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Conheça alguns cuidados essenciais com cães e gatos durante a primavera

Divulgação - Cão Primavera

Estação tem a maior incidência de intoxicação por plantas em pets


A estação da primavera traz consigo desafios de saúde para os animais de estimação. É inerente à natureza de cães e gatos explorar o seu ambiente, o que inclui o interesse em plantas ao redor. No entanto, quando consumidas, muitas podem ser tóxicas para eles, resultando em sintomas como diarreia, vômitos, inchaço, perda de apetite e até sinais neurológicos e cardíacos.


Uma pesquisa recente conduzida pela Universidade de São Paulo (USP) em 2023 revelou que a primavera é a estação com a maior incidência de intoxicação por plantas em pets, representando 30% do total de casos.


A Hill's Pet Nutrition, líder global em nutrição animal, destaca a importância de adotar precauções especiais para garantir o bem-estar dos pets nessa época do ano. De acordo com o veterinário especializado em nutrição da companhia, Dr.  Flavio Lopes, "a prevenção é fundamental para manter nossos pets seguros durante a primavera. Identificar e afastar plantas tóxicas de seu alcance é crucial para evitar possíveis envenenamentos."


Essas são algumas das plantas mais comuns que são tóxicas para pets:

  • Comigo-ninguém-pode

  • Lírio

  • Copo-de-leite

  • Azaleia

  • Antúrio

  • Bico de Papagaio

  • Coroa de Cristo

  • Espada de São Jorge


Para evitar a exposição dos pets a plantas tóxicas, os tutores devem considerar as seguintes medidas:

- Manter as plantas em locais altos ou em vasos fechados, fora do alcance dos pets.

- Identificar as plantas que estão comprando e verificar se são tóxicas para pets.

- Consultar um médico-veterinário se tiver dúvidas sobre a toxicidade de uma planta.


Divulgação - Primavera



Maior incidência de alergias


Além da preocupação com plantas tóxicas, a primavera pode ser uma estação de alergias para os pets. O pólen das flores pode desencadear sintomas como inchaço, vermelhidão e coceira intensa.


Segundo um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2022, o pólen de flores, incluindo o de plantas como azaleia, lírio e eucalipto, está entre os principais alérgenos para pets, podendo causar rinite, conjuntivite e dermatite.


Para proteger seus pets de alergias durante a primavera, os tutores podem adotar as seguintes medidas:

  • Manter os pets afastados de áreas com flores.

  • Realizar banhos frequentes em seus pets.

  • Usar produtos antialérgicos para pets sob orientação do médico-veterinário.


Em caso de suspeita de intoxicação ou alergia, é fundamental buscar imediatamente a assistência de um médico-veterinário. 


Por Alex Cabral - Pólvora Comunicação


Leishmaniose: uma zoonose com poucas chances de cura e que requer cuidados diários

Foto: divulgação

 Endêmica em mais de 76 países, esta zoonose afeta vários animais, inclusive gatos


Lesões ulcerativas, emagrecimento, crescimento exagerado das unhas e febre. Em pets, estes podem ser sinais de leishmaniose visceral, uma das zoonoses – doenças infecciosas naturalmente transmissíveis entre animais e seres humanos – mais significativas do nosso dia a dia, com mais de 12 milhões de pessoas infectadas em nível mundial.


Estudos recentes mostram que, além dos cachorros, gatos e outros animais podem ser reservatórios do protozoário causador da leishmaniose. “Os cães são considerados os principais reservatórios da doença para o ser humano, mas não são os únicos: a doença também pode se instalar em animais silvestres, como quati, gambá; roedores, como capivara; mamíferos, equinos e, inclusive em gatos, os quais eram considerados refratários, mas estudos recentes mostram o contrário”, conta o médico-veterinário, professor de doenças parasitárias dos animais domésticos da Universidade de Franca e franqueado da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Dr. Rafael Paranhos de Mendonça.


A leishmaniose visceral é endêmica em 76 países e, no continente americano, está descrita em pelo menos 12. Dos casos registrados na América Latina, 90% ocorrem no Brasil. E mais: está entre as dez principais doenças tropicais negligenciadas, uma vez que nem sempre sua notificação – que é obrigatória – é devidamente realizada pelo médico-veterinário à Vigilância Sanitária local.


“Assim, a leishmaniose tem se alastrado e o impacto é muito grande, tanto nos animais, quanto nos seres humanos”, alerta o médico-veterinário, lembrando que a doença pode ser fatal e, na maioria dos casos, o tratamento tem efeito sobre os sinais clínicos, podendo não acontecer a eliminação do parasito do corpo.


Foto: Edjane Mazda



Esperança e controle em animais

 Os sintomas da leishmaniose podem ser confundidos com os de outras doenças, como a dermatite. É o que contam William da Silva Rocha e Brena Querzia Ferreira dos Santos, tutores do Bethoven, um cachorro da raça Golden Retriever, de 3 anos e 2 meses de idade: “Descobrimos o diagnóstico de leishmaniose em fevereiro deste ano. Num primeiro momento, os sinais clínicos foram manchas mais escuras na pele, muita caspa e queda de pelos. Acreditávamos que era uma dermatite e estávamos tratando como tal. Mas, depois de algum tempo, começou a remelar os olhos, abrir feridas nas extremidades e cair pelo das pontas das orelhas. Ele parecia bem, pois comia e brincava normalmente, mas, como não estávamos vendo melhora dos sintomas, levamos novamente à clínica veterinária e foi aí que tivemos nosso susto, com a confirmação da doença. Na nossa ignorância, pensávamos que teria que fazer eutanásia”.


Após as médicas-veterinárias explicarem que a leishmaniose tem tratamento e Bethoven tem grande chance de ficar bem, vieram o conforto e a esperança. “Logo que ele foi diagnosticado, começamos o tratamento com medicamento manipulado e vitaminas para ajudar o fígado e os rins. No segundo mês, voltamos para refazer os exames e pesá-lo novamente. Como temos outro cão [Tody] em casa, fizemos todos os exames e descartamos a possibilidade de ele também estar infectado. Bethoven ganhou peso, a pelagem começou a crescer novamente e as feridas começaram a cicatrizar. E, então, no terceiro mês, utilizamos uma nova fórmula manipulada. Já estamos no começo do quarto mês de tratamento, sempre na esperança de uma cura completa da doença”, completa o tutor. O medicamento é manipulado na DrogaVET em forma de biscoitos e com sabor constantemente variado, para Bethoven não enjoar.


O casal de tutores deixa um recado para os pais de pets: “Nunca desistam de seus filhos de quatro patas. Por mais difícil que seja o problema, foquem na solução. Eles são seres especiais, que foram enviados por Deus para nos dar amor e alegria.”


Saiba mais sobre a doença

A leishmaniose é causada pelo protozoário do gênero Leishmania, transmitido pela picada da fêmea flebotomíneo (Lutzomyia longipalpis) infectada, popularmente conhecida por mosquito-palha, tatuquira, cangalhinha ou birigui. Como o mosquito – de 2mm de tamanho – não é identificável a olho nu, é importante que se faça uso de tela mosqueteira, como proteção nos ambientes em áreas endêmicas.


“O mosquito-palha começa a picar ao entardecer. Então, nas regiões conhecidamente endêmicas, é interessante que cães fiquem em canis telados, após esse horário, além de colocar tela em toda a casa, para a proteção dos animais que compartilham o espaço com os humanos. Coleiras inseticidas e repelentes próprios para animais também são boas formas de prevenção”, indica Dr. Rafael.


O diagnóstico definitivo da leishmaniose é confirmado com a punção de linfonodo, fígado, baço ou líquor da medula espinhal. “Também temos a opção de teste rápido, para fazer a triagem, além da sorologia e do PCR real time. Mas o mais importante é, em casos suspeitos da doença, fazer o diagnóstico confirmatório o quanto antes”.


O susto que os tutores William e Brena tomaram tem fundamento: antigamente, não havia tratamento para a leishmaniose, sendo o mais indicado o sacrifício do animal. “Os medicamentos começaram a surgir em 2017. Atualmente, o que se tem de mais efetivo é o artesunato e a miltefosina, os quais, aliados ao acompanhamento do médico-veterinário a cada quatro meses e às medidas preventivas, têm sido as melhores soluções. Além disso, é possível manipular o medicamento em formas farmacêuticas flavorizadas, que facilitam a adesão do pet ao tratamento, como molho sabor picanha, calda sabor leite condensado, entre outras diversas opções”, orienta Dr. Rafael.


Apesar da evolução no tratamento, não existe garantia da eliminação do parasita. A cura é clínica; os sintomas diminuem, somem, mas podem voltar. O importante é fazer o diagnóstico e seguir rigorosamente o tratamento e as orientações do médico-veterinário.

 

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações estão disponíveis no site: www.drogavet.com.br


Por Marília Cury - Equipe Deepzo

Cães também podem apresentar alergias alimentares



Problemas na pele são os principais sinais de que o animalzinho pode ser alérgico. 

Médica-veterinária explica como identificar e tratar


Assim como acontece com os seres humanos, os cães podem desenvolver reações alérgicas relacionadas à alimentação. Problemas na pele, como as incômodas coceiras (prurido), manchas vermelhas (eritema), áreas sem pelos (alopecia), hiperpigmentação e até lesões podem significar que o pet apresenta uma resposta a algum elemento da dieta – geralmente as proteínas. As manifestações podem surgir em qualquer parte do corpo do animal, inclusive nos ouvidos, causando até otite externa. A maioria das reações é cutânea, mas elas podem acontecer também de forma gastrointestinal, com diarreia e vômitos.

 

A incidência de hipersensibilidade alimentar em cães é mais comum do que parece: estima-se que cerca de 10 a 25% das alergias cutâneas nestes animais sejam de origem nutricional e podem surgir em qualquer idade. Portanto, se o pet apresentar algum destes sintomas, é importante levá-lo ao médico-veterinário para investigar a causa do problema e indicar o tratamento adequado.

 

Diagnóstico 
Realizar o diagnóstico destes casos é um desafio. A médica-veterinária da Adimax e doutora em nutrição de cães e gatos, Mariana Fragoso Rentas, explica: “As reações adversas de origem alimentar que o animalzinho pode apresentar são muito parecidas com as de outras doenças. Quando há suspeita clínica, é importante realizar uma dieta de eliminação, e essa análise é feita em etapas, o que requer organização, tempo e paciência, tanto do veterinário quanto do tutor”.

 

Mariana explica que são necessárias de 6 a 12 semanas para a melhora dos sinais clínicos relacionados à alergia alimentar, e a dieta tem papel fundamental, tanto no diagnóstico quanto no tratamento: “Durante esse período, é muito importante que o animal não receba nenhum outro tipo de alimento além daquele recomendado pelo veterinário, para permitir a correta avaliação. Isso também inclui os petiscos, que são próprios para eles, mas que não devem ser oferecidos nesta fase. Além disso, quaisquer outros medicamentos devem ser suspensos para que apenas os resultados da mudança na dieta sejam observados”. 

 

Tratamento
Quando a alergia alimentar é confirmada, após a dieta de eliminação, a base do tratamento será o uso de uma dieta hipoalergênica. “Os alimentos hipoalergênicos passam a ser essenciais na dieta do animalzinho diagnosticado com hipersensibilidade alimentar. Eles são formulados com proteínas diferenciadas, sendo as proteínas hidrolisadas as mais indicadas, pois seu peso molecular reduzido impede que as células de defesa do organismo dos cães as reconheçam como antígenos, não desencadeando, assim, as reações alérgicas”, orienta Mariana. 

 

A médica-veterinária destaca ainda que, como a condição não tem cura, esses cuidados deverão ser mantidos pelo resto da vida do animal.

 

Fundada em 2002, a Adimax é hoje uma das maiores fabricantes de alimentos para cães e gatos no Brasil. Com sede em Salto de Pirapora, Região Metropolitana de Sorocaba (SP), filiais em Abreu e Lima (PE), Uberlândia e Juatuba (MG) e Goianápolis (GO), e Centros de Distribuição pelas regiões Sudeste, Nordeste, Centro-Oeste e Norte do Brasil, produz mais de 300 itens em diversas categorias. Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy. 
A Adimax tem como missão promover o bem-estar animal e tem o engajamento com várias causas sociais, que fazem parte do seu propósito: “amparar idosos carentes, pessoas e animais com deficiência".


Por Thais Gobbi - jtcom




Participe da Área Pet na Feira Brasil Mostra Brasil em João Pessoa(PB)


Saiba como ajudar o seu pet a lidar com a ansiedade de separação

Imagem: Divulgação/Mars Petcare

Mars Petcare reúne dicas para tutores sobre como prevenir e reduzir os riscos dessa condição 


Mudanças repentinas e alterações no dia a dia podem gerar desconfortos em alguns gatos e cães. Os animais de estimação, de forma geral, apreciam a rotina do lar e os momentos ao lado de seu tutor. Por isso, é importante sempre estar atento aos movimentos e cuidar do espaço para preservar sua saúde e seu bem-estar.



A ansiedade de separação é uma condição comum e que afeta muitos pets. Há uma série de fatores que podem desenvolvê-la, como mudança para uma nova casa ou família, perda de outro animal de estimação, ausência do tutor, além do histórico de saúde. Alguns sintomas, no entanto, podem surgir mesmo na presença do tutor, pois a ansiedade traz sensações de medo e estresse contínuos.

 

“Os sinais mais comuns que notamos são: seguir o tutor pela casa, ficar perto da porta pela qual o tutor saiu, mastigar ou destruir coisas quando estão sozinhos ou arranhar portas e/ou objetos, entre outros. Caso reconheça algum desses comportamentos em seu pet, é recomendado levá-lo ao Médico-Veterinário para tratar adequadamente os sintomas”, explica Deise Alberto, Médica-Veterinária da Mars Petcare.

 

Identificar a condição e saber como evitá-la pode fazer toda a diferença na qualidade de vida. O tutor pode listar os possíveis sinais que seu pet apresenta, com detalhes de quando costumam aparecer. Também pode utilizar uma câmera para registrar o comportamento do animal enquanto estiver fora.

 

A Mars Petcare, separou dicas importantes para a prevenção da ansiedade de separação. Confira!

 

Crie uma rotina consistente

A rotina pode ajudar a reduzir os níveis de estresse. Dentro dela, é indicado que o animal também fique sozinho para que ele não sinta muita ansiedade quando estiver longe de seu tutor. Pode ser em uma parte diferente da casa, atrás de um portão para pets, em uma sala separada ou deixando-o em casa quando sair por um curto período. É importante garantir que ele tenha tudo o que precisa para se sentir confortável durante esse tempo, com brinquedos, água e comida.

 

Saia e chegue calmamente

Mantenha suas recepções e despedidas discretas, agindo naturalmente. Rituais de saída e de volta ao lar que envolvem o mínimo de barulho ajudam o pet a entender que sua ausência não deve preocupá-lo. Despedidas e abraços prolongados à porta podem aumentar sua ansiedade. Embora seja melhor não fazer muito barulho ao chegar em casa, o tutor pode e deve dar ao pet bastante carinho e atenção quando estiverem juntos.

 

Enriquecimento ambiental

Disponibilize comedouros interativos que estimulam o pet a se manter em atividade, além de exercitar seu cérebro, permitindo que expresse seus comportamentos naturais. Para gatos, uma casa adaptada, ou seja, com estruturas verticais e arranhadores, proporciona um ambiente mais acolhedor para eles.

 

Considere ter outro pet

Avalie a possibilidade de receber mais um animal para fazer companhia. O tutor, no entanto, deve avaliar antes esta possibilidade, de acordo com a personalidade e a socialização do seu pet atual. O processo de adaptação entre dois animais deve acontecer aos poucos e ser acompanhado de perto pelo tutor, seguindo as orientações de um Médico-Veterinário.



A Mars é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como M&M’S®️, OPTIMUM™️, PEDIGREE®️, RÁRIS®️, ROYAL CANIN®️, SKITTLES®️, SNICKERS®️, TWIX®️, UNCLE BEN’S®️ e WHISKAS®️. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento global de US$ 40 bilhões provenientes de seus 4 segmentos de negócio: Petcare, Wrigley, Alimentos e Pesquisa. Cerca de 130 mil colaboradores, em mais de 80 países.




Por Mayara Aiach - InPress Porter Novelli






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Entenda a importância dos pets praticarem fisioterapia

 

Devido à velhice, os cães e gatos podem ter problemas ortopédicos


Se o seu pet está acima do peso ou demonstra sinais de dores nas patas, é importante levá-lo para um médico veterinário. Durante a consulta, o profissional solicita exames clínicos específicos para avaliar a saúde do cachorro ou gato. Se o bichinho apresentar algum problema ortopédico, neurológico ou endócrino, é provável que o veterinário indique a realização da fisioterapia, o que vale também para pets obesos.
 

“A fisioterapia é capaz de reduzir dores articulares e musculares dos pets, assim como auxiliar na perda de peso e melhorar o condicionamento físico e a resistência cardiovascular. Com o tratamento adequado, o cachorro ou gato que possuem dificuldades na locomoção podem voltar a andar, por exemplo”, explica Priscila Leite, médica veterinária e coordenadora do curso de Medicina Veterinária do UNINASSAU -- Centro Universitário Maurício de Nassau Recife, campus Graças.

"Com o tratamento adequado, o cachorro ou gato que possuem dificuldades na locomoção podem voltar a andar..."
 

O tratamento pode ser realizado por meio da eletroterapia, laserterapia, massoterapia, hidroterapia ou do uso de bolas, pistas, cones e pranchas, dependendo do tipo de problema do pet. Mas, para realizá-los, é preciso conhecer o limite do cão ou gato. E o único que pode avaliar isso é o médico veterinário. “Muitos animais têm medo de realizar determinados movimentos porque sabem que lhe causarão dor ou desconforto. Nesse caso, o profissional deve fazer com que o pet se sinta confiante para realizar os exercícios e não o forçar. A recuperação precisa ser lenta, respeitando o bichinho”, comenta Priscila.
 

Esse cuidado com a saúde do pet faz com que ele tenha uma melhor qualidade de vida. Além disso, diminui as chances de problemas futuros aparecerem.



Por Luiza Clara Falcão Fruet - Imprensa Ser educacional





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Vermifugação de cães é cercada de mitos: entenda o procedimento correto

Foto: Helena Lopes no Pexels





Quem é tutor, sabe: ter pet é uma experiência repleta de ótimos momentos. O carinho, as brincadeiras, o companheirismo e o amor fazem a diferença na vida de todos, sejam pessoas, cães, gatos e demais animais de companhia. Mas a “PETernidade” traz consigo responsabilidades. A principal delas está relacionada à saúde dos animais. Afinal, ela depende exclusivamente da atenção e dos cuidados de seus “familiares”, os tutores.


Preocupações com a vacinação, higiene, antipulgas e vermifugação são essenciais para quem quer viver muitos anos ao lado do seu pet, esses procedimentos requerem rotina e acompanhamento. Em especial, a vermifugação é uma ferramenta muito importante na prevenção de diversos problemas causados por vermes. Ademais, é considerada uma questão também de saúde pública, uma vez que, previne a contaminação de outros animais e até dos humanos.


Entretanto, a aplicação de vermífugos convive num universo de desinformação. Uma das mais comuns é a alegação de que esses produtos não devem ser aplicados em filhotes. Mais do que falso, isso pode ser prejudicial, os filhotes por serem sensíveis, ao ficarem doentes, têm maior chance de ficarem debilitados e evoluírem para sintomas mais graves.




A primeira dose desses medicamentos pode ser administrada para cães entre os primeiros 15 a 30 dias de vida, algumas repetições podem ser necessárias de acordo com o protocolo escolhido pelo Médico Veterinário. Esse ciclo tem objetivo cobrir a fase de amamentação, visto que alguns vermes podem ser transmitidos a partir do leite da mãe infectada e vermes que possam ter sido transmitidos pela via transplacentária. Depois dessa fase, a recomendação é que a vermifugação seja feita a cada 3 ou quatro meses, a depender do estilo de vida do pet.


Outro mito que precisa ser desmentido – pois sua disseminação afeta a qualidade de vida e a segurança dos cães – é o de que fêmeas prenhes não podem ser vermifugadas. Pelo contrário. A oferta de antiparasitários durante a gestação e a lactação é importante para evitar que elas transmitam vermes aos filhotes. É importante ressaltar que essa recomendação deve vir do Médico Veterinário, que indicará a melhor dose e protocolo para cada caso.


Por Stefanie Poblete, médica-veterinária pela Universidade de São Paulo (USP) com residência em clínica geral pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e analista técnica de marketing da Syntec do Brasil


Em Março: Cães na Passarela



Cuidados que todo tutor precisa ter durante o Carnaval

Divulgação - Dr. Pedro Mancini












Um dos períodos de maior agitação e celebração no Brasil, o Carnaval é composto por momentos de diversão, mas que podem trazer consequências negativas aos pets devido ao barulho


No Brasil, o Carnaval é considerado mais que um simples festival, mostrando-se uma verdadeira celebração que envolve muita alegria, música e diversão. Sem dúvidas, hoje, é um dos maiores eventos culturais, que atrai milhões de pessoas todos os anos. Porém, para os tutores de cães, este período pode se tornar um verdadeiro desafio, já que o barulho alto e a agitação podem ser desagradáveis aos animais.


 

Neste sentido, é importante que os tutores tomem alguns cuidados durante a época de Carnaval para garantir que os pets não sofram durante o período das festas. O forte barulho acaba sendo altamente prejudicial para os cães, que podem ficar assustados e até mesmo doentes. Dessa forma, é importante que os tutores de cães tomem alguns cuidados durante o Carnaval.

 


Em primeiro lugar, é preciso evitar lugares onde se tem muito barulho. Caso queira ir a algum bloquinho ou comemorar fora de casa, deixe o pet com todo o preparo possível. Por exemplo, é recomendável que haja distrações para o cão, utilizando métodos de enriquecimento ambiental e investindo no bem-estar dele. Uma tendência neste sentido é o uso de fones de ouvido de proteção, que ajudam a minimizar os efeitos do barulho. Estes fones têm a capacidade de abafar grande parte dos sons que são produzidos durante as festas, protegendo seu cão contra os efeitos negativos. Supervisionar o uso do equipamento também é essencial.


 

Como proteger os cães utilizando o fone?



Os equipamentos de proteção são um recurso eficaz para ajudar a minimizar os efeitos negativos do barulho alto durante o Carnaval. Os fones têm a capacidade de bloquear parte dos sons produzidos durante as festas, protegendo o cão. Além disso, podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade, fazendo com que ele se sinta mais seguro e confortável durante este período.


 

Para introduzir o pet ao fone, é necessário que haja um breve treinamento. Primeiro, é importante que o cão se acostume a usar o equipamento, para que ele não se sinta estranho quando chegar o momento de colocá-lo. O método de recompensa é uma boa alternativa para começar.


 

Outros cuidados que precisam ser tomados



Além dos fones de proteção, é importante que os tutores forneçam a seus cães um lugar seguro e confortável para se abrigarem durante as festas, como a própria casa. Eles certamente se sentirão mais seguros e confortáveis.


 

Outra dica importante é se certificar de que o cão tenha acesso a água fresca durante o Carnaval. O barulho alto, a agitação e o calor podem aumentar a desidratação e a fadiga – com isso, é importante que tenha água disponível e de fácil acesso para que possa se refrescar e se hidratar.


 

No geral, é importante que os tutores de cães levem alguns cuidados especiais durante o Carnaval para garantir que não haja empecilhos, sobretudo com o barulho de trios elétricos nas ruas e foliões que celebram este festival. Usar os fones de proteção, fornecer um local seguro e tranquilo e garantir acesso à água fresca e alimentos saudáveis são algumas das formas de garantir que seu cão se sinta confortável durante essas festividades. Por fim, o cão se sentirá seguro e, junto com sua família, terá uma experiência mais tranquila.


 

*Dr. Pedro Mancini é CEO da DogPhones, startup que utiliza a tecnologia para desenvolver fones de ouvido para pets. Médico veterinário pela Universidade de São Paulo (USP), é especializado em oftalmologia.

 

Especialista no desenvolvimento de fones de ouvido para pets, a DogPhones teve seus primeiros produtos ofertados em 2019. Criada pelo veterinário oftalmologista Pedro Mancini, a empresa levou cerca de três anos, contanto com todo o apoio da tecnologia, para estabelecer um produto ideal e que inibe até 90% de todo ruído externo. Nesse período, foram considerados a densidade da espuma, a estrutura e formato do plástico do casco e tantos outros fatores, tudo para chegar a um produto confortável e eficiente aos pets. Veja mais acessando https://dogphones.com.br/   


Por Keth Oliveira  - IDEIACOMM 





Neste mês de aniversário da Revista Bichos. Com:


🎊 Especial Carnaval 🎊


Junho Vermelho: Animais também são doadores de sangue e podem salvar vidas

 

Animais podem ser doadores de sangue? A resposta para essa pergunta é sim



Assim como os humanos, os animais também estão suscetíveis a transfusões de sangue. E para receber, precisa ter alguém para doar.
E quais são os critérios para um animal ser doador de sangue e ajudar a salvar outras vidas? O principal deles é que o animal esteja em boas condições de saúde. Depois disso, ele precisa ter entre um e oito anos de idade e testar negativo para as principais doenças infecciosas de cada espécie que podem vir a ser transmitidas pelo sangue.
 

Quem vai atestar se o animal está apto a ser um doador, assim como indicar quais casos estão passíveis de transfusão é o médico-veterinário. A avaliação e acompanhamento do profissional são essenciais para garantir o bem-estar do doador e do paciente. “Se o doador for previamente avaliado por um médico-veterinário e ele atestar que o animal está apto a doar sangue os riscos são mínimos”, esclarece a médica-veterinária e presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Bahia (CRMV-BA), Ilka Gonçalves, ao alertar que os felinos exigem uma atenção mais especial “no caso dos gatos existe o risco do stress da contenção ou da sedação que deve ser realizada por profissionais capacitados”.

 

Questões como o peso, que deve ser de, no mínimo, 27Kg para cães e de 4kg para gatos, temperamento e o estado físico do animal doador, que deve ter feito um jejum de 12 horas e ter tido um sono de boa qualidade antes do procedimento também devem ser observadas antes da doação. “A quantidade de sangue doado depende do peso do doador, mas é sempre uma que não provoque efeitos colaterais e por isso, é importante que sejam animais saudáveis. Animais obesos não são bons candidatos à doação, pois podem causar dano à saúde do receptor”, explica a médica-veterinária.


"Cada caso é tratado de maneira individualizada e o risco de óbito do animal não é descartado..." 
 

E por falar em riscos, quais são os riscos do procedimento? Para o doador, os riscos são mínimos, mas é importante que após a doação o animal fique em observação e não faça atividades físicas por alguns dias. Já o receptor, mesmo com os diversos testes e análises, pode apresentar algumas reações clínicas, que podem ser imunológicas ou não imunológicas, agudas ou tardias (que se manifestam em até 48 horas). Entre as reações mais comuns, estão estado febril, taquicardia, dispneia, aumento da frequência cardíaca e respiratória, salivação e convulsões.
 

As causas que podem levar um animal a precisar de uma transfusão de sangue vão desde uma hemorragia, uma anemia, problemas de coagulação, reposição de componentes sanguíneos ou até mesmo para normalizar a quantidade de sangue circulante e nesses e em outros casos, o animal transfusionado precisa de um doador compatível. Sim, os animais também possuem fatores sanguíneos diferentes e a transfusão não pode ocorrer indiscriminadamente.
 

Ilka Gonçalves faz outro alerta importante e que deve ser sempre considerado. ”Cada caso é tratado de maneira individualizada e o risco de óbito do animal não é descartado. Por isso, é fundamental que a transfusão seja realizada em uma clínica ou hospital com registro no CRMV e funcionamento vinte e quatro horas, com o acompanhamento de um médico-veterinário que vai monitorar o paciente durante o procedimento e também nas vinte e quatro horas seguintes”.
 

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? O Hospital de Medicina Veterinária da Universidade Federal da Bahia realiza durante todo o mês de junho uma ação de conscientização sobre a importância da doação de sangue para humanos e animais. No sábado (11), o Hospmev estará aberto para triagem e coleta de doadores cães e gatos. A atividade ainda vai contar com a participação das Ligas e Grupos de Estudo abordando assuntos sobre saúde única, saúde animal e zoonoses. O Hospmev fica localizado na Av. Milton Santos, nº 500, no bairro de Ondina, em Salvador(BA).



Por Lucas Figueredo 



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