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Maio Amarelo Pet: campanha destaca a importância da prevenção das doenças renais em cães e gatos

Médica-veterinária  dá dicas de prevenção e alerta para sinais de doenças


Com mais de 20 anos de experiência em nutrição pet, a Special Dog Company reforça o apoio ao Maio Amarelo Pet, uma campanha de conscientização que alerta para os riscos das doenças renais em cães e gatos. A empresa promove a prevenção e o diagnóstico precoce, incentivando tutores a cuidarem da saúde renal dos seus animais com ações simples e eficazes.

 

“As doenças renais são silenciosas, progressivas e, muitas vezes, identificadas apenas quando já estão em estágio avançado. Por isso, a conscientização é fundamental. Com informação e acompanhamento adequado, podemos garantir mais qualidade de vida e longevidade aos pets”, destaca Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company.
 

Segundo a especialista, a Doença Renal Crônica (DRC) é uma das enfermidades mais comuns em pets idosos, especialmente em gatos. Embora possa se manifestar em animais jovens, é a partir dos sete anos de idade que os riscos aumentam significativamente. Entre os sinais de alerta mais frequentes estão alteração no consumo de água, urina em excesso ou ausência de micção, perda de apetite, vômitos, emagrecimento e apatia.
 

A campanha também reforça a importância do check-up veterinário periódico e da adoção de uma alimentação balanceada como forma de prevenção. “A nutrição tem papel essencial na saúde renal. Alimentos formulados com controle de fósforo, sódio e proteínas de alta digestibilidade ajudam a proteger os rins e a manter o organismo equilibrado. Além disso, o estímulo à ingestão de água é um cuidado básico e indispensável”, explica Kelly.


 

Cuidados simples que fazem diferença


Além das visitas regulares ao veterinário, a especialista orienta os tutores a manterem atenção constante ao comportamento dos pets. Mudanças discretas podem sinalizar que algo não vai bem. Observar o apetite, a hidratação e até mesmo o aspecto da urina e das fezes pode ajudar na detecção precoce de alterações.
 

No caso dos gatos, os cuidados devem ser ainda mais específicos. “Gatos tendem a ingerir menos água do que os cães, o que os torna naturalmente mais propensos a problemas urinários e renais. Por isso, é importante oferecer água fresca em diversos pontos da casa, investir em fontes e considerar incluir alimentos úmidos na dieta”, acrescenta Kelly.
 

A empresa tem como propósito produzir alimentos de alta qualidade e promover práticas responsáveis junto à comunidade pet. “Acreditamos que a informação transforma. Ao compartilhar conhecimento, queremos fortalecer o vínculo entre tutores e pets, incentivando cuidados preventivos e uma convivência mais saudável e feliz”, concluiu Kelly.
 


Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 38 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 1.900 colaboradores.
 

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.




Por Equipe de Comunicação - Special Dog Company

 

Em uma década, abertura de salões para pet mais que dobra no país e mercado segue em alta

Foto: Leonardo AI

 

Somente no 1º semestre deste ano, 5.893 negócios de higiene e embelezamento de animais domésticos começaram a funcionar, já superando o volume de 2014 inteiro


A abertura de salões voltados para a higiene e embelezamento de animais domésticos cresceu 148% em uma década, passando de 4.372 novos empreendimentos em 2014 para 10.587 em 2023. E continua em alta: somente de janeiro a junho de 2024, começaram a funcionar 5.893 negócios de banho e tosa de pets, um volume que já supera o somatório de todos os 12 meses de 2014. A média de 980 aberturas por mês, neste ano, é vista como uma oportunidade neste segmento, mas também a necessidade de estar antenado com as tendências para se diferenciar.

 

Os microempreendedores individuais (MEI) são os grandes responsáveis por esse boom no mercado. São eles os donos de 5.402 salões abertos no primeiro semestre deste ano, representando mais de 90% dos novos negócios de higiene e embelezamento de animais domésticos. No ano passado, foram também os MEI que geraram o maior volume de abertura desses salões – em 2023, dos aproximadamente 10 mil novos empreendimentos nessa atividade, mais de 9.900 tinham um microempreendedor individual como proprietário.

 

“Com estreitamento dos laços entre tutores e animais, principalmente na atual década, os cuidados com os pets se tornaram cada vez mais intensos, fazendo com que os serviços e espaços dedicados a eles não apenas se multiplicassem, mas também evoluíssem, adequando-se cada vez mais às necessidades dos clientes”, avalia Flávio Barros, gestor do segmento pet do Sebrae. Outro fenômeno mais atual tem provocado a manutenção dessa demanda em ritmo crescente: a melhora do poder de compra do brasileiro.

 

Estudo recente da PwC Brasil e do Instituto Locomotiva mostrou que mais da metade dos brasileiros das classes C, D e E afirmam pretender adquirir algum produto para pet no próximo ano. O trabalho, intitulado “Mercado da maioria – Como a força da população de baixa renda está transformando o setor de varejo e consumo no Brasil”, aponta um público consumidor em potencial de 63,3 milhões de pessoas, o equivalente a 57% dos consumidores que compõem a faixa de renda ouvida pela pesquisa.

 

De acordo com o levantamento, nos últimos dez anos, 46% dos brasileiros das classes C, D e E consumiram mais produtos para pets. Quando se pensa na categoria para os próximos dez anos, cerca de um terço (33%) pretende consumir mais. Os canais de compra físicos são os preferidos pelos consumidores ouvidos pela pesquisa: 71% deles. Dividido entre as classes C, D e E, afirmam os responsáveis pela pesquisa que o “mercado da maioria” representa 76% da população brasileira e responde por quase metade do consumo do país.

 

Já os chamados petshops, mercado de vendas de produtos e alimentos para animais mais amplo em relação aos salões de higiene e embelezamento, o Sebrae constata que, neste ano, a atividade pode chegar, até o final de dezembro, com um número de novos negócios próximo ao encerramento de 2023, quando foram criados, no país, 18.883 empreendimentos dessa natureza. Somente no primeiro semestre, já se acumulam 9.276 novas lojas do segmento, superando as 8.685 abertas no mesmo período de 2019, num contexto anterior àquele da pandemia de Covid.

 

Participar da resposta a esse crescimento de demanda tem sido tarefa possível para o pequeno empreendedor por se tratar de um segmento de baixas barreiras para entrada no mercado. “O segmento de pet é muito procurado porque é fácil de entrar, não precisa de grandes instalações para quem comercializa alimentos, acessórios, roupas e brinquedos”, explica Flávio Barros, gestor do segmento pet do Sebrae. A perspectiva de incremento do setor até 2026 é de cerca de 87%, prevê Barros, lembrando que o Sebrae pode ajudar nos primeiros passos para a abertura do negócio. “Ou seja, há um potencial a ser explorado, mas é preciso estar atento às tendências”, afirma.

 

Confira as tendências do mercado pet 2024

Veja alguns destaques do boletim do Sebrae - Inteligência de mercado para os negócios voltados para pet:

 

Pet wellness

O Pet wellness ou pet care é uma filosofia que promove saúde e bem-estar para animais de estimação, incluindo desde cuidados veterinários a uma visão completa de saúde mental, física e emocional. Essa filosofia está por trás de vários produtos e serviços conhecidos pelos tutores como medicina veterinária preventiva, enriquecimento ambiental, serviços de saúde e estética animal.

 

Refeições naturais e petiscos mais saudáveis

Os tutores estão mais conscientes de que a alimentação é fundamental para prevenção de doenças, qualidade de vida e saúde dos cães e gatos. A preferência por rações produzidas com alimentos orgânicos e com poucos conservantes crescerá. Assim como a predileção por petiscos saudáveis, naturais e caseiros. A grande aposta é na alimentação natural, com refeições preparadas especialmente para os cães conforme a indicação do veterinário especializado em nutrição, com base em carnes magras, legumes, verduras, frutas e grãos.

 

Pet sitter e Dog walker

Pet Sitter é o profissional que cuida do pet na casa do tutor, durante sua ausência. Ele normalmente separa horários para ir até a residência e oferecer companhia, alimentação, hidratação, higiene e atividades de enriquecimento. Em alguns casos, o pet sitter pode ficar na residência o tempo todo ou o animal pode ficar na casa do profissional.

 

Dog Walker é um profissional que leva cachorros para passear, proporcionando exercícios físicos, socialização e momentos de descontração para o animal. Esses passeios podem ser individuais ou coletivos.

 

Day care e hospedagem

O day care é um serviço que inclui um local para o pet passar o dia. Geralmente ele irá socializar, comer, praticar exercícios físicos e aproveitar de enriquecimentos ambientais. A hospedagem, semelhantemente ao day care, inclui um local seguro e confortável para o animal de estimação durante a ausência do tutor. O serviço costuma ser ofertado por hotéis para animais, pet shops ou casas de família especializadas.

 

Clubes de assinatura

Os clubes de assinatura se destacaram nos últimos anos, com clubes de cosméticos, vinhos, etc., e é uma das apostas de crescimento no segmento pet, como clubes de petiscos e brinquedos. Os serviços de assinatura costumam ser periódicos: o tutor paga a assinatura e recebe em casa, de acordo com seus pets e preferências, sendo cômodo, e muitas vezes com um custo-benefício ótimo. Já se usam clubes de rações, em que a periodicidade é decidida pelo tutor. Há ainda clubes com petiscos, acessórios, presentes, brinquedos e mistos.



Por



Brasil é top 3 no ranking de mercados pet, mas carga tributária é quase 90% maior do que nos EUA, líder de market share

 Presidente-executivo da Abinpet - José Edson Galvão de França

 

Enquanto brasileiros têm de pagar metade do valor do pet food em impostos, norte-americanos gastam menos de US$ 0,07 em tributos por dólar

 

O mercado pet mundial cresceu 3,2% em 2022 em relação a 2021, mas a perspectiva é de um crescimento tímido em 2023, tendo em vista o cenário mundial instável. A análise é da Abinpet -- Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação.

 

Para o mercado brasileiro, no entanto, há boas notícias. O Brasil atualmente, se consolida no terceiro lugar entre no quesito faturamento, representando 4,95% dos US$ 145 bilhões, atrás somente de Estados Unidos (43,7%) e China (8,7%). Atrás de Brasil estão Reino Unido (4,66%); Japão (4,61%); Alemanha (4,5%), França (4%), Canadá (3,26%), Itália (2,74%) e Rússia (2,59%).

 

O mercado pet brasileiro chegou a cair para o sétimo lugar do ranking mundial durante os momentos mais imprevisíveis da pandemia de covid-19, no entanto, nossa indústria é resiliente e conseguimos voltar ao top 3 -- comenta o presidente-executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França -- no entanto, seria possível até competir de igual para igual com o faturamento da China, caso nossa carga de impostos não fosse tão alta”.

 

Para efeito de comparação, a carga tributária brasileira é 87% maior do que aquela dos Estados Unidos. Enquanto os brasileiros pagam cerca de 50% do valor final em impostos, nos EUA, a arrecadação é apenas de 6,6% do preço final. Na prática, a cada real investido pelos consumidores brasileiros, R$ 0,50 são impostos. Nos Estados Unidos, para cada dólar, somente US$ 0,07 são impostos.

 

“É preciso mudar o entendimento da Receita Federal para que o pet food não seja tributado com a mesma carga das bebidas alcoólicas e cigarros, considerados itens supérfluos. Além do fato de que os pets hoje são parte da família, o pet food é crucial para a saúde e bem-estar dos animais”, finaliza Galvão de França.

 

Veja a comparação dos tributos pet no Brasil em relação a outros países do mundo:

 

• Estados Unidos - carga tributária: 6,6% do preço final

• China - carga tributária: 17% do preço final

• Reino Unido - carga tributária: 20% do preço final

• Alemanha - carga tributária: 7% do preço final

• Itália - carga tributária: 22% do preço final

 

Balanço 2022 | A indústria pet brasileira encerrou 2022 com um faturamento de R$ 41,9 bilhões, crescimento de 17,2% sobre o ano de 2021. Desde o último levantamento realizado pela Abinpet -- Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o cenário permanece estável.

 

Desses R$ 41,9 bilhões faturados ao longo de 2022, pet food representa 80% (R$ 33,3 bilhões); pet vet (produtos veterinários), R$ 5,9 bilhões, ou 14% do total, e pet care (produtos de higiene e bem-estar animal) R$ 2,68 bilhões, ou 6% do faturamento total. Isoladamente, cada segmento cresceu 18%, no caso do pet food; 16,5% no caso do pet care e 12% no caso de pet vet, quando comparados com os números de 2021.

 

O balanço Abinpet não leva em consideração a movimentação no varejo, e não inclui a venda de animais diretamente de criadores.


 

Sobre a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação

 

A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa uma indústria que congrega os segmentos pet food (alimento e ingredientes), pet vet (medicamentos veterinários) e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza). A entidade fortalece o setor por meio de ações que contribuem para o desenvolvimento de seus associados. Também atua para aumentar a percepção de que os benefícios da relação entre seres humanos e animais de estimação se estendem a toda a sociedade.

 

Além disso, é cada vez maior a participação desse setor na economia nacional e, por isso, é parte relevante do agronegócio: cerca de 73,9% do faturamento é proveniente dos produtos para nutrição animal, cuja composição é 95% agropecuária, com ingredientes como milho, soja, arroz, trigo e carnes de aves, bovinos e peixes.

 

Todos os produtos da indústria de alimentos e medicamentos veterinários são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), na Secretaria de Defesa Agropecuária (DIPOA e Vigiagro).

 

A Associação é referência técnica para o setor e publica há mais de dez anos o Manual Pet Food Brasil, adotado pelas principais fabricantes de alimento como guia de boas práticas. O Manual contém informações sobre os padrões técnicos e de qualidade de matérias-primas, parâmetros nutricionais, metodologias analíticas aplicáveis e condições ideais de produção para garantir alimentos seguros aos mercados nacional e internacional. Sua atualização ocorre a cada dois anos, considerando o desenvolvimento do setor. Mais informações: imprensa@abinpet.org.br-(11) 3030-9404/9436




Por Andre Spera - 2PRÓ Comunicação






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