativo, que por meio da inteligência artificial consegue ligar os pontos da face do animal para identificá-lo. Para isso, nós utilizamos três redes neurais convolucionais, uma classe aplicada com sucesso no processamento e análise de imagens digitais, e que é a base para o reconhecimento facial dos pets em nosso sistema”, explica Fabbro.

 

 

Quem quiser usufruir do sistema gratuito de reconhecimento facial da PUPZ, precisa baixar o app na loja de aplicativos do respectivo sistema operacional de seu smartphone, sendo que a empresa disponibiliza versões para os mais utilizados atualmente, IOS e Android. Após a instalação, basta seguir com o cadastro na plataforma do tutor e do pet, e utilizar a câmera do próprio celular para fazer o reconhecimento facial do animal, que ficará arquivado na plataforma.



Por Camila Oliveira - Missão Comunicação 





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