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União estratégica entre Abinpet e IPB fortalece setor e dá origem à Abempet

União responde às novas demandas do mercado e amplia escopo de atuação, representando todos os elos da cadeia produtiva, da indústria ao ponto de venda



Em um movimento estratégico, a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) e o IPB (Instituto Pet Brasil) anunciam nessa segunda (6) a sua união, dando origem à Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação). A nova entidade nasce com o propósito de unificar e fortalecer a representatividade de toda a cadeia produtiva.


 

A decisão de unir forças surge em um momento crucial para o mercado, que demanda uma voz unificada e uma atuação mais robusta e integrada. “Não é apenas a junção de dois nomes, mas a soma de duas histórias de sucesso que, juntas, iniciam um novo capítulo. Somos mais fortes quando caminhamos juntos. Estamos consolidando mais de quatro décadas de experiência para construir uma entidade que não apenas representa, mas impulsiona ativamente todos os seus membros rumo ao futuro", diz José Edson Galvão de França, Presidente do Conselho Gestor da Abempet.


José Edson, Presidente do Conselho Gestor da Abempet



A Abempet consolida a herança de 45 anos da Abinpet, que atuava em prol dos interesses da indústria, com os 12 anos de experiência do IPB, célebre por sua excelência em serviços, criação e um profundo conhecimento dos pontos de venda. “Multiplicaremos os esforços em prol de um objetivo comum: o progresso contínuo e a valorização de todos os elos do setor”, completa Galvão de França.


 

A Abempet passa a abraçar e a representar todos os segmentos do setor, desde a manufatura até o consumidor final. Essa ampliação reflete uma visão de futuro, onde a colaboração e a sinergia entre as diferentes áreas são fundamentais para superar desafios e explorar novas oportunidades de negócio, garantindo um desenvolvimento mais equitativo e abrangente.


 

“Ela nasce, portanto, com o propósito de ser um catalisador de transformações positivas, fomentando o diálogo, a troca de experiências e a construção de um mercado mais forte e competitivo em escala nacional e internacional. Nossa missão é fortalecer o setor com uma tributação mais justa, apoiar as empresas no âmbito regulatório, estimular a geração de negócios para os nossos associados e educar e conscientizar o consumidor sobre o valor dos nossos produtos”, afirma Galvão de França.


 

Nova era


Para os profissionais e empresas que compõem o setor, a união representa um marco de fortalecimento e de novas possibilidades. A nova entidade atuará em frentes estratégicas para garantir a sustentabilidade e o crescimento de seus associados, oferecendo um portfólio de serviços mais amplo e integrado. A união permitirá uma defesa mais contundente de pautas essenciais, como a criação de políticas de incentivo (incluindo a isenção tributária para o setor pet) e a remoção de barreiras comerciais, beneficiando diretamente a operação de cada associado.


 

“Nosso compromisso número um é entregar valor real e tangível aos nossos associados. A Abempet foi estruturada para ser uma plataforma de crescimento, oferecendo desde dados de mercado cruciais para a tomada de decisão até a criação de novas oportunidades de negócio. Queremos que cada associado sinta, na prática, os benefícios de fazer parte de uma entidade mais robusta e conectada”, encerra o presidente do Conselho Gestor.




A Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação) representa e impulsiona toda a cadeia do setor pet no país, congregando os segmentos de alimentação e ingredientes (pet food), medicamentos veterinários (pet vet), equipamentos, acessórios, higiene e beleza (pet care), além de criação e serviços voltados para animais de estimação. A entidade fortalece a indústria, o comércio e os criadores por meio de projetos de fomento ao conhecimento, ao empreendedorismo e à inovação, contribuindo para a profissionalização do setor e o desenvolvimento de seus associados.
 

Com foco em ampliar a percepção de que os benefícios da convivência entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade, a organização atua para consolidar um setor cada vez mais sólido, responsável e inovador, que gera bem-estar, saúde e qualidade de vida para pessoas e pets.

 


Por Eduardo Nunes - 2ProComunicação

Abinpet e IPB projetam faturamento de R$ 77lh bilhões para o setor pet em 2024

 Nova projeção atualiza números do 1º trimestre. PMEs seguem como principal faturamento do setor. Crescimento em relação a 2023 é de 12%, com destaque para produtos e serviços veterinários















Projeções indicam que o mercado pet brasileiro chegará a um faturamento de R$ 77 bilhões em 2024, de acordo com os dados da Abinpet e do Instituto Pet Brasil. O crescimento atualizado em relação a 2023 é de 12,1%. Atualmente, as duas associações se unem para consolidar seus dados de mercado, apresentando informações robustas sobre o setor.


A partir do levantamento de janeiro a junho, o faturamento do segmento de pet food, que é a venda de alimentos industrializados para animais de estimação, deve encerrar o ano com R$ 42,3 bilhões (54,9% do total do setor).


Em seguida vem a venda de animais por criadores, representando R$ 8,1 bilhões, ou 10,6% do faturamento do mercado. Logo em seguida, os produtos veterinários (pet vet) representam R$ 8 bilhões, ou 10,4% do total do faturamento do setor. Serviços veterinários são o quarto maior segmento em faturamento, com R$ 7,5 bilhões (9,8%).
 

Veja o quadro completo:



Em relação aos canais de acesso, pet shops pequenos e médios permanecem como quase metade de todo movimento do varejo. Devem movimentar, até o final de 2024, cerca de R$ 37,5 bilhões. Em segundo lugar estão as clínicas e hospitais veterinários, que representam cerca de 18% do faturamento (R$ 13,8 bilhões), e as cadeias de mega stores pet (R$ 7,2 bilhões, ou 9,4%)

Veja o quadro completo:










Dentro do segmento de e-commerce, o varejo especializado também é o segmento que mais vende. Os pet shops virtuais representam 40,6% do faturamento das vendas online, ou R$ 2,4 bilhões, seguidos pelas lojas virtuais das mega stores (26,8% ou R$ 1,6 bilhão) e lojas virtuais de pequenos e médios pet shops, com 21,5%, o equivalente a quase R$ 1,3 bilhão.
 
Veja o quadro completo:











“Os brasileiros aprovaram a comodidade da compra online e, hoje, o hábito é algo corriqueiro, principalmente nos grandes centros. Os consumidores também aproveitam esses canais para promoções exclusivas e facilidades como assinaturas de produtos. Assim, quando o pet food está acabando, ele sabe que já existe uma entrega agendada”, explica Caio Villela, presidente-executivo do IPB. Ele destaca que os dois segmentos com maior alta entre 2023 e 2024 foram os de produtos veterinários e de serviços veterinários, com 16% e 14,9% respectivamente. “Isso mostra que as famílias estão cuidando cada vez mais e melhor de seus pets".

 

Indústria | A produção de pet food da indústria pet brasileira deve alcançar as 4,2 milhões de toneladas produzidas este ano, crescimento de 3,4% em relação a 2023. No entanto, o parque industrial brasileiro tem potencial para superar as 9 milhões de toneladas.
 

“Sem grandes variações no preço das commodities, mantém-se o crescimento sólido dos mercados pet vet e pet care, além da demanda constante da cadeia de varejo em relação ao pet food. Isso demonstra que os consumidores têm procurado os produtos da indústria pet, e se preocupam em oferecer além do alimento completo de qualidade, produtos que garantem higiene, saúde e bem-estar para seus pets”, comenta José Edson Galvão de França, presidente-executivo da Abinpet e Membro do Conselho do IPB.














“Apesar dos números robustos, continuamos a chamar atenção para a alta carga tributária do setor. No caso do pet food, por exemplo, a cada R$ 1 gasto pelos consumidores, R$ 0,50 são impostos. Isso acontece no Brasil de maneira discrepante aos outros grandes mercados do mundo. Nos Estados Unidos, líder de market share, os impostos não chegam a 7% do preço final. Na Europa, a média é 18%”, compara Galvão de França.

 

Atualmente, a Abinpet e o IPB buscam a redução do imposto sobre pet food por meio da nova reforma tributária. Para ambas as entidades esse é um item essencial, e que não foi contemplado na primeira etapa do texto, aprovado pela Câmara dos Deputados. “Agora, estamos buscando apoio no Senado, para corrigir essa discrepância. A alimentação dos animais de estimação não pode ser considerada item supérfluo” conclui o presidente-executivo da Abinpet.

 

Veja a comparação dos tributos pet no Brasil em relação a outros países do mundo:

 

• Brasil - carga tributária: 50% do preço final

• Itália - carga tributária: 22% do preço final

• Reino Unido - carga tributária: 20% do preço final

• China - carga tributária: 17% do preço final

• Alemanha - carga tributária: 7% do preço final

• Estados Unidos - carga tributária: 6,6% do preço final

 

Mercado mundial | O mercado pet mundial cresceu 7,4% em 2023 em relação a 2022, chegando a US$ 180,8 bilhões. O Brasil atualmente se consolida no terceiro lugar no quesito faturamento, representando 5,54% dos US$ 180 bilhões, atrás somente de Estados Unidos (44,9%) e China (8,45%). Atrás de Brasil estão Reino Unido (4,11%); Alemanha (3,87%); Canadá (3,75%), França (3,6%), Japão (3,37%), Rússia (2,48%) e Itália (2,48%).


 

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa uma indústria que congrega os segmentos pet food (alimento e ingredientes), pet vet (medicamentos veterinários) e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza). A entidade fortalece o setor por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de seus associados.

 

Também atua para aumentar a percepção de que os benefícios da relação entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade.

 

Além disso, é cada vez maior a participação desse setor na economia nacional e, por isso, é parte relevante do agronegócio: cerca de 73,9% do faturamento é proveniente dos produtos para nutrição animal, cuja composição é 95% agropecuária, com ingredientes como milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes. Todos os produtos da indústria de alimentos e veterinários farmacêuticos e biológicos são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

 

A Associação é referência técnica para o setor e publica há mais de dez anos o Manual Pet Food Brasil, adotado pelas principais fabricantes de alimentos como guia de boas práticas. O Manual

contém informações sobre os padrões técnicos e de qualidade de matérias-primas, parâmetros nutricionais, metodologias analíticas aplicáveis e condições ideais de produção para garantir alimentos seguros aos mercados nacional e internacional. Sua atualização ocorre a cada dois anos, considerando o desenvolvimento do setor.

 

A Abinpet oferece aos associados o Painel Pet, plataforma integrada de informações consolidadas de mercado (produção), composta por um banco de dados e apuração de dados de todos os fabricantes nacionais e importadores de alimentos e produtos para animais de estimação. O Painel é composto por informações validadas e seguras por criptografia e os seus relatórios abordam o volume e faturamento da Indústria Pet Brasileira.


Mais informações: imprensa@abinpet.org.br

 

 

O Instituto Pet Brasil (IPB) nasceu em 2013 para estimular o desenvolvimento do setor Pet, composto pelos pilares criação, produtos e serviços para animais de estimação. A entidade lidera projetos de fomento ao conhecimento, ao empreendedorismo e à inovação, com o objetivo de profissionalizar toda a cadeia pet. Nosso objetivo é construir um setor profissionalizado, e fortalecer a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos.
 

O IPB disponibiliza informações relevantes para o setor através do DATA PET, bem como promove a capacitação das empresas brasileiras, gerando mais competitividade e, com isso, serviços cada vez melhores para os nossos melhores amigos.

 

O Instituto Pet Brasil também oferece aos associados o Data Pet, plataforma integrada de informações consolidadas sobre o Mercado Pet, seus segmentos, Canais de atuação, comércio eletrônico etc. O Data Pet é constituído por diretrizes sólidas de pesquisa de Mercado, sua metodologia aborda desde o levantamento de informações.
Mais informações: imprensa@institutopetbrasil.com.



Por André Spera - 2pro Comunicação





Participação na Interzoo fortalece a imagem da aquariofilia brasileira como referência no mundo

De 7 a 10 de maio, exportadores brasileiros de peixes ornamentais estiveram em contato com público de 37 mil pessoas em Nuremberg, na Alemanha



O Projeto Aqua Brasil, uma parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, avalia como positiva a participação na Interzoo, feira do mercado pet que aconteceu em Nuremberg, na Alemanha. O evento aconteceu de 7 a 10 de maio.


“A maior parte de nossos participantes consideraram os contatos estabelecidos como ótimos ou bons. O formato e estratégia de participação no evento foram avaliados de maneira positiva por todas as empresas participantes do Aqua Brasil”, explica Leopoldo Barreto, gerente do projeto. “Além disso, observamos que a imagem do Brasil e das empresas brasileiras é muito positiva no exterior. Com certeza este é um primeiro passo promissor para o projeto, tanto para o mercado interno quanto para o exterior. A ideia é que possamos participar da próxima edição em 2026".


A expectativa é que os contatos realizados durante o evento possam impactar positivamente em cerca de 35% do faturamento anual dos participantes.


A opinião dos expositores do projeto Aqua Brasil vai ao encontro da avaliação geral da feira, feita pelos organizadores da Interzoo. De acordo com o balanço do evento, aproximadamente 37 mil visitantes profissionais de 140 países participaram do encontro, 32% mais do que a edição de 2022. Cerca de 2.150 expositores de 68 países apresentaram os mais recentes produtos e serviços para cães, gatos, peixes, pequenos mamíferos, entre outros.


“Estamos certos de que este é o rumo para aumentarmos em 6% os valores exportados. Agora vamos dar continuidade às ações de mapeamento de potencialidades, treinamento, branding setorial, classificação de maturidade exportadora”, prossegue o Secretário Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Expedito Netto.


Em 2022, o mercado de peixes ornamentais no Brasil testemunhou um crescimento significativo no número de animais adquiridos pelas famílias. São atualmente, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Euromonitor, cerca de 22,2 milhões de peixes ornamentais comercializados, aumento de 4% em comparação aos números de 2021. Além disso, o Brasil é hoje o 3º maior do mundo quando o assunto é população pet, com 170 milhões de cães, gatos, pássaros, peixes ornamentais, entre outros.


Números Brasil:


 O segmento de aquariofilia ocupa hoje a 4ª posição entre os pets brasileiros, com 22,2 milhões de unidades comercializadas no ano de 2022;

 Isso representa um crescimento de 4% em comparação com o ano anterior (2021).

 Em relação à taxa de crescimento, o segmento pet mundial no ano de 2022 cresceu 3,2% e movimentou cerca de US$ 150 bilhões, colocando o Brasil na 3ª posição do ranking internacional em matéria de faturamento também (para além do número de animais).

 No quesito exportação geral do mercado pet, os números também são animadores: no período de janeiro a dezembro de 2022 o valor total exportado foi superior ao mesmo período do ano de 2021 em cerca de 4%, chegando a US$ 435 milhões.


O Projeto Aqua Brasil levou à Interzoo 2024 as seguintes empresas:


H&K Peixes Ornamentais

Localizada em Fortaleza (CE), é uma empresa do Nordeste brasileiro especializada na exportação de peixes ornamentais desde 1995. Possui estrutura com tanques, equipamentos de filtragem e moderna quarentena credenciada pelo serviço veterinário oficial do Brasil.


Luteus Aquarium

Localizada na região Sul do Brasil, iniciou atividade há três anos, conquistando clientes por todo o globo. Está localizada em Florianópolis (SC), próximo aos pontos de captura do rio Uruguai e Paraná, e tem como capacidade de manutenção mais de 2 mil animais, distribuídos em 500 m2 de área total.


S. Takemura Aquarium

Localizada na região Norte, na cidade de Ananindeua (PA), é exportadora de peixes ornamentais desde 1998. Possui instalações com 1.100 m² e capacidade de manter mais de 50 mil animais em aquários e tanques.


Ipiranga Peixes Ornamentais

Localizada no Sudeste, em São Paulo, capital, desde 2001 tem se dedicado à importação de peixes e corais para o mercado nacional. Com 23 anos de experiência e em resposta à crescente demanda, estamos agora iniciando uma nova fase com exportações.


Sobre o Projeto Aqua Brasil

O Projeto Aqua Brasil tem como missão orientar empresas do setor de peixes ornamentais que queiram exportar, sejam elas iniciantes, já exportadoras ou internacionalizadas. Também apoia as companhias no processo de divulgação no mercado internacional, promovendo o segmento brasileiro e a qualidade característica do mercado. O Aqua Brasil foi concebido para atender empresas de aquicultores, pescadores e empresas pesqueiras de organismos aquáticos ornamentais, com ênfase em agriculturas familiares e entrepostos de pescadores. 



Por Larissa Hatamia - Betini Comunicação






Brasil é top 3 no ranking de mercados pet, mas carga tributária é quase 90% maior do que nos EUA, líder de market share

 Presidente-executivo da Abinpet - José Edson Galvão de França

 

Enquanto brasileiros têm de pagar metade do valor do pet food em impostos, norte-americanos gastam menos de US$ 0,07 em tributos por dólar

 

O mercado pet mundial cresceu 3,2% em 2022 em relação a 2021, mas a perspectiva é de um crescimento tímido em 2023, tendo em vista o cenário mundial instável. A análise é da Abinpet -- Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação.

 

Para o mercado brasileiro, no entanto, há boas notícias. O Brasil atualmente, se consolida no terceiro lugar entre no quesito faturamento, representando 4,95% dos US$ 145 bilhões, atrás somente de Estados Unidos (43,7%) e China (8,7%). Atrás de Brasil estão Reino Unido (4,66%); Japão (4,61%); Alemanha (4,5%), França (4%), Canadá (3,26%), Itália (2,74%) e Rússia (2,59%).

 

O mercado pet brasileiro chegou a cair para o sétimo lugar do ranking mundial durante os momentos mais imprevisíveis da pandemia de covid-19, no entanto, nossa indústria é resiliente e conseguimos voltar ao top 3 -- comenta o presidente-executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França -- no entanto, seria possível até competir de igual para igual com o faturamento da China, caso nossa carga de impostos não fosse tão alta”.

 

Para efeito de comparação, a carga tributária brasileira é 87% maior do que aquela dos Estados Unidos. Enquanto os brasileiros pagam cerca de 50% do valor final em impostos, nos EUA, a arrecadação é apenas de 6,6% do preço final. Na prática, a cada real investido pelos consumidores brasileiros, R$ 0,50 são impostos. Nos Estados Unidos, para cada dólar, somente US$ 0,07 são impostos.

 

“É preciso mudar o entendimento da Receita Federal para que o pet food não seja tributado com a mesma carga das bebidas alcoólicas e cigarros, considerados itens supérfluos. Além do fato de que os pets hoje são parte da família, o pet food é crucial para a saúde e bem-estar dos animais”, finaliza Galvão de França.

 

Veja a comparação dos tributos pet no Brasil em relação a outros países do mundo:

 

• Estados Unidos - carga tributária: 6,6% do preço final

• China - carga tributária: 17% do preço final

• Reino Unido - carga tributária: 20% do preço final

• Alemanha - carga tributária: 7% do preço final

• Itália - carga tributária: 22% do preço final

 

Balanço 2022 | A indústria pet brasileira encerrou 2022 com um faturamento de R$ 41,9 bilhões, crescimento de 17,2% sobre o ano de 2021. Desde o último levantamento realizado pela Abinpet -- Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o cenário permanece estável.

 

Desses R$ 41,9 bilhões faturados ao longo de 2022, pet food representa 80% (R$ 33,3 bilhões); pet vet (produtos veterinários), R$ 5,9 bilhões, ou 14% do total, e pet care (produtos de higiene e bem-estar animal) R$ 2,68 bilhões, ou 6% do faturamento total. Isoladamente, cada segmento cresceu 18%, no caso do pet food; 16,5% no caso do pet care e 12% no caso de pet vet, quando comparados com os números de 2021.

 

O balanço Abinpet não leva em consideração a movimentação no varejo, e não inclui a venda de animais diretamente de criadores.


 

Sobre a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação

 

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa uma indústria que congrega os segmentos pet food (alimento e ingredientes), pet vet (medicamentos veterinários) e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza). A entidade fortalece o setor por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de seus associados. Também atua para aumentar a percepção de que os benefícios da relação entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade.

 

Além disso, é cada vez maior a participação desse setor na economia nacional e, por isso, é parte relevante do agronegócio: cerca de 73,9% do faturamento é proveniente dos produtos para nutrição animal, cuja composição é 95% agropecuária, com ingredientes como milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes.

 

Todos os produtos da indústria de alimentos e medicamentos veterinários são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), na Secretaria de Defesa Agropecuária (DIPOA e Vigiagro).

 

A Associação é referência técnica para o setor e publica há mais de dez anos o Manual Pet Food Brasil, adotado pelas principais fabricantes de alimento como guia de boas práticas. O Manual contém informações sobre os padrões técnicos e de qualidade de matérias-primas, parâmetros nutricionais, metodologias analíticas aplicáveis e condições ideais de produção para garantir alimentos seguros aos mercados nacional e internacional. Sua atualização ocorre a cada dois anos, considerando o desenvolvimento do setor. Mais informações: imprensa@abinpet.org.br-(11) 3030-9404/9436




Por Andre Spera - 2PRÓ Comunicação






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Dia Mundial do Gato: 5 curiosidades sobre os felinos

Divulgação/ROYAL CANIN®️

 

Com personalidade dócil e afetuosa, esses animais são ótimas companhias para humanos


Brincar, correr, saltar. Estas são algumas das habilidades decorrentes de seus instintos naturais e prazeres dos felinos, que já são considerados os pets do futuro. A população de gatos no Brasil já soma 27,1 milhões (2021), de acordo com dados da Abinpet - Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o que mostra que, cada vez mais, as pessoas se rendem à vontade de ter um animal de estimação em casa, dando preferência aos gatos.

 

“As características comportamentais e de personalidade dos felinos atraem novos tutores, pois exigem relativamente pouca manutenção em comparação com os cães, que precisam de companhia, caminhadas, treinamentos etc. No entanto, como qualquer pet, eles precisam de cuidados. Os gatos podem se adaptar a estilos de vida modernos e agitados com mais facilidade do que os cães, pois são bastante independentes, podem ser deixados sozinhos com mais facilidade e são mais adequados para apartamentos ou casas menores, por este motivo, os felinos vêm se popularizando tanto nos últimos anos”, comenta Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Coordenadora e Comunicação Científica da Royal Canin Brasil.

 

E para quem acha que os felinos são insensíveis, uma pesquisa realizada pela Universidade Paris Nanterre, na França, publicada na revista científica “Animal Cognition”, comprova que os gatos são capazes de reconhecer quando a fala é dirigida especificamente a eles, quando as sentenças são proferidas por seus tutores. Isso reforça que o vínculo que estes animais são capazes de desenvolver com seus tutores é bastante forte.

 

Para comemorar o “Dia Mundial do Gato”, celebrado em 17 de fevereiro, conheça cinco curiosidades sobre o universo felino e descubra um pouquinho mais sobre esses pets.


Divulgação/ROYAL CANIN®️


Vida longa aos felinos

O tutor de um gato pode se conformar com a ideia de que terá um companheiro por muito tempo, pois os gatos têm uma expectativa longa (vivem mais que os cães) e que vem aumentando nos últimos tempos devidos aos cuidados que recebem em relação a nutrição e as consultas ao Médico-Veterinário.

 

Pet com história milenar

Sabia que os felinos domésticos existem há 10 mil anos? No Egito Antigo eram considerados sagrados e até mesmo reverenciados pelo povo. A deusa Bastet (representada como uma gata ou com o corpo humano e a cabeça do animal), de acordo com a mitologia egípcia, era a única divindade capaz de se tornar um gato.

 

Gatos precisam de proteínas, mais do que cães e humanos

Quando se trata de nutrição, os felinos possuem necessidades muito específicas. Ao contrário da maioria dos outros mamíferos, os gatos são incapazes de sintetizar a taurina, um aminoácido (blocos de construção de proteínas) essencial que é encontrado em carnes. Em caso de deficiência na dieta, podem aparecer problemas reprodutivos, cegueira ou doença cardíaca.

 

Os gatos têm necessidades vitamínicas muito particulares

Ao contrário de cães e humanos, eles são incapazes de sintetizar vitamina A. E, ao contrário dos seres humanos que podem produzir vitamina D na pele, em resposta à luz solar, os gatos só podem obtê-la por meio de sua dieta.


Divulgação/ROYAL CANIN®️


Gatos decidem o que comer pelo cheiro e textura do alimento

Embora a percepção do sabor seja muito forte em humanos, este não é o caso dos gatos. Eles têm, aproximadamente, 95% menos papilas gustativas do que nós humanos. Os felinos realmente decidem o que comer pelo cheiro e textura do alimento. O olfato desempenha um papel muito maior nas preferências alimentares do gato do que o paladar. Se o cheiro é atraente, ele vai comer. Uma mudança na função olfativa pode causar uma modificação na escolha do alimento, e a perda ou diminuição do olfato pode levar o gato a se recusar a comer.

 


A Mars é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como M&M’S®️, OPTIMUM™️, PEDIGREE®️, RÁRIS®️, ROYAL CANIN®️, SKITTLES®️, SNICKERS®️, TWIX®️, UNCLE BEN’S®️ e WHISKAS®️. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento global de US$ 40 bilhões provenientes de seus 4 segmentos de negócio: Petcare, Wrigley, Alimentos e Pesquisa. 



Por Rosangela Andrade  - InPress Porter Novelli




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Assista: https://www.youtube.com/watch?v=O3N4PFKZaaY


Tudo sobre os curiós: Curiosidades sobre uma das espécies mais admiradas do Brasil e do mundo

 

Foto: Horizonte Pet Store - Curió



Os curiós são pássaros populares por seu canto muito próprio, bonito e melódico. É uma ave da família Thraupidae e, apesar do nome científico sporophila angolensis sugerir origem na Angola, o curió é uma espécie do nosso território sul-americano, e pode ser encontrado desde a Venezuela até o sul do Brasil. Em tupi-guarani, o nome curió significa “amigo do homem”.


Eles têm um bico robusto e forte, os machos possuem plumagem escura e peito marrom avermelhado, já as fêmeas e os jovens possuem a plumagem marrom mais clara. Quando adultos, podem chegar a 15cm de altura e pesar de 11 a 15 gramas.


Os curiós gostam de ambientes úmidos e matas baixas. Seu hábitat preferido são as vegetações gramíneas, próximas aos rios, lagos, brejos, pântanos, pastos alagados e veredas. Por isso, aqui no Brasil, são raros em ambientes mais secos, como sertões, caatinga ou pampas.


As aves adultas adoram comer sementes de vários tipos de capim e o seu bico forte permite quebrar sementes mais, duras que seriam difíceis para outros pássaros. Já os filhotes comem muitos insetos, para adquirir proteínas necessários ao desenvolvimento. Com essa força, podem viver até 10 anos na natureza, ou mais de 20 anos se criados em cativeiro com o devido cuidado.


O canto do curió é o seu tesouro. Assim como para outras aves, é um fator importante de sobrevivência. Eles cantam para atrair a fêmea em fase de reprodução e para marcar o território, espantando outros machos. As fêmeas também cantam, mas um canto mais baixo. Esse comportamento mostra o quanto os curiós são territorialistas e, por isso, vivem geralmente sozinhos ou em casais, sendo mais raro observá-los em bando.


Campeonato de Canto dos Curiós

O canto é tão especial para o curió que ele começa a ser aprendido desde os 40 dias de idade. Eles aprendem imitando, então precisam estar próximos de um macho adulto ou o criador pode utilizar áudios que estimulem o canto durante o desenvolvimento, e afastado de outros pássaros, para que não copiem cantos “errados”.


De acordo com a região do Brasil onde vivem, eles cantam diferentes. Sim, os curiós também têm “sotaque”! Se gravarmos o canto de uma ave em Minas Gerais ou no Pará, ouviremos as variações. Também existem vários tipos de dialetos de curiós, que são variações nas notas da melodia (Praia Grande, Paracambi, Timbira, Goiana, etc).


Nas competições de canto, o que vale é a melodia. É diferente das competições de fibra, que consideram a duração e resistência do pássaro cantor. As aves participantes das competições precisam usar as anilhas, que é tipo uma tornozeleira com um número de identificação colocado na ave ainda filhote. Também é uma forma de certificar a legalidade dos curiós.


Manejo de Curiós

Pesquisas recentes apontam um crescimento no comportamento do brasileiro em relação aos pets de estimação. Hoje, o Brasil possui a segunda maior população de cães, gatos e aves canoras e ornamentais em todo o mundo, e é o terceiro maior país em população total de animais de estimação, esses dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Ainda de acordo com a Associação, as aves assumem o segundo lugar como os pets mais queridos pelos humanos, ficando atrás apenas dos cães (54,2 milhões) e na frente dos gatos (23,9 milhões). O Brasil possui em média 39,8 milhões de aves de estimação.


Pensando nessa grande quantidade de pets, em especial, aves Curiós, reunimos aqui algumas dicas respondendo as dúvidas que mais recebemos pelas redes sociais:


Experiência em criação de Curiós

Somos criadores de Curiós há mais de 20 anos. Já criamos muitos filhotes, que se destacaram na linhagem canto praia grande clássico, dentre eles podemos citar o Curió Haley, que até pouco tempo estava com o grande craque de futebol, Rivelino. Temos um grande plantel de galadores, fêmeas de genéticas já consagradas. Acima de tudo, tratamos os pássaros com muito carinho e dedicação!


Quanto custa e como adquirir um Curió?

Primeiramente, um Curió deve ser adquirido de criadores devidamente homologado pelo IBAMA, com a devida nota fiscal. Os valores de um Curió dependem para qual finalidade ele vai ser treinado, ou seja, canto ou fibra. Seus valores variam de 500,00 a 100.000,00, dependendo de seu desempenho nos torneios e competições.


Existe comida para esquentar Curiós?

Sim. Comidas com alto valor energético e proteico estimulam um melhor condicionamento e disposição para as aves. Não é fórmula mágica, mas contribuem nutricionalmente para uma maior vitalidade das aves.


Dicas de criação e manejo

Criar Curió é uma arte, requer muita observação, seleção das fêmeas e galadores. Um dos pontos mais importantes para uma boa criação e manejo é fornecer uma boa alimentação e manter a limpeza e higienização do ambiente e gaiolas.


Criação em viveiros ou gaiolas?

Essa é uma dúvida muito comum entre os ‘amantes de curiós’. Realizamos a criação de Curiós em gaiolas, assim como a maioria dos criadores, mas é importante falar que novos manejos foram desenvolvidos atualmente. Um Curió gala até quatro fêmeas no dia, as fêmeas são colocadas individualmente nas gaiolas criadeiras, e treinamos os galadores a fazer o cruzamento com a fêmea que está pronta e voltar para sua gaiola. Utilizamos os viveiros para colocar as fêmea e filhotes no final da criação, assim fazem a muda de penas juntas, facilitando o tratamento para a próxima temporada.


O que o Curió tem de diferente em peculiaridades e beleza?

O Curió é uma ave que tem aproximadamente 10 a 15 cm, seu bico é preto, sua alimentação à base de sementes, plumagem muito brilhante, e uma melodia de canto muito linda.


Qual a diferença do canto Praia Clássico e Paracambi?

A diferença básica é a forma de andamento do canto, mas os dois cantos apresentam melodias iguais.


Quantos anos vive um Curió?

Um Curió em cativeiro, bem cuidado, pode viver até 30 anos. Na natureza, seu tempo de vida gira em torno de 9 a 10 anos.


Como saber se o Curió pardo é macho ou fêmea?

Existem algumas características que podem diferenciar o Curió pardo macho da fêmea, mas a forma mais confiável é através da sexagem, que é realizado em laboratórios especializados.


Algumas dicas para criar um filhote de Curió

Para criar um filhote, temos que propiciar boas condições de ambiente, alimentação e iluminação, evitar correntes de vento, e colocá-lo em contato com o sol da manhã constantemente, por um curto período.


Curió come banana?

Dificilmente um criador oferece banana ao Curió, mas se comer, não vai fazer mal.


Curió come maçã?

Sim, pode oferecer a maçã, mas retire as cascas e sementes.


Curió come pepino?

Sim, principalmente o pepino japonês, que é muito rico em proteínas, carboidratos, fibras e fonte de vitaminas b1, b2 e b6.


Curió come tenébrio?

Sim, desde que fornecido com frequência! No início, pode acontecer de não pegarem, principalmente quando é fornecido vivo e inteiro. Fazemos um trabalho de inicialmente oferecer em pequenos pedaços, facilitando a adaptação.


Curió com respiração ofegante, o que fazer?

Geralmente esses sintomas respiratórios, podem ser em virtude de várias causas: poeira, friagem, mudanças de clima ou corrente de vento. Quando a ave se encontra com distúrbios respiratórios, colocamos em um ambiente aquecido, para que consuma muita água, evitando a desidratação. Também gostamos de oferecer o Tylan ou Pulmotil.


Como amansar um Curió pardo?

Normalmente, colocamos o Curió na gaiola encapada, essa capa possui janela e dois zíperes para abertura. Fazemos um trabalho de abertura da frente da capa, para que a ave comece a ver e se acostumar com a movimentação do ambiente externo. Vamos aos poucos, fazendo com que a ave adquira a confiança e segurança necessária. A partir dessa fase, levamos para passear, em vários lugares diferentes, com grande movimentação de pessoas.


Como treinar um Curió para canto?

Em torneios, temos que condicionar o Curió a cantar nos 5 minutos de sua apresentação, por isso o trabalho é difícil. Geralmente trabalhamos o Curió de canto sempre com uma capa, passeamos muito com ele, puxando em vários lugares, abertos, fechados, campos, salas, para que se acostume com todos os ambientes. O treinamento consiste em levar uma estaca, retiramos a capa da gaiola, e penduramos os 5 minutos, independente do Curió cantar ou não, deixamos o tempo total, até que se acostume a só cantar quando a capa é retirada e pendurado na estaca. Esse treinamento é feito diariamente, até que o Curió comece a cantar exatamente quando penduramos.


Saiba mais sobre o Pássaro Curió e Como Aprontar Fêmea de Curió em nosso blog.


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Por Horizonte Pet Store



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