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A ciência por trás da ração: como a indústria impede que os alimentos para pets se deteriorem antes de chegar ao pote

Imagem cedida pelo autor

Quando um tutor abre um pacote de ração, dificilmente imagina que a qualidade daquele alimento começou a ser preservada muito antes de ele chegar à fábrica. O controle da oxidação, que é processo natural que degrada gorduras, proteínas e vitaminas, é um dos principais desafios científicos da indústria de alimentos para pets e exige uma estratégia que acompanha toda a cadeia produtiva, desde as matérias-primas até o produto final.


Embora pouco conhecido pelos consumidores, esse processo é fundamental para garantir que os pets recebam um alimento seguro, nutritivo e estável durante toda a vida útil do produto, que normalmente varia entre 12 e 24 meses.


Segundo Guilherme Fray, gerente de Marketing da Kemin Pet Food, empresa global especializada em ingredientes para a indústria de alimentação animal, preservar um alimento vai muito além de aumentar seu prazo de validade. "Quando falamos em controle da oxidação, estamos falando em preservar nutrientes, manter a qualidade das gorduras, evitar alterações de aroma e sabor e garantir que o alimento entregue ao animal tenha as características nutricionais previstas desde a formulação. É um trabalho que começa muito antes da fabricação da ração", explica.



O desafio começa nas matérias-primas


Grande parte dos ingredientes utilizados na produção de alimentos, especialmente farinhas e gorduras de origem animal, apresenta elevada suscetibilidade à oxidação. Se esse processo não for controlado desde o início da cadeia, a degradação pode comprometer a qualidade do alimento antes mesmo de sua fabricação.


Por isso, a preservação começa ainda nas empresas responsáveis pelo processamento dessas matérias-primas, conhecidas como rendering, e continua ao longo das etapas industriais. "Não basta proteger apenas a ração pronta. Se uma matéria-prima chega oxidada à indústria, parte da qualidade já foi perdida. O controle precisa acompanhar toda a cadeia, desde o fornecedor até o produto que chega ao consumidor", afirma Fray.


Durante a fabricação, um dos momentos que exige maior atenção é a aplicação de óleos sobre o kibble, os grãos da ração. Essa etapa melhora a palatabilidade do alimento, mas também representa um ponto crítico, já que esses óleos oxidam rapidamente quando não recebem proteção adequada.



Oxidação: um processo invisível, mas decisivo


A oxidação ocorre naturalmente quando compostos presentes nos alimentos entram em contato com o oxigênio. No caso das gorduras, esse processo pode provocar perda de nutrientes, alteração de odor, mudança de sabor e redução da estabilidade do alimento. Para evitar esses efeitos, a indústria utiliza antioxidantes que retardam as reações químicas responsáveis pela deterioração dos ingredientes. Apesar de serem pouco percebidos pelo consumidor, esses compostos desempenham papel estratégico na segurança alimentar.



Ciência impulsiona uma nova geração de soluções


Nos últimos anos, a pesquisa científica também tem transformado as tecnologias utilizadas para controlar a oxidação. Antioxidantes sintéticos, historicamente empregados pela indústria, vêm sendo gradualmente substituídos por alternativas naturais desenvolvidas a partir de compostos como tocoferóis e extratos botânicos, entre eles o alecrim.


O movimento acompanha avanços regulatórios internacionais e uma evolução tecnológica que permitiu ampliar a eficiência dessas soluções. "Hoje já existem tecnologias naturais capazes de oferecer elevado desempenho no controle da oxidação. O desafio científico tem sido desenvolver soluções que preservem os alimentos com a mesma eficiência, utilizando ingredientes cada vez mais alinhados às expectativas do mercado", destaca Fray.


Segundo ele, os Estados Unidos lideram essa transformação com cerca de 70~80% do mercado conservado com naturais. A Europa vem logo atrás com 60%, enquanto o Brasil começa a acelerar essa transição, principalmente entre fabricantes de alimentos premium e super premium.


Além da preservação química, o controle da qualidade dos alimentos para pets também envolve monitoramento microbiológico, avaliação constante das matérias-primas e estratégias integradas de conservação.


Para Fray, o conjunto dessas tecnologias mostra que a qualidade da alimentação animal depende cada vez mais de pesquisa, inovação e conhecimento científico. "Existe um enorme trabalho de ciência e tecnologia por trás de um alimento para pets. A conservação não acontece por acaso. Ela resulta de pesquisas contínuas que permitem preservar nutrientes, garantir segurança e oferecer aos animais um alimento com qualidade do primeiro ao último dia de validade."


Esse avanço deve continuar impulsionando novos investimentos em tecnologias de conservação e ingredientes naturais, fortalecendo uma tendência em que ciência e inovação caminham lado a lado para elevar o padrão de qualidade da alimentação pet.




A Kemin Industries é uma fabricante global de ingredientes, que se empenha diariamente em transformar de maneira sustentável a qualidade de vida de 80% da população mundial com seus produtos e serviços. A empresa possui mais de 500 ingredientes patenteados para saúde e nutrição humana e animal, alimentos para animais de estimação, aquicultura, nutracêuticos, tecnologias alimentares, tecnologias agrícolas e indústrias têxteis.

Por mais de meio século, a Kemin se dedica ao uso da ciência aplicada para enfrentar os desafios do setor e oferecer soluções de produtos para clientes em mais de 120 países. A Kemin fornece ingredientes para alimentar uma população em crescimento, com seu compromisso com a qualidade, segurança e eficácia de alimentos, rações e produtos relacionados à saúde.

Fundada em 1961, a Kemin é uma empresa privada, de propriedade e operação familiar, com mais de 3.300 funcionários e operações globais em 90 países, incluindo instalações de fabricação na Bélgica, Brasil, China, Índia, Itália, Rússia, Singapura, África do Sul, e Estados Unidos. Outras informações sobre a Kemin podem ser encontradas na sua página (www.kemin.com), ou nas redes sociais LinkedIn (www.linkedin.com/showcase/kemin-animal-nutrition-&-health-south-america/) e Facebook (www.facebook.com/keminamericadosul)

 


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SEU PET MERECE MAIS EM 2026: CINCO MOTIVOS PARA MIGRAR PARA A ALIMENTAÇÃO NATURAL E COMO FAZER ESSA TRANSIÇÃO

Com mais sabor e leveza, a alimentação natural vem se tornando a escolha de muitos tutores para seus cães e gatos. Confira os benefícios.



O mercado pet segue em forte expansão no Brasil, impulsionado pelo cuidado e afeto aos animais e pela busca por opções mais saudáveis de alimentação. Segundo dados recentes da Abinpet e do Instituto Pet Brasil, o segmento de Pet Food continua liderando o setor, concentrando 53,3% do faturamento total, um avanço de 1,95% em relação a 2024. Com projeções positivas para os próximos anos, especialmente para alimentos naturais, o cenário reforça a tendência de que 2026 será um ano de crescimento para produtos voltados ao bem-estar e à nutrição dos pets.

Mais que uma tendência, a alimentação natural para pets é feita com ingredientes frescos e sem aditivos artificiais e transgênicos, trazendo benefícios reais para a saúde e bem-estar dos animais. Esse tipo de alimentação funciona como um complemento versátil à ração tradicional ou também como refeição completa, permitindo novas combinações e sabores.

O médico-veterinário Robson Vivas e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets no Brasil, destaca: “A dieta natural se diferencia por não ter conservantes, corantes ou outros aditivos industriais, proporcionando uma nutrição mais nutritiva e saudável”. Além disso, os tutores, junto com seus veterinários de confiança, podem combinar a alimentação natural com a ração, oferecendo sabores variados para manter o pet sempre feliz e estimulado.

O especialista ainda comenta que inserir a alimentação natural é um processo que exige atenção e uma transição gradual. “A introdução de alimentos naturais, embora seja completa, também pode ser misturada ou alternada com a ração, garantindo que o pet tenha uma melhor adaptação ao novo alimento. “A ideia não é substituir a ração de uma vez, mas ir adicionando pequenas porções de alimentos frescos, como carnes, vegetais e frutas, para que o organismo do animal se acostume aos novos nutrientes sem desconfortos digestivos,” explica o veterinário.



Confira os principais benefícios:

VersatilidadeSegundo Dr. Robson, a alimentação natural oferece uma flexibilidade que atende às necessidades específicas de cada pet. “Com uma dieta natural, conseguimos adaptar os ingredientes e as porções conforme a idade, porte, nível de atividade e condição de saúde do animal,” explica. Ele também destaca que a possibilidade de variar as proteínas, vegetais e grãos é essencial para evitar alergias alimentares e personalizar a dieta de forma a garantir uma nutrição completa. Além disso, a alimentação natural permite criar receitas como bolos e picolés para celebrar datas especiais, o que é uma ótima forma de agradar o pet.

TexturaA textura é outra grande vantagem da alimentação natural. Diferente das rações secas, essa dieta traz alimentos mais macios e variados, como pedaços de carne e vegetais, que tornam a mastigação mais fácil e prazerosa. Essa variedade oferece uma experiência sensorial mais rica, isso é especialmente importante para animais que têm dificuldade com alimentos secos, pois facilita a mastigação e melhora o aproveitamento do alimento.

Fortalecimento do sistema imunológico: Os alimentos frescos e naturais são ricos em nutrientes essenciais. As carnes, vegetais e frutas fornecem vitaminas e minerais que ajudam a fortalecer o sistema imunológico do pet, deixando-o mais resistente a infecções e doenças. Portanto, uma dieta equilibrada é fundamental para manter a saúde geral do animal.

Controle de peso e prevenção da obesidade: “Quando ajustamos a dieta de um pet com alimentos naturais, conseguimos monitorar melhor o consumo calórico e os nutrientes oferecidos,” aponta doutor Robson. Ele explica que, sem os aditivos processados e outros elementos calóricos presentes em algumas rações comerciais, o risco de obesidade é menor, o que contribui para um estilo de vida mais ativo e saudável.

Por fim, a hidratação: A alimentação natural também traz uma vantagem extra em hidratação. "Com carnes e vegetais frescos, os pets têm acesso a uma fonte adicional de água, que é vital para a saúde dos rins e do sistema urinário,” explica. Esse benefício é especialmente relevante para gatos e cães, que geralmente bebem pouca água por conta própria. Além disso, a qualidade dos ingredientes frescos facilita uma absorção mais eficiente dos nutrientes, promovendo bem-estar e energia no dia a dia do pet," conclui Vivas.


 

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 



Por Thays Ferreira - Publika.aí Comunicação

Polpa de beterraba vira peça chave para melhorar a saúde intestinal dos pets


Com os pets ganhando cada vez mais espaço e relevância na vida das pessoas, a relação entre pessoas e seus animais de estimação tem se revolucionado constantemente. Da atenção diária necessária, à qualidade da alimentação fornecida a eles, um fator tem sido evidente nos últimos anos: cuidar da saúde dos animais de estimação tem se tornado uma prioridade em muitos lares.


De acordo com a supervisora de especialidades da Quimtia Brasil, empresa especializada na fabricação e distribuição de insumos para nutrição animal, Georgia Almeida, uma das alternativas que vem se tornado cada vez mais evidente e importante quando o assunto é nutrição de qualidade dos pets é a inclusão da polpa de beterraba na fórmula da ração.


Para a especialista, o nutriente, que é rico em fibras e outros nutrientes, como vitaminas e minerais, contribui de maneira considerável para uma melhora na saúde gastrointestinal dos animais.


A especialista lembra que o fato de o nutriente conter fibras de fermentação moderada ajuda a manter o cólon saudável e promove uma melhora na consistência das fezes, por exemplo, e que, além disso, ela [a polpa de beterraba] contribui para que haja maior facilidade na digestão e, consequentemente, um maior bem-estar aos animais que consomem rações com polpa de beterraba.


“Além disso, uma ração que tenha em sua composição a polpa de beterraba reduz de maneira significativa a suscetibilidade a doenças, infecções, inflamações e desconfortos no intestino do animal”, ressalta.


A supervisora de especialidades da Quimtia Brasil ressalta que o nutriente atua, ainda, como uma importante fonte de energia aos animais de estimação, graças ao fato de ela ser degradada em ácidos graxos de cadeia curta.


“A inclusão do nutriente tem sido cada vez mais comum na composição de rações direcionadas a pets como cães e gatos, principalmente nas fases iniciais – filhotes –, e para os pets mais velhos – seniores”, enfatiza.


Polpa de beterraba não faz tudo sozinha


No entanto, ela destaca que a eficácia dos efeitos positivos da polpa de beterraba está diretamente relacionada à qualidade e ao balanceamento geral da ração e que é imprescindível que os fabricantes garantam uma formulação adequada que possa atender às necessidades nutricionais específicas de cada animal.


“A inclusão recomendada desse aditivo nutricional em rações de cães e gatos é de aproximadamente 10% por tonelada de ração produzida. Porém, para uma ração com boa digestibilidade é necessário muito mais do que somente a polpa de beterraba. Os macroingredientes precisam ser de boa qualidade, a inclusão de prebióticos e adsorventes também são importantes quando se pensa em saúde intestinal.”, finaliza a especialista.


Por Hamilton Zambiancki - Assessoria de Imprensa Quimtia Brasil 

Sindan promove encontro de especialistas durante evento Pet Talks para discutir perspectivas do setor e revela dados atualizados do Radar Pet 2023

Evento “Pet Talks – O Futuro do mercado Pet”


 

Empresas de saúde animal apresentam novas tendências para o mercado pet em evento focado em negócios e comportamento do consumidor


A COMAC (Comissão de Animais de Companhia) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) realizou nesta quarta-feira, 16 o evento “Pet Talks – O Futuro do mercado Pet”. O encontro realizado no Expo Imigrantes, em São Paulo, reuniu empresas do setor para discutir dinâmicas e tendências do segmento, com foco em negócios e consumo. O evento contou com a participação do economista Robson Gonçalves, analisando a evolução do mercado e o comportamento do consumidor. Um dos pontos principais foi em relação aos custos que as famílias mantém com a saúde, cuidados, higiene e a alimentação de cães e gatos.
 

“Houve um aumento nos preços e disputa do que será relevante entre ração e produtos para saúde, por exemplo. Quase 50% do orçamento para cuidados com pets é focado em alimentação. Depois, cerca de 40% vão para atenção clínica de saúde e cerca de 10% para higiene. Um outro ponto interessante está relacionado ao aumento da população pet e o que isso irá significar no futuro em termos de demanda de cuidado”, observou.
 

A Coordenadora da COMAC, Andrea Castro, abordou a importância das pesquisas de mercado para entender quais são as tendências e os novos perfis de consumidores desde os cuidados básicos até os preventivos, já que hoje há um olhar para a qualidade e longevidade de vida dos pets.
 

“De acordo com a pesquisa do Radar PET deste ano, mesmo com a evolução da relação entre tutor e pet, observou-se uma ligeira queda na demanda por consultas preventivas. Segundo os números atuais 30% realizaram consultas para cães; e 21% para gatos. Os dados anteriores apontavam 32% para cães; e 27% para gatos. Esses estudos são essenciais para compreender o perfil do mercado como um todo, realizar comparações evolutivas e com tendências do passado, além de conseguir analisar perspectivas em geral”, afirmou Andrea.
 

Dados do Sindan relevam que, há dez anos, os pets representavam uma fatia de 15% nas vendas do setor e, em 2022, o número chegou a 25%. Dentre os fatores que contribuem para a busca crescente pelos companheiros de quatro patas estão a conscientização a respeito dos benefícios promovidos pelos animais de estimação para a saúde e o bem-estar das pessoas e a relação cada vez mais afetuosa entre tutores e seus pets, além do crescente número de adoção durante a pandemia. E, diante das projeções de subida contínua, há uma forte mobilização do mercado de produtos e serviços para atender a essa demanda.
 

NOVA PERSONA:

O levantamento do Radar Pet 2023 também reforça o vínculo emocional entre tutor e pet. Apesar da percepção do animal como filho ser menor, os pets continuam sendo considerados membros da família. Os tipos de tutores foram divididos em quatro tipos: o desapegado, o amigo do pet, o pet lover racional e o pet lover emocional. O tutor desapegado enxerga o pet através de um vínculo emocional mais fraco, se preocupando com os cuidados básicos, sendo predominantemente homens, na faixa dos 50 anos, casados com filhos, da classe C, que moram em casas das regiões CO e N.


Evento “Pet Talks – O Futuro do mercado Pet”


Os amigos do pet tendem a ser mulheres, entre 30 e 59 anos, casadas com filhos, da classe C no SE e CO e possuem um vínculo maior com o pet, não os vendo como filhos, mas como parte da família já que possuem pouco tempo para dar atenção, os pets acompanham muitas das atividades do dia a dia.

 

Já o pet lover racional, tem um lugar especial para o pet na própria vida, considera-o um filho, mas devido às inúmeras tarefas do dia a dia e consciente das necessidades do animal, recorre a contratação de um número maior de serviços como daycare, dogsitter, consultorias de comportamento/adestramento. Esse pet lover racional também é predominantemente mulher, na faixa dos 40 anos, da classe AB, solteiras, viúvas ou divorciadas que vivem sozinhas, em apartamento.
 

O pet lover emocional vê o animal como um filho, se preocupam com a saúde e o bem-estar, buscam o que há de melhor no mercado e tem uma identificação com o pet. É um grupo formado predominantemente por mulheres de até 39 anos, , divorciadas ou viúvas, sem filhos e com maior predominância de pessoas LGBT+, classe AB1. Esse público é mais frequente na região Sudeste.
 

Por fim, foi realizado um debate moderado por Nicholas Vital, Head de comunicação do Sindan, sobre avanços no setor pet, na medicina e na indústria veterinária, no mercado digital e sobre as oportunidades para o setor pós pandemia e para os próximos 5 anos. Participaram da conversa Carla Berl, Diretora do Pet Care Centro Veterinário; Francisco Navega, Sócio Proprietário do N+ Pet Center RJ; e Sergio Zimerman, Fundador e CEO da rede Petz.



Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.

Saiba mais em visitando o site.




De Nathalia Alcoba - Fundamento RP






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Startup Controle.vet amplia serviços e vira iClubpet

Projeto idealizado pela veterinária Fernanda Gamba ganha novos serviços e assistências para veterinários e tutores; Atendimento, por enquanto, será exclusivo via WhatsApp 


O aplicativo Controle.Vet, lançado em maio passado pela idealizadora e veterinária, Fernanda Gamba, ganhou mais força, com novos serviços e assistências para Médicos Veterinários e tutores de animais.

 

O aplicativo, que nasceu como sistema de gestão e treinamento para médicos veterinários e assistência ao tutor, evoluiu e traz muitas novidades para o mundo pet.


Agora, com o nome iClubpet, o projeto tem o propósito de garantir o acesso à saúde pet de alta qualidade, com agilidade e empatia no atendimento e acessibilidade para toda a Comunidade Pet. 

 

“Toda a minha jornada empreendedora tem como base a minha história de vida e minha carreira como médica veterinária. Quero elevar a qualidade do mundo Pet e acredito no poder da inovação, do uso da tecnologia, da análise de dados, das transformações culturais e da responsabilidade social. Por isso, trago toda a gratidão e aprendizado que a Controle.vet me proporcionou e a todas as pessoas envolvidas nesse projeto lindo, principalmente a todos os médicos veterinários que sempre confiaram no meu trabalho e aceitaram as minhas ideias como meio de transformação e evolução de suas carreiras para a iClubpet, que já nasce gigante, cheia de propósito, afeto e poder de transformação", destacou a criadora da iClubpet, Fernanda Gamba. 

 

 


A iClubpet é uma holding de tecnologia focada no setor pet, que trabalha com otimização e capacitação do profissional da área pet, que se mantém gratuito para médicos veterinários, além de desenvolver sistemas de gestão, controle, vendas, capacitação técnica e inteligência de dados. 

 

O projeto tem como principal objetivo garantir o acesso à saúde pet com excelentes profissionais, com agilidade e empatia no atendimento e acessibilidade para toda a Comunidade, além de desburocratizar e automatizar o dia-a-dia do médico veterinário e capacitá-lo para que ele possa dedicar seu tempo ao seu propósito de salvar vidas, unificando o mercado Pet e organizando suas informações. 

 

Os tutores terão acesso a um plano com as melhores redes veterinárias, com descontos de até 70% em consultas, internações, banho e tosa, ração e tudo o que é necessário para o bem estar do animal.  

 

Anualmente, uma consulta de veterinário clínico geral e as duas vacinas obrigatórias gratuitas por animal, cadastrado no CPF do beneficiário, e mais de R$ 100 mensais não cumulativos em medicamentos em farmácias humanas, com receituário veterinário (com CRMV). 

 

Por enquanto a plataforma atende exclusivamente via WhatsApp, através do canal oficial, mais informações no link www.iclubpet.com. O app Controle.vet já foi desativado, o novo aplicativo estará disponível a partir de fevereiro. 


Fotos: Divulgação/iClubpet 

Por Daniele Vieira - MTB 73005



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