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Veterinário perde espaço na decisão de compra dos tutores

Crédito: Freepik

Estudo Radar Vet 2025 mostra que profissionais do varejo já influenciam 1 em cada 5 proprietários de pet na escolha de suplementos e antiparasitários


Por muitos anos, o médico-veterinário foi a principal referência dos tutores na hora de escolher vacinas, medicamentos e demais produtos voltados à saúde dos pets. Porém, o Radar Vet 2025, focado no profissional veterinário e realizado pela Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Comac/Sindan), em parceria com a consultoria H2R, aponta uma mudança nesse cenário. Embora ainda seja a figura mais influente, os veterinários vêm perdendo o protagonismo para profissionais do varejo, especialmente balconistas e atendentes de pet shops.


Esse movimento já havia sido antecipado pelo Radar PET 2023 - estudo do Comac/Sindan focado no mercado de animais de estimação - que apontou o crescimento da busca por informações na internet por parte dos tutores e a troca de experiências entre eles como fontes de decisão. Ou seja, embora os veterinários ainda sejam procurados em casos de doença ou quadros mais complexos, muitos tutores preferem observar os sinais por conta própria e tomar decisões de forma autônoma, com base em múltiplas fontes.

 

O papel dos atendentes de pet shops tem se tornado cada vez mais relevante. Esses profissionais já influenciam diretamente 16% das decisões de compra de suplementos e 19% da escolha de vermífugos e antipulgas, superando a influência de outros tutores ou criadores de conteúdo digital, segundo o Radar Vet. “Com atendimento acessível e conhecimento prático acumulado na rotina das lojas, os vendedores do varejo conseguem orientar os tutores na escolha de produtos de prateleira, que muitas vezes não exigem prescrição médica. Essa dinâmica posiciona o varejo como um elo estratégico entre fabricantes, médicos-veterinários e consumidores", afirma Gabriela Mura, diretora de Mercado e Assuntos Regulatórios do Sindan. Embora minoritários, canais como sites de pesquisa (2%) e influenciadores digitais (1% a 2%) também começam a moldar o comportamento dos consumidores.
 

Além disso, o próprio perfil de atuação do médico-veterinário está em transformação. Entre 2021 e 2024, a proporção de profissionais atuando como autônomos saltou de cerca de 25% para 72%, segundo o Radar Vet 2025. “A descentralização do trabalho, com muitos veterinários atuando em múltiplos locais ou oferecendo atendimentos domiciliares, favorece a interferência de outros personagens do varejo que assumem um papel mais ativo nessa relação”, em detrimento ao fortalecimento da relação tutor/animal e médico veterinário e a fidelização do cliente, diz Gabriela Mura. "Atualmente, o tutor tem acesso a múltiplas fontes de informação, e o varejo pet, acaba sendo um facilitador na hora da compra de produtos básicos", completa a especialista.
 

No que diz respeito à prescrição de vacinas e medicamentos, o veterinário segue predominante com 91% de influência na decisão dos tutores. “O estudo mostra uma ampliação do ecossistema de influência na decisão dos tutores, especialmente em categorias de produtos mais acessíveis. É uma movimentação natural diante das transformações do mercado pet e do comportamento de consumo”, diz Gabriela Mura.
 


Sindan - Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 85 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.



Por Ortolani Comunicação

Os pets e o seu incrível poder de ajudar a saúde emocional e o bem-estar das pessoas

Companheirismo dos animais de estimação reduz o estresse e até mesmo ajuda a melhoria das condições físicas


O primeiro mês do ano é marcado pela campanha do Janeiro Branco, que conscientiza as pessoas sobre a importância do cuidado com a saúde e o bem-estar emocional. O Instituto Cactus – entidade que promove pesquisas sobre a saúde da população – aponta que 68% dos brasileiros admitem apresentar sentimentos de ansiedade (o que afeta de forma importante diferentes momentos da rotina).


“A ciência utiliza diferentes estudos que evidenciam como os cães e gatos, bem como pets não convencionais, proporcionam melhoria significativa para a vida dos seus tutores, reduzindo o estresse por meio da liberação de hormônios de relaxamento, como serotonina e dopamina, com as brincadeiras, passeios e outros momentos de descontração e companheirismo. Do mesmo modo, eles podem beneficiar a saúde física e a disciplina para cumprir rotinas”, detalha a médica-veterinária Patricia Guimarães, promotora técnica de animais de companhia da Vetoquinol Saúde Animal.


Além dos benefícios pela simples convivência nas residências, os animais de companhia podem atuar de forma positiva como colaboradores em hospitais, auxiliando a recuperação de pacientes por meio de terapias, como a Terapia Assistida por Animais (TAA). Essa técnica agrega emocionalmente, socialmente, cognitivamente e fisicamente as pessoas em processo de recuperação.


“A inclusão dos animais nas terapias torna o ambiente hospitalar um local aconchegante. Dessa forma, os pacientes em recuperação de traumas físicos e psicológicos podem passar por esse processo de uma forma muito mais humanizada, com estímulos sensoriais pela troca de contato e interação com os pets”.


Pessoas que decidem pela adoção de animais levam para casa um companheiro que põe fim ao isolamento – fator que aumenta as chances do desenvolvimento de depressão, como ocorreu na pandemia, quando o número de adoção de pets cresceu de forma exponencial. Além disso, os animais de companhia também ajudam as pessoas a fazer novos amigos a partir do convívio social mais intenso.


“A Vetoquinol é uma companhia de saúde animal também preocupada com a saúde dos humanos. Com suas soluções, a companhia oferece medicamentos e suplementos de alta qualidade e com tecnologia avançada que previnem e tratam parasitas e doenças que afetam a vida dos pets e também dos tutores. Porém, além da saúde física, é nosso dever alertar sobre a importância de cultivar a saúde mental para ter uma vida plena”, finaliza Patricia Guimarães.


A Vetoquinol Saúde Animal está entre as 10 maiores indústrias de saúde animal do mundo, com presença na União Europeia, Américas e região Ásia-Pacífico. Em 2023, o faturamento global foi de € 529 milhões. Com expertise global conquistada ao longo de 90 anos de atuação, a empresa também cresce no Brasil, onde expande suas atividades desde 2011. Grupo independente, a Vetoquinol projeta, desenvolve e comercializa medicamentos veterinários e suplementos destinados à produção animal (bovinos e suínos), animais de companhia (cães e gatos) e equinos. Desde sua fundação, em 1933, na França, combina inovação com diversificação geográfica.

O crescimento do grupo é impulsionado pelo reforço do seu portfólio de soluções associado a aquisições em mercados de alto potencial de crescimento, como a brasileira Clarion Biociências, incorporada em 2019.

No Brasil, a Vetoquinol tem sede administrativa em São Paulo (SP) e planta fabril em Aparecida de Goiânia (GO), atendendo todo o território nacional. Em termos globais, gera mais de 2,5 mil empregos.

 


Por Thiago Silva - Texto Comunicação Corporativa

Escolhas alimentares erradas comprometem a saúde dos pets

Imagem: Divulgação

Médico-veterinário aponta os erros mais comuns cometidos pelos tutores e explica suas consequências para o bem-estar dos animais


A alimentação é fundamental para promover a saúde dos animais de companhia. Oferecer um alimento ao pet vai muito além de saciar a fome ou garantir sua sobrevivência: envolve também o cuidado com seu bem-estar a longo prazo. Por isso, é essencial que o tutor escolha com atenção, diante das diversas opções disponíveis no mercado. Isso se torna ainda mais importante considerando que, em geral, os animais de companhia dependem de uma única fonte de alimento, que será determinante para garantir sua qualidade de vida.


Por mais que a intenção dos tutores seja oferecer o melhor para seus animais de estimação, algumas escolhas podem ser equivocadas, comprometendo seriamente a saúde do animalzinho. Para auxiliar os tutores, o médico-veterinário Gustavo Quirino, que atua na equipe de capacitação técnica da Adimax, alerta sobre a importância de escolher o alimento ideal para as necessidades dos pets:


“Além de optar por alimentos completos e balanceados, é importante que o tutor se atente à quantidade oferecida, leve em consideração as necessidades específicas do pet, conforme a fase da vida, e evite oferecer alimentos da dieta humana (com exceção de algumas frutas e vegetais), ainda que seja ‘só um pedacinho’ para matar a vontade daquele olhar pidão, pois alguns alimentos podem ser altamente prejudiciais aos animais”.


Quirino relaciona os principais erros cometidos pelos tutores, com relação às escolhas alimentares para os pets, e como eles podem comprometer a saúde do animal:

- Não fornecer o alimento completo específico para a espécie, fase da vida e necessidades especiais: Os gatos possuem necessidades nutricionais diferentes dos cães. Eles precisam, por exemplo, de uma quantidade maior de proteína, gordura e outros nutrientes. Desta forma, cada espécie deve receber o alimento específico, a fim de evitar que ele sofra deficiências nutricionais. Além disso, um filhote, seja de cão ou gato, tem necessidade nutricional diferente de um adulto, assim como um animal idoso. Por isso, existem alimentos desenvolvidos especialmente para diferentes idades, estilo de vida e condições. O que muda entre eles é exatamente o balanceamento dos níveis de nutrientes para serem adequados a cada fase de vida ou necessidade específica;


- Não fornecer o alimento completo e balanceado na quantidade adequada: Além de escolher um alimento completo e balanceado, existe outro fator determinante para promover a saúde e longevidade dos pets, e que nem sempre é levado em consideração pelos tutores: a quantidade diária consumida. Fornecer a quantidade correta é muito importante para manter o pet no peso ideal (nem abaixo e nem acima do peso). O alimento em excesso pode causar doenças relacionadas ao sobrepeso e, consequentemente, diminuir a expectativa de vida do animal; já em menor quantidade que o ideal, pode leva-lo a deficiências nutricionais, perda de peso e menos qualidade de vida;


- Não realizar a troca gradativa: Quando a troca de alimento é recomendada, não basta apenas fazer a substituição do atual pelo novo. Um dos erros mais comuns dos tutores, inclusive, é esperar acabar aquele que ele tem em casa para começar a oferecer o outro. Além do risco de rejeição pelo pet, a troca repentina de alimento pode provocar vômitos, gases e diarreia no animal. Fazer a troca gradativa, conforme orientação nas embalagens ou do médico-veterinário, é necessário para que o sistema gastrointestinal do pet se adapte ao novo alimento;


- Não controlar a quantidade de petisco: Os petiscos são, de forma geral, a forma mais universal dos tutores demonstrarem o afeto aos seus pets, porém, oferta-los sem restringir a quantidade pode levar ao consumo excessivo de calorias, resultando no ganho de peso, podendo deixar o animal obeso;


- Ofereces alimentos tóxicos para os animais: Alguns alimentos da dieta humana podem ser altamente tóxicos aos pets. Muitos tutores, por não saberem disso, acabam oferecendo alimentos prejudiciais para cães e gatos, como chocolate, uva-passa, cebola, alho, entre outros. No caso do animal ingerir acidentalmente algum destes alimentos, é importante agir o mais rápido possível para evitar os efeitos negativos, entrando em contato com o médico-veterinário de confiança.


Gustavo Quirino ainda alerta quais são os sinais que o tutor deve observar, que podem indicar que o pet esteja com alguma deficiência nutricional: “Em casos de má nutrição, é comum observar alteração na pelagem, que pode apresentar queda, perder o brilho e a maciez e ficar quebradiço, uma vez que o pelo é constituído por 95% de proteína; perda de massa muscular, já que os pets não vão conseguir suprir a quantidade mínima de calorias que necessitam no dia e passarão a demandar suas reservas de energia (músculo e gordura); e desidratação, evidenciada por mucosas pálidas, olhos afundados/saltados, perda da elasticidade da pele, olhos e nariz secos, nos casos da ingestão de água abaixo do recomendado”.


Ao optar por alimentos completos e balanceados, que respeitem o perfil e a as necessidades específicas, e oferece-lo na quantidade recomendada, o tutor, que é o responsável pelas escolhas alimentares para o pet, ajudará a promover sua saúde e bem-estar, assegurando uma relação mais duradoura com seu animalzinho. 


Fundada em 2002, a Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos no Brasil. Com sede em Salto de Pirapora, Região Metropolitana de Sorocaba (SP), filiais em Abreu e Lima (PE), Uberlândia e Juatuba (MG), Goianápolis (GO) e Feira de Santana (BA), e Centros de Distribuição pelas regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, produz mais de 300 itens em diversas categorias.

A Adimax tem como missão promover o bem-estar animal e tem o engajamento com várias causas sociais, que fazem parte do seu propósito: “amparar idosos carentes, pessoas e animais com deficiência".


 Por Thais Gobbi - JTCom

Você sabia que seu animal de estimação pode fazer quiropraxia, medicina tradicional chinesa e até mesmo ozonioterapia?

Foto: Divulgação
Tratamentos por meio da medicina complementar tem trazido mais benefícios aos Pets



É um equívoco pensar que a medicina chinesa, acupuntura, quiropraxia, laserterapia e outras terapias complementares são exclusivas para humanos. Esses tratamentos estão se tornando cada vez mais populares entre os pets, utilizando as mesmas técnicas aplicadas em pessoas, embora ainda sejam pouco conhecidos pelos tutores.
 
A escolha dos métodos e a duração de cada tratamento variam conforme o estado geral e a doença do animal. Pacientes com quadros agudos geralmente necessitam de tratamentos mais curtos, enquanto os que sofrem de condições crônicas podem precisar de acompanhamento prolongado, muitas vezes por toda a vida.
 
Considerando todos os benefícios, o Veros Hospital Veterinário oferece a seus pacientes acesso a diversas terapias complementares em qualquer situação, seja em ambulatório, internação semi-intensiva ou UTI, contando com veterinários especializados para cuidar da saúde do seu pet com excelência, abaixo a médica coordenadora de especialidades Andreza Estefanuto, explica algumas.

 
Quiropraxia

É uma terapia manual e não invasiva que utiliza ajustes com as mãos para realinhar a coluna e corrigir desarranjos articulares que podem causar dor e limitação de movimento. O objetivo é estimular os reflexos neurológicos e melhorar a mobilidade articular, restaurando a comunicação do sistema nervoso com o corpo. Além disso, possui ação analgésica, melhora a irrigação e nutrição dos tecidos, aumenta o fluxo sanguíneo e a qualidade dos impulsos nervosos, e pode relaxar a musculatura e corrigir posturas anormais.
 
A principal contraindicação é a instabilidade articular, como em casos de fraturas, luxações e osteoporose. No entanto, mesmo nesses casos, ainda é possível realizar ajustes em outras partes do corpo, proporcionando benefícios visíveis.

 
Medicina Tradicional Chinesa

A Medicina Tradicional Chinesa (MTC) é amplamente utilizada para ajudar pacientes com problemas ortopédicos, neurológicos, oncológicos (controlando os efeitos colaterais da quimioterapia), doenças renais, dermatopatias, doenças respiratórias e muitas outras condições. No Veros, a MTC acelera também a recuperação dos pacientes internados, complementando os tratamentos da medicina ocidental.

 
Laserterapia e Termografia

A laserterapia usa energia luminosa de baixa potência para estimular células danificadas, melhorando processos inflamatórios e infecciosos. A termografia, por sua vez, estuda a variação de temperatura corporal para detectar inflamações. Ambas são terapias não invasivas, mas a laserterapia requer proteção ocular para o médico e o animal. A termografia, única em hospitais veterinários de São Paulo como o Veros, permite acompanhar quantitativamente a evolução do tratamento.

 
Ozonioterapia

Utiliza gás ozônio para tratar a saúde animal, aliviando dores, inflamações, promovendo cicatrização, modulando a imunidade e combatendo infecções. Pode ser aplicado de várias formas, como gás, injeção, óleo ozonizado e soro ozonizado. É indicado para animais com dores, feridas de difícil cicatrização, infecções recorrentes e problemas dermatológicos. A maioria dos animais relaxa durante as sessões, sendo um tratamento adequado especialmente para pets mais velhos.
 
Todos os tratamentos no Veros são realizados por profissionais especializados, com atendimento 24 horas para garantir o melhor cuidado e suporte tecnológico aos animais, proporcionando uma experiência completa.

 
Veros Hospital Veterinário é o maior complexo hospitalar de saúde animal do país. Com um investimento de R$ 50 milhões, a unidade tem capacidade de realizar cerca de 2 mil consultas e 700 cirurgias por mês, além de manter pacientes graves sob ventilação mecânica. O centro de diagnóstico por imagem é o mais completo do país, com as últimas versões de equipamentos de RX, eco e ultrassonografia, aparelho de tomografia de 16 canais e arco cirúrgico e além disso é o único hospital que conta com uma ressonância magnética de 1,5 Tesla.
 
Serviço: 
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4643, Jardim Paulista – São Paulo, SP.



Por Gabriela Carvalho - Imagem Corporativa


 

Unindo tecnologia e IA, projeto transforma reações de cães em previsão contra terremotos

Serviceplan - Animal Alerts

Iniciativa liderada pela empresa PetPace, especializada em monitoramento de saúde animal, já está em ação no Peru, área mais tectonicamente ativa do mundo 


Em uma iniciativa inovadora lançada na América Latina, a colaboração de especialistas nos setores de cuidados com animais, tecnologia, ciência e mídia chegou em uma nova solução para alertas precoces de terremotos e segurança pública. Intitulado “Animal Alerts”, o projeto traz o primeiro sistema de alerta de terremotos com base no comportamento de cães – que tem uma sensibilidade apurada para esse tipo de acontecimento natural.


Lançada pela empresa PetPace, uma das líderes do setor em monitoramento de saúde animal no mundo, a ação tem início em Lima, no Peru, zona sísmica devido à sua localização ao longo do Círculo de Fogo do Pacífico – reconhecida como a área mais tectonicamente ativa do mundo. Por meio de uma coleira inteligente, dados de saúde de diferentes cães estão sendo coletados e analisados em tempo real para correlação com terremotos, possibilitando assim o desenvolvimento de um sistema que alerte os moradores de forma prévia em diferentes canais de mídia.


“Muitos estudos sistemáticos demonstram que os animais geralmente se comportam de maneira diferente antes dos terremotos”, destaca a Dra. Rachel Grant, ecologista comportamental e professora sênior da London South Bank University. Segundo ela, os cães são modelos particularmente úteis desse fenômeno devido aos seus sentidos aguçados e a proximidade com os humanos. “Com o uso da tecnologia e inteligência artificial, o Animal Alerts nos permite, pela primeira vez, coletar dados fisiológicos reproduzíveis em tempo real, o que pode ajudar na previsão de risco de terremotos de curto prazo”, completa.


Combinando natureza e tecnologia

Projetada para garantir conforto aos animais de estimação, a coleira inteligente PetPace coleta informações vitais de saúde por meio de seus sensores não invasivos e sem eletrodos. Dados como pulso, temperatura e respiração são registrados em tempo real e, com base em parâmetros e algoritmos de IA desenvolvidos pela equipe científica da empresa, o nível de estresse do cão é determinado. Quando vários cães em vários locais de Lima mostram um aumento anômalo no nível de estresse ao mesmo tempo, isso pode ser uma indicação de um terremoto iminente.


“Há uma necessidade urgente de abordagens inovadoras para alertar o público antes de um terremoto, especialmente porque a infraestrutura de Lima é extremamente vulnerável à atividade sísmica. Assim, um aviso prévio e oportuno da Animal Alerts pode ajudar a salvar inúmeras vidas”, pontua Carlos Guardia Brown, especialista em gerenciamento de risco de desastres da Techo Peru.





“A PetPace está focada em monitorar continuamente os dados fisiológicos e comportamentais dos cães para garantir seu bem-estar. Os mesmos dados podem ser aproveitados com o objetivo de proteger as comunidades.” complementa o Dr. Asaf Dagan, cientista-chefe e cofundador da PetPace.



Potencialização através da mídia

Para um alerta eficaz de terremoto, o Animal Alerts fechou parcerias com players como Mediaplus Group e Reset Media para a transmissão desses alertas por meio de mensagens geolocalizadas em outdoors digitais, web, celular e rádio. Com o apoio de vários especialistas em nutrição animal em Lima, ações no varejo também convocam mais voluntários para participar do programa, indicando o portal animal-alerts.org para mais informações e como participar.


A criação do projeto foi realizada em parceria com o Serviceplan Group, uma das principais redes de agências independentes do mundo, sediada em Munique (Alemanha), e também com a L&C, agência com escritórios em Lima e Nova York. Entre outros parceiros estão players como Eat, Sleep + Design e Astral Kreativ.


“Esta iniciativa não apenas mostra um uso inovador da tecnologia, mas também enfatiza a profunda conexão entre humanos e seus animais de estimação, alavancando esse vínculo para proteger a comunidade”, comenta Alex Schill, diretor de criação do Serviceplan Group. “Para quem cresceu em um país como o Peru, onde a atividade sísmica é constante, essa ideia se torna uma ferramenta realmente valiosa”, acrescenta Rolando Cordova, diretor de criação da L&C.


Segue um vídeo ilustrativo. 



Por Gislaine Branquinho - Tulom Comunicação


Polpa de beterraba vira peça chave para melhorar a saúde intestinal dos pets


Com os pets ganhando cada vez mais espaço e relevância na vida das pessoas, a relação entre pessoas e seus animais de estimação tem se revolucionado constantemente. Da atenção diária necessária, à qualidade da alimentação fornecida a eles, um fator tem sido evidente nos últimos anos: cuidar da saúde dos animais de estimação tem se tornado uma prioridade em muitos lares.


De acordo com a supervisora de especialidades da Quimtia Brasil, empresa especializada na fabricação e distribuição de insumos para nutrição animal, Georgia Almeida, uma das alternativas que vem se tornado cada vez mais evidente e importante quando o assunto é nutrição de qualidade dos pets é a inclusão da polpa de beterraba na fórmula da ração.


Para a especialista, o nutriente, que é rico em fibras e outros nutrientes, como vitaminas e minerais, contribui de maneira considerável para uma melhora na saúde gastrointestinal dos animais.


A especialista lembra que o fato de o nutriente conter fibras de fermentação moderada ajuda a manter o cólon saudável e promove uma melhora na consistência das fezes, por exemplo, e que, além disso, ela [a polpa de beterraba] contribui para que haja maior facilidade na digestão e, consequentemente, um maior bem-estar aos animais que consomem rações com polpa de beterraba.


“Além disso, uma ração que tenha em sua composição a polpa de beterraba reduz de maneira significativa a suscetibilidade a doenças, infecções, inflamações e desconfortos no intestino do animal”, ressalta.


A supervisora de especialidades da Quimtia Brasil ressalta que o nutriente atua, ainda, como uma importante fonte de energia aos animais de estimação, graças ao fato de ela ser degradada em ácidos graxos de cadeia curta.


“A inclusão do nutriente tem sido cada vez mais comum na composição de rações direcionadas a pets como cães e gatos, principalmente nas fases iniciais – filhotes –, e para os pets mais velhos – seniores”, enfatiza.


Polpa de beterraba não faz tudo sozinha


No entanto, ela destaca que a eficácia dos efeitos positivos da polpa de beterraba está diretamente relacionada à qualidade e ao balanceamento geral da ração e que é imprescindível que os fabricantes garantam uma formulação adequada que possa atender às necessidades nutricionais específicas de cada animal.


“A inclusão recomendada desse aditivo nutricional em rações de cães e gatos é de aproximadamente 10% por tonelada de ração produzida. Porém, para uma ração com boa digestibilidade é necessário muito mais do que somente a polpa de beterraba. Os macroingredientes precisam ser de boa qualidade, a inclusão de prebióticos e adsorventes também são importantes quando se pensa em saúde intestinal.”, finaliza a especialista.


Por Hamilton Zambiancki - Assessoria de Imprensa Quimtia Brasil 

Beijo de pet faz mal para a saúde da boca?

Profissional de odontologia e veterinária explicam os riscos e benefícios do carinho conhecido como lambeijo


O Brasil é o terceiro país no mundo em número de animais domésticos, com 150 milhões de pets, de acordo com o Instituto Pet Brasil (IPB). A crescente quantia de animais de estimação em território nacional reflete sobre o fato de que as relações entre humanos e seus fiéis companheiros estão cada vez mais próximas, fazendo com que atos como beijar nossos amigos peludos se tornem frequentes para a demonstração de amor e afeto, mas será que esse contato é seguro?


O contato físico – incluindo beijos na boca, os famosos lambeijos – pode fortalecer o vínculo emocional entre os tutores e seus animais de estimação, tendo sido associado à redução do estresse e à promoção do bem-estar emocional. Segundo um levantamento desenvolvido por pesquisadores da Universidade Azabu, no Japão, a liberação de hormônios como a ocitocina durante esses momentos de proximidade com os pets pode afetar positivamente a saúde mental dos tutores, contribuindo para uma sensação de calma e felicidade.


Embora seja considerada uma prática positiva pelos pais de pets e pela Psicologia, especialistas alertam sobre os possíveis riscos à saúde humana associados aos lambeijos.


De acordo com a veterinária da Pet de TODOS, Ketlin Costa Moreira, beijar o animal de estimação pode acarretar algumas consequências à saúde, principalmente se o pet tiver cálculo dentário, condição também conhecida como o tártaro. “Os bichinhos costumam ser alvo de coleções bacterianas, então é interessante que as pessoas evitem beijar a boca deles, principalmente no caso de crianças, idosos e pessoas com a imunidade comprometida", alerta a profissional do primeiro plano de saúde pet com clínicas próprias.


Por outro lado, a veterinária afirma que cuidar da saúde bucal dos pets pode ser uma alternativa para a redução de riscos de transmissão de doenças. "Se o seu animal estiver com a boca saudável, a probabilidade dele causar uma infecção ou alguma outra doença por meio do lambeijo é muito baixa. Por isso, é essencial manter a saúde bucal do animal em dia, por meio de escovação regular e visitas periódicas ao veterinário", aconselha.


Saúde bucal do tutor é tão importante quanto a do pet 


O lambeijo traz riscos não só para o humano, mas também para o próprio pet, já que, por meio da saliva, o animalzinho pode entrar em contato com bactérias e microrganismos presentes na boca de seu tutor. 


De acordo com o dentista da rede AmorSaúde, Diego Cardoso, ter uma boca saudável é essencial, já que previne infecções, anemias, doenças autoimunes e até diabetes. "A saúde bucal é importante em qualquer idade e para mantê-la em dia os cuidados são mais do que necessários, assim é possível evitar menos problemas no futuro, como cáries, mau hálito e doenças gengivais", explica o profissional da maior rede de clínicas médico-odontológicas do Brasil.


Para manter a boca limpa e a saúde em dia, o profissional aconselha medidas preventivas. "Faça escovações após as principais refeições, diminua a ingestão de açúcares e alimentos gordurosos, use sempre o fio dental, escove a língua, invista em uma escova de cerdas macias e use creme dental com flúor”, indica Diego, que aconselha agendar uma consulta odontológica, no mínimo, duas vezes por ano.


Portanto, enquanto o lambeijo pode ser uma demonstração de afeto, é importante fazê-lo de maneira consciente, considerando sempre a saúde bucal tanto do animal quanto do humano. Com cuidados adequados, é possível desfrutar dos benefícios emocionais do contato físico com os animais de estimação sem comprometer a saúde de ambos.



Por Milena Almeida - Assessora do AmorSaúde

Sindan promove encontro de especialistas durante evento Pet Talks para discutir perspectivas do setor e revela dados atualizados do Radar Pet 2023

Evento “Pet Talks – O Futuro do mercado Pet”


 

Empresas de saúde animal apresentam novas tendências para o mercado pet em evento focado em negócios e comportamento do consumidor


A COMAC (Comissão de Animais de Companhia) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) realizou nesta quarta-feira, 16 o evento “Pet Talks – O Futuro do mercado Pet”. O encontro realizado no Expo Imigrantes, em São Paulo, reuniu empresas do setor para discutir dinâmicas e tendências do segmento, com foco em negócios e consumo. O evento contou com a participação do economista Robson Gonçalves, analisando a evolução do mercado e o comportamento do consumidor. Um dos pontos principais foi em relação aos custos que as famílias mantém com a saúde, cuidados, higiene e a alimentação de cães e gatos.
 

“Houve um aumento nos preços e disputa do que será relevante entre ração e produtos para saúde, por exemplo. Quase 50% do orçamento para cuidados com pets é focado em alimentação. Depois, cerca de 40% vão para atenção clínica de saúde e cerca de 10% para higiene. Um outro ponto interessante está relacionado ao aumento da população pet e o que isso irá significar no futuro em termos de demanda de cuidado”, observou.
 

A Coordenadora da COMAC, Andrea Castro, abordou a importância das pesquisas de mercado para entender quais são as tendências e os novos perfis de consumidores desde os cuidados básicos até os preventivos, já que hoje há um olhar para a qualidade e longevidade de vida dos pets.
 

“De acordo com a pesquisa do Radar PET deste ano, mesmo com a evolução da relação entre tutor e pet, observou-se uma ligeira queda na demanda por consultas preventivas. Segundo os números atuais 30% realizaram consultas para cães; e 21% para gatos. Os dados anteriores apontavam 32% para cães; e 27% para gatos. Esses estudos são essenciais para compreender o perfil do mercado como um todo, realizar comparações evolutivas e com tendências do passado, além de conseguir analisar perspectivas em geral”, afirmou Andrea.
 

Dados do Sindan relevam que, há dez anos, os pets representavam uma fatia de 15% nas vendas do setor e, em 2022, o número chegou a 25%. Dentre os fatores que contribuem para a busca crescente pelos companheiros de quatro patas estão a conscientização a respeito dos benefícios promovidos pelos animais de estimação para a saúde e o bem-estar das pessoas e a relação cada vez mais afetuosa entre tutores e seus pets, além do crescente número de adoção durante a pandemia. E, diante das projeções de subida contínua, há uma forte mobilização do mercado de produtos e serviços para atender a essa demanda.
 

NOVA PERSONA:

O levantamento do Radar Pet 2023 também reforça o vínculo emocional entre tutor e pet. Apesar da percepção do animal como filho ser menor, os pets continuam sendo considerados membros da família. Os tipos de tutores foram divididos em quatro tipos: o desapegado, o amigo do pet, o pet lover racional e o pet lover emocional. O tutor desapegado enxerga o pet através de um vínculo emocional mais fraco, se preocupando com os cuidados básicos, sendo predominantemente homens, na faixa dos 50 anos, casados com filhos, da classe C, que moram em casas das regiões CO e N.


Evento “Pet Talks – O Futuro do mercado Pet”


Os amigos do pet tendem a ser mulheres, entre 30 e 59 anos, casadas com filhos, da classe C no SE e CO e possuem um vínculo maior com o pet, não os vendo como filhos, mas como parte da família já que possuem pouco tempo para dar atenção, os pets acompanham muitas das atividades do dia a dia.

 

Já o pet lover racional, tem um lugar especial para o pet na própria vida, considera-o um filho, mas devido às inúmeras tarefas do dia a dia e consciente das necessidades do animal, recorre a contratação de um número maior de serviços como daycare, dogsitter, consultorias de comportamento/adestramento. Esse pet lover racional também é predominantemente mulher, na faixa dos 40 anos, da classe AB, solteiras, viúvas ou divorciadas que vivem sozinhas, em apartamento.
 

O pet lover emocional vê o animal como um filho, se preocupam com a saúde e o bem-estar, buscam o que há de melhor no mercado e tem uma identificação com o pet. É um grupo formado predominantemente por mulheres de até 39 anos, , divorciadas ou viúvas, sem filhos e com maior predominância de pessoas LGBT+, classe AB1. Esse público é mais frequente na região Sudeste.
 

Por fim, foi realizado um debate moderado por Nicholas Vital, Head de comunicação do Sindan, sobre avanços no setor pet, na medicina e na indústria veterinária, no mercado digital e sobre as oportunidades para o setor pós pandemia e para os próximos 5 anos. Participaram da conversa Carla Berl, Diretora do Pet Care Centro Veterinário; Francisco Navega, Sócio Proprietário do N+ Pet Center RJ; e Sergio Zimerman, Fundador e CEO da rede Petz.



Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.

Saiba mais em visitando o site.




De Nathalia Alcoba - Fundamento RP






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Inaugurada primeira farmácia veterinária focada exclusivamente em Homeopatia

Fórmula Animal  farmácia veterinária 


Com investimento de R$ 350 mil, companhia criou modelo de operação pioneiro no Brasil, com laboratório dedicado exclusivamente à manipulação de fórmulas homeopáticas 

A Fórmula Animal ― rede de franquias de farmácia de manipulação veterinária, que produz medicamentos voltados à saúde animal de forma personalizada ― acaba de abrir uma unidade focada exclusivamente em tratamentos homeopáticos, no bairro de Moema, em São Paulo (SP). Com modelo pioneiro no Brasil e investimento de R$ 350 mil, a companhia tem a expectativa de aumento de 10% em sua receita.


A decisão de criar uma unidade exclusiva para homeopatia veio da necessidade em ter um time especializado e dedicado à área, já que o processo difere muito da alopatia. A empresa trouxe profissionais de ponta com o know-how necessário para atuar no novo laboratório, com a matéria-prima necessária à disposição.


“A homeopatia vem crescendo muito no Brasil, e isso é notável até pela oferta de novos cursos dedicados ao assunto na área de medicina veterinária. Assim, decidimos ampliar a atuação da Fórmula Animal e ingressar nesse nicho, que é algo que me encanta desde a graduação e que foi a temática do meu primeiro estágio, onde aprendi a acreditar e amar a homeopatia”, explica Renata Faria, farmacêutica e CEO da Fórmula Animal.


Homeopatia e estilo de vida

A homeopatia é um método de tratamento conhecido por ser bastante seguro. Consiste na administração de doses mínimas do medicamento, evitando, dessa forma a intoxicação do animal e estimulando a reação orgânica do próprio organismo contra a doença. Os medicamentos homeopáticos são feitos com substâncias que derivam de origem vegetal, animal e mineral, e sua obtenção e manipulação são regulamentadas pela Anvisa.


“Muitas pessoas aderem à homeopatia como estilo de vida, pois buscam uma rotina mais natural e equilibrada. E, como os pets fazem parte da família, é bastante comum que os tutores que fazem uso da homeopatia também queiram usar os mesmos métodos em seus bichinhos”, comenta Renata


Aumento da qualidade de vida e do bem-estar dos animais são dois dos principais focos da homeopatia veterinária, que pode ser utilizada como terapia complementar ou como terapia principal (em casos menos graves). Como terapia principal, é muito eficiente em quadros de alergia, dores de ouvido e coceiras. Já em casos de doenças crônicas, é eficaz na diminuição das crises, garantindo melhor qualidade de vida ao pet.


Sete vantagens do uso da homeopatia

  1. Efeitos colaterais reduzidos        Ou até inexistentes, devido às suas doses diminutivas.
  1. Não é testado em animais        A base de qualquer medicamento homeopático é água, álcool e produtos naturais, não necessitando assim, de testes em animais para comprovar a eficácia.
  1. É uma terapia oficial        Pioneira entre as especialidades reconhecidas pelo CFMV.
  1. Baixo custo        Comparada a medicação alopática (tratamento tradicional).
  1. Para todos os tipos de animais        Desde os animais de companhia até animais selvagens.
  1. Pode ser usado para tratar qualquer tipo de diagnóstico        Tanto problemas físicos como comportamentais.
  1. Trata o animal como um todo        Em vez de avaliar e tratar sintomaticamente uma doença específica.


A Fórmula Animal é uma rede de franquias de farmácia de manipulação veterinária que produz medicamentos voltados à saúde animal de forma personalizada. Na Fórmula Animal as formulações são feitas no formato e sabor que o animal mais gosta, facilitando a vida dos tutores que escolhem como desejam oferecer a medicação ao seu animal - que pode ser em biscoitos, pastas, sachês saborizados, cápsulas, torrões de açúcar, entre outras. A marca conta com mais de 80 franqueados distribuídos pelo Brasil e continua expandindo seguindo a premissa de proporcionar bem-estar aos animais e às famílias, desde 2010. Em 2022, a Fórmula Animal recebeu o Selo de Excelência em Franchising da ABF.


Por João Vitor Zotini - Trama Comunicação 


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Crescimento em 4 patas: Sindan indica expansão de 15% para o mercado Pet em 2023 e 2024

Coinf prevê um movimento crescente do segmento Pet em 2023 e 2024 - Foto: Pexels

 

Animais de companhia representam 25% na Indústria veterinária. Aumento é impulsionado pela dedicação aos cuidados dos pets  


Atualmente, o Brasil ocupa o 3° lugar no ranking mundial de países com mais pets no mundo, totalizando uma população de 149,6 milhões de animais de estimação no país. O crescimento da participação desses animais na indústria veterinária está diretamente relacionado a essa tendência: em relação a cães e gatos, a Coinf (Comissão de Informação de Mercado do Sindan) prevê um movimento crescente do segmento Pet em 15,8% para 2023 e de 15% para 2024.


 

De acordo com o Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), há dez anos, os pets representavam uma fatia de 15% nas vendas do setor e, em 2022, o número chegou a 25%. “Mesmo com as dificuldades econômicas provocadas por uma pandemia, identificamos um aumento de 30% de animais de companhia nos lares brasileiros no ano de 2021. Isso demonstra de forma bastante consistente que a ampliação dessa indústria está muito relacionada ao compromisso dos tutores em oferecer o melhor em alimentação e saúde para seus bichinhos”, reforça Emílio Carlos Salani, vice-presidente executivo do Sindan.



Para a Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindan), dentre os fatores que contribuem para a busca crescente pelos companheiros de quatro patas estão a conscientização a respeito dos benefícios promovidos pelos animais de estimação para a saúde e o bem-estar das pessoas e a relação cada vez mais afetuosa entre tutores e seus pets. 


 

Foto: Pexels

Diante das projeções de subida contínua, há uma forte mobilização do mercado de produtos e serviços para atender a essa demanda. Desde empresas que oferecem alimentos especializados, cuidados veterinários e outros acessórios que contribuem não apenas com a saúde, mas também com o bem-estar desses animais. Além disso, novas empresas têm surgido para atender a nichos específicos do mercado, como alimentos naturais e orgânicos, roupas para animais de estimação e serviços de creche.


 

Levando-se em conta que o mercado pet possui características especiais e demanda abordagem veterinária e mercadológica diferente do restante do segmento -- no caso dos animais de criação, por exemplo -- tais dados reforçam que o setor tem muito a ganhar com a tendência, tanto pela crescente empregabilidade dos veterinários quanto para a evolução de estabelecimentos comerciais no Brasil. “É importante lembrar, no entanto, os animais de produção têm extrema importância para a indústria veterinária brasileira, fato comprovado pelas projeções que apontam para um crescimento de 11,3% este ano, em relação aos ruminantes, resultado alavancado pela retomada do mercado leiteiro e por uma melhora nos custos de produção”, conclui Emílio Salani.

 


Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.

Saiba mais no site do Sindan.



Por Carlos Vinicius Amorim - Imprensa Fundamento




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