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Veterinário perde espaço na decisão de compra dos tutores

Crédito: Freepik

Estudo Radar Vet 2025 mostra que profissionais do varejo já influenciam 1 em cada 5 proprietários de pet na escolha de suplementos e antiparasitários


Por muitos anos, o médico-veterinário foi a principal referência dos tutores na hora de escolher vacinas, medicamentos e demais produtos voltados à saúde dos pets. Porém, o Radar Vet 2025, focado no profissional veterinário e realizado pela Comissão de Animais de Companhia do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Comac/Sindan), em parceria com a consultoria H2R, aponta uma mudança nesse cenário. Embora ainda seja a figura mais influente, os veterinários vêm perdendo o protagonismo para profissionais do varejo, especialmente balconistas e atendentes de pet shops.


Esse movimento já havia sido antecipado pelo Radar PET 2023 - estudo do Comac/Sindan focado no mercado de animais de estimação - que apontou o crescimento da busca por informações na internet por parte dos tutores e a troca de experiências entre eles como fontes de decisão. Ou seja, embora os veterinários ainda sejam procurados em casos de doença ou quadros mais complexos, muitos tutores preferem observar os sinais por conta própria e tomar decisões de forma autônoma, com base em múltiplas fontes.

 

O papel dos atendentes de pet shops tem se tornado cada vez mais relevante. Esses profissionais já influenciam diretamente 16% das decisões de compra de suplementos e 19% da escolha de vermífugos e antipulgas, superando a influência de outros tutores ou criadores de conteúdo digital, segundo o Radar Vet. “Com atendimento acessível e conhecimento prático acumulado na rotina das lojas, os vendedores do varejo conseguem orientar os tutores na escolha de produtos de prateleira, que muitas vezes não exigem prescrição médica. Essa dinâmica posiciona o varejo como um elo estratégico entre fabricantes, médicos-veterinários e consumidores", afirma Gabriela Mura, diretora de Mercado e Assuntos Regulatórios do Sindan. Embora minoritários, canais como sites de pesquisa (2%) e influenciadores digitais (1% a 2%) também começam a moldar o comportamento dos consumidores.
 

Além disso, o próprio perfil de atuação do médico-veterinário está em transformação. Entre 2021 e 2024, a proporção de profissionais atuando como autônomos saltou de cerca de 25% para 72%, segundo o Radar Vet 2025. “A descentralização do trabalho, com muitos veterinários atuando em múltiplos locais ou oferecendo atendimentos domiciliares, favorece a interferência de outros personagens do varejo que assumem um papel mais ativo nessa relação”, em detrimento ao fortalecimento da relação tutor/animal e médico veterinário e a fidelização do cliente, diz Gabriela Mura. "Atualmente, o tutor tem acesso a múltiplas fontes de informação, e o varejo pet, acaba sendo um facilitador na hora da compra de produtos básicos", completa a especialista.
 

No que diz respeito à prescrição de vacinas e medicamentos, o veterinário segue predominante com 91% de influência na decisão dos tutores. “O estudo mostra uma ampliação do ecossistema de influência na decisão dos tutores, especialmente em categorias de produtos mais acessíveis. É uma movimentação natural diante das transformações do mercado pet e do comportamento de consumo”, diz Gabriela Mura.
 


Sindan - Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 85 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor.



Por Ortolani Comunicação

Petnor se consolida como maior feira voltada para o mercado pet e veterinário do Norte e Nordeste

De 3 a 5 de novembro, o Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda, receberá a sétima edição da Feira Petnor, o maior evento voltado para o mercado pet e veterinário das regiões Norte e Nordeste. A feira é organizada pela Agência PE e reunirá petshops, indústrias, laboratórios, clínicas, hospitais e distribuidores do setor, oferecendo uma oportunidade única para networking, atualização profissional e negócios. A entrada é gratuita para profissionais da área, empreendedores do setor e estudantes da área de saúde, e quem não se enquadra nesses grupos poderá adquirir um passaporte para os três dias de evento.



Com mais de 12 mil visitantes esperados, a Feira Petnor se firma como um ponto de encontro para o setor, apresentando as últimas novidades em equipamentos médicos, alimentos para animais, cosméticos e produtos de higiene. No ano anterior, o evento gerou mais de R$ 30 milhões em negócios, e a expectativa para 2024 é ainda maior. "Nosso foco é o mercado B2B (Business to Business), proporcionando um espaço de trocas e de realização de negócios", afirma Paulo André Moura, organizador da feira.



TOSAS CAMPEÃS - Um dos destaques da Feira Petnor é o Petnor Groomer Show, um emocionante campeonato de tosa e estética animal, coordenado por Maisa Matarazzo. Com sete categorias voltadas para profissionais e iniciantes, o evento atrai competidores de todo o Brasil, promovendo visibilidade e aprimoramento das técnicas de tosa.



CONHECIMENTO E EMPREENDEDORISMO - Simultaneamente à feira, ocorrerá o 6º Congresso Norte e Nordeste de Especialidades Veterinárias de Pequenos Animais (CONEVEPA), considerado o maior congresso da região, com palestrantes de renome nacional. Já os empreendedores terão a oportunidade de participar de mentorias na Arena Degrau promovidas pela Degrau Escola de Negócios em um espaço destinado ao desenvolvimento de negócios no setor pet.



INICIATIVAS SOCIAIS E SUSTENTÁVEIS - A Feira Petnor também abriga projetos sociais, com a participação de ONGs e voluntários de proteção animal das cidades de Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e Vitória de Santo Antão. As instituições apresentarão seus serviços e esclarecerão dúvidas sobre preservação ambiental, controle de zoonoses e assistência a animais de rua.


 

O Sebrae/PE estará presente com um petshop modelo, reforçando o potencial do mercado pet no Brasil, que é o terceiro maior do mundo. A iniciativa busca inspirar os visitantes a aproveitarem as oportunidades que o setor oferece, especialmente no Nordeste, onde Pernambuco lidera em faturamento.



7ª edição da Feira Petnor

Onde: Pernambuco Centro de Convenções (Av. Prof. Andrade Bezerra, s/n - Salgadinho, Olinda)

Quando: De 3 a 5 de novembro, das 14h às 22h

Quanto: Entrada gratuita para profissionais do mercado pet e veterinário e estudantes da área de saúde

Informações: www.feirapetnor.com.br - Instagram - @feirapetnor




Por Rachel Motta - Comuniquese

Ronronar: 5 curiosidades sobre o som característico emitido pelos gatos

Cordas vocais dos felinos emitem som que podem caracterizar bem-estar, conexão com o tutor ou estado de alerta, explica veterinário do CEUB



Semelhante a um motor, o ato de ronronar dos gatos é um dos comportamentos mais enigmáticos dos felinos. Apesar de ser um som comum para quem convive com gatos, o comportamento multifacetado vai além de um simples sinal: o que gera curiosidades sobre seus motivos e funções. Bruno Alvarenga, professor de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica os mitos e verdades que circundam este ato praticado pela maioria dos gatos domésticos.
 

Alvarenga explica que o fenômeno é um som característico dos gatos, que ocorre em uma frequência de 25 a 30 Hz. Pesquisadores de diferentes países, como Austrália, Suíça e República Tcheca, estudaram as cordas vocais dos gatos domésticos e descobriram estruturas semelhantes a “almofadinhas” que adicionam uma camada extra de tecido nas cordas vocais. “Isso permite que elas vibrem em baixas frequências, produzindo o som clássico do ronronar”.
 

Confira 5 curiosidades sobre o ato de ronronar
 

1. Frequentemente associado ao bem-estar e à felicidade dos gatos, contribui para o bom funcionamento de seu sistema imunológico. Ouvir um gato ronronar gera uma sensação de sucesso ao perceber que o animal está feliz e saudável. "O gato que ronrona expressa contentamento, reforçando a relação benéfica que existe entre ele e seu tutor. Essa troca de carinho e companhia é mutuamente vantajosa, promovendo bem-estar tanto físico quanto mental para ambas as partes", destaca.
 

2. Não se preocupe se o seu gato não ronrona! Nem sempre é motivo de alarme, adianta o médico veterinário do CEUB: "Muitos gatos não ronronam simplesmente porque não aprenderam a fazê-lo. O importante é garantir que o ambiente do animal seja saudável e seguro, promovendo uma relação feliz e equilibrada entre o gato e seu tutor."
 

3. O ronronar também pode ocorrer em situações de dor ou desconforto, como uma forma do felino se acalmar. O ato pode acompanhar vocalizações de pedido, como quando o gato solicita comida ou atenção. "Os gatos são mestres em condicionar seus tutores. Muitos combinam o ronronar com miados para conseguir o que desejam, seja um petisco ou água fresca da torneira", comenta o professor.
 

4. O comportamento de ronronar é, em grande parte, aprendido pela convivência com a mãe nos primeiros dias de vida. Segundo o docente do CEUB, as gatas ronronam para se comunicar silenciosamente com seus filhotes, evitando chamar a atenção de predadores. “Filhotes que não tiveram contato com a mãe ou que pertencem a linhagens menos domesticadas podem não aprender a ronronar, ou o fazem de maneira menos evidente.”


5. Esse comportamento multifacetado que vai além de um simples sinal vindo dos gatos. Alterações como mudanças na alimentação, na eliminação de fezes ou urina, ou no nível de atividade podem indicar problemas de saúde que devem ser avaliados por um veterinário. “Embora ainda existam questionamentos sobre o ronronar, o que sabemos é que ele desempenha um papel importante na vida dos gatos e na conexão que compartilham com seus tutores”, finaliza Bruno.



Por Loane Bernardo - Máquina CW 


OTITE EM CÃES: VETERINÁRIO ESCLARECE TUDO SOBRE A CONDIÇÃO E EXPLICA COMO TRATÁ-LA

Divulgação/Virbac

Externa, média ou interna? Cada tipo de inflamação acomete uma parte do ouvido e requer um tratamento diferente. Na maioria dos casos, o uso de antibióticos é dispensável e a administração do tratamento com corticoide é suficiente para livrar o animal do incômodo. Entenda!

 


A otite é uma doença bastante comum em cães e esta é uma queixa recorrente nos consultórios veterinários. No entanto, muitas dúvidas rondam os tutores de animais com a condição, que normalmente causa bastante dor no ouvido dos pets. O que caracteriza cada tipo de otite? Como identificá-las? É realmente preciso tratar o problema com antibióticos? Quais raças têm predisposição à condição? Estas são algumas das dúvidas que Ricardo Cabral, médico veterinário e gerente técnico da Virbac do Brasil, responde sobre o problema. Entenda!

 

Qual a diferença entre a otite externa, média e interna?

 

De acordo com Ricardo, as otites podem ser classificadas em três tipos principais com base na localização da infecção. O médico veterinário dá mais detalhes:

 

     1. Otite externa

“É a forma mais comum de otite em cães e acontece quando o canal auditivo externo inflama. A inflamação pode ser causada por diferentes fatores como remoção de pelos ou limpeza incorreta que geram trauma, ou ainda parasitas e corpos estranhos, mas na maioria dos casos a causa é alérgica”. De acordo com ele, cerca de 75% dos casos de otites externas têm em comum o fato de acometerem animais alérgicos e, sendo essa uma doença de difícil controle, é bastante frequente a ocorrência de otites externas de repetição.


 2. Otite média

“Acomete a parte média do ouvido, localizada atrás do tímpano, e pode ocorrer como uma complicação da otite externa quando a infecção se estende para dentro

da orelha.

3. Otite interna

“É a forma menos comum de otite em cães e geralmente é mais grave, porque envolve a inflamação da parte interna do ouvido, incluindo a cóclea e o labirinto, que são essenciais para a audição e o equilíbrio. Este tipo de otite pode estar associada a infecções bacterianas, fúngicas ou virais ou, ainda, por problemas imunológicos, traumas na cabeça ou tumores.”


O que provoca a otite externa em cachorros?

 

Várias causas podem levar ao desenvolvimento de otite. “A inflamação é quase sempre a causa de base. Essa inflamação pode ser desencadeada por diferentes fatores como traumatismo, parasitas, corpos estranhos e neoformações como pólipos, mas na grande maioria dos casos o fator inicial é a doença alérgica. Precisamos lembrar que o conduto auditivo externo é recoberto por pele, e se o cão é alérgico essa pele também vai inflamar”, pontua Ricardo. A inflamação leva a mudanças no microambiente da orelha como alteração de temperatura e umidade, além do aumento da produção de cerúmen. Essas são as mudanças que, por sua vez, em alguns casos, levam à infecção bacteriana e/ou fúngica secundariamente.

 

Como identificar a condição no animal?

 

O médico veterinário alerta que é muito importante se atentar ao comportamento do cão para observar quaisquer comportamentos que possam denunciar o problema. “Coceira excessiva na orelha, esfregar a cabeça no chão ou em móveis, vermelhidão ou inflamação no ouvido, secreção ou mau odor, sacudir ou inclinar a cabeça com mais frequência, sensibilidade ao toque, perda de audição e aumento da sensibilidade, são alguns dos sinais de otite.”

 

Quais são as raças mais acometidas por otite?  

 

Algumas raças de cães estão mais predispostas a desenvolver otite devido a características anatômicas específicas de suas orelhas ou a condições genéticas que aumentam a produção de cerúmen. “Cocker Spaniel, Labrador, especialmente o de cor chocolate, Beagle, Basset Hound, Golden Retriever e Poodle são algumas delas. Mas vale lembrar que qualquer raça de cão pode desenvolver essa condição.”

 

Como é realizado o tratamento contra a otite? 

 

O tratamento da otite em cães pode variar dependendo da causa, condição e gravidade da infecção. “O primeiro passo é levar o animal ao consultório veterinário para um exame completo e, em casos de otites externas, a limpeza e o tratamento tópico são suficientes para tratar o problema”, orienta Ricardo. Segundo o profissional, apenas em casos mais graves ou persistentes, pode haver a necessidade da prescrição de medicamentos orais, como antibióticos ou anti-inflamatórios.

 

Quais são os risos do uso indiscriminado de antibióticos no tratamento de otites?


Até hoje, o médico veterinário só dispunha de associações com anti-inflamatórios, antibióticos e antifúngicos para tratar topicamente a otite externa canina, combatendo ao mesmo tempo a inflamação de base e as infecções secundárias. “O problema é que cada vez mais vemos o surgimento de micro-organismos resistentes aos antimicrobianos, o que significa que as bactérias presentes no ouvido do cão podem se tornar resistentes ao antibiótico usado, tornando o tratamento ineficaz. Tendo em vista que a causa da doença é a inflamação, será que precisamos fazer uso de antibióticos em todos os casos?”, comenta Ricardo. O médico veterinário da Virbac alerta ainda que, pelo fato de a maioria dos quadros de otites externas serem desencadeadas por doenças alérgicas, que não têm cura, é comum que os cães apresentem otites de repetição, e o uso de antibióticos e antifúngicos com frequência nesses quadros contribui ainda mais para o uso indiscriminado dessa classe de medicamentos.

 

De que forma o corticoide age no tratamento de otites externas e por que ele é mais seguro?

 

“A possibilidade de utilizar corticoides como primeira escolha é uma forma de prevenir a ocorrência cada vez mais comum de animais com alta resistência a antibióticos. Esse tipo de tratamento age na causa primária de otites não purulentas, de base alérgica. Ao tratar a inflamação, o microbioma bacteriano e fúngico deve ser controlado naturalmente, retornando ao estado original. Neste caso, recomenda-se o tratamento com corticoides durante 7 a 14 dias consecutivos, a depender da resposta clínica do animal. Se a cura não for confirmada após os primeiros sete dias de tratamento, deve-se estender até 14 dias, de acordo com a avaliação do médico veterinário”, orienta o profissional. Além do tipo de remédio, ele recomenda atentar-se ao aplicador do medicamento. “Como este é um tratamento tópico, é necessário tomar alguns durante a aplicação, como optar por aplicadores em spray, suaves e silenciosos, que não irritam ou assustam os cães, além de cânula anatômica, para tornar o tratamento o mais confortável e seguro possível para o animal.”



Presente em mais de 100 países, a Virbac é considerada a maior companhia farmacêutica independente dedicada exclusivamente à saúde animal. A empresa foi fundada na França, em 1968, e tornou-se referência no mercado veterinário mundial pelo seu amplo portfólio de produtos biológicos e farmacêuticos, com destaque para os produtos dermatológicos e de odontologia veterinária - no qual possui uma linha completa para manutenção da saúde oral de cães e gatos -, segmentos em que são líderes mundial de vendas.

 

Focada em inovação e desenvolvimento, implementa soluções para animais de pequeno e grande porte, investindo constantemente em tecnologias para prevenção e combate de patologias. Atualmente, a empresa atende aos segmentos: biológicos, parasiticidas, antibióticos, dermatológicos, anestésicos, odontológicos e produtos para reprodução, nutrição e higiene. Conheça mais em www.virbac.com.br


Por Catarina Armelin - bcbiz

Meu pet precisa ir ao dentista? Saiba como cuidar da saúde bucal do seu bichinho

Imagem: Freepik

Especialistas explicam que a atenção aos cuidados bucais em cães e gatos pode evitar sérios problemas de saúde


No universo encantador dos animais de estimação, nem sempre damos a devida atenção a um aspecto crucial para o bem-estar de nossos fiéis companheiros: a saúde bucal. O “sorriso” cativante do seu pet não é só uma expressão facial de relaxamento ou alegria; é, na realidade, um indicador da sua qualidade de vida. 


A doença periodontal, por exemplo, associada ao mau hálito, afeta surpreendentes 85% dos cães e gatos com mais de três anos, segundo um estudo conduzido pela Mars Petcare. Essa condição ultrapassa o desconforto oral, podendo desencadear problemas mais sérios, como inflamações nas gengivas, perda de dentes e outras complicações graves.


Assim, manter a saúde bucal dos mascotes evita a disseminação de bactérias da cavidade oral para a corrente sanguínea, o que pode impactar até órgãos vitaisCuidados preventivos servem não apenas para manter o sorriso do seu pet brilhante, mas também para garantir uma saúde geral robusta.


De acordo com Rodrigo Moretti, médico veterinário e consultor clínico científico da HTM VET, muitos tutores desconhecem a importância da escovação regular dos dentes dos animais. Essa prática simples, no entanto, previne o acúmulo de placa bacteriana e reduz os riscos de tártaro e gengivite.


“As consultas regulares ao veterinário são essenciais. Os profissionais da área podem realizar limpezas completas, solicitar exames detalhados e oferecer serviços específicos para a saúde bucal do animal, mesmo se ela já estiver prejudicada. A fotobiomodulação, por exemplo, é eficaz no tratamento de diversas condições bucais, desde mucosites e gengivites até casos de parestesia facial. Por ter efeitos bioestimulantes e analgésicos, é capaz de proporcionar alívio e promover a cicatrização, a depender de cada caso”, pontua o especialista. 


Além das idas constantes ao veterinário para garantir a saúde e o bem-estar dos pequenos companheiros, os tutores devem considerar adotar práticas regulares de cuidados animais, como higiene e dieta adequadas e brinquedos específicos para prevenir problemas dentários.


Mariana Suemi Fugita, médica-veterinária odontologista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, defende que hábitos como esses podem até contribuir para aumentar a expectativa de vida dos pets.


“Os cuidados ajudam a prevenir doenças bucais que podem ter repercussões sérias na sua saúde geral dos bichinhos, talvez dando até mais tempo de vida e saúde para cães e gatos. Doenças periodontais, cáries e infecções podem ser evitadas ou identificadas precocemente, permitindo intervenções adequadas para ele viver mais e com mais conforto ao lado de seu tutor”, conclui.



Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. 


 HTM VET nasceu de uma indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletro-eletrônicos dirigidos ao segmento de saúde no Brasil, a HTM Eletrônica, líder em inovação, resultados e segurança, sendo referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos dirigidos ao segmento de estética e fisioterapia. 



Por Maria dos Santos - Agência NoAr


 

Tutores de pets brasileiros ocupam o segundo lugar de mais felizes do mundo, mostra estudo

Reprodução/Freepik

 
Especialista enfatiza como humanos que convivem com pets são mais felizes e saudáveis


Para além das relações humanas, os aumigos, gatos, pássaros, entre outros pets, também representam uma parte essencial no dia a dia e nas vidas dos humanos. Com isso, surge a dúvida se os pets podem mesmo influenciar na saúde e bem-estar de seus tutores.
 

A resposta é sim – e pessoas que convivem com pets são significativamente mais felizes, de acordo com uma pesquisa realizada pela Petplan, seguradora especializada em animais de estimação. Com auxílio de uma inteligência artificial de reconhecimento facial, que digitaliza fotos de redes sociais como Instagram e Facebook, foi possível detectar os níveis de emoção das pessoas presentes em cada uma delas, gerando uma pontuação de 0 a 100 para cada emoção detectável na imagem, medindo felicidade, medo e nojo.
 

Foram analisadas aproximadamente nove mil imagens de tutores com seus pets ao redor do mundo e comparadas com a porcentagem média de felicidade das pessoas, que é de 36,8%. No final, o estudo concluiu que, nos donos de animais de estimação, o valor médio aumentou para 59,3% — enfatizando o impacto positivo dos bichinhos quando estão por perto.
 

O estudo também mostrou que o Brasil é o segundo país do mundo com tutores de pets mais felizes, atrás apenas da Nova Zelândia. Quando observamos os dados apenas da perspectiva dos humanos que adotaram cachorros como companheiros, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking, confirmando que de fato os tutores dos ‘aumigos’ são mais felizes do que qualquer outro tutor de cachorro ao redor do mundo.
 

"Pessoas que convivem com pets possuem respostas fisiológicas visivelmente mais saudáveis quando falamos de transtornos como ansiedade, estresse e até mesmo interferência na frequência cardíaca. Cada vez mais os estudos em torno da relação entre pets e humanos reafirmam que o convívio com animais de estimação ajuda não apenas no âmbito individual, mas na sociedade como um todo, proporcionando o desenvolvimento de vínculos e contatos sociais", sinaliza Thiago Teixeira, diretor geral do Nouvetcentro veterinário de nível hospitalar em São Paulo.

 


Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e day care. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.




Por Giovana Macedo - Agência NoAr



Visite o veterinário antes de ter um coelho de estimação

Coelhinho segurado pela Raissa Natali, especializada em pets não convencionais do Hospital Veterinário Taquaral (HVT) de Campinas. Crédito da foto: Divulgação

 

Os coelhos são animais adoráveis e populares como animais de estimação, mas muitas vezes seus tutores não estão cientes dos cuidados especiais que eles requerem, especialmente quando se trata da saúde dental. A cenoura, por exemplo, sempre associada ao animal nos desenhos e na lembrança de todos, não deve ser o alimento que ele mais come. A veterinária especializada em pets não convencionais do Hospital Veterinário Taquaral (HVT) de Campinas, Raissa Natali, ressalta a importância de manter a saúde bucal dos coelhos para garantir seu bem-estar geral.



 

Dente é tudo!

Um problema dentário em um coelho pode desencadear outros desajustes no organismo, impactando negativamente sua qualidade de vida. As disfunções dentárias são bastante comuns e merecem uma atenção especial. Além disso, existem outros fatores que podem levar um coelho a parar de comer, como obstrução gastrointestinal, questões reprodutivas, urinárias, oculares, entre outras.


Diferentemente dos humanos, os dentes dos coelhos crescem ao longo de toda a vida. Eles são da ordem de mamíferos lagoformos cujos dentes não possuem raiz, sendo fixados na gengiva por tecidos germinativos. Em média, os dentes dos coelhos crescem cerca de 1 cm por semana. Portanto, é crucial que eles desgastem seus dentes ao comerem e os alimentos fibrosos são os ideais, como capim, feno e folhas.



 

Os coelhos possuem um total de 28 dentes, e ao contrário do que vemos nas histórias e desenhos, são seis dentes na frente e não apenas quatro. O crescimento desalinhado dos dentes posteriores pode dificultar a alimentação do coelho. Em alguns casos, pode ser necessário realizar cirurgias para desgastar os dentes posteriores quando eles não se desgastam naturalmente.

 

Falta de informação


Um coelho saudável é aquele que come regularmente, se movimenta livremente e tem uma função intestinal adequada. É altamente recomendável que os tutores procurem um veterinário especializado para obter informações prévias à adoção ou compra do animal, a fim de aprender sobre o manejo correto e o ambiente ideal para o animal viver. “Cerca de 80% dos atendimentos de coelhos que fazemos no hospital são motivados por erro de manejo e falta de informação. Os tutores evitariam essas preocupações se tivessem tido essa primeira consulta antes de ter o animal ou com o coelho ainda bebê”, destaca.




 

Cenoura como última opção no cardápio


Raissa enfatiza que a ração não deve ser a base da alimentação do coelho, mas sim um suplemento. Ele é um animal herbívoro e a maior parte de sua dieta deve consistir em feno, capim, folhas escuras, ração, legumes e frutas, nesta ordem de prioridade. Outra possibilidade alimentar é a alfafa, porém é preciso ter cautela, pois seu consumo excessivo pode levar a alterações renais, uma vez que os coelhos já têm predisposição à formação de cálculos nos rins.

Restos de comida presos nos dentes podem levar ao acúmulo de bactérias e causar abscessos, o que provoca dor e pode fazer com que o coelho pare de comer, portanto, é importante a rotina de consultas periódicas para o veterinário verificar a condição bucal do paciente.





Dentes e olhos, tudo a ver
 

Raissa aponta uma curiosidade que não costuma estar associada ao hipercrescimento dentário dos coelhos: o aparecimento de secreção nos olhos. “O desenvolvimento rápido dos dentes pré-molares faz com que o conduto nasolacrimal seja comprimido, gerando escoamento de fluído na vista. É aí que muito tutor recorre à automedicação, pinga colírios e não trata a causa da inflamação”, alerta.


 

A expectativa de vida média de um coelho é de cerca de dez anos. Durante os primeiros cinco anos de vida, recomenda-se que as consultas veterinárias ocorram anualmente. Após esse período, as idas ao veterinário devem ser realizadas a cada seis meses para garantir a monitorização contínua da saúde bucal e geral do pet.


Raissa Natale - Bióloga e médica veterinária do Hospital Veterinário Taquaral, com pós-graduação em clínica e cirurgia de pets não convencionais e silvestres; residência no Bioparque Temaiken na Argentina.

 


Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
youtube @hvtcampinass

Instagram: @hvtcampinass

facebook/hospitaltaquaral

site Link

Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP - Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana - Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500




Por Kátia Nunes - AMZ Comunicação







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PROTESTE divulga estudo sobre planos de saúde para PET



Entenda as diferenças entre esses dois serviços que oferecem desde consultas até cirurgias para seu animal de estimação
 

Idas ao veterinário, por mais simples que sejam, sempre impactam no bolso do tutor. Mas você sabia que, pagando mensalidades a partir de R$ 39,99, dá para contratar um bom plano de saúde para o seu pet? Foi o que constatou a matéria sobre esse serviço na revista PROTESTE nº 233 (abril/23). Mas, na mesma edição, também foi informado, na matéria sobre seguro residencial, que existem assistências complementares a quem adere a esse tipo de apólice, como a que oferece atendimentos médicos para animais de estimação.

 

Diferença entre plano de saúde pet e assistência


 

Plano de saúde para pets


Eles são bem semelhantes aos planos de saúde para humanos. Porém, têm um detalhe não muito favorável: ainda não possuem uma regulamentação específica aprovada pelos órgãos competentes. “A regulamentação para o mercado pet tramita hoje no Congresso, com o Projeto de Lei 2.888/19, que visa regulamentar o funcionamento de empresas que operam planos de assistência à saúde animal”, avisa Rodrigo Alexandre, especialista PROTESTE.
 

Isso faz com que não haja regras que permitam uma equalização entre os planos. Para se ter uma ideia, a associação encontrou cinco formas diferentes de prestação desse serviço, que pode ser oferecido tanto por clínicas veterinárias quanto por empresas (inclusive, em conjunto com algumas seguradoras). Entre elas, todas têm em comum o fato de disponibilizarem uma rede credenciada para atendimento -- e alguns planos só atendem dessa forma.


A partir daí é que vêm os diferenciais: há produtos que aceitam reembolso; outros trabalham com coparticipação; uns limitam o valor máximo anual gasto com o uso do plano e por cada procedimento; e, por último, existem planos que fazem um misto dessas modalidades. Além disso, alguns impõem quantidade limite de utilização anual.


Igualzinho ao dos humanos, o plano de saúde pet também tem carências (para consultas e castração, por exemplo) e exclusões. É preciso ficar atento a isso antes de assinar o contrato. Se você ficou interessado em contratar para seu pet, informe-se bem antes sobre a rede de atendimento, porque há modalidades que só trabalham com rede própria ou com clínicas credenciadas, e nem todos os planos oferecem a opção de reembolso se você levar seu bichinho ao veterinário de costume. E avalie também o âmbito territorial, porque alguns só atendem por estado, enquanto outros têm cobertura nacional.


Por último, procure saber se a cobertura oferecida atende às suas necessidades. A PROTESTE considerou os seguintes procedimentos como o mínimo necessário: consulta de emergência, consulta padrão, vacina anual (V8), hemograma (check-up), castração, internação, exames para diagnóstico e tratamento clínico e cirúrgico para doenças congênitas.


E vale saber que quanto mais completo o plano, mais caro -- e ele pode incluir serviços como microchipagem, várias outras vacinas, anestesia inalatória, internação e exames de alta complexidade. No estudo da associação, a mensalidade mais alta custava R$ 377,82 (tanto para gato quanto para cão).


Assistência pet


Em geral, as assistências pet são oferecidas como uma cobertura adicional no seguro residencial. Elas também não possuem uma regulamentação especifica para assistência Pet, mas, quando vêm agregadas ao seguro, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) estabelece as diretrizes gerais a essa oferta de assistência complementar. “O normativo apenas estabelece diretrizes que a seguradora precisa cumprir, e não a empresa da assistência. Assim como os planos de saúde pet, não há uma regulamentação para o funcionamento”, esclarece Rodrigo.




Normalmente, nesse tipo de serviço, o tutor pode levar o seu animalzinho a qualquer local de atendimento e depois solicitar o reembolso, embora algumas assistências também trabalhem com rede credenciada. As coberturas são muito semelhantes aos planos de saúde pet, podendo incluir banho e tosa, táxi dog, acupuntura, fisioterapia, diárias em hotel para animais e serviços funerais.


Por Sabrina Pereira de Assis - Proteste






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O GUIA COMPLETO com 03 receitas para fazer Ovos de Páscoa para cachorro



Aprenda estas receitas deliciosas e saudáveis de ovos de Páscoa. As receitas são muito fáceis e usa ingredientes naturais e nutritivos que seu cãozinho vai adorar.




Receita número 1 - Ovo de Páscoa de abóbora

Ingredientes:
1 xícara de purê de abóbora
1/2 xícara de iogurte natural sem açúcar
1/4 xícara de mel
2 xícaras de aveia em flocos
1/4 xícara de coco ralado
1/4 xícara de sementes de linhaça



Preparo:
- Em uma tigela grande, misture o purê de abóbora, o iogurte natural e o mel até ficar homogêneo.
- Adicione a aveia, o coco ralado e as sementes de linhaça e misture bem até formar uma massa.
- Divida a massa em duas partes iguais e molde cada uma em forma de ovo.
- Coloque os ovos em uma forma e leve ao congelador por cerca de 30 minutos ou até que fiquem firmes.

Decoração:
Retire os ovos do congelador e deixe-os em temperatura ambiente por cerca de 5 minutos antes de começar a decorar. Com a ajuda de uma colher, decore os ovos com iogurte natural sem açúcar. Leve os ovos de volta ao congelador por mais 5 minutos para que a decoração fique firme.

Finalização:
- Retire os ovos do congelador e deixe-os em temperatura ambiente por cerca de 5 minutos antes de servir.
- Enrole cada ovo em papel celofane e amarre com uma fita para dar um toque especial.
- Agora é só presentear seu cachorro com esse ovo de Páscoa delicioso e saudável.



Receita número 2: Ovo de Páscoa de maçã e cenoura

Ingredientes:
1 xícara de maçã ralada
1 xícara de cenoura ralada
1/4 xícara de mel
1/2 xícara de aveia em flocos
1/4 xícara de farinha de coco

Preparo:
1-Em uma tigela, misture a maçã ralada, a cenoura ralada e o mel até ficar homogêneo.
2-Adicione a aveia em flocos e a farinha de coco e misture até formar uma massa.
3-Divida a massa em duas partes iguais e molde cada uma em forma de ovo.
4-Coloque os ovos em uma forma e leve ao congelador por cerca de 30 minutos ou até que fiquem firmes.
5-Retire os ovos do congelador e sirva para o seu cachorro.



Receita número 3: Ovo de Páscoa de frutas vermelhas

Ingredientes:
1 xícara de mirtilo fresco
1 xícara de framboesa fresca
1/4 xícara de mel
1/2 xícara de aveia em flocos
1/4 xícara de farinha de côco

O preparo:
- Em uma tigela, amasse as frutas vermelhas até formar uma pasta. 
- Adicione o mel, a aveia em flocos e a farinha de côco e misture até formar uma massa. 
- Divida a massa em duas partes iguais e molde cada uma em forma de ovo. 
- Coloque os ovos em uma fôrma e leve ao congelador por cerca de 30 minutos ou até que fiquem firmes. 
- Pronto, retire os ovos do congelador e sirva para o seu cachorro.



Espero que gostem dessas receitas! Com certeza seu cãozinho vai adorar! Deixe nos comentários o que você achou e de qual seu cachorro gostou!

Lembre-se de sempre verificar se os ingredientes são seguros para consumo canino. Consulte sempre o médico veterinário.




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