Cuidar de gatos pode ser lucrativo? Entenda a remuneração da ‘babá felina’

“É um trabalho formal e pode render até 30 libras por hora”, afirma profissional



A influenciadora trans Suellen Carey, de 37 anos, brasileira que vive em Londres, chamou atenção nas redes ao explicar como funciona o serviço conhecido como “baby cat” no Reino Unido, uma espécie de babá especializada exclusivamente no cuidado de gatos. Segundo ela, além de ser comum, o trabalho pode ser altamente remunerado.


 

De acordo com Suellen, o serviço consiste em contratar um profissional para visitar a casa do tutor enquanto ele viaja ou permanece fora por longos períodos. “A pessoa vai até a residência, alimenta, limpa a caixa de areia, verifica se está tudo bem com o animal e pode até enviar relatórios e fotos”, explica.


 

Ela afirma que, diferente do que muitos imaginam, não se trata de um favor entre vizinhos. “Aqui é um serviço estruturado, com cadastro em plataformas específicas, seguro e checagem de antecedentes. É um mercado organizado”, diz.


 

Segundo Suellen, o valor pode chegar a 30 libras por hora, o equivalente a aproximadamente R$ 209 na cotação atual. “Tem gente que faz disso uma profissão. Em cidades como Londres, é uma demanda constante”, afirma.


 

A influenciadora explica que o modelo é comum no Reino Unido porque muitos tutores preferem manter o gato em casa, evitando o estresse de hotéis para pets. “O gato é territorial. Mudar o ambiente pode ser pior do que contratar alguém para ir até ele”, diz.


 

Para Suellen, a curiosidade em torno do “baby cat” revela diferenças culturais na forma como os animais de estimação são tratados. “Quando eu falei sobre isso, muita gente achou que era brincadeira. Mas aqui é algo sério e valorizado”, conclui.


 

Vídeo: https://www.instagram.com/p/DVGlq1NjEjv/


Créditos: @suellencarey.uk | CO - Assessoria




Por Isadora Fabris - Assessoria de Imprensa Cacau Oliver

Playlist para dogs: DJ Brasileira testa como a música pode influenciar o humor dos pets

Créditos: Imagem criada em IA
“Assim como a gente, eles respondem a ritmo e frequência”, afirma Scheilla Santos


A DJ brasileira Scheilla Santos, conhecida artisticamente como SHE.FREQ, de 34 anos, natural da Bahia e radicada em Londres, decidiu investigar na prática como diferentes estímulos sonoros podem influenciar o comportamento de cães. A ideia surgiu após notar mudanças perceptíveis nos animais durante seus ensaios em casa, quando determinadas faixas pareciam alterar o nível de agitação ou relaxamento dos pets.


 

A partir dessa observação, Scheilla buscou referências e encontrou estudos que associam estilos como música clássica e reggae a estados de maior tranquilidade em cães, especialmente quando o ritmo é constante e o volume moderado. Pesquisas apontam que batidas mais estáveis tendem a reduzir comportamentos ansiosos, enquanto sons abruptos ou muito intensos podem gerar alerta.


 

Ela também identificou que plataformas de streaming já oferecem playlists direcionadas a animais domésticos, organizadas por perfil comportamental. “Percebi que o mercado já começa a tratar isso com seriedade. Não é apenas uma brincadeira, existe estudo por trás”, afirma.


 

A DJ passou então a testar combinações específicas de BPM e textura sonora. Segundo ela, músicas com andamento mais lento e menos variações dinâmicas pareciam favorecer estados de repouso, enquanto batidas mais marcadas estimulavam atenção e curiosidade. “Quando eu diminuía o BPM, o ambiente ficava mais calmo. Com ritmos mais acelerados, eles ficavam mais atentos ao que estava acontecendo”, diz.


 

Scheilla ressalta que não propõe substituir acompanhamento veterinário ou comportamental, mas defende a criação de ambientes mais conscientes para os animais. “Não se trata de terapia, mas de atmosfera. A música organiza energia, e os cães reagem a isso”, conclui.



Fonte: @scheilasantos_ | CO - Assessoria

Pets redefinem lazer urbano: aplicativos conectam tutores a espaços pet friendly

Foto: Freepick
Donos de animais adaptam rotinas e lazer à aceitação de pets em espaços públicos, redefinindo a forma como ocupam a cidade



Nos últimos anos, a presença de animais de estimação deixou de ser restrita ao ambiente doméstico e passou a influenciar diretamente a dinâmica de circulação nas cidades. O aumento de estabelecimentos que se declaram pet friendly evidencia uma mudança no comportamento urbano: tutores passaram a incorporar seus animais à vida social, adaptando escolhas de lazer, consumo e convivência à aceitação de pets em espaços públicos.



Cafés, restaurantes, bares, coworkings e até espaços culturais passaram a rever suas políticas para acomodar animais de estimação. Para muitos donos, sair de casa já não significa mais se separar do pet por horas. O animal passa a ser considerado na hora de encontrar amigos, escolher onde trabalhar fora de casa ou decidir onde passar o tempo livre. Esse movimento reflete uma transformação mais profunda: o pet deixa de ser apenas parte do ambiente doméstico e passa a ocupar um lugar simbólico nas relações sociais e na experiência urbana.



Na prática, a aceitação ou não de animais em espaços públicos passou a funcionar como um filtro invisível na tomada de decisão. Muitos tutores relatam que evitam locais onde o pet não é bem-vindo, mesmo que esses estabelecimentos sejam próximos ou tradicionais em sua rotina. O resultado é a construção de um “mapa afetivo” da cidade, no qual o animal acaba influenciando diretamente onde a pessoa circula, com quem se encontra e quanto tempo permanece fora de casa.


“O pet deixou de ser um detalhe na vida urbana e passou a ser um fator de decisão..."


“O pet deixou de ser um detalhe na vida urbana e passou a ser um fator de decisão. Hoje, muitas escolhas do cotidiano, do café da manhã ao encontro com amigos, são feitas a partir da pergunta ‘posso ir com meu cachorro?’. Isso muda a forma como as pessoas ocupam a cidade e cria uma nova lógica de circulação e pertencimento”, afirma Diego Castro, vice-presidente da Way-P, app de descoberta por geolocalização para decidir ‘pra onde ir agora?’, mostrando estabelecimentos e experiências perto do usuário.



Especialistas em comportamento urbano apontam que essa transformação expõe um desafio para o planejamento das cidades, que precisam conciliar normas sanitárias, segurança e convivência com uma demanda crescente por espaços mais inclusivos para quem vive com animais. Ao mesmo tempo, a ampliação de ambientes pet friendly tende a gerar impactos positivos na vitalidade urbana, ao estimular a permanência das pessoas nos bairros e fortalecer o comércio local.



Nesse contexto, ganham relevância iniciativas que ajudam tutores a identificar espaços que acolhem pets, reduzindo o atrito entre rotina, lazer e deslocamento urbano. Ferramentas de descoberta local baseadas em geolocalização, como a Way-P, aparecem como um dos caminhos para tornar visível esse tipo de estabelecimento no entorno do usuário e apoiar escolhas cotidianas sem interferir na experiência natural de circulação pela cidade.


Fonte: @wayp.br




Por Isadora Fabris

CATS FESTIVAL LEVA MAIS DE 130 GATOS AO PARQUE VALONGO NESTE FIM DE SEMANA

De cara nova e com o mesmo DNA, a tradicional competição de gatos de raça volta a Santos nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, das 10h às 18h, no Armazém 4 do Parque Valongo, uma das principais atrações turísticas da Cidade. O CATS FESTIVAL trará mais de 130 felinos, várias novidades e a tradicional feira de adoção da Codevida (Coordenadoria de Defesa da Vida Animal). A entrada será gratuita, com pedido de doações de itens para gatos em vulnerabilidade.


Entre as raças exóticas e raras, estará, pela primeira vez na Cidade, um exemplar da raça Sagrado da Birmânia, considerada uma das mais amorosas e de beleza singular. O nome dele é Myingyan Gem's Nano, de 10 anos, que vive na Argentina com sua família humana. Mas é o Hércules, um Bengal de 3 anos, de Santa Catarina, que lidera nos cliques com o público. Conhecido por ser uma miniatura de leopardo, Hércules foi considerado tão perfeito para os padrões da raça que recebeu o troféu de campeão mundial em 2023.




Dos mais curiosos está a raça Lykoi (gato lobo), que surgiu de uma rara mutação e se assemelha a um lobo com olhos grandes e amarelos. A raça é carinhosa, alegre e no Brasil há cerca de 20 exemplares. E o que dizer do Don Sphynx, conhecido como gato pelado? Tão excepcional é a raça Maine Coon, chamada de gato gigante. Na competição, haverá ainda a raça do famoso Garfield (British Short Hair), Devon Rex (gato duende de pelos encaracolados), Ragdoll (Boneca de Pano), Kurelian Bobtail (cauda bem curta), entre muitas outras.


No Parque Valongo, os visitantes poderão curtir um dia diferente com a família junto ao CATS FESTIVAL. O lazer é completo, começando pelo playground diferenciado ao ar livre, que é um show para a garotada, o píer de contemplação e as áreas de convivência. Na área externa haverá também uma praça de alimentação do Sr. Merenda, com lanches artesanais e refeições completas para quem optar por almoçar por lá. No menu: strogonoff, filé de frango com creme de milho e lasanha de berinjela. Também terá uma cafeteria, com bolos, salgados, chocolates e brigadeiros.


Feira de adoção – No Armazém 4, em um espaço reservado, ficarão os bichanos da Codevida, que estarão esperando a oportunidade de conhecer a família que os levará para casa. A feira de adoção será promovida pela equipe da coordenadoria, que apresentará os gatinhos, permitirá um cafuné para o público sentir se há conexão com o animal, dará orientações e fará entrevistas com as famílias interessadas.


A realização é da Associação da Raça Maine Coon no Brasil (Amacoon Brasil), que neste ano completa 20 anos de existência, com celebração em Santos, cidade onde mais realizou competições: 15 no total. Em razão disso, a Expo Gatos – Praia agora é CATS FESTIVAL, pois traz no perfil mais diferenciais ao público, motivo ainda maior para as festividades.


PÚBLICO PODERÁ ACOMPANHAR CLASSIFICATÓRIA PARA MUNDIAL NA HOLANDA


O CATS FESTIVAL em Santos corresponde a uma etapa do Campeonato Brasileiro FIFe de Gatos de Raça, que terá a participação de juízes vindos da Suécia, Espanha, Itália e Argentina. Essa etapa será classificatória para o Campeonato Mundial, que acontecerá na Holanda, em outubro. Os primeiros colocados desta etapa santista levarão troféus e alimentos da ROYAL CANIN. Serão escolhidos os melhores por categoria, dentre cinco categorias, e os ganhadores são chamados de "Best in Show” ao final de cada dia.




O público poderá acompanhar tudo de perto e torcer pelo seu gato preferido! Aliás, esse é outro destaque. Desta vez, a organização do evento, pensando no público cada vez mais interessado no campeonato, oferecerá tradução simultânea das avaliações dos juízes estrangeiros. “É uma forma de nossos visitantes conhecerem mais o evento, as raças e interagirem conosco. O campeonato acontece em paralelo à exposição, mas nossa intenção é inserir os felinos cada vez mais na vida das pessoas”, explica Hugo Cavalheiro, presidente da Amacoon Brasil.


Outras novidades – E como o objetivo é também esclarecer o público sobre o universo felino, criadores e veterinários estarão reunidos em momentos especiais do evento para bate-papo sobre questões atuais e antigos tabus. Será um momento que promete informação de qualidade com quem entende de gatos.




O lifestyle do peludo é outro atrativo para os gateiros.  Haverá venda de arranhadores, bebedouros, brinquedos, tocas, alimentos e aqueles mimos para humanos que são irresistíveis. No local, haverá a presença da equipe da ROYAL CANIN, uma das maiores marcas do segmento de alimentação pet, para orientar o público.


A entrada do evento é gratuita, mas pede-se ao público a doação de cobertores para gatos, brinquedos, ração úmida (para o banco de ração destinada às famílias em vulnerabilidade) que serão entregues à Codevida.


Amacoon Brasil – A associação organizadora do evento é dedicada, primeiramente, ao melhoramento e à divulgação da raça Maine Coon e agora se abre às demais, tornando-se uma associação para todas as raças. Foi criada por um grupo de criadores formado por estudiosos, veterinários, advogados, profissionais liberais, pessoas com experiência na criação de felinos, biólogos, empresários e apaixonados por gatos. A associação surgiu a partir de discussões sobre a grande consanguinidade existente entre felinos no Brasil. O grupo promove palestras e encontros sobre diversos assuntos ligados aos felinos.



CATS FESTIVAL 2026

Dias: 28 de fevereiro e 1º de março (sábado e domingo)

Horário: 10h às 18h

Local: Armazém 4 do Parque Valongo, Centro Histórico de Santos

Acesso principal: Bulevar aéreo, que inicia no nº 155 da Rua XV de Novembro, no Centro Histórico, e segue até o Armazém 4, no Parque Valongo.

Outra opção de acesso: Ao lado da Alfândega há outra passarela, cujo acesso se dá por uma escadaria e por um elevador.

Entrada: Gratuita. **Pede-se a doação de um sachê para gatos, que será encaminhado à Codevida, unidade da Prefeitura de Santos.

Patrocínio: Royal Canin

Apoio: Lenhaeco; Abase Covetrus; Felinos do Mar; Anilhas Capri; DR Arranhadores; Eco Cosméticos; Petconfort; Íbis Valongo; Monte Serrat Hotel; Farma Bichos; Brincadeira de Gato; Radiovet; Elayne Pet Photos; Silvia Prata Pet Photos; BemDita Palavra Comunicação; Bra3o Agência de Marketing

Realização: Amacoon Brasil

Informações: 

Instagram: @catsfestivalpraia Instagram: @amacoon_brasil



Por Camilla Pereira Costa - BEMDITA PALAVRA COMUNICAÇÃO

 

SEU PET COME BEM? VEJA OS DESLIZES MAIS COMUNS NA ROTINA ALIMENTAR

Excesso de comida, petiscos e horários irregulares estão entre os principais deslizes na alimentação de pets, alerta especialista.



A alimentação é um dos pilares da saúde e da longevidade de cães e gatos. No entanto, muitos tutores acreditam estar oferecendo uma dieta adequada quando, na prática, cometem erros que, ao longo do tempo, podem comprometer o bem-estar dos pets, desde desequilíbrios nutricionais até problemas metabólicos e comportamentais mais graves.



Segundo a médica-veterinária Yeda Markowitsch, da Pet Delícia, a rotina alimentar deve ser analisada de forma integrada, considerando não apenas o que o animal come, mas também como, quando e em que quantidade. “Alimentar um pet não é apenas abastecer um pote de comida. É oferecer o que o organismo dele realmente precisa, no momento certo e com a frequência adequada”, explica.



Pequenos erros na rotina, como horários irregulares, porções inadequadas ou a ausência de critérios na oferta de alimentos, muitas vezes passam despercebidos pelos tutores, mas têm impacto direto no bem-estar dos pets. Entre os erros mais comuns na alimentação de cães e gatos, a especialista destaca:

Falta de controle da quantidade de alimento
O excesso de comida é um dos principais fatores para o ganho de peso em cães e gatos. Com o tempo, isso sobrecarrega músculos, articulações e o metabolismo, além de aumentar o risco de doenças cardíacas e problemas de mobilidade. Pets acima do peso também costumam ficar menos ativos e mais desanimados, o que afeta diretamente o bem-estar. Mesmo quando o alimento é de boa qualidade, a quantidade faz diferença, explica a médica-veterinária Yeda Markowitsch. Por isso, o ideal é dividir a alimentação em duas ou três refeições ao longo do dia.


Dar comida da mesa ainda é um hábito comum entre tutores, mas pode trazer riscos à saúde dos pets. Temperos, gorduras, sal, açúcar, cebola e alho fazem parte da nossa alimentação, mas não são adequados para cães e gatos. O consumo frequente pode causar problemas digestivos e, em alguns casos, doenças mais graves. Além disso, o pet pode passar a rejeitar a própria comida e pedir alimento o tempo todo.


Horários irregulares para as refeições
A falta de rotina também influencia o comportamento alimentar. Conforme a especialista explica, quando o pet não sabe a hora em que será alimentado, tende a comer rápido demais ou demonstrar ansiedade. “Deixar a ração disponível o dia inteiro é outro erro comum, que dificulta a percepção de saciedade e favorece o ganho de peso”, reforça.


Excesso de petiscos
Embora sejam usados como forma de carinho ou recompensa, os petiscos, quando oferecidos sem critério, desequilibram a dieta e aumentam a ingestão calórica diária. Segundo a especialista, o petisco deve complementar a alimentação, não substituir refeições nem ser a principal fonte de recompensa.


Descuido com a hidratação
A ingestão insuficiente de água pode causar problemas urinários e renais, especialmente em pets que consomem apenas ração seca. A desidratação também pode provocar cansaço, irritabilidade e menor disposição para atividades.Por isso, incluir alimentos úmidos e estimular o consumo de água faz toda a diferença para a saúde geral do pet.


Para Yeda Markowitsch, mudanças simples já trazem resultados importantes. “Manter uma alimentação equilibrada, com horários definidos e escolhas adequadas, o corpo responde melhor e o risco de doenças ao longo do tempo diminui. Isso se reflete em mais disposição, menos problemas de saúde e melhor qualidade de vida”, conclui.



 

Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia à pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 




Por Thays Ferreira - Publika.aí Comunicação