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União estratégica entre Abinpet e IPB fortalece setor e dá origem à Abempet

União responde às novas demandas do mercado e amplia escopo de atuação, representando todos os elos da cadeia produtiva, da indústria ao ponto de venda



Em um movimento estratégico, a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) e o IPB (Instituto Pet Brasil) anunciam nessa segunda (6) a sua união, dando origem à Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação). A nova entidade nasce com o propósito de unificar e fortalecer a representatividade de toda a cadeia produtiva.


 

A decisão de unir forças surge em um momento crucial para o mercado, que demanda uma voz unificada e uma atuação mais robusta e integrada. “Não é apenas a junção de dois nomes, mas a soma de duas histórias de sucesso que, juntas, iniciam um novo capítulo. Somos mais fortes quando caminhamos juntos. Estamos consolidando mais de quatro décadas de experiência para construir uma entidade que não apenas representa, mas impulsiona ativamente todos os seus membros rumo ao futuro", diz José Edson Galvão de França, Presidente do Conselho Gestor da Abempet.


José Edson, Presidente do Conselho Gestor da Abempet



A Abempet consolida a herança de 45 anos da Abinpet, que atuava em prol dos interesses da indústria, com os 12 anos de experiência do IPB, célebre por sua excelência em serviços, criação e um profundo conhecimento dos pontos de venda. “Multiplicaremos os esforços em prol de um objetivo comum: o progresso contínuo e a valorização de todos os elos do setor”, completa Galvão de França.


 

A Abempet passa a abraçar e a representar todos os segmentos do setor, desde a manufatura até o consumidor final. Essa ampliação reflete uma visão de futuro, onde a colaboração e a sinergia entre as diferentes áreas são fundamentais para superar desafios e explorar novas oportunidades de negócio, garantindo um desenvolvimento mais equitativo e abrangente.


 

“Ela nasce, portanto, com o propósito de ser um catalisador de transformações positivas, fomentando o diálogo, a troca de experiências e a construção de um mercado mais forte e competitivo em escala nacional e internacional. Nossa missão é fortalecer o setor com uma tributação mais justa, apoiar as empresas no âmbito regulatório, estimular a geração de negócios para os nossos associados e educar e conscientizar o consumidor sobre o valor dos nossos produtos”, afirma Galvão de França.


 

Nova era


Para os profissionais e empresas que compõem o setor, a união representa um marco de fortalecimento e de novas possibilidades. A nova entidade atuará em frentes estratégicas para garantir a sustentabilidade e o crescimento de seus associados, oferecendo um portfólio de serviços mais amplo e integrado. A união permitirá uma defesa mais contundente de pautas essenciais, como a criação de políticas de incentivo (incluindo a isenção tributária para o setor pet) e a remoção de barreiras comerciais, beneficiando diretamente a operação de cada associado.


 

“Nosso compromisso número um é entregar valor real e tangível aos nossos associados. A Abempet foi estruturada para ser uma plataforma de crescimento, oferecendo desde dados de mercado cruciais para a tomada de decisão até a criação de novas oportunidades de negócio. Queremos que cada associado sinta, na prática, os benefícios de fazer parte de uma entidade mais robusta e conectada”, encerra o presidente do Conselho Gestor.




A Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação) representa e impulsiona toda a cadeia do setor pet no país, congregando os segmentos de alimentação e ingredientes (pet food), medicamentos veterinários (pet vet), equipamentos, acessórios, higiene e beleza (pet care), além de criação e serviços voltados para animais de estimação. A entidade fortalece a indústria, o comércio e os criadores por meio de projetos de fomento ao conhecimento, ao empreendedorismo e à inovação, contribuindo para a profissionalização do setor e o desenvolvimento de seus associados.
 

Com foco em ampliar a percepção de que os benefícios da convivência entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade, a organização atua para consolidar um setor cada vez mais sólido, responsável e inovador, que gera bem-estar, saúde e qualidade de vida para pessoas e pets.

 


Por Eduardo Nunes - 2ProComunicação

Abinpet e IPB projetam faturamento de R$ 77lh bilhões para o setor pet em 2024

 Nova projeção atualiza números do 1º trimestre. PMEs seguem como principal faturamento do setor. Crescimento em relação a 2023 é de 12%, com destaque para produtos e serviços veterinários















Projeções indicam que o mercado pet brasileiro chegará a um faturamento de R$ 77 bilhões em 2024, de acordo com os dados da Abinpet e do Instituto Pet Brasil. O crescimento atualizado em relação a 2023 é de 12,1%. Atualmente, as duas associações se unem para consolidar seus dados de mercado, apresentando informações robustas sobre o setor.


A partir do levantamento de janeiro a junho, o faturamento do segmento de pet food, que é a venda de alimentos industrializados para animais de estimação, deve encerrar o ano com R$ 42,3 bilhões (54,9% do total do setor).


Em seguida vem a venda de animais por criadores, representando R$ 8,1 bilhões, ou 10,6% do faturamento do mercado. Logo em seguida, os produtos veterinários (pet vet) representam R$ 8 bilhões, ou 10,4% do total do faturamento do setor. Serviços veterinários são o quarto maior segmento em faturamento, com R$ 7,5 bilhões (9,8%).
 

Veja o quadro completo:



Em relação aos canais de acesso, pet shops pequenos e médios permanecem como quase metade de todo movimento do varejo. Devem movimentar, até o final de 2024, cerca de R$ 37,5 bilhões. Em segundo lugar estão as clínicas e hospitais veterinários, que representam cerca de 18% do faturamento (R$ 13,8 bilhões), e as cadeias de mega stores pet (R$ 7,2 bilhões, ou 9,4%)

Veja o quadro completo:










Dentro do segmento de e-commerce, o varejo especializado também é o segmento que mais vende. Os pet shops virtuais representam 40,6% do faturamento das vendas online, ou R$ 2,4 bilhões, seguidos pelas lojas virtuais das mega stores (26,8% ou R$ 1,6 bilhão) e lojas virtuais de pequenos e médios pet shops, com 21,5%, o equivalente a quase R$ 1,3 bilhão.
 
Veja o quadro completo:











“Os brasileiros aprovaram a comodidade da compra online e, hoje, o hábito é algo corriqueiro, principalmente nos grandes centros. Os consumidores também aproveitam esses canais para promoções exclusivas e facilidades como assinaturas de produtos. Assim, quando o pet food está acabando, ele sabe que já existe uma entrega agendada”, explica Caio Villela, presidente-executivo do IPB. Ele destaca que os dois segmentos com maior alta entre 2023 e 2024 foram os de produtos veterinários e de serviços veterinários, com 16% e 14,9% respectivamente. “Isso mostra que as famílias estão cuidando cada vez mais e melhor de seus pets".

 

Indústria | A produção de pet food da indústria pet brasileira deve alcançar as 4,2 milhões de toneladas produzidas este ano, crescimento de 3,4% em relação a 2023. No entanto, o parque industrial brasileiro tem potencial para superar as 9 milhões de toneladas.
 

“Sem grandes variações no preço das commodities, mantém-se o crescimento sólido dos mercados pet vet e pet care, além da demanda constante da cadeia de varejo em relação ao pet food. Isso demonstra que os consumidores têm procurado os produtos da indústria pet, e se preocupam em oferecer além do alimento completo de qualidade, produtos que garantem higiene, saúde e bem-estar para seus pets”, comenta José Edson Galvão de França, presidente-executivo da Abinpet e Membro do Conselho do IPB.














“Apesar dos números robustos, continuamos a chamar atenção para a alta carga tributária do setor. No caso do pet food, por exemplo, a cada R$ 1 gasto pelos consumidores, R$ 0,50 são impostos. Isso acontece no Brasil de maneira discrepante aos outros grandes mercados do mundo. Nos Estados Unidos, líder de market share, os impostos não chegam a 7% do preço final. Na Europa, a média é 18%”, compara Galvão de França.

 

Atualmente, a Abinpet e o IPB buscam a redução do imposto sobre pet food por meio da nova reforma tributária. Para ambas as entidades esse é um item essencial, e que não foi contemplado na primeira etapa do texto, aprovado pela Câmara dos Deputados. “Agora, estamos buscando apoio no Senado, para corrigir essa discrepância. A alimentação dos animais de estimação não pode ser considerada item supérfluo” conclui o presidente-executivo da Abinpet.

 

Veja a comparação dos tributos pet no Brasil em relação a outros países do mundo:

 

• Brasil - carga tributária: 50% do preço final

• Itália - carga tributária: 22% do preço final

• Reino Unido - carga tributária: 20% do preço final

• China - carga tributária: 17% do preço final

• Alemanha - carga tributária: 7% do preço final

• Estados Unidos - carga tributária: 6,6% do preço final

 

Mercado mundial | O mercado pet mundial cresceu 7,4% em 2023 em relação a 2022, chegando a US$ 180,8 bilhões. O Brasil atualmente se consolida no terceiro lugar no quesito faturamento, representando 5,54% dos US$ 180 bilhões, atrás somente de Estados Unidos (44,9%) e China (8,45%). Atrás de Brasil estão Reino Unido (4,11%); Alemanha (3,87%); Canadá (3,75%), França (3,6%), Japão (3,37%), Rússia (2,48%) e Itália (2,48%).


 

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa uma indústria que congrega os segmentos pet food (alimento e ingredientes), pet vet (medicamentos veterinários) e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza). A entidade fortalece o setor por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de seus associados.

 

Também atua para aumentar a percepção de que os benefícios da relação entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade.

 

Além disso, é cada vez maior a participação desse setor na economia nacional e, por isso, é parte relevante do agronegócio: cerca de 73,9% do faturamento é proveniente dos produtos para nutrição animal, cuja composição é 95% agropecuária, com ingredientes como milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes. Todos os produtos da indústria de alimentos e veterinários farmacêuticos e biológicos são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

 

A Associação é referência técnica para o setor e publica há mais de dez anos o Manual Pet Food Brasil, adotado pelas principais fabricantes de alimentos como guia de boas práticas. O Manual

contém informações sobre os padrões técnicos e de qualidade de matérias-primas, parâmetros nutricionais, metodologias analíticas aplicáveis e condições ideais de produção para garantir alimentos seguros aos mercados nacional e internacional. Sua atualização ocorre a cada dois anos, considerando o desenvolvimento do setor.

 

A Abinpet oferece aos associados o Painel Pet, plataforma integrada de informações consolidadas de mercado (produção), composta por um banco de dados e apuração de dados de todos os fabricantes nacionais e importadores de alimentos e produtos para animais de estimação. O Painel é composto por informações validadas e seguras por criptografia e os seus relatórios abordam o volume e faturamento da Indústria Pet Brasileira.


Mais informações: imprensa@abinpet.org.br

 

 

O Instituto Pet Brasil (IPB) nasceu em 2013 para estimular o desenvolvimento do setor Pet, composto pelos pilares criação, produtos e serviços para animais de estimação. A entidade lidera projetos de fomento ao conhecimento, ao empreendedorismo e à inovação, com o objetivo de profissionalizar toda a cadeia pet. Nosso objetivo é construir um setor profissionalizado, e fortalecer a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos.
 

O IPB disponibiliza informações relevantes para o setor através do DATA PET, bem como promove a capacitação das empresas brasileiras, gerando mais competitividade e, com isso, serviços cada vez melhores para os nossos melhores amigos.

 

O Instituto Pet Brasil também oferece aos associados o Data Pet, plataforma integrada de informações consolidadas sobre o Mercado Pet, seus segmentos, Canais de atuação, comércio eletrônico etc. O Data Pet é constituído por diretrizes sólidas de pesquisa de Mercado, sua metodologia aborda desde o levantamento de informações.
Mais informações: imprensa@institutopetbrasil.com.



Por André Spera - 2pro Comunicação





Participação na Interzoo fortalece a imagem da aquariofilia brasileira como referência no mundo

De 7 a 10 de maio, exportadores brasileiros de peixes ornamentais estiveram em contato com público de 37 mil pessoas em Nuremberg, na Alemanha



O Projeto Aqua Brasil, uma parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, avalia como positiva a participação na Interzoo, feira do mercado pet que aconteceu em Nuremberg, na Alemanha. O evento aconteceu de 7 a 10 de maio.


“A maior parte de nossos participantes consideraram os contatos estabelecidos como ótimos ou bons. O formato e estratégia de participação no evento foram avaliados de maneira positiva por todas as empresas participantes do Aqua Brasil”, explica Leopoldo Barreto, gerente do projeto. “Além disso, observamos que a imagem do Brasil e das empresas brasileiras é muito positiva no exterior. Com certeza este é um primeiro passo promissor para o projeto, tanto para o mercado interno quanto para o exterior. A ideia é que possamos participar da próxima edição em 2026".


A expectativa é que os contatos realizados durante o evento possam impactar positivamente em cerca de 35% do faturamento anual dos participantes.


A opinião dos expositores do projeto Aqua Brasil vai ao encontro da avaliação geral da feira, feita pelos organizadores da Interzoo. De acordo com o balanço do evento, aproximadamente 37 mil visitantes profissionais de 140 países participaram do encontro, 32% mais do que a edição de 2022. Cerca de 2.150 expositores de 68 países apresentaram os mais recentes produtos e serviços para cães, gatos, peixes, pequenos mamíferos, entre outros.


“Estamos certos de que este é o rumo para aumentarmos em 6% os valores exportados. Agora vamos dar continuidade às ações de mapeamento de potencialidades, treinamento, branding setorial, classificação de maturidade exportadora”, prossegue o Secretário Nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Expedito Netto.


Em 2022, o mercado de peixes ornamentais no Brasil testemunhou um crescimento significativo no número de animais adquiridos pelas famílias. São atualmente, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Euromonitor, cerca de 22,2 milhões de peixes ornamentais comercializados, aumento de 4% em comparação aos números de 2021. Além disso, o Brasil é hoje o 3º maior do mundo quando o assunto é população pet, com 170 milhões de cães, gatos, pássaros, peixes ornamentais, entre outros.


Números Brasil:


 O segmento de aquariofilia ocupa hoje a 4ª posição entre os pets brasileiros, com 22,2 milhões de unidades comercializadas no ano de 2022;

 Isso representa um crescimento de 4% em comparação com o ano anterior (2021).

 Em relação à taxa de crescimento, o segmento pet mundial no ano de 2022 cresceu 3,2% e movimentou cerca de US$ 150 bilhões, colocando o Brasil na 3ª posição do ranking internacional em matéria de faturamento também (para além do número de animais).

 No quesito exportação geral do mercado pet, os números também são animadores: no período de janeiro a dezembro de 2022 o valor total exportado foi superior ao mesmo período do ano de 2021 em cerca de 4%, chegando a US$ 435 milhões.


O Projeto Aqua Brasil levou à Interzoo 2024 as seguintes empresas:


H&K Peixes Ornamentais

Localizada em Fortaleza (CE), é uma empresa do Nordeste brasileiro especializada na exportação de peixes ornamentais desde 1995. Possui estrutura com tanques, equipamentos de filtragem e moderna quarentena credenciada pelo serviço veterinário oficial do Brasil.


Luteus Aquarium

Localizada na região Sul do Brasil, iniciou atividade há três anos, conquistando clientes por todo o globo. Está localizada em Florianópolis (SC), próximo aos pontos de captura do rio Uruguai e Paraná, e tem como capacidade de manutenção mais de 2 mil animais, distribuídos em 500 m2 de área total.


S. Takemura Aquarium

Localizada na região Norte, na cidade de Ananindeua (PA), é exportadora de peixes ornamentais desde 1998. Possui instalações com 1.100 m² e capacidade de manter mais de 50 mil animais em aquários e tanques.


Ipiranga Peixes Ornamentais

Localizada no Sudeste, em São Paulo, capital, desde 2001 tem se dedicado à importação de peixes e corais para o mercado nacional. Com 23 anos de experiência e em resposta à crescente demanda, estamos agora iniciando uma nova fase com exportações.


Sobre o Projeto Aqua Brasil

O Projeto Aqua Brasil tem como missão orientar empresas do setor de peixes ornamentais que queiram exportar, sejam elas iniciantes, já exportadoras ou internacionalizadas. Também apoia as companhias no processo de divulgação no mercado internacional, promovendo o segmento brasileiro e a qualidade característica do mercado. O Aqua Brasil foi concebido para atender empresas de aquicultores, pescadores e empresas pesqueiras de organismos aquáticos ornamentais, com ênfase em agriculturas familiares e entrepostos de pescadores. 



Por Larissa Hatamia - Betini Comunicação