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Pulgas e carrapatos: prevenção é fundamental durante o ano inteiro

De desconforto a zoonoses graves, ectoparasitas são uma ameaça para a família toda


As altas temperaturas do verão são comumente associadas ao aumento na proliferação de pulgas e carrapatos. Porém, o clima mais ameno do outono não é motivo para descuidar ou espaçar os tratamentos preventivos. A redução da umidade do ar e a queda de folhas secas também contribuem com a reprodução desses ectoparasitas, que causam desde desconforto até doenças graves.


As pulgas podem causar dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP), reação alérgica intensa que causa inflamação da pele, prurido e perda de pelos; verminoses, que causam diarreia, vômitos e perda de peso; bartonelose, infecção bacteriana que causa febre, letargia, inchaço dos linfonodos, perda de peso, podendo levar a complicações sérias, como infecção das válvulas cardíacas, dentre outras.



Já os carrapatos são responsáveis por doenças ainda mais graves, tanto em animais como em humanos.  Nos pets, como exemplo, a erliquiose causa febre, letargia, insuficiência renal e pode levar à óbito; a doença de Lyme também causa febre, claudicação intermitente, letargia e, até mesmo, problemas neurológicos e cardíacos, enquanto que a febre maculosa pode causar sintomas leves ou severos, como febre, letargia, dor nas articulações, aumento dos linfonodos e dificuldade respiratória.


Em humanos a doença de Lyme causa lesão cutânea avermelhada, febre, dores articulares, fadiga e, em casos graves, pode afetar o sistema nervoso e as articulações. A erliquiose pode causar febre, dor muscular, dor de cabeça, calafrios, mas também podem levar a complicações sérias. A febre maculosa inicia com os mesmos sintomas das demais infecções, porém, posteriormente surgem manchas vermelhas nos pulsos e tornozelos, que podem se expandir para outras partes do corpo.


“Apesar dos recentes casos de febre maculosa terem acendido o alerta sobre a real importância de se prevenir de carrapatos, ainda há quem pense que o risco de contrair ectoparasitas não seja tão grande, especialmente quando o clima fica mais ameno ou quando o pet não costuma sair de casa, como é o caso da maioria dos gatos”, comenta o médico-veterinário, Head Latam e Diretor-Geral da VetFamily no Brasil, Henry Berger. O veterinário ressalta que pulgas podem chegar até nossas casas presas a nossas roupas e calçados e se alojam em cantos e frestas dos ambientes, posteriormente se alimentando do sangue dos animais e se reproduzindo. Já o clima seco do inverno é de grande incidência de carrapatos, que também ficam nas gramas, folhas caídas e igualmente podem ser levados para dentro de casa.


Segundo Berger, os médicos-veterinários têm papel fundamental no alerta para os tutores, auxiliando-os a manterem as medidas preventivas ao longo de todo o ano. “Uma das missões da comunidade VetFamily é promover parcerias e ações que apoiem os médicos-veterinários em suas rotinas e promovam o cuidado com a saúde e o bem-estar dos animais. Por isso, recentemente firmamos uma parceria com a multinacional Elanco, responsável por um amplo portfólio de medicamentos e uma linha completa de tratamento de ectoparasitas, como a família Credeli™, para assim facilitar o acesso e ampliar a cultura da prevenção entre os tutores”.


Tratamentos rápidos e seguros são essenciais para a saúde dos animais e o controle de pulgas e carrapatos no ambiente. Indicado para cães filhotes e adultos, o Credeli™ Cães é o parasiticida oral de atuação mais rápida disponível atualmente no mercado, com ação inicial contra pulgas em até duas horas e contra carrapatos, em até quatro horas. Seis horas após a administração do medicamento, o animal já está livre de 100% das pulgas e, após oito horas, dos carrapatos.



Os felinos também contam com uma versão própria: o Credeli™ Gatos, que é líder no segmento em diversos países, e foi especialmente desenvolvido para o organismo e as particularidades dos bichanos.  Com um processo de extrapurificação, que isola apenas a parte ativa do princípio lotilaner, a metabolização do medicamento é mais fácil, poupando o fígado dos animais. Além disso, os comprimidos são pequenos e palatáveis, fáceis de administrar.  Tanta inovação e a eficácia comprovada pelos testes garantiram ao produto o prêmio Easy to Give Award da Sociedade Internacional de Medicina Felina.


No início de abril, os membros da VetFamily terão ainda a oportunidade de participar do lançamento do novo integrante dessa família de parasiticidas, o Credeli™ Plus, que completa a proteção dos cães também contra vermes.


“A parceria entre a Elanco e a VetFamily já acontece em outros países e, agora, no Brasil. Estamos entusiasmados com a possibilidade de promover ações, eventos e workhsops e disponibilizar inovações tecnológicas e conteúdo técnico relevante em primeira mão ao grande grupo de membros da comunidade VetFamily. Um passo importante em nosso compromisso com os médicos-veterinários e com o bem-estar animal”, revela o gerente sênior de marketing de Pet Health da Elanco, Alessandro Orsolini. A Elanco Saúde Animal foi a primeira empresa de saúde animal do mercado brasileiro a receber o selo de “Empresa Amiga do Bem-estar Animal” com produtos certificados em sua linha de Pet Health, entre outros.

 

VetFamily - Organização global líder em soluções para clínicas veterinárias independentes, é parte do Vimian Group, tem sede em Estocolmo (Suécia) e reúne mais de 6.500 clínicas e 20 mil veterinários em mais de 11 países da União Europeia, Estados Unidos, Austrália e, agora, Brasil. Seu objetivo principal é contribuir para a melhor administração e lucratividade das clínicas, oferecendo diversos serviços, como centralização da negociação com parceiros comerciais, apoio à gestão e disseminação de conhecimento. Conheça mais em www.vetfamilybrasil.com.br


A Elanco Animal Health (NYSE: ELAN) é líder global na área de saúde animal e se dedica a inovar e fornecer produtos e serviços para prevenir e tratar doenças em animais de produção e animais de companhia, agregando valor ao trabalho de produtores, tutores, médicos-veterinários e da sociedade como um todo. Com quase 70 anos de tradição no setor, estamos comprometidos em ajudar nossos clientes a melhorar a saúde dos animais sob seus cuidados, além de causar um impacto significativo em nossas comunidades locais e globais. Na Elanco, somos movidos por nossa visão – Alimento e Companheirismo enriquecendo a vida – e nossa estrutura de responsabilidade social – Elanco Healthy Purpose™ – tudo para melhorar a saúde dos animais, das pessoas e do planeta. 


Por Josiane Fontana - Equipe Deepzo

Do resgate de pets perdidos a cura de dermatite: saiba como a radiestesia pode ser aliada da saúde dos animais

Radiestesia em cachorro

A terapeuta holística Mariana Tortella ensina como usar gráficos e pêndulos para tratar bichos de estimação 

Assim como acontece com os seres humanos, os animais também sofrem problemas de saúde, psicológicos e comportamentais, como ansiedade, estresse, depressão e falta de apetite. E para ajudar nessa tarefa de curar os pets dos seus males, uma terapia vem ganhando fama entre os veterinários e tutores: a radiestesia. A técnica milenar, que no passado era utilizada por romanos e egípcios e hoje pelos europeus, utiliza instrumentos sensitivos para detectar e interpretar energias sutis e outras informações. Para a terapeuta holística especializada em radiestesia terapêutica, Mariana Tortella, os bichos de estimação são sensíveis a harmonização energética e absorvem, com facilidade, o tratamento, eliminando seus problemas através da manobra.


Funciona assim: todos os passos e ações da técnica são guiadas por um pêndulo, mas também existem os gráficos auxiliares. O pêndulo é usado pra encontrar a causa raiz energética do problema do PET. Exemplo: se ele estiver com dermatite, é possível identificar se a causa é emocional, alimentar ou até o ambiente em que ele mora. “Na radiestesia, perguntamos tudo ao pêndulo, geralmente perguntas de sim e não. Se o pêndulo girar no sentido horário, quer dizer uma resposta positiva. Caso gire no sentido anti-horário, ele está indicando uma resposta negativa”, esclarece a especialista. Antes de iniciar o tratamento, Tortella reforça que é necessário ter clareza sobre qual problema precisa ser tratado. Em seguida, é preciso ter em mãos algumas informações do pet. “Basta coletar um tufo de pelo, um pedaço de unha ou até saliva. Ou pode ser uma foto, com nome completo e data de nascimento, mas sempre opte pelas representações naturais, como o pelo, para ter menos chances de erro”, explica.


Montando os gráficos


Após coletar os dados necessários para o tratamento, a terapeuta explica que é necessário colocar essas informações sobre o animal no biômetro dos gráficos, uma espécie de lista que contém todos os gráficos utilizados na radiestesia terapêutica e que pode ser encontrado facilmente na internet. “Pegue o pêndulo e pergunte a ele qual gráfico é necessário para tratar o problema que o seu pet apresenta. Eu sempre recomendo que pergunte ao pêndulo se é necessário mais algum gráfico, e se sim, qual. Essas perguntas devem ser feitas até o pêndulo indicar que não têm mais nenhum gráfico a ser usado”, pontua a terapeuta. 


O próximo passo, de acordo com Tortella, é montar o gráfico que o pêndulo indicou com as informações do pet, mais com o comando sobre o que você está tratando. “Por exemplo, se você estiver querendo curar seu bichinho de uma dermatite atópica, escreva em um papel ‘Eliminar dermatite atópica’ e coloque sobre o gráfico, junto com a informação do seu bichinho – o pelo ou a imagem. Mas, caso você deixe sem o comando, a radiestesia vai atuar de uma forma geral”, esclarece.


Duração do tratamento


O último passo para que o tratamento no seu pet seja completo é saber a duração que aquele gráfico deve ficar montado. “Com o auxílio do relógio radiestésico, um gráfico com informações de tempo e facilmente encontrado na internet, identifique com a ajuda do pêndulo o tempo que aquele gráfico deve ficar montado. Ao final do tempo indicado, é legal perguntar novamente ao relógio, com o auxílio do pêndulo, se o tratamento está 100% finalizado”, menciona a especialista. Tortella acrescenta que qualquer um pode fazer o tratamento com a radiestesia terapêutica, desde que siga os passos corretos, no entanto relembra que é uma terapia complementar e não deve substituir uma consulta com médico veterinário.


Encontrando seu pet que fugiu


A radiestesia também funciona como aliada na busca por um animal perdido. Não à toa, uma das suas primeiras utilidades da técnica, no passado, foi para a procura de água e minérios. Para a finalidade do resgate de bichos desaparecidos, o primeiro passo é reunir uma foto recente do pet e outra do seu tutor. Nesse caso, o gráfico necessário é o Vesica Piscis + Cruz Ansata (disponível na internet). “No gráfico Vesica Piscis, coloque as duas imagens na intersecção dos círculos com o selo de Salomão. No centro da ‘estrela’, você pode colocar o comando, como ‘Encontrar animal’, ou qualquer cristal para potencializar”, explica.

 

Já no gráfico Cruz Ansata, Tortella diz que é preciso colocar o problema a ser resolvido no círculo, ou seja, o animal está desaparecido. No decágono desse mesmo gráfico, coloque a foto do pet. A terapeuta recomenda ainda que os gráficos fiquem montados até o animal voltar. No entanto, é possível que o tutor meça seu tempo com o pêndulo, para ter noção de quando o animal vai voltar para casa.


Na Europa, a radiestesia é tão comum como qualquer outra terapia. Existem clínicas específicas sobre a técnica, casas para a compra dos acessórios e até cursos para profissionais especializados. “Aqui no Brasil, ainda estamos engatinhando na propagação da técnica, mas já é possível encontrar uma gama de profissionais qualificados. De toda forma, para quem deseja se aventurar a aplicar a técnica, começar pelo próprio animal de estimação pode ser uma boa pedida”, explica Tortella.


Mariana Tortella é terapeuta holística especialista em Radiestesia e Radiônica há quase 10 anos. Ela é formada em Engenharia de Materiais pela Instituição de Ensino Superior em São Bernardo do Campo e possui mestrado em Engenharia Mecânica. Seu maior objetivo é ajudar pessoas que já são terapeutas holísticas, ou desejam ser, a transformarem a si mesmas e a outras pessoas com 100% de Confiança através de uma das Terapias Energéticas mais Poderosas do Mundo: a Radiestesia Terapêutica, podendo até mesmo viver financeiramente disso como profissão.



Por Yasmin Santos - Broto Comunicação

5 vantagens da telemedicina animal para tutores de pets

Nathalia CEO Dr.Mep

 
A telemedicina animal é um serviço que veio para complementar o atendimento veterinário tradicional e facilitar a vida de tutores de pets de todo o Brasil. Por meio de consultas virtuais, é possível receber orientações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, além de tirar dúvidas e obter conselhos sobre a saúde geral dos animais de estimação. Proporciona aos tutores de animais de estimação um ótimo custo-benefício e é seguro. 

 

O serviço é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) desde 2022 através da resolução n. º 1465. O que significa que empresas, clínicas e veterinários que atendem pela modalidade virtual devem seguir rígidas regras e zelar pela saúde do animal 

Importante ressaltar que as tele consultas que necessitam de prescrição do médico veterinário e os atendimentos emergenciais não podem ser feitos de forma remota. Serviços como os de tele orientação, por exemplo, podem ocorrer sem muitas restrições, facilitando o processo. 

 

Veja os cinco benefícios para os tutores de pet que optam por essa modalidade de atendimento veterinário! 

 

1 - Mais praticidade e economia de tempo  

 

Muitas vezes, os responsáveis de animais de estimação, apenas necessitam de uma orientação simples ou até mesmo uma segunda opinião médica. Desta forma, é mais fácil falar com o veterinário de forma remota do que sair de casa, pegar trânsito e causar um estresse desnecessário ao pet. 

 

2 - Melhor custo-benefício 

 

Os gastos com os animais de estimação costumam ser altos, por isso a telemedicina chega como uma ferramenta para democratizar o acesso ao atendimento veterinário de qualidade. As empresas e clínicas veterinárias que oferecem essa modalidade de atendimento costumam cobrar menos no atendimento de telemedicina do que em uma consulta presencial. 

 

3 - Possibilidade de consultar profissionais de todo o Brasil e de fora do país 

 

Além do conforto e da agilidade, o atendimento virtual proporciona que tutores encontrem especialistas fora da sua cidade de origem e até mesmo no exterior. No caso da busca de uma segunda opinião, por exemplo, é fundamental poder contar com profissionais especializados, que muitas vezes, podem estar fora do alcance geográfico do proprietário do animal. 

 

4 - Melhor monitoramento para prevenção de doenças 

 

Na medicina veterinária, muitas doenças podem ser prevenidas por meio de orientações e bom acompanhamento clínico. Com a telemedicina animal, o tutor pode contar com informações sobre alimentação adequada, vacinação, controle de parasitas e higiene, tudo o que irá ajudá-lo a prevenir doenças e melhorar a saúde do seu pet.  

 

5 - Manter acompanhamento contínuo da saúde do animal 

 

A telemedicina viabiliza que o tutor mantenha um acompanhamento constante da saúde do pet, permitindo que o veterinário avalie o progresso e faça ajustes no tratamento. Esse tipo de cuidado é primordial para animais com doenças crônicas, como doenças do coração, diabetes e problemas pulmonares, já que os que têm idade avançada, normalmente demandam monitoramento frequente de suas condições clínicas. 


A Capri Venture Builder é uma corporate venture builder que nasceu com o propósito de transformar o ecossistema pet. Tem como idealizadores a conceituada empresa Anilhas Capri, líder na identificação de animais silvestres, que firmou parceria com a FCJ Venture Builder, multinacional pioneira e líder no segmento de venture builder na América Latina. Como a primeira Pet Corporate Venture Brasil, atua em todo segmento com alta expertise em pássaros e genética de animais. Para mais informações, acesse https://capri.builders/ ou @capri.venturebuilder



*Por Alaíde Barbosa, CEO da Capri Venture e Natali Lubini, CEO da Dr. Mep






Em Juho! 
Raças na Passarela: Terrier Brasileiro
Canil Barmere's



Saúde felina: cuidados com os gatos na primavera

 

Vanessa Zimbres, da Clínica Gato é Gente Boa, é médica-veterinária especializada em medicina felina










Algumas plantas são tóxicas e podem levar os animais à morte


Lírios: belos, porém letais

No caso dos gatos, uma planta que apresenta grande perigo é o lírio, explica Vanessa Zimbres, médica-veterinária especializada em medicina felina e diretora da Clínica Gato é Gente Boa, em Itu-SP. “Vale para qualquer tipo de lírio. Todas as partes da planta são extremamente tóxicas para os gatos e podem causar injúria renal aguda, ou seja, lesões que se iniciam com a perda da função renal e podem levar até mesmo à morte”.


Além dos lírios, plantas como: azaleia, antúrios, hibisco, comigo ninguém pode e espada de São Jorge também são tóxicas para os felinos.


Vanessa reforça que, além da jardinagem do ambiente onde o gato convive, é preciso se atentar a outros elementos comuns na estação e que prejudicam a saúde dos animais e até mesmo dos humanos. “É importante que os animais fiquem em ambiente seguro. Gatos que circulam pelas ruas ou locais desconhecidos, podem também ter acesso a fertilizantes, herbicidas e pesticidas, além das plantas tóxicas”, diz.


A especialista enumera outros problemas que podem ocorrer. “A prevenção de ectoparasitas deve ser redobrada. Nessa época, aumenta a infestação por pulgas e carrapatos, que podem causar diversas doenças infecciosas, parasitárias e alérgicas”.


Nesse aspecto, a veterinária reforça que para os gatos “só devem ser usados antipulgas indicados para eles e de acordo com o peso do animal. Por isso, é preciso sempre buscar orientação de um profissional”.


Outro ponto é o acúmulo de água das chuvas, que pode estar contaminada com urina de ratos, causando leptospirose. “Embora seja menos comum em gatos, sendo os cães mais susceptíveis, a doença pode afetar humanos”.


Vanessa complementa que, nessa época, casos de alergias são comuns, seja pelo pólen das plantas ou devido a fungos que se aproveitam da umidade.


Cuidados e ambiente adequado

O ideal é que os gatos não convivam ou não tenham acesso a ambientes que tenham plantas tóxicas. Caso isso ocorra e o gato faça a ingestão de lírio, o socorro deve ser imediato. “Quanto antes o animal for assistido, melhores as chances de recuperação. A injúria renal causada pela planta pode não se manifestar inicialmente, dependendo do grau de exposição, porém, o gato sofrerá as consequências futuramente”, orienta Vanessa.


Caso o contato tenha sido com outras plantas, o animal pode apresentar sintomas, como: salivação, desorientação, vômitos, entre outros, que podem fazer com que o gato deixe de se alimentar e sofra as consequências da anorexia.


Para enriquecer o ambiente e deixa-lo no clima da primavera, é possível substituir plantas e incluir elementos para que os gatos fiquem seguros. “Algumas opções de plantas são lavanda, orquídea, bromélia, camélia e suculentas, além das plantinhas que os gatos adoram, como: hortelã, catnip, e graminhas para gatos”, cita.


Por Alexandre Meiken - JF Gestão de Conteúdo



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