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SEU PET MERECE MAIS EM 2026: CINCO MOTIVOS PARA MIGRAR PARA A ALIMENTAÇÃO NATURAL E COMO FAZER ESSA TRANSIÇÃO

Com mais sabor e leveza, a alimentação natural vem se tornando a escolha de muitos tutores para seus cães e gatos. Confira os benefícios.



O mercado pet segue em forte expansão no Brasil, impulsionado pelo cuidado e afeto aos animais e pela busca por opções mais saudáveis de alimentação. Segundo dados recentes da Abinpet e do Instituto Pet Brasil, o segmento de Pet Food continua liderando o setor, concentrando 53,3% do faturamento total, um avanço de 1,95% em relação a 2024. Com projeções positivas para os próximos anos, especialmente para alimentos naturais, o cenário reforça a tendência de que 2026 será um ano de crescimento para produtos voltados ao bem-estar e à nutrição dos pets.

Mais que uma tendência, a alimentação natural para pets é feita com ingredientes frescos e sem aditivos artificiais e transgênicos, trazendo benefícios reais para a saúde e bem-estar dos animais. Esse tipo de alimentação funciona como um complemento versátil à ração tradicional ou também como refeição completa, permitindo novas combinações e sabores.

O médico-veterinário Robson Vivas e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets no Brasil, destaca: “A dieta natural se diferencia por não ter conservantes, corantes ou outros aditivos industriais, proporcionando uma nutrição mais nutritiva e saudável”. Além disso, os tutores, junto com seus veterinários de confiança, podem combinar a alimentação natural com a ração, oferecendo sabores variados para manter o pet sempre feliz e estimulado.

O especialista ainda comenta que inserir a alimentação natural é um processo que exige atenção e uma transição gradual. “A introdução de alimentos naturais, embora seja completa, também pode ser misturada ou alternada com a ração, garantindo que o pet tenha uma melhor adaptação ao novo alimento. “A ideia não é substituir a ração de uma vez, mas ir adicionando pequenas porções de alimentos frescos, como carnes, vegetais e frutas, para que o organismo do animal se acostume aos novos nutrientes sem desconfortos digestivos,” explica o veterinário.



Confira os principais benefícios:

VersatilidadeSegundo Dr. Robson, a alimentação natural oferece uma flexibilidade que atende às necessidades específicas de cada pet. “Com uma dieta natural, conseguimos adaptar os ingredientes e as porções conforme a idade, porte, nível de atividade e condição de saúde do animal,” explica. Ele também destaca que a possibilidade de variar as proteínas, vegetais e grãos é essencial para evitar alergias alimentares e personalizar a dieta de forma a garantir uma nutrição completa. Além disso, a alimentação natural permite criar receitas como bolos e picolés para celebrar datas especiais, o que é uma ótima forma de agradar o pet.

TexturaA textura é outra grande vantagem da alimentação natural. Diferente das rações secas, essa dieta traz alimentos mais macios e variados, como pedaços de carne e vegetais, que tornam a mastigação mais fácil e prazerosa. Essa variedade oferece uma experiência sensorial mais rica, isso é especialmente importante para animais que têm dificuldade com alimentos secos, pois facilita a mastigação e melhora o aproveitamento do alimento.

Fortalecimento do sistema imunológico: Os alimentos frescos e naturais são ricos em nutrientes essenciais. As carnes, vegetais e frutas fornecem vitaminas e minerais que ajudam a fortalecer o sistema imunológico do pet, deixando-o mais resistente a infecções e doenças. Portanto, uma dieta equilibrada é fundamental para manter a saúde geral do animal.

Controle de peso e prevenção da obesidade: “Quando ajustamos a dieta de um pet com alimentos naturais, conseguimos monitorar melhor o consumo calórico e os nutrientes oferecidos,” aponta doutor Robson. Ele explica que, sem os aditivos processados e outros elementos calóricos presentes em algumas rações comerciais, o risco de obesidade é menor, o que contribui para um estilo de vida mais ativo e saudável.

Por fim, a hidratação: A alimentação natural também traz uma vantagem extra em hidratação. "Com carnes e vegetais frescos, os pets têm acesso a uma fonte adicional de água, que é vital para a saúde dos rins e do sistema urinário,” explica. Esse benefício é especialmente relevante para gatos e cães, que geralmente bebem pouca água por conta própria. Além disso, a qualidade dos ingredientes frescos facilita uma absorção mais eficiente dos nutrientes, promovendo bem-estar e energia no dia a dia do pet," conclui Vivas.


 

Sobre a Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 



Por Thays Ferreira - Publika.aí Comunicação

PFI reforça presença nacional e celebra crescimento nas importações de Pet Food dos Estados Unidos

Brasil importou mais de US$ 17 milhões em rações americanas nos últimos cinco anos, consolidando-se como um dos principais destinos do Pet Food dos EUA



Com mais de 60 anos de atuação, o Pet Food Institute (PFI), a voz dos fabricantes de alimentos de animais de estimação dos Estados Unidos. Fonte de educação e prezando sempre por vidas longas e saudáveis para os pets, a associação reforça sua presença no Brasil, e celebra o aumento na importação de rações e petiscos americanos pelo país.


A instituição representa as principais empresas do setor responsáveis por mais de 90% do mercado estadunidense, fornecendo informações baseadas na ciência sobre nutrição, segurança alimentar e saúde animal.





Segundo a Instituição, o aumento constante nas importações reforça a confiança dos tutores e profissionais veterinários brasileiros na qualidade, segurança e valor nutricional das rações americanas, alinhadas aos mais altos padrões internacionais de produção.


Esse crescimento também pode estar ligado à valorização afetiva dos animais de estimação, que vem transformando hábitos de consumo e expectativas em torno da nutrição pet, com donos cada vez mais atentos por rações com formulações que priorizam bem-estar, qualidade de vida e ingredientes funcionais, menos processados e com menos conservantes. “É possível ver uma demanda crescente por rações e ingredientes de maior qualidade, e isso vem refletindo no aumento de marcas interessadas em importar, e nos números de exportação de rações e petiscos dos EUA para o Brasil", diz Giovanna Oliveira, do Trade & Market Intelligence do PFI no Brasil.


No Brasil, o PFI desenvolve suas ações em três frentes complementares: a primeira, de caráter institucional e regulatório, é voltada à indústria e aos importadores e atua como ponte no processo de importação de rações e petiscos norte-americanos/dos EUA; a segunda frente, técnica e educacional, é direcionada a veterinários e profissionais de saúde animal, que por meio de palestras, seminários, o instituto compartilha informações sobre nutrição e segurança alimentar, além de disponibilizar recursos técnicos gratuitos para Veterinários em seu site; já a terceira frente tem como foco o consumidor final, com iniciativas voltadas aos tutores de cães e gatos. Nessa área, o PFI desenvolve conteúdos educativos sobre alimentação, nutrição e bem-estar animal, como a série educativa “Papo Vet”, reforçando os benefícios das rações americanas e a importância de escolhas seguras e de qualidade na dieta dos pets.


Essas iniciativas são ampliadas por campanhas, eventos, treinamentos e parcerias com instituições como a ANMV (Associação Nacional de Médicos Veterinários) e participação de feiras no setor, como a Pet South America e a Petnor.



Reúna ANMV e Pet South America




Press Brunch Pet Food Institute Brasil e Technical Event de Trade


Ao aproximar ciência, indústria e consumidores, o PFI consolida sua presença no país como um importante elo entre o conhecimento técnico norte-americano e o crescente mercado brasileiro de alimentação pet. A entidade segue empenhada em disseminar informação de qualidade e promover práticas que assegurem saúde, bem-estar e longevidade aos animais de estimação.






 https://www.youtube.com/@PetFoodInstituteBR  -  https://www.instagram.com/pfibrasil/



Por Gustavo Domingues - Miki Malka

Brasil é top 3 no ranking de mercados pet, mas carga tributária é quase 90% maior do que nos EUA, líder de market share

 Presidente-executivo da Abinpet - José Edson Galvão de França

 

Enquanto brasileiros têm de pagar metade do valor do pet food em impostos, norte-americanos gastam menos de US$ 0,07 em tributos por dólar

 

O mercado pet mundial cresceu 3,2% em 2022 em relação a 2021, mas a perspectiva é de um crescimento tímido em 2023, tendo em vista o cenário mundial instável. A análise é da Abinpet -- Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação.

 

Para o mercado brasileiro, no entanto, há boas notícias. O Brasil atualmente, se consolida no terceiro lugar entre no quesito faturamento, representando 4,95% dos US$ 145 bilhões, atrás somente de Estados Unidos (43,7%) e China (8,7%). Atrás de Brasil estão Reino Unido (4,66%); Japão (4,61%); Alemanha (4,5%), França (4%), Canadá (3,26%), Itália (2,74%) e Rússia (2,59%).

 

O mercado pet brasileiro chegou a cair para o sétimo lugar do ranking mundial durante os momentos mais imprevisíveis da pandemia de covid-19, no entanto, nossa indústria é resiliente e conseguimos voltar ao top 3 -- comenta o presidente-executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França -- no entanto, seria possível até competir de igual para igual com o faturamento da China, caso nossa carga de impostos não fosse tão alta”.

 

Para efeito de comparação, a carga tributária brasileira é 87% maior do que aquela dos Estados Unidos. Enquanto os brasileiros pagam cerca de 50% do valor final em impostos, nos EUA, a arrecadação é apenas de 6,6% do preço final. Na prática, a cada real investido pelos consumidores brasileiros, R$ 0,50 são impostos. Nos Estados Unidos, para cada dólar, somente US$ 0,07 são impostos.

 

“É preciso mudar o entendimento da Receita Federal para que o pet food não seja tributado com a mesma carga das bebidas alcoólicas e cigarros, considerados itens supérfluos. Além do fato de que os pets hoje são parte da família, o pet food é crucial para a saúde e bem-estar dos animais”, finaliza Galvão de França.

 

Veja a comparação dos tributos pet no Brasil em relação a outros países do mundo:

 

• Estados Unidos - carga tributária: 6,6% do preço final

• China - carga tributária: 17% do preço final

• Reino Unido - carga tributária: 20% do preço final

• Alemanha - carga tributária: 7% do preço final

• Itália - carga tributária: 22% do preço final

 

Balanço 2022 | A indústria pet brasileira encerrou 2022 com um faturamento de R$ 41,9 bilhões, crescimento de 17,2% sobre o ano de 2021. Desde o último levantamento realizado pela Abinpet -- Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o cenário permanece estável.

 

Desses R$ 41,9 bilhões faturados ao longo de 2022, pet food representa 80% (R$ 33,3 bilhões); pet vet (produtos veterinários), R$ 5,9 bilhões, ou 14% do total, e pet care (produtos de higiene e bem-estar animal) R$ 2,68 bilhões, ou 6% do faturamento total. Isoladamente, cada segmento cresceu 18%, no caso do pet food; 16,5% no caso do pet care e 12% no caso de pet vet, quando comparados com os números de 2021.

 

O balanço Abinpet não leva em consideração a movimentação no varejo, e não inclui a venda de animais diretamente de criadores.


 

Sobre a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação

 

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa uma indústria que congrega os segmentos pet food (alimento e ingredientes), pet vet (medicamentos veterinários) e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza). A entidade fortalece o setor por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de seus associados. Também atua para aumentar a percepção de que os benefícios da relação entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade.

 

Além disso, é cada vez maior a participação desse setor na economia nacional e, por isso, é parte relevante do agronegócio: cerca de 73,9% do faturamento é proveniente dos produtos para nutrição animal, cuja composição é 95% agropecuária, com ingredientes como milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes.

 

Todos os produtos da indústria de alimentos e medicamentos veterinários são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), na Secretaria de Defesa Agropecuária (DIPOA e Vigiagro).

 

A Associação é referência técnica para o setor e publica há mais de dez anos o Manual Pet Food Brasil, adotado pelas principais fabricantes de alimento como guia de boas práticas. O Manual contém informações sobre os padrões técnicos e de qualidade de matérias-primas, parâmetros nutricionais, metodologias analíticas aplicáveis e condições ideais de produção para garantir alimentos seguros aos mercados nacional e internacional. Sua atualização ocorre a cada dois anos, considerando o desenvolvimento do setor. Mais informações: imprensa@abinpet.org.br-(11) 3030-9404/9436




Por Andre Spera - 2PRÓ Comunicação






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