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Campanha Pergunte aos Rins? para conscientização sobre a saúde renal no Março Amarelo

Iniciativa envolve realização de talk shows interativos semanais com especialistas em cardiologia, infectologia, gastroenterologia e endocrinologia. Ação tem apoio de entidades de classe ligadas à saúde dos pets.

 


A IDEXX, líder global em soluções para o diagnóstico de animais de companhia, está engajada no movimento Março Amarelo, que busca a conscientização do diagnóstico de enfermidades renais e preservação da saúde destes órgãos vitais dos cães e gatos.

 

“Pergunte aos Rins?” é o tema da campanha de conscientização da empresa, que envolve a realização de talk shows interativos comandados pelas médicas veterinárias Patrícia Mosko e Rebecca Bachi, do Pet Doc Cast. São quatro entrevistas com especialistas abordando o impacto renal das enfermidades em um sistema diferente, como diagnosticar e o que fazer com os resultados de exames obtidos de forma simples, aplicada e ilustrativa como melhorar sua conduta no dia a dia.

 

A programação é a seguinte:

 

*Dia 07 de março: Dr. Kaleizu Rosa fala de Cardiologia

O Dr. Kaleizu Rosa é médico veterinário graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, mestre em Fisiopatologia Experimental pela FMUSP e doutor em Ciências (área de concentração: cardiologia) pelo Instituto do Coração da FMUSP

 

“A interação entre os sistemas cardiovascular e renal é conhecida de longa data e é o que mais facilmente o clínico geral consegue compreender. A influência cardíaca e vascular sobre os rins relaciona-se muito com volume, com tônus e com pressão e a influência dos rins sobre o sistema cardiovascular relaciona-se muito com o controle de volume, eletrolítico e ácido-base. Contudo, é preciso que o clínico esteja capacitado a compreender e diagnosticar o impacto renal mais rapidamente e consiga adequar os protocolos terapêuticos de forma a equilibrar ambos os sistemas, com mínimo ou nenhum prejuízo para nenhum deles”.

 

 

Dia 14 de março: Dra. Romeika Reis fala de Infectologia

A Dra. Romeika Reis é graduada em medicina veterinária pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (2001) e mestre em medicina veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2003).

 

“As doenças infecciosas representam grandes desafios para o corpo. A urgência no diagnóstico preciso se faz necessária não apenas para recuperação mais rápida do paciente, mas especialmente para evitar consequências em outros órgãos, que podem desenvolver sequelas denominadas lesões crônicas, em especial os rins. Estes são órgãos que frequentemente sofrem com as enfermidades infeciosas, não necessariamente pelo tropismo dos agentes agressores, mas frequentemente pelas toxinas endógenas sintetizadas e pelo excesso de combate inflamatório e imunológico”.

 

Dia 21 de março: Dr. Felipe Romano fala de Gastroenterologia

O Dr. Felipe Romano é médico veterinário formado pela Universidade Paulista - UNIP. Residência em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais no HOVET da FMVZ - USP. Intercâmbio em medicina interna realizado na Universidade de Lisboa, Portugal.

 

“A interação entre os sistemas gastrointestinal e o renal é pouco conhecida e pouco discutida. Os clínicos geralmente não refletem sobre a importância desses sistemas excretores e do quanto, além da excreção, esses sistemas realizam. Acreditamos que o conhecimento dos colegas clínicos sobre o impacto renal deva ir além do senso comum sobre perda de água e eletrólitos que acontecem nas enfermidades agudas do trato gastrintestinal”.

 

Dia 28 de março: Dr. Allan Poppl fala de Endocrinologia

O Dr. Allan Poppl é médico veterinário formado Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com especialização em endocrinologia. É diretor científico da Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária.

 

“A interação entre os sistemas endócrino e renal é belíssimo e na verdade entendemos os rins como fiéis súditos do grande orquestrador metabólico, que é o sistema endócrino. As alterações metabólicas, sejam elas energéticas, hídricas ou eletrolíticas, causam impactos sistêmicos de proporções variáveis, mas geralmente com complicações severas se não a curto certamente a longo prazo. Os rins, que são órgão de homeostase, sofrem de forma silenciosa com as alterações endócrinas, até que não suportem mais a sobrecarga e impeçam a utilização de muitas medidas terapêuticas necessárias para controle das enfermidades endócrinas”.

 

A Campanha Pergunte aos Rins, da IDEXX, conta com o apoio de entidades altamente representativas, como ABOV (Associação Brasileira de Odontologia Veterinária), BrasiLeish (Grupo de Estudos Sobre Leishmaniose Animal), CBNUV (Colégio Brasileiro de Nefrologia e Urologia Veterinária), ABEV (Associação Brasileira de Endocrinologia Veterinária) e ABRAGA (Associação Brasileira de Gastroenterologia Animal).

 

Para participar ao vivo dos talk shows, basta entrar no pergunteaosrins.idexx.vet e fazer sua inscrição.

 

Mais informações: www.idexx.com.br

 

IDEXX é líder global em soluções para o diagnóstico de animais de companhia. Nosso objetivo é contribuir com os profissionais veterinários, fornecendo tecnologia e conhecimento de excelência para ver e obter claramente as respostas que precisam sobre a saúde de seus pacientes.

               

 

Por Isadora Fabris - Texto Comunicação Corporativa

De animais de estimação a membros da família: pesquisa Radar Pet 2023 identifica novo perfil de relação afetiva entre tutores e animais de estimação

Estudo apresenta novo conceito de “Pet Lover” e subdivide em dois tipos, sendo o "Racional - que corresponde a 23% dos entrevistados; e o “Emocional” - que hoje predomina, representando 32% deles

 


Com o avanço da indústria veterinária e a crescente variedade de produtos destinados aos cães e gatos, há o surgimento de um novo tipo de tutor, que busca proporcionar cada vez mais qualidade de vida, conforto e bem-estar para seus animais. Segundo dados da pesquisa Radar Pet 2023, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), esse perfil é agora conhecido como "Pet Lovers Emocionais" e representa a maioria, totalizando 32%, enquanto o grupo dos "Pet Lovers Racionais" compreende 23%.

 

"Essa nova categoria considera os pets como membros legítimos de suas famílias e estão dispostos a investir em cuidados de alta qualidade, buscando os produtos mais avançados disponíveis no mercado para atender às necessidades de seus animais de estimação. Essa tendência emergiu em resposta ao crescente interesse das pessoas em proporcionar qualidade de vida e longevidade aos seus bichinhos, combinando cuidados essenciais com medidas preventivas," explica Andrea Castro, Coordenadora da Comac).

 

Em sua maioria, o grupo “emocional” é composto por mulheres com idade até 39 anos, incluindo solteiras, viúvas, divorciadas, sem filhos e se enquadram na classe social AB1. Membros da comunidade LGBTQIA+ também são predominantes nesta categoria. Geograficamente, esse tipo de tutor é encontrado na região Sudeste e moram tanto em residências quanto em apartamentos.





Já o "Pet Lover Racional" é o perfil que busca equilíbrio entre razão e emoção e tende a ser do sexo feminino, com idades em torno de 40 anos, que geralmente vivem sozinhas e em apartamentos. Esses tutores pertencem predominantemente à classe social AB e estão distribuídos por todas as regiões do país.

 

Diferentes fatores foram responsáveis pela mudança de comportamento que deu origem a essa nova relação. Isso inclui avanços significativos na medicina e na indústria veterinária, estilo de vida, o contínuo crescimento e a sofisticação do ecossistema de cuidados com a saúde e o papel cada vez mais importante dos veterinários na vida dos pets. A configuração de novos lares na pandemia da Covid-19 também contribuiu para a aproximação dessa relação, pois, durante o período, houve um aumento no número de tutores solteiros, viúvos ou separados, o que fortaleceu ainda mais o laço afetivo entre as pessoas e seus bichinhos.

 

Em 2023, 29% das pessoas consideram seus cães como verdadeiros membros da família, em comparação com 25% em 2019. No que diz respeito aos gatos, 25% das pessoas agora têm essa relação de família, em comparação com 21% em 2019. Os números refletem a predominância do perfil de "Pet Lover Emocional" em 2023.

 

*Outros perfis de tutores*


Complementando os tipos de tutores, há ainda os "Desapegados," que mantêm um vínculo emocional mais fraco com seus pets, preocupando-se principalmente com os cuidados básicos. Geralmente, são homens na faixa dos 50 anos, casados e com filhos. Eles pertencem à classe C e residem em casas nas regiões Centro-Oeste e Norte do país.

 

Há também os "Amigos do Pet" que, em sua maioria, são mulheres com idades entre 30 e 59 anos, casadas e com filhos. Esses tutores, pertencentes à classe C e residentes no Sudeste e Centro-Oeste, possuem um forte vínculo com seus cães e gatos, considerando-os parte da família, apesar de terem pouco tempo para dar atenção devido às atividades diárias.

 

"Segundo os resultados da pesquisa, em 2019, o grupo de tutores classificados como "Desapegados" representava 21%, enquanto este ano, esse número foi reduzido para 18%. “Essa diminuição evidencia o fortalecimento dos laços de afeto e carinho entre os donos e seus pets", complementa Andrea.



DEMAIS DADOS

 

Há dez anos, os tutores concentravam-se principalmente nos cuidados básicos de seus animais de estimação, resultando em taxas de consultas preventivas de 15% para cães e 10% para gatos. Entretanto, em 2023, houve o aumento para 30% em cães e 21% em gatos no que diz respeito às medidas de prevenção. Agora, a atenção dos donos não está voltada apenas para as necessidades básicas, mas também para a qualidade de vida e longevidade dos pets.

 

Com a constante evolução e sofisticação dos serviços, os cães e gatos estão se tornando cada vez mais presentes e incorporados à vida cotidiana. Segundo a pesquisa Radar Pet 2023, shoppings, hotéis, restaurantes, participação em atividades esportivas, creches e até mesmo viagens de avião são exemplos de onde eles estão ganhando presença crescente e se integrando à rotina das pessoas. Isso é um reflexo da crescente busca dos tutores por proporcionar uma qualidade de vida superior aos animais de companhia, que agora compartilham espaços tradicionalmente reservados para os seres humanos.

 


Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.

Saiba mais em visitando o site.




Samara Alcântara | Fundamento RP

 

Crescimento em 4 patas: Sindan indica expansão de 15% para o mercado Pet em 2023 e 2024

Coinf prevê um movimento crescente do segmento Pet em 2023 e 2024 - Foto: Pexels

 

Animais de companhia representam 25% na Indústria veterinária. Aumento é impulsionado pela dedicação aos cuidados dos pets  


Atualmente, o Brasil ocupa o 3° lugar no ranking mundial de países com mais pets no mundo, totalizando uma população de 149,6 milhões de animais de estimação no país. O crescimento da participação desses animais na indústria veterinária está diretamente relacionado a essa tendência: em relação a cães e gatos, a Coinf (Comissão de Informação de Mercado do Sindan) prevê um movimento crescente do segmento Pet em 15,8% para 2023 e de 15% para 2024.


 

De acordo com o Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), há dez anos, os pets representavam uma fatia de 15% nas vendas do setor e, em 2022, o número chegou a 25%. “Mesmo com as dificuldades econômicas provocadas por uma pandemia, identificamos um aumento de 30% de animais de companhia nos lares brasileiros no ano de 2021. Isso demonstra de forma bastante consistente que a ampliação dessa indústria está muito relacionada ao compromisso dos tutores em oferecer o melhor em alimentação e saúde para seus bichinhos”, reforça Emílio Carlos Salani, vice-presidente executivo do Sindan.



Para a Comac (Comissão de Animais de Companhia do Sindan), dentre os fatores que contribuem para a busca crescente pelos companheiros de quatro patas estão a conscientização a respeito dos benefícios promovidos pelos animais de estimação para a saúde e o bem-estar das pessoas e a relação cada vez mais afetuosa entre tutores e seus pets. 


 

Foto: Pexels

Diante das projeções de subida contínua, há uma forte mobilização do mercado de produtos e serviços para atender a essa demanda. Desde empresas que oferecem alimentos especializados, cuidados veterinários e outros acessórios que contribuem não apenas com a saúde, mas também com o bem-estar desses animais. Além disso, novas empresas têm surgido para atender a nichos específicos do mercado, como alimentos naturais e orgânicos, roupas para animais de estimação e serviços de creche.


 

Levando-se em conta que o mercado pet possui características especiais e demanda abordagem veterinária e mercadológica diferente do restante do segmento -- no caso dos animais de criação, por exemplo -- tais dados reforçam que o setor tem muito a ganhar com a tendência, tanto pela crescente empregabilidade dos veterinários quanto para a evolução de estabelecimentos comerciais no Brasil. “É importante lembrar, no entanto, os animais de produção têm extrema importância para a indústria veterinária brasileira, fato comprovado pelas projeções que apontam para um crescimento de 11,3% este ano, em relação aos ruminantes, resultado alavancado pela retomada do mercado leiteiro e por uma melhora nos custos de produção”, conclui Emílio Salani.

 


Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.

Saiba mais no site do Sindan.



Por Carlos Vinicius Amorim - Imprensa Fundamento




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Vermifugação de cães é cercada de mitos: entenda o procedimento correto

Foto: Helena Lopes no Pexels





Quem é tutor, sabe: ter pet é uma experiência repleta de ótimos momentos. O carinho, as brincadeiras, o companheirismo e o amor fazem a diferença na vida de todos, sejam pessoas, cães, gatos e demais animais de companhia. Mas a “PETernidade” traz consigo responsabilidades. A principal delas está relacionada à saúde dos animais. Afinal, ela depende exclusivamente da atenção e dos cuidados de seus “familiares”, os tutores.


Preocupações com a vacinação, higiene, antipulgas e vermifugação são essenciais para quem quer viver muitos anos ao lado do seu pet, esses procedimentos requerem rotina e acompanhamento. Em especial, a vermifugação é uma ferramenta muito importante na prevenção de diversos problemas causados por vermes. Ademais, é considerada uma questão também de saúde pública, uma vez que, previne a contaminação de outros animais e até dos humanos.


Entretanto, a aplicação de vermífugos convive num universo de desinformação. Uma das mais comuns é a alegação de que esses produtos não devem ser aplicados em filhotes. Mais do que falso, isso pode ser prejudicial, os filhotes por serem sensíveis, ao ficarem doentes, têm maior chance de ficarem debilitados e evoluírem para sintomas mais graves.




A primeira dose desses medicamentos pode ser administrada para cães entre os primeiros 15 a 30 dias de vida, algumas repetições podem ser necessárias de acordo com o protocolo escolhido pelo Médico Veterinário. Esse ciclo tem objetivo cobrir a fase de amamentação, visto que alguns vermes podem ser transmitidos a partir do leite da mãe infectada e vermes que possam ter sido transmitidos pela via transplacentária. Depois dessa fase, a recomendação é que a vermifugação seja feita a cada 3 ou quatro meses, a depender do estilo de vida do pet.


Outro mito que precisa ser desmentido – pois sua disseminação afeta a qualidade de vida e a segurança dos cães – é o de que fêmeas prenhes não podem ser vermifugadas. Pelo contrário. A oferta de antiparasitários durante a gestação e a lactação é importante para evitar que elas transmitam vermes aos filhotes. É importante ressaltar que essa recomendação deve vir do Médico Veterinário, que indicará a melhor dose e protocolo para cada caso.


Por Stefanie Poblete, médica-veterinária pela Universidade de São Paulo (USP) com residência em clínica geral pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e analista técnica de marketing da Syntec do Brasil


Em Março: Cães na Passarela



Pesquisa indica que problemas renais e urinários são as doenças mais comuns entre os gatos no Brasil

 


Levantamento promovido pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindan entrevistou profissionais da área sobre o exercício da atividade e tendências do setor veterinário


As principais doenças que afetam os gatos estão relacionadas ao trato urinário, de acordo com médicos veterinários de todos o Brasil. Os profissionais identificaram problemas renais e urinários em 64% dos felinos, segundo a pesquisa Radar Vet, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). O número é 15 pontos percentuais menor do que o observado na pesquisa realizada em 2018. “É importante que os responsáveis de um pet não deixem de realizar consultas, vacinas e, quando necessário, medicação”, defende Andre Castro, coordenadora da COMAC.

 

Além disso, houve um aumento consideravelmente nos casos de FIV/FELV, conhecida como leucemia felina, que saltou de 15% para 42% entre 2018 e 2021. Os dados também mostram que 21% dos profissionais identificaram doenças gastrointestinais nos gatos. Para Andrea, as informações ressaltam a importância do cuidado preventivo na saúde animal. “Principalmente entre os gatos, os tutores tendem a postergar ou não realizar consultas periódicas aos veterinários, indo somente em casos de emergências ou com condições aparentes. O acompanhamento regular ajuda a identificar mais rapidamente sintomas das doenças renais e do trato urinário, contribuindo para o tratamento e o bem-estar geral nos animais”.


 

PRINCIPAIS DOENÇAS DOS GATOS


Em relação aos medicamentos veterinários mais prescritos para uso em casa, o ectoparasiticidas (voltado para a eliminação de pulgas e carrapatos) teve um aumento expressivo. De acordo com a pesquisa Radar Vet, enquanto em 2018 ocupava o 4º lugar, em 2021 subiu para o primeiro no ranking. Os vermífugos também apresentam aumento de prescrições ficando em 2º lugar, enquanto os antibióticos orais e os anti-inflamatórios apresentaram queda, apesar de continuarem sendo parte das principais medicações utilizadas.

 

A pesquisa também revela que 94% dos veterinários prescrevem produtos humanos ou medicamento manipulado para os animais. A proporção de produtos humanos prescritos é maior do que a proporção de medicação manipulada, 33% e 23%, respectivamente. Os medicamentos dermatológicos são os que mais se destacam entre os manipulados, mas há um crescimento nas classes de medicamentos hepáticos, gástricos e hepatoprotetores. A principal justificativa para o uso de medicação manipulada, sobretudo entre autônomos, é a melhor adequação da dosagem. As particularidades do paciente e o meio de acesso/disponibilidade no mercado também são motivos mencionados por uma parcela considerável dos respondentes.

 

A compra de produtos veterinários é outro ponto de atenção. Anualmente, milhares de produtos falsificados são apreendidos no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), itens como medicamentos - inclusive para uso animal - produzidos com matérias-primas de baixa qualidade, sem bioequivalência ou mesmo com princípios ativos diversos dos anunciados ou em quantidades diferentes, podem causar sérios problemas de saúde nos animais e colocar em risco a segurança dos nossos alimentos. “Precisamos conscientizar a população sobre a utilização correta de medicamentos e sobre a gravidade de utilizar produtos piratas, pois colocam em risco a vida e a saúde dos animais”, alerta Andrea Castro.

 


*Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor. Saiba mais no site do Sindan.

 


*COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos.

A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.



Por Carlos Vinicius Amorim  - Fundamento RP 





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Sabia que adotar um pet pode salvar seu casamento?

 

O animal cria um novo laço com o casal que, por conseguinte, passa a viver a vida com mais alegria e união (Crédito: Unsplash)














Segundo pesquisa, adoção dos bichinhos teve um aumento de 30% durante a pandemia

 


De acordo com pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 48 milhões de domicílios no Brasil têm cães ou gatos. Sem dúvida, a presença do bichinho em casa representa, verdadeiramente, a inclusão de mais um membro na família. Isso porque, logo de cara, eles criam uma nova energia dentro do lar, possibilitando mais alegria e amor. O casal evita discussões na frente do pet e concomitantemente tendem a racionalizar mais antes de brigar.