Vai Viajar com o seu pet? Quatro dicas para manter uma alimentação saudável

Para ter um descanso de qualidade com o seu amigo de quatro patas é essencial tomar alguns cuidados nas viagens. Veja as dicas!



Mais do que pets, eles são parte da família, e nada melhor do que aproveitar o momento de descanso com os companheiros de quatro patas. Por isso, muitos tutores levam seus amiguinhos para as férias de final de ano. Porém, uma grande questão é a alimentação, o que fazer para mantê-los bem alimentado nestes dias? Ou melhor, como armazenar e levar o alimento de forma adequada?
 

Robson Vivas, médico-veterinário e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets, conta que, assim como os humanos, os animais precisam manter uma dieta equilibrada e saudável, mesmo longe de casa. “É comum pensar que longe de casa os pets podem comer de tudo e isso não causa consequências, mas não é verdade, dias comendo errado podem ser prejudiciais à saúde do cão ou do gato”, resume.


 

Sendo assim, veja as dicas do especialista para ter uma viagem tranquila com seu pet:
 


Armazene bem os alimentos

Viajar de carro, ônibus ou até mesmo avião pode ser um problema no que diz respeito ao armazenamento da alimentação natural dos pets, felizmente, contamos com marcas que dispõem de receitas que podem ser levadas de lugar a lugar sem estragar e com praticidade. “A Pet Delícia, por exemplo, tem diversas receitas que atendem as mais variadas necessidades caninas e felinas e elas são armazenadas em latas com tampas biodegradáveis e reutilizáveis, perfeitas para os momentos das viagens, elas podem ser abertas nos meios de transportes e fechadas em seguida. Sem qualquer chance de estragar o alimento.” comenta o doutor.


Opte por alimentos naturais e balanceados

Ao viajar, é comum buscar opções práticas para a alimentação do pet, mas cuidado com petiscos industrializados ou alimentos humanos. “A alimentação natural é a melhor escolha, pois é livre de conservantes e aditivos químicos que podem causar alergias ou desconfortos digestivos. Além disso, uma dieta balanceada mantém o animal de estimação mais disposto durante a viagem”, explica o Veterinário da Pet Delícia.


Mantenha os horários de alimentação

Mesmo durante a viagem, Dr. Vivas destaca que é importante respeitar os horários habituais de alimentação do seu animal de estimação. Isso ajuda a evitar estresse e problemas digestivos. Se for necessário fazer uma pausa na estrada, escolha locais tranquilos para que o animal possa comer sem pressa e beber bastante água.
 

Por fim, evite introduzir novos alimentos

As viagens não são o momento ideal para experimentar novos alimentos ou mudar a dieta do seu pet. Alterações repentinas podem causar desconforto ou até problemas como a diarreia e vômitos constantes. Portanto, continue com os alimentos que ele já está habituado, especialmente se forem naturais e preparados especificamente para atender às necessidades do seu amigo peludo. Uma opção para oferecer mais variedades de alimentos na viagem é fazer a introdução alimentar meses antes do passeio acontecer.



 

Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 




Por Alice Veloso - Publika.aí

Meu cachorro pode comer ovo de Páscoa? Veterinária explica que o consumo pode ser fatal

Substâncias estimulantes de derivados do cacau são tóxicas para o organismo de cães e gatos



Com a chegada da Semana Santa e a tradicional troca de ovos de Páscoa, cresce também um risco muitas vezes subestimado nas casas brasileiras: a intoxicação de cães por chocolate. Pode ser por falta de informação ou descuido, muitos pets se intoxicam pelos derivados do cacau. Professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Fabiana Volkweis, faz um alerta para as famílias: chocolate e pets não combinam.


 

Segundo Fabiana, o perigo está em um dos principais ingredientes do chocolate, o cacau, que é rico em metilxantinas, principalmente a teobromina, substâncias que têm efeito estimulante semelhante ao da cafeína. “A toxicidade do chocolate para os cães é conhecida e documentada. Estudos indicam que cada 100g de chocolate contém cerca de 5 mg de metilxantina e 160 mg de teobromina, além de compostos como a feniletilamina, que intensificam efeitos estimulantes.”


 

O risco de intoxicação varia de acordo com o tipo de chocolate consumido. De acordo com a docente do CEUB, os chocolates mais amargos possuem uma concentração muito maior de teobromina e, portanto, representam um perigo ainda mais significativo para os animais. “Isso ocorre porque os cães são naturalmente mais sensíveis às metilxantinas, apresentando uma eliminação mais lenta dessas substâncias em comparação a outras espécies.”


 

Sinais de intoxicação


Os sintomas de intoxicação por chocolate podem surgir de seis a 12 horas após a ingestão com vômitos, diarreia, hiperatividade, tremores musculares, fraqueza, taquicardia, febre, dor abdominal, aumento do volume de urina, respiração ofegante, arritmias cardíacas, convulsões, desidratação e intensa vocalização. “Ao perceber qualquer desses sinais, procure imediatamente assistência médica veterinária. Casos graves podem evoluir para óbito", reforça a professora.


 

Fabiana chama a atenção para a conscientização dentro de casa: é importante conversar com todos da família, especialmente com as crianças, para que entendam que os chocolates não devem ser ofertados em nenhuma hipótese aos animais de estimação. “O ideal é manter ovos e bombons fora do alcance dos animais e orientar as visitas a fazer o mesmo. Pequenos gestos de atenção podem fazer toda a diferença para que a Páscoa seja alegre e segura para toda a família, incluindo nossos parceiros de quatro patas", finaliza a docente do CEUB.

 

Por Loane Bernardo - Maquina Cohn Wolfe

De férias com o pet: dicas para uma viagem tranquila, com ou sem a companhia de seu animalzinho de estimação

Deixar em casa, com cuidador ou levar o pet para passear? Veja dicas de veterinária sobre como cuidar do seu animal de estimação durante períodos em viagem



Tirar um tempo de descanso e viajar é o plano de muitas pessoas, mas para quem tem pet quase sempre fica uma preocupação: o que fazer com seu amigo de quatro patas? Muitas vezes, levar o pet se torna algo impossível, por isso, é fundamental que entre os preparativos de viagem esteja a definição sobre os cuidados do seu animal de estimação.  


Para Nathali Braz Vieira dos Santos, veterinária da Pet de TODOS (CRMV 60757), os cuidados que podem garantir a segurança do pet devem começar muito antes da viagem, verificando se ele está em boas condições de saúde e garantindo a vacinação em dia. Para isso, é sempre indicado levá-lo antes ao veterinário para assegurar que não há problemas de saúde e que está protegido contra doenças que podem ser causadas por agentes infecciosos. “É muito importante sair de casa com as vacinas, vermífugo, antipulgas e carrapatos em dia. As vacinas vão proteger o pet de doenças fatais, como parvo, cinomose, raiva, gripe e giárdia. O vermífugo previne e combate parasitoses e verminoses. Os antipulgas e carrapatos também são fundamentais, considerando que carrapatos contaminados transmitem erliquiose e a babesiose, que são doenças graves e também podem ser fatais”, alerta Nathali.


No caso do pet acompanhar o seu tutor na viagem, a veterinária também chama a atenção para o transporte adequado do bichinho. Além de colocar em risco a vida do pet, o transporte de animais soltos no interior do veículo é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). A infração é grave e o motorista pode ser multado em R$195,23 e ter cinco pontos na CNH. “É recomendável usar caixas de transporte para pets ou com o cinto de segurança da coleira afivelado no banco de trás. No caso de aviões, o transporte precisa ser feito por bolsa de transporte; o tutor deve se informar sobre as medidas que cada companhia exige”, salienta.


Além desses cuidados, a veterinária da Pet de TODOS menciona estratégias que podem evitar o estresse dos animais, entre elas, fazer paradas ao longo do trajeto, manter o pet hidratado e o carro com o ar condicionado ligado em dias extremamente quentes. “Por prevenção também é bom consultar o médico veterinário antes da viagem para que ele receite um antiemético na dosagem adequada, no caso de enjoo. É aconselhável, ainda, levar a caminha e o cobertorzinho, que vão ajudar na adaptação do novo espaço, além da ração que ele está acostumado, alguns petiscos e brinquedos”, acrescenta Nathali.


Deixar sozinho não é opção

Apesar do desejo de não se separar do seu melhor amigo, em muitas ocasiões realmente não há a possibilidade de levar o pet na viagem. Neste caso, deixar o animal sozinho em casa não é opção. Como aponta a veterinária, são muitos os fatores prejudiciais, incluindo a ansiedade e o estresse, principalmente em casos de ausência prolongada, que podem desencadear doenças de pele, doenças renais, intestinais, entre outras. Além de resultar em comportamentos indesejados, como latido, choro e, em casos mais agravados, mutilação por estresse. “O pet sozinho pode parar de comer, parar de fazer suas necessidades fisiológicas e se machucar ao se coçar caso tenha doença de pele por estresse. Além disso, a ração não pode ficar exposta, devido à contaminação e oxidação. E água tem que ser fresca. Ou seja, pet precisa de cuidado diário, além da lei do abandono, na qual o tutor pode ser enquadrado”, destaca a veterinária.


Desta forma, se o pet não pode ir na viagem, as opções são deixá-lo com uma pessoa próxima ou um hotelzinho. “No caso de hotelzinho, é bom pedir indicação para os amigos; a experiência é a melhor forma de conseguir informações. Depois disso, antes da hospedagem, o tutor deve agendar uma visita, observar a limpeza, a segurança e onde o pet ficará abrigado, se tem barreira para evitar fuga. E também é importante entender como funciona a hora da alimentação”, orienta. “Com a companhia de outros cães, ele vai se divertir e ter um gasto energético, evitando o estresse e a ansiedade pela falta do seu tutor”, completa.


Para melhor adaptação ao ambiente estranho, o tutor deve levar para o hotelzinho o alimento que o pet está acostumado a comer, o bebedouro, comedouro, a cama e medicação, se fizer uso. A veterinária da Pet de TODOS, no entanto, faz uma ressalva: o hotelzinho é a melhor opção para os cães. Os gatos costumam ficar mais estressados quando estão fora do seu ambiente, por isso, deixá-los com um cuidador se torna mais viável.



Com um modelo exclusivo e inovador, a Pet de TODOS disponibiliza atendimentos de qualidade a preços baixos no mercado pet, com consultas inclusas no plano e ofertas como: banho, até 60% de desconto em vacinas e medicamentos e 40% de desconto em ração. Todos esses benefícios com a assinatura de um plano mensal a partir de R$ 29,90. A aposta dessa iniciativa original no mercado é viabilizar o acesso ao atendimento em pet care por preço justo, diante dos altos custos com esse serviço atualmente no Brasil, popularizando e facilitando os cuidados com cães e gatos de famílias com todo tipo de orçamento.



Por Giovanna Yoshihara - Agência Gotcha

Você já sabe, mas não custa lembrar: na Páscoa, não dê chocolate para seu pet!

A chegada da Páscoa traz o alerta aos tutores de pets para não oferecer chocolate para seus animais. Dos simbólicos ovos com os mais diversos recheios e formatos, aos tradicionais bombons e barras, essa delícia típica da data representa um verdadeiro perigo e está no topo da lista de alimentos proibidos para os pets. Mas você sabe o que faz do chocolate um vilão para cães e gatos?
 

Gustavo Quirino, médico-veterinário da Adimax, explica: “Ao contrário do que as pessoas costumam acreditar, não é o açúcar contido na guloseima que a torna prejudicial à saúde dos animais de companhia. O chocolate contém  teobromina, uma substância altamente tóxica para os cães e gatos, pois seu organismo não a metaboliza da mesma forma que o organismo humano. A teobromina é muito parecida com a cafeína e tem a finalidade de fornecer energia, mas os pets têm uma sensibilidade muito grande a ela e este efeito de estímulo acaba sendo potencializado. , se para os humanos os chocolates amargos são considerados mais saudáveis, por conterem maior concentração de cacau, para os pets eles são ainda mais prejudiciais, já que, quanto mais cacau, maior será a quantidade de teobromina em sua composição”.  
 

As consequências da intoxicação pelo chocolate dependem da quantidade que o pet ingeriu: “Nos casos em que a ingestão for pequena, o animal pode apresentar vômito e diarreia. Mas se a quantidade ingerida pelo pet for grande, podem ocorrer problemas no coração, convulsões e até levar o animalzinho ao óbito”, alerta o médico-veterinário. 
 

Para os tutores que fazem questão de estender a celebração aos seus animais, o mercado está repleto de opções de petiscos apropriados para o consumo por cães e gatos: biscoitos, bifinhos ou até alimentos úmidos, que geralmente são muito saborosos para eles. “Existem, inclusive, os petiscos funcionais, que além do momento de prazer e interação com o tutor, oferecem benefícios para a saúde dos cães e gatos”, destaca Quirino.
 

Alguns produtos no mercado pet ainda apresentam o formato de ovo de Páscoa, mas não são feitos de chocolates. Vale reforçar que o consumo desses alimentos não pode ser à vontade e o tutor deve sempre conferir na embalagem a quantidade máxima que pode ser ofertada para seu pet. 
 

Além do chocolate, há uma série de comidas típicas destas celebrações em família que apresentam riscos ocultos para nossos amigos de quatro patas: c arnes e aves especiais, bacalhau, castanhas, u vas frescas e passas, sementes de frutas, temperos como cebola e alho e ossos são alguns exemplos.  “A ingestão de alimentos gordurosos pode levar à inflamação do pâncreas; já o consumo de ossos pode ser ainda mais perigoso, pois podem causar perfuração intestinal , levando a uma condição de urgência; por fim, ingredientes como a cebola e o alho estão presentes o ano todo, mas vale reforçar que seu consumo pelos pets também pode oferecer riscos à saúde, como palidez, aumento da frequência dos batimentos do coração e da respiração, apatia, fraqueza, vômito, diarreia e dor abdominal”, exemplifica o médico-veterinário . 
 

Se o animalzinho ingerir acidentalmente algum alimento e o tutor notar que ele apresenta qualquer mal estar, é recomendado que seja levado imediatamente ao médico-veterinário de confiança. 


Por Thais Gobbi - JTCom Comunicação

Universidade Brasil realiza soltura de aves silvestres em Fernandópolis (SP)

Animais silvestres em tratamento e reabilitação no Hospital Veterinário da Universidade Brasil
Crédito: imagens de divulgação

Animais silvestres em tratamento e reabilitação no Hospital Veterinário da Universidade Brasil
Crédito: imagens de divulgação
 

A Universidade Brasil (UB), instituição comprometida com a excelência acadêmica há mais de cinco décadas, realizou a soltura de aves silvestres que foram tratadas e reabilitadas no Hospital Veterinário (HV) do campus de Fernandópolis. A parceria com a Polícia Militar Ambiental surgiu de uma iniciativa da própria instituição, que se colocou à disposição para receber e tratar os animais resgatados, como a Arara-Canindé e o Tamanduá-Bandeira, que estão em extinção.
 

De outubro de 2024 a janeiro de 2025, o HV da universidade atendeu 54 aves e 4 mamíferos, sendo 36 animais em extinção. A Arara-Canindé foi a espécie mais atendida, com 33 aves recebendo cuidados. O HV também prestou atendimento a 3 Tamanduás-Bandeira, além de outras espécies como tucanos, maritacas e capivaras.

A parceria reforça o compromisso da UB com a conservação da biodiversidade local. “Essa colaboração é essencial para a preservação de espécies que desempenham um papel crucial nos ecossistemas da região”, destaca o médico veterinário Junior Soares, professor da Universidade Brasil e responsável técnico pelo projeto.
 

A UB tem desempenhado um papel fundamental na preservação de diversas espécies da região, além de arcar com todos os custos do projeto, como medicamentos e alimentação.Ao receber os animais, a equipe do HV realiza atendimentos de emergência, procedimentos cirúrgicos e também cuidados neonatais, com o objetivo de garantir sua recuperação e, sempre que possível, fazer a reintrodução desses animais na natureza.
 

Bárbara Costa, reitora da Universidade Brasil, ressalta que iniciativas como essa traduzem, na prática, o papel social de uma universidade. “Além de promover o bem-estar animal e contribuir para a preservação ambiental, oferecemos aos nossos alunos a oportunidade de vivenciar experiências transformadoras, que contribuem para a sua formação cidadã e profissional”, reforça Bárbara.
 

Os veterinários do Programa de Aprimoramento Técnico da UB também apoiam a iniciativa e os profissionais têm a oportunidade de vivenciar experiências práticas enriquecedoras no manejo da fauna silvestre.
 

“Cada atendimento realizado no Hospital Veterinário impacta positivamente não apenas a saúde dos animais, mas também o aprendizado dos nossos alunos e a conscientização da comunidade. É um trabalho que envolve responsabilidade, técnica e um profundo compromisso com o meio ambiente”, complementa Junior.
 

Ampliação do trabalho do Hospital Veterinário

Ainda em 2025, a UB planeja fortalecer a parceria e a rede de proteção à fauna silvestre da região, ampliando o alcance das ações de resgate, tratamento e reinserção de animais na natureza, contando também com o apoio da comunidade e possíveis avanços na conscientização ambiental. O HV do campus de Fernandópolis é referência regional no atendimento a animais silvestres, contribuindo não apenas para a conservação da biodiversidade, mas também para a formação de profissionais altamente qualificados na área.

 


A Universidade Brasil (UB) é uma instituição de ensino superior com mais de cinco décadas de história e se destaca pela formação de profissionais altamente qualificados e pelo compromisso com a excelência acadêmica. Com três câmpus, um na capital paulista e outros dois no interior do estado, em Descalvado e Fernandópolis, e 25 polos de educação a distância espalhados pelo país, a UB oferece uma ampla gama de cursos presenciais e EaD. Reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC) com nota máxima no curso de Medicina, nos cursos EaD e em Conceito Institucional, a UB possui mais de 100 mil metros quadrados de área construída para fins educacionais e de serviços de apoio à comunidade, formando um ambiente próspero, sadio e seguro para a vivência universitária, proporcionando excelência no ensino e aprendizagem de forma completa. Referência no ensino superior, a instituição mantém seu compromisso com a responsabilidade social, a sustentabilidade e a inovação, preparando seus alunos para os desafios de um mundo em constante evolução. Site - Link



Por Joelma Silva - FSB Comunicação