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Tricô artesanal ganha espaço no universo pet com roupas personalizadas

Quem disse que só os humanos aproveitam o inverno de tricô? A pequena Magali já desfila com um pulôver feito à mão, sob medida e cheio de carinho. Foto: Cristina Sasaki

 


Com a chegada dos dias mais frios, não são apenas as pessoas que recorrem às peças de lã para se aquecer. Cães, especialmente os de pequeno porte, idosos ou de pelagem curta, também precisam de proteção contra as baixas temperaturas. Atenta a esse movimento, o Empório das Lãs aposta em uma tendência que une conforto, afeto e artesanato: a confecção de pulôveres em tricô para pets.



Produzidas artesanalmente, as peças valorizam o trabalho manual e podem ser confeccionadas em diferentes tamanhos, cores e modelos, proporcionando um ajuste confortável para os animais. Além de aquecer, os pulôveres também se tornaram acessórios de estilo, acompanhando o vínculo cada vez mais próximo entre tutores e seus animais.



Workshop


Com mais de 20 anos dedicados ao ensino do tricô e do crochê, as sócias do Empório das Lãs, a primeira boutique de fios e lãs de São Paulo, criaram um workshop exclusivo para ensinar suas alunas a confeccionar pulôveres para pets. A proposta é mostrar, passo a passo, como desenvolver peças sob medida que unem conforto, beleza e funcionalidade, levando para cada criação a técnica, o cuidado e o carinho que só o trabalho feito à mão é capaz de proporcionar.



Peças personalizadas


De acordo as professoras Ana Claudia Souza e Cristina Sasaki, sócias do Empório das Lãs, confeccionar roupas para pets exige atenção tanto à escolha dos materiais quanto à modelagem.



"Utilizamos fios macios e confortáveis e desenvolvemos cada peça sob medida, para que ela não aperte nem limite os movimentos do animal. Para isso, tiramos medidas como a circunferência da cabeça, do pescoço, das patinhas, do peito e o comprimento até a base do rabinho. Tudo é pensado para garantir um caimento perfeito, conforto e liberdade para o pet", explicam.



O workshop também ensina a técnica do jacquard, que permite tricotar nomes, letras e desenhos diretamente na peça, criando pulôveres personalizados para os pets.



Amora ganhou um pulôver de tricô personalizado com seu nome. Feita à mão, a peça une conforto, estilo e o carinho do artesanato para os pets. Foto: Cristina Sasaki



Tricô além da moda tradicional


A iniciativa mostra como o tricô vem conquistando novos espaços, indo além da moda tradicional e chegando ao universo dos animais de estimação. Para quem tricota, as peças representam uma oportunidade de aprender novas técnicas, desenvolver produtos personalizados e ampliar as possibilidades de criação.



Mercado pet


Com cerca de 160 milhões de pets, o Brasil está entre os países com a maior população de animais de estimação do mundo. O mercado pet brasileiro movimenta mais de R$ 70 bilhões por ano, mostrando a força de um setor que amplia a oferta de produtos e serviços voltados ao bem-estar dos animais.


Empório das Lãs

Endereço: Rua Gil Eanes, 713, Campo Belo –São Paulo SP CEP: 04601-042

Horário da loja: Segunda à sexta: das 10h às 17h, sábado: 9h às 13h

Site: https://www.emporiodaslas.com.br/

WhatsApp: Loja física (11) 98203-6688 Site 11-98541-6655

Instagram: @emporiodaslas

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Por Cristina Aguilera - Mídia Brazil Comunicação Integrada


Mercado pet exige mais preparo: tutores já não aceitam serviços sem método e transparência

Denise Neves

Especialista em comportamento canino explica como a mudança no perfil dos tutores está obrigando empresas pet a profissionalizar atendimento, manejo e adestramento



De acordo com a Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet), o ramo deve movimentar cerca de R$ 80 bilhões em 2026. Esse mercado vive um momento de transformação impulsionado pela mudança no comportamento dos próprios tutores. Entre os principais impulsionadores estão produtos e serviços voltados à saúde e longevidade dos animais, alimentação especializada e plano de saúde pets. Os tutores estão mais informados, exigentes e atentos ao bem-estar animal, passaram a buscar serviços que vão muito além do básico em hotéis, creches e espaços de adestramento.


Para Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner, o tutor atual já não procura apenas um local para deixar o animal. “Hoje, ele quer segurança, transparência, rotina estruturada e profissionais capacitados. Isso exige que as empresas trabalhem com mais método, protocolos claros e comunicação constante com a família”, afirma.


Segundo ela, esse novo perfil de consumidor vem acelerando a profissionalização do setor e mudando práticas que, até pouco tempo atrás, eram comuns no mercado.


Falta de processo ainda faz empresas perderem credibilidade

Mesmo com o crescimento do setor, muitas empresas ainda enfrentam problemas estruturais que afetam diretamente a confiança dos clientes.

“O principal erro é vender discurso de amor e cuidado sem ter processos reais que sustentem isso”, afirma a especialista.

Segundo Denise, problemas como equipe despreparada, ausência de protocolos, falhas de comunicação, superlotação e socialização sem critérios são alguns dos fatores que mais fazem tutores perderem confiança nos serviços.

“Hoje, qualquer incoerência fica muito perceptível. O cliente observa detalhes, faz perguntas e compara experiências antes de escolher onde deixar o animal”, completa.


Resultado e abordagem humanizada precisam caminhar juntos

Para Denise, existe um entendimento equivocado de que abordagens mais humanizadas significam ausência de limites ou falta de disciplina.

“Cães precisam de rotina, previsibilidade e condução clara. A abordagem respeitosa não elimina limites, ela apenas busca resultado sem ignorar o estado emocional do animal”, explica.

Na prática, isso significa entender a origem dos comportamentos e construir uma comunicação mais saudável entre o cão e a família, em vez de trabalhar apenas a obediência imediata.


Atualização profissional virou diferencial competitivo

Com um consumidor mais atento e informado, a atualização profissional se tornou essencial para empresas que desejam crescer e fidelizar clientes no setor pet.

“O tutor pesquisa, compara e questiona muito mais hoje. Empresas que investem em conhecimento, capacitação da equipe e melhoria de processos conseguem oferecer mais segurança e gerar mais confiança”, diz Denise.

Ela afirma que o mercado tende a valorizar cada vez mais operações estruturadas e tecnicamente preparadas.


O futuro do setor será mais técnico e preventivo

Entre as principais tendências para os próximos anos, Denise aponta o fortalecimento de protocolos de segurança, acompanhamento comportamental e educação preventiva.

“Na hospedagem e na creche, os serviços devem se tornar cada vez mais estruturados, com foco em rotina, segurança e monitoramento do comportamento dos animais”, afirma.

Já no comportamento animal, a tendência será a busca por orientação antes que os problemas apareçam ou se agravem. “Os tutores estão começando a entender que prevenção é muito mais eficiente do que corrigir comportamentos já instalados”, conclui.


A Dog Corner é uma empresa especializada em creche, hotel, adestramento e banho, reconhecida por unir cuidado técnico, gestão profissional e foco no bem-estar emocional dos cães. Fundada há cerca de 10 anos e com atuação consolidada em São Paulo, a empresa se destaca pelo crescimento acelerado, pela alta avaliação dos tutores e pela criação de um ecossistema próprio que inclui serviços de adestramento e educação no mercado pet. Comandada por André Cavalieri e Denise Neves, a Dog Corner atua para elevar o padrão de qualidade, segurança e gestão no setor.


Por Izabel Santa Fé Alves - Comunica PR


Mercado pet acelera profissionalização e aposta em saúde preditiva para ampliar longevidade animal

Credito: Divulgação

O mercado pet brasileiro vive uma nova fase de maturidade, impulsionado pela profissionalização do setor, avanço tecnológico e mudança no comportamento dos tutores. Mais exigentes e atentos à saúde preventiva, consumidores têm ampliado a busca por serviços especializados, transformando o segmento em um dos mais aquecidos da economia.

Dentro desse cenário, os planos de saude pet vem consolidando uma estratégia baseada em saúde preditiva, digitalização e ampliação de acesso a tratamentos de alta complexidade, reforçando uma tendência que deve ganhar ainda mais força nos próximos anos.


Segundo Raphael Clímaco, CEO e fundador da Plamev , o mercado já vive uma mudança estrutural no modelo de cuidado animal.


“O grande avanço de 2026 não é apenas médico, é preditivo. Hoje conseguimos atuar antes do problema acontecer. Isso impacta diretamente na qualidade de vida e na longevidade dos pets, porque o tutor passa a ter acesso facilitado a check-ups, acompanhamento contínuo e tratamentos que antes eram inacessíveis para grande parte das famílias”, afirma.


O movimento acompanha um novo perfil de consumidor. Para Clímaco, o tutor moderno se tornou mais informado, participativo e criterioso na escolha de serviços.

Crédito: Divulgação

“O tutor de hoje vê o pet como parte central da família. Ele busca conveniência, qualidade e segurança. Por isso, o mercado deixou de oferecer apenas assistência pontual e passou a construir ecossistemas completos de cuidado”, explica.


Com o aumento da concorrência e da demanda por especialização, gestão eficiente e integração com clínicas veterinárias passaram a ser fatores decisivos para sustentar crescimento.


“Muitas empresas focam apenas na venda. Nós focamos na sustentabilidade da operação e no fortalecimento da ponta, que são as clínicas. Quando o sistema funciona de forma integrada, todos ganham, especialmente o pet”, pontua.


Na frente tecnológica, a empresa também avança na implementação de inteligência artificial para otimizar processos internos, acelerar autorizações e acompanhar a jornada de atendimento de forma mais próxima.


“Criamos um setor de cuidados contínuos, onde monitoramos a utilização do plano e acompanhamos a evolução do pet após o atendimento. Isso gera acolhimento, eficiência e segurança para o tutor”, destaca.


O executivo avalia que o futuro do setor passa por expansão estruturada, fortalecimento operacional e ampliação de serviços ao longo de toda a vida do animal.


“O mercado pet ainda tem muito espaço para crescer, mas esse crescimento precisa ser sustentável. Nosso foco é ampliar serviços, fortalecer nossa operação e garantir que a saúde animal seja cada vez mais acessível, previsível e eficiente para as famílias”, conclui.



Por Regina Lobato -R2 Assessoria

Crescimento do mercado pet no Brasil impulsiona profissionalização, saúde preventiva e modelos de recorrência

Médico veterinário Dr. Raphael Climaco


O mercado pet brasileiro segue em forte ascensão e vem superando expectativas ano após ano, consolidando-se como um dos mais dinâmicos da economia nacional. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o setor movimentou mais de R$ 46 bilhões em 2024, com projeção de crescimento entre 8% e 12% para 2025 e 2026, percentual bem acima da média de muitos segmentos tradicionais do varejo.
 

Atualmente, o Brasil figura entre os três maiores mercados pet do mundo, impulsionado pelo aumento da adoção de animais, pela expansão dos serviços especializados e pelo maior gasto per capita dos tutores com alimentação, bem-estar, tecnologia e cuidados veterinários. Esse cenário tem exigido maior profissionalização das empresas, especialmente nas áreas de vendas, gestão e relacionamento com o consumidor.

“Há uma mudança clara na forma como os tutores encaram a saúde dos pets..."
 

Dentro desse movimento, o setor de saúde animal tem se destacado pelo crescimento consistente, puxado pelo aumento do investimento em cuidados preventivos e pelo olhar mais atento dos tutores à saúde dos pets ao longo da vida. A mudança de comportamento tem ampliado a demanda por serviços mais estruturados, como planos de saúde para cães e gatos, além de acelerar processos de digitalização e padronização no segmento.


Inserida nesse contexto, a Plamev, empresa que atua no mercado de planos de saúde pet, acompanha a evolução do setor apostando em tecnologia, recorrência e expansão regional. De acordo com Raphael Clímaco, médico-veterinário e CEO da empresa, o avanço do mercado reflete uma transformação profunda na relação entre tutores e animais de estimação.
 

“Há uma mudança clara na forma como os tutores encaram a saúde dos pets. O cuidado preventivo e o planejamento financeiro passam a ter um papel central, o que impulsiona soluções mais estruturadas, digitais e previsíveis”, avalia.


“Modelos digitais permitem maior eficiência operacional e previsibilidade..."


Com 13 anos de atuação, a Plamev iniciou as suas atividades em Aracaju, em Sergipe, e, a partir de 2018, entrou em um novo ciclo estratégico ao transferir parte de sua operação para Belo Horizonte, em Minas Gerais. O movimento acompanha uma tendência do setor de buscar ganho de escala e expansão regional, aproximando-se de polos econômicos e logísticos mais amplos.
 

Desde então, a empresa tem investido na digitalização integral da operação e na padronização de processos, adotando um modelo de negócio baseado em recorrência. Para Raphael Clímaco, a tecnologia tem sido um fator decisivo para o crescimento sustentável no mercado pet.
 

“Modelos digitais permitem maior eficiência operacional e previsibilidade, tanto para as empresas quanto para clínicas e hospitais veterinários, além de facilitar o acesso contínuo dos tutores aos serviços”, explica.


Especialistas do setor apontam que a combinação entre expansão regional, tecnologia e modelos escaláveis tende a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos. Em um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado, a capacidade de operar de forma integrada e eficiente se torna um diferencial estratégico para acompanhar a evolução do consumo e as novas exigências do mercado pet no Brasil. 



Por R2assessoria

SEU PET MERECE MAIS EM 2026: CINCO MOTIVOS PARA MIGRAR PARA A ALIMENTAÇÃO NATURAL E COMO FAZER ESSA TRANSIÇÃO

Com mais sabor e leveza, a alimentação natural vem se tornando a escolha de muitos tutores para seus cães e gatos. Confira os benefícios.



O mercado pet segue em forte expansão no Brasil, impulsionado pelo cuidado e afeto aos animais e pela busca por opções mais saudáveis de alimentação. Segundo dados recentes da Abinpet e do Instituto Pet Brasil, o segmento de Pet Food continua liderando o setor, concentrando 53,3% do faturamento total, um avanço de 1,95% em relação a 2024. Com projeções positivas para os próximos anos, especialmente para alimentos naturais, o cenário reforça a tendência de que 2026 será um ano de crescimento para produtos voltados ao bem-estar e à nutrição dos pets.

Mais que uma tendência, a alimentação natural para pets é feita com ingredientes frescos e sem aditivos artificiais e transgênicos, trazendo benefícios reais para a saúde e bem-estar dos animais. Esse tipo de alimentação funciona como um complemento versátil à ração tradicional ou também como refeição completa, permitindo novas combinações e sabores.

O médico-veterinário Robson Vivas e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets no Brasil, destaca: “A dieta natural se diferencia por não ter conservantes, corantes ou outros aditivos industriais, proporcionando uma nutrição mais nutritiva e saudável”. Além disso, os tutores, junto com seus veterinários de confiança, podem combinar a alimentação natural com a ração, oferecendo sabores variados para manter o pet sempre feliz e estimulado.

O especialista ainda comenta que inserir a alimentação natural é um processo que exige atenção e uma transição gradual. “A introdução de alimentos naturais, embora seja completa, também pode ser misturada ou alternada com a ração, garantindo que o pet tenha uma melhor adaptação ao novo alimento. “A ideia não é substituir a ração de uma vez, mas ir adicionando pequenas porções de alimentos frescos, como carnes, vegetais e frutas, para que o organismo do animal se acostume aos novos nutrientes sem desconfortos digestivos,” explica o veterinário.



Confira os principais benefícios:

VersatilidadeSegundo Dr. Robson, a alimentação natural oferece uma flexibilidade que atende às necessidades específicas de cada pet. “Com uma dieta natural, conseguimos adaptar os ingredientes e as porções conforme a idade, porte, nível de atividade e condição de saúde do animal,” explica. Ele também destaca que a possibilidade de variar as proteínas, vegetais e grãos é essencial para evitar alergias alimentares e personalizar a dieta de forma a garantir uma nutrição completa. Além disso, a alimentação natural permite criar receitas como bolos e picolés para celebrar datas especiais, o que é uma ótima forma de agradar o pet.

TexturaA textura é outra grande vantagem da alimentação natural. Diferente das rações secas, essa dieta traz alimentos mais macios e variados, como pedaços de carne e vegetais, que tornam a mastigação mais fácil e prazerosa. Essa variedade oferece uma experiência sensorial mais rica, isso é especialmente importante para animais que têm dificuldade com alimentos secos, pois facilita a mastigação e melhora o aproveitamento do alimento.

Fortalecimento do sistema imunológico: Os alimentos frescos e naturais são ricos em nutrientes essenciais. As carnes, vegetais e frutas fornecem vitaminas e minerais que ajudam a fortalecer o sistema imunológico do pet, deixando-o mais resistente a infecções e doenças. Portanto, uma dieta equilibrada é fundamental para manter a saúde geral do animal.

Controle de peso e prevenção da obesidade: “Quando ajustamos a dieta de um pet com alimentos naturais, conseguimos monitorar melhor o consumo calórico e os nutrientes oferecidos,” aponta doutor Robson. Ele explica que, sem os aditivos processados e outros elementos calóricos presentes em algumas rações comerciais, o risco de obesidade é menor, o que contribui para um estilo de vida mais ativo e saudável.

Por fim, a hidratação: A alimentação natural também traz uma vantagem extra em hidratação. "Com carnes e vegetais frescos, os pets têm acesso a uma fonte adicional de água, que é vital para a saúde dos rins e do sistema urinário,” explica. Esse benefício é especialmente relevante para gatos e cães, que geralmente bebem pouca água por conta própria. Além disso, a qualidade dos ingredientes frescos facilita uma absorção mais eficiente dos nutrientes, promovendo bem-estar e energia no dia a dia do pet," conclui Vivas.


 

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 



Por Thays Ferreira - Publika.aí Comunicação

Feira Petnor 2025 encerra sua oitava edição com recorde de público e mais de R$ 100 milhões em negócios gerados

Edição reforça o protagonismo nas regiões Norte e Nordeste e amplia o impacto econômico, técnico e de conhecimento científico



A Petnor 2025, único evento de negócios (B2B), voltado para o mercado pet e veterinário do Norte e Nordeste do Brasil, realizada entre os dias 16 e 18 de novembro no Pernambuco Centro de Convenções, encerrou a edição deste ano consolidada como uma das maiores feiras do segmento do país. O evento registrou recorde de público, tanto na visitação geral quanto nos eventos paralelos, confirmando a força e o crescimento do setor na Região Metropolitana do Recife, que concentra mais de 700 petshops e casas de ração.


Ao longo dos três dias de programação, a feira ultrapassou a marca de R$ 100 milhões em negócios gerados, reforçando o posicionamento do Norte e Nordeste como um dos polos mais dinâmicos do país no segmento pet e veterinário. Foram mais de 16 mil visitantes, 1,7 mil congressistas e mais de 80 competidores.


Além da força comercial, a Petnor também se destacou pela mobilização solidária. A campanha de arrecadação de ração alcançou mais de duas toneladas, superando o recorde da edição anterior, que foi de 1,6 tonelada, refletindo a sensibilidade dos expositores. O país tem hoje mais pets que pessoas e convive com mais de 20 milhões de animais abandonados. Os alimentos foram doados para as 16 ONGs participantes da feira.


Segundo o diretor da Petnor, Paulo André Moura, o resultado desta edição confirma a força e o amadurecimento do mercado pet e veterinário no Norte e Nordeste. “Tivemos três dias de casa cheia, muita qualificação profissional e um volume expressivo de geração de negócios. A Petnor reforça seu papel como o principal encontro B2B do setor na região, conectando indústrias, distribuidores, clínicas, hospitais veterinários e lojistas em um ambiente que realmente gera oportunidades. Nosso compromisso é oferecer um evento cada vez mais robusto, que une ciência, inovação e relacionamento, e que contribui efetivamente para o crescimento sustentável de toda a cadeia pet e veterinária. Saímos desta edição com a sensação de dever cumprido e com a certeza de que, em 2026, entregaremos uma feira ainda maior e mais estratégica para o setor”, destaca.


A próxima edição da feira será realizada de 15 a 17 de novembro de 2026 e terá uma ampliação temática, com maior foco em saúde única e saúde pública, além de um reforço nos conteúdos voltados para os animais de produção e de grande porte, caprinos, bovinos e equinos, ampliando ainda mais o alcance e a representatividade da programação.


Para a presidente do CRMV-PE, Elisa Araújo, a edição deste ano reforçou a relevância técnica e científica do evento. “Nesses últimos três dias, a atividade foi super intensa. Tivemos muitas palestras simultâneas, tanto no CONPEVET quanto no CONEVEPA, inclusive, alguns palestrantes participaram dos dois. A feira está muito pujante, com grande participação e um público realmente expressivo. O conhecimento foi ampliado, com mais espaço e novos temas. Além da expansão, incluímos Saúde Única e Animais de Produção, uma novidade que também atraiu um público bastante interessado. Foi uma ampliação muito positiva e, de fato, tivemos muitas palestras e muito conteúdo. Como eu disse no dia da abertura, a gente chega na terça-feira esgotado, mas de conhecimento. E eu acho que isso aconteceu”, afirma.


Com resultados expressivos e perspectiva de expansão, a Petnor se confirma como um dos principais encontros do mercado pet e veterinário, reunindo negócios, capacitação e ações de responsabilidade social em um mesmo espaço. O evento teve o apoio do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (ANCLIVEPA), do Colégio Brasileiro de Cirurgia Veterinária, da Sociedade Pernambucana de Medicina Veterinária, do Sindicato dos Médicos Veterinários (SIMEVEPE), da Associação Brasileira dos Hospitais Veterinários, do Instituto de Medicina Veterinária, da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil). A feira Petnor teve o patrocínio do CFMV, CRMVPE, PremierPet e do ifood.


Informações: www.feirapetnor.com.br

Instagram: @feirapetnor




Por Rachel Motta - comuniquese4

 

Setor pet deve faturar 77,2 bilhões em 2025, crescimento de 2,4% em relação a 2024 – entidades diminuem expectativa em relação ao 1º trimestre

Abinpet e Instituto Pet Brasil haviam projetado 3,5% de aumento no faturamento, mas cenário atual empurrou crescimento para baixo. Inflação, câmbio do dólar e desaceleração são principais vilões.



O setor pet deve chegar a um faturamento de R$ 77,2 bilhões em 2025, com base nas projeções mais recentes da Abinpet e do Instituto Pet Brasil. O cálculo considera os números coletados até o final do 1º semestre deste ano. O crescimento em relação a 2024 é de 2,42%, uma revisão para baixo desde a projeção com base no 1º trimestre, e que apontava crescimento de 3,5%.
 

Em 2024, o setor já havia alertado para a estagnação, quando cresceu 9,6% em relação ao ano anterior, não chegando aos dois dígitos pela primeira vez desde 2019, ainda antes do início da pandemia de covid-19.
 

As entidades avaliam que, junto da inflação, câmbio e desaceleração do consumo são influências negativas. No caso do câmbio, o valor do dólar influencia no preço de ingredientes básicos de produtos como o pet food. “O setor pet segue sólido, mas os resultados projetados para 2025 refletem os desafios econômicos e o peso da alta tributação sobre os produtos e serviços do setor”, comenta Caio Villela, presidente do Instituto Pet Brasil.


A venda de alimentos industrializados para animais de estimação tem previsão de encerrar 2025 com R$ 40,82 bilhões (52,9% do total do setor). Em seguida, vem a venda de animais por criadores, representando R$ 8,5 bilhões, ou 11% do faturamento do mercado. Logo depois, os produtos veterinários (pet vet) representam R$ 8,2 bilhões, ou 10,6% do total do faturamento do setor. Serviços veterinários são o quarto maior segmento em faturamento, com R$ 8,1 bilhões (10,6%).
 

Veja o quadro completo:



Em relação aos canais de acesso, pet shops pequenos e médios permanecem como quase metade de todo movimento do varejo. O 1º semestre indica que esse setor movimentará R$ 37,12 bilhões. Em segundo lugar estão as clínicas e hospitais veterinários, que representam cerca de 17,5% do faturamento (R$ 13,5 bilhões). Completando o pódio, as cadeias de mega stores pet tem uma fatia de 9,6%, faturando R$ 7,4 bilhões.
 

Veja o quadro completo:



Dentro do segmento de e-commerce, o varejo especializado mantém a frente e segue sendo o segmento que mais vende. Os pet shops virtuais representam 37,3% do faturamento, com R$ 2,29 bilhões, seguido pelas lojas virtuais das mega stores, com R$ 1,98 bilhão (32,2%) e pelas lojas virtuais de pequenos e médios pet shops, com R$ 1,23 bilhão (21,0%).

Veja o quadro completo:



“Apesar da relevância crescente do digital, este crescimento mais tímido é uma preocupação. O consumidor está mais criterioso, o que reforça a necessidade de estratégias eficientes para manter a competitividade. O IPB segue acompanhando esse cenário e reforça a importância de um ambiente tributário mais equilibrado para garantir o avanço sustentável da indústria pet”, declara Villela.

 

Indústria | A produção de pet food teve, pela primeira vez na história, uma queda. A redução de 0,6% em relação a 2023, e a previsão de nova queda em 2025 (-3,9%), fez com que a produção ficasse abaixo da casa das 4 milhões de toneladas, mesmo com o parque industrial brasileiro tendo potencial para superar os 9 milhões. A perspectiva de redução reflete as dificuldades do maior segmento do setor pet no cenário atual. “Calculamos que, para este ano, se o cenário tributário e o câmbio permanecerem como estão, a queda na produção poderá manter-se próxima a 4%”, prevê o presidente-executivo da Abinpet e membro do Conselho Consultivo do IPB, José Edson Galvão de França.
 

Reforma tributária | Um estudo econômico apresentado pela Abinpet e o IPB em Brasília em 2024 demonstrou os benefícios que seriam gerados para todo o país com a isenção tributária para o setor pet. De acordo com os levantamentos encomendados pelas entidades, a isenção de 60% poderia alavancar a produção industrial para até 9 milhões de toneladas anuais em potencial, e aumento geral, levando em conta toda a oferta de produtos e serviços, de 210% na arrecadação de impostos. "Acreditamos que a inclusão do setor pet nas alíquotas reduzidas é uma questão de justiça tributária e de saúde pública. Vamos continuar lutando por essa causa", diz Galvão de França.

 

 

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa uma indústria que congrega os segmentos pet food (alimento e ingredientes), pet vet (medicamentos veterinários) e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza). A entidade fortalece o setor por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de seus associados. Também atua para aumentar a percepção de que os benefícios da relação entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade.



Por Andre Spera - 2pro.com.br

Mercado de CBD para pets se torna promissor com avanço da regulamentação e demanda no Brasil

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Uso para animais de estimação tem sido a fronteira da ciência envolvendo cannabis o que indica um mercado em expansão e com demanda crescente


O uso de canabidiol (CBD) para pets tem se tornado um tema cada vez mais discutido no Brasil, especialmente à medida que a regulamentação avança e a demanda cresce. O tema foi discutido durante a coletiva de imprensa da ExpoCannabis Brasil. No evento, realizado anualmente em São Paulo e que em 2024 aconteceu entre os dias 15 e 17 de novembro, especialistas, empresários e consumidores se reuniram para debater o futuro dessa indústria emergente, que oferece potencial de tratamento para animais de estimação com uma variedade de condições médicas.


 

Segundo dados da Kaya Mind, consultoria de inteligência de mercado especializada no mercado, caso houvesse uma regulamentação da planta para fins veterinários, o Brasil teria uma movimentação de mercado de até R$ 1,45 bilhão, gerando até R$ 109,5 milhões de arrecadação de impostos.  O levantamento aponta, também, que por volta de 555 mil animais de estimação poderiam ser beneficiados por tratamentos com cannabis no Brasil, sendo 498.629 cães e 56.623 gatos, o que equivale, respectivamente, a 15% e 12% da população total desses bichos.


 

O CBD, uma substância derivada da planta cannabis, é amplamente reconhecido por suas propriedades terapêuticas. Embora o uso recreativo ainda seja um tema controverso, a aplicação medicinal tem ganhado espaço, incluindo para os pets. A expansão do mercado de CBD para pets é impulsionada por uma crescente demanda dos consumidores por produtos que possam aliviar condições como ansiedade, dor crônica e inflamações em seus animais de estimação.


 

Produtos como óleos, pomadas e até mesmo rações enriquecidas com CBD já são utilizados em outros países e começam a ganhar espaço no Brasil. Larissa Uchida, CEO da ExpoCannabis Brasil, afirma que a feira tem como objetivo principal normalizar o uso da planta em diversas áreas, incluindo a saúde dos pets.


"Vamos trabalhar com o tema normalizando os múltiplos usos da planta. A ideia é justamente mostrar ao público que a feira vem trazer muita informação e normalizar que a planta pode ser utilizada em diversos aspectos", destaca Uchida. “Tem tudo para o pet hoje em dia no mercado. Tem desde shampoo, condicionador, creme hidratante, pomada para tratamento dermatológico, ração com cannabis. Não, aqui no Brasil, não. No mundo inteiro. O óleo, pomada, cremes, eles estão sendo prescritos por veterinários”, completa a CEO.


O avanço das pesquisas científicas também desempenha um papel crucial no desenvolvimento desse mercado. Estudos têm demonstrado que o sistema endocanabinoide presente em animais e humanos é responsável por regular diversas funções fisiológicas, como sono, apetite e resposta à dor. Essa descoberta abriu portas para o uso terapêutico do CBD em tratamentos veterinários, oferecendo uma alternativa para casos em que os tratamentos convencionais não apresentam os resultados esperados.


Veterinários já estão começando a prescrever produtos à base de cannabis para o tratamento de condições específicas, mas a falta de informação ainda é uma barreira significativa. Neste caso, a ExpoCannabis Brasil serve como um espaço para troca de conhecimentos. A programação inclui o Fórum Internacional e a Arena do Conhecimento, com conferências que contarão com a participação de especialistas do Brasil e de outros países. De acordo com Larissa, esses encontros abordarão uma ampla gama de temas relacionados à cannabis, incluindo saúde, pesquisa científica, política, regulamentação, ativismo, associativismo, tecnologia e sustentabilidade.



Personagem: É o caso do Leopoldo, um bulldogue francês, que tem problemas neurológicos que causam coceiras muito severas. Após diversos tratamentos sem sucesso, seus tutores, orientados pelo veterinário de confiança, optaram pelo tratamento com o uso do CBD. Segundo eles, foi a única coisa que ajudou.




Por Marlene Francisco - Prioriza.Ag

Feira Petnor mostra a força dos segmentos pet e veterinário até terça-feira (5), no Pernambuco Centro de Convenções

Petnor Groomer Show

Maior evento voltado para o mercado pet e veterinário das regiões Norte e Nordeste, a Feira Petnor deve continuar lotando os corredores do pavilhão de exposições do Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, onde a sétima edição do evento segue até terça-feira (5/11), das 14h às 22h. Tamanho sucesso pode ser atribuído ao fortalecimento do setor no Brasil, já que no país 48 milhões de domicílios possuem cães ou gatos, segundo o IBGE. Mas também se deve à estrutura da Petnor, que proporciona o encontro entre quem faz essa economia girar, a exemplo de representantes de petshops, indústrias, laboratórios, clínicas, hospitais e distribuidores. Profissionais da área, empreendedores e estudantes de saúde têm garantida a entrada gratuita no evento.

“O Brasil é o terceiro maior mercado do mundo no segmento pet e vem tendo um crescimento exponencial. Nas regiões Norte e Nordeste do Brasil não existe nenhuma feira deste porte voltada para a área comercial e veterinária, unindo networking, atualização profissional e negócios. Foi um trabalho muito árduo e a expectativa é a de recebermos gente de todo o País, atraindo mais 12 mil visitantes”, ressalta Paulo André Moura, organizador da feira.

Feira Petnor



Projetos sociais, com a participação de ONGs e voluntários de proteção animal de Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Vitória de Santo Antão, também estão presentes, como a Anjos do Poço, Prefiro Bicho e P.A.I (Protetor Animais Indefesos), esclarecendo dúvidas sobre ações de castração, adoção e vacinação a animais de rua. Outro momento que atrai bastante a atenção do público é o Petnor Groomer Show, campeonato de tosa e estética animal, coordenado por Maisa Matarazzo. São sete categorias voltadas para profissionais e iniciantes, agregando competidores de todo o Brasil.

CNVP - Abertura(03/11)


 
AVANÇOS CIENTÍFICOS - Em paralelo à feira, está sendo realizado o 6º Congresso Norte e Nordeste de Especialidades Veterinárias de Pequenos Animais (CONEVEPA), com palestrantes de renome nacional. Na abertura, neste domingo (3/11), Marcel Gatti, também presidente da comissão organizadora, recebeu o prêmio João Emílio Cruz, das mãos do próprio professor João Emílio, que foi seu mestre na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). “Temos aqui especialistas e profissionais dedicados à saúde dos pets para discutir os últimos avanços em diagnóstico, exames, doenças. Juntos, através da educação continuada,  podemos melhorar a vida dos pets e fortalecer o laço entre animais e humanos”, destacou Gatti.

 
Já na Arena Degrau, com organização da Degrau Escola de Negócios, os empreendedores terão um espaço destinado ao desenvolvimento de negócios no setor pet, participando de mentorias durante a feira.


Um dos expositores que elogiou o desempenho da Petnor foi a FVO, voltada a alimentos pet, indústria com sede no Distrito Federal, cinco fábricas, sendo uma delas localizada em Goiana (PE), há 8 anos. Eles atuam na comercialização de alimentos premium e produtos de higiene para cães e gatos, participando com estande pela primeira vez. “O movimento está fantástico. Já estivemos em quatro feiras de grande porte em 2024 e nenhuma teve esse approach comercial que estamos tendo na Petnor, permitindo o contato com os clientes e uma campanha mais agressiva de descontos direto aos lojistas”, pontua Waldelucia de Araújo, gerente técnica e comercial da FVO.

CONEVEPA



Algumas das novas tecnologias para diagnósticos veterinários, como raio-X, tomografias e equipamentos para fisioterapia e reabilitação, podem ser encontradas no estande da Vet Solutions, de São Paulo. Uma das novidades é um software de radiologia intraoral, criado pela empresa gaúcha Schuster, que permite ver todos os dentes e arcadas dentárias dos animais. “Dobrei a equipe que trouxe no ano passado e o tamanho do meu espaço aqui também”, conta Fernando Bertasi, gestor comercial nacional da Vet Solutions.


SERVIÇO:
7ª edição da Feira Petnor
Onde: Pernambuco Centro de Convenções (Av. Prof. Andrade Bezerra, s/n - Salgadinho, Olinda)
Quando: Segunda e terça (5), das 14h às 22h
Quanto: Entrada gratuita para profissionais do mercado pet e veterinário e estudantes da área de saúde
Informações: www.feirapetnor.com.br  /  Instagram - @feirapetnor 


Por Rachel Motta - Comuniquese