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Cães terapeutas auxiliam familiares e amigos em cerimônias de despedida

Rede de cemitérios e crematórios desenvolve o projeto Terapeutas do Luto com animais das raças Golden Retriever, Samoieda e Terra-Nova
 


A relação entre os seres humanos e os animais de estimação vem sendo alvo de diversos estudos. Segundo uma pesquisa do Human Animal Bond Research Institute (HABRI), 87% dos tutores de animais relataram melhorias significativas na saúde mental atribuídas a essa convivência. Além disso, a troca de carinho com os animais pode auxiliar as pessoas a lidarem com problemas como depressão, solidão e ansiedade





Ciente da importância desse suporte emocional, surgiu o projeto Terapeutas do Luto. Oferecido gratuitamente pelos cemitérios e capelas Vaticano, no Paraná e em Santa Catarina, o serviço conta com cães das raças Golden Retriever, Samoieda e Terra-Nova, que “trabalham” voluntariamente nas cerimônias de despedida.



A tutora Mariza Ayres, que atua nesse projeto na região de Curitiba (PR), diz que, com os cães, as pessoas chegam a esquecer do luto por alguns momentos. “No momento em que chegamos para a visita no velório, há um espanto nas pessoas, mas, aos poucos elas vão se aproximando e fazendo carinho nos cães. Perguntam sobre eles, pedem para tirar fotos e começam a falar dos seus pets e mostrar os próprios registros”, afirma.





A diretora dos crematórios e cemitérios Vaticano, Mylena Cooper, lembra que os cães terapeutas são dóceis e bem treinados, e costumam fazer visitas semanais aos velórios. A presença deles nas capelas, cemitérios e capelas da empresa só ocorre quando as famílias concordam ou solicitam. “Como lidamos com a morte todos os dias, percebemos que as pessoas enlutadas ficam muito fragilizadas, vulneráveis e sensíveis no momento da dor. Quando os cães chegam aos velórios é notória a reação das pessoas, sempre abrem um sorriso, tocam os cães, abraçam e são, de certa forma, consoladas por eles, que também movimentam o ambiente de maneira muito positiva”, fala.



O projeto Terapeutas do Luto está disponível nos Cemitérios e Capelas Vaticano no Paraná (Curitiba e Almirante Tamandaré) e em Santa Catarina, nos Cemitérios e Crematórios Vaticano (São José, Balneário Camboriú e Itajaí).





A Vaticano - Uma empresa com mais de 90 anos de história e de origem familiar, é gerenciada atualmente pela terceira geração. Oferece uma gama completa de serviços, incluindo capelas de velório, cemitérios, crematórios, crematórios pet, salas de memória, floricultura e distribuidora de flores, todos acessíveis 24 horas por dia - inclusive para visitas aos entes queridos que já partiram. Além disso, a Vaticano inova com produtos sustentáveis e projetos, como urnas de cremação biodegradáveis e fabricação de diamantes a partir de cinzas.



Por Clara Santiago - Comuniquese2


Dia Internacional do Cão-Guia

 

Foto: freepik










Animais de assistência proporcionam ajuda e companheirismo para pessoas com deficiência


A inclusão social e o apoio às pessoas com deficiência visual é uma realidade importante e que não pode passar despercebida. Segundo dados do censo demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, 18,6% da população brasileira possui algum tipo de deficiência visual. Desse total, 6,5 milhões apresentam deficiência visual severa, sendo que 506 mil têm perda total da visão (0,3% da população) e 6 milhões, grande dificuldade para enxergar (3,2%).
 

No dia 28 de abril é comemorado o ‘Dia Internacional do Cão-guia’. Nesse contexto, destacamos a presença dos animais de assistência que proporcionam ajuda, companheirismo, amor e uma nova perspectiva para muitas pessoas diante do desafio da deficiência visual e também de outras doenças.
 

“Os cachorros precisam estar alertas, inteligentes, fortes e focados. Por isso, nem todas as raças se enquadram no trabalho de cão-guia. Geralmente o treinamento é feito com cães das raças: Labrador, Golden Retriever e Pastor Alemão. Em alguns casos, o Border Collie pode ser treinado”, explica Thais Matos, médica veterinária da DogHero, maior empresa de serviços para pets da América Latina.
 

Conhece o trabalho realizado pelos animais de assistência? Entenda algumas das particulares abaixo:
 

Cães-guia — Auxiliam pessoas com deficiência visual, proporcionando mais mobilidade, segurança e independência. Segundo a Lei n° 11.126 (2005) a pessoa com deficiência visual tem direito a entrar com o cão-guia em qualquer lugar. Desta maneira, seja o estabelecimento público ou privado, o cão-guia tem passe livre. Embora sejam animais muito dóceis e sociáveis, se você encontrar um cão-guia na rua, não o distraia. O animal precisa estar focado no trabalho e não deve receber carinhos nem petiscos para não perder a atenção. Caso ele esteja parado com o tutor e você queira interagir com ele, pergunte para a pessoa se aquele é um bom momento para isso. No entanto, o ideal é que quando o animal estiver com a guia de treinamento para cães (peitoral com alça de trabalho), ele não seja distraído por estranhos. Vários desafios são enfrentados por quem possui deficiência visual, e o cão-guia acaba por transformar e salvar muitas vidas. O cão-guia possui uma ligação de carinho muito forte com os humanos e se torna verdadeiramente um grande amigo e protetor.


Raça Corgi: foto freepik














Cães de alerta — São animais treinados para apoiar pessoas que têm diabetes (principalmente tipo 1). Eles detectam a queda do nível de açúcar no sangue, através do faro, e alertam seus tutores quando isso acontece. Até mesmo trazem objetos, como uma garrafa de suco de laranja ou remédio. As raças mais comuns para este tipo de serviço são: Labrador Retriever, Golden Retriever, Pastor-de-Shetland, Poodle, Corgi e Pastor Australiano.



Cães ouvintes — Treinados para dar assistência a pessoas com deficiência auditiva. Eles alertam seus tutores sobre sons importantes do dia a dia como campainha, alarme de incêndio, toque de telefone, alarme de relógio e do forno. As raças mais comuns de cães-ouvintes são: Labrador Retriever, Golden Retriever, Cocker Spaniel, Poodle Miniatura e Cavalier King Charles. A adoção de cães SRD (Sem Raça Definida) também é considerada neste caso.


Foto: pexels by Samson Katt














Cães de serviço de mobilidade — Dão apoio para pessoas com mobilidade reduzida, como os cadeirantes. Os animais ajudam seus tutores no dia a dia, em atividades rotineiras como acender ou apagar luzes, abrir gavetas e armários, pegar algum objeto e até mesmo a se vestir.

 

Cães de serviço psiquiátrico — São companheiros para pessoas que sofrem com ataques de pânico, estresse pós-traumático, depressão ou autismo. Apesar de exercer funções similares, o cão de serviço psiquiátrico difere do cão terapeuta.
 

Cães terapeutas — Proporcionam benefícios para pacientes em hospitais e asilos. Eles ajudam na saúde física, mental e emocional de idosos, pessoas com deficiências mentais e com dificuldades em se socializar.

 

*A DogHero é a maior empresa de serviços para animais de estimação da América Latina. Pelo app e site, conecta quem tem pet a uma comunidade de heróis - formada por anfitriões, pet sitters, passeadores e veterinários -, que ajudam na rotina de cuidado com a saúde e bem-estar dos pets. Atualmente, a comunidade de heróis conta com mais de 25 mil cuidadores, que passam por um extenso e rigoroso cadastro e recebem orientação adequada, disponíveis em cerca de 750 cidades no Brasil. Listada pela Tracxn entre os 22 “minicórnios” em ascensão para o ano de 2021, a DogHero foi fundada em 2014 pelos empreendedores brasileiros Eduardo Baer e Fernando Gadotti. Em outubro de 2020, o marketplace de serviços se uniu à Petlove, Vetsmart e Vetus, construindo assim o maior ecossistema pet do país, com o propósito único de facilitar a rotina de quem tem pet.


Por Giovana Cardozo - Falacriativa




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