Viagem a quatro patas: pesquisa inédita revela os desafios de viajar com pets e guia traz dicas, regras e destinos pet-friendly

Imagem fornecida pelo autor

Regras, restrições e a burocracia das companhias aéreas são a principal dificuldade para 35% dos brasileiros que desejam levar seus pets na viagem, segundo pesquisa do KAYAK. Do embarque à hospedagem, o buscador preparou um guia em homenagem ao Dia Mundial do Cachorro para que a única preocupação da viagem seja decidir quem vai ficar com a janela.


 

O Brasil é o terceiro país do mundo em número de animais de estimação, com cerca de 168 milhões de pets, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet)¹. Uma nova pesquisa do KAYAK, um dos principais buscadores de viagens, revela que 24% dos brasileiros viajaram de avião com seus animais de estimação nos últimos dois anos, enquanto 18% pretendem repetir a experiência nos próximos 12 meses.


Mas viajar com um animal de estimação exige um planejamento cuidadoso. Segundo a pesquisa, as regras, restrições e a burocracia das companhias aéreas são a principal dificuldade para 35% dos brasileiros, seguidas pelo estresse que a viagem pode causar ao animal (34%) e pelos custos envolvidos, como taxas das companhias aéreas, certificados veterinários, seguros e caixas de transporte (32%).


Para marcar o Dia Mundial do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, o KAYAK criou um guia prático para ajudar os viajantes a lidar com esses desafios e aproveitar uma viagem mais tranquila com seus companheiros de quatro patas.


“Os animais de estimação se tornaram parte da família; por isso, não é de surpreender que também estejam sendo incluídos nos planos de viagem," diz Carolina Montenegro, Vice-Presidente Sênior de Marca Global & Marketing B2B do KAYAK "O segredo é planejar com antecedência. Ao conhecer as exigências das companhias aéreas e as normas do destino antes de fazer a reserva, os viajantes podem evitar contratempos e desfrutar de uma viagem mais tranquila com seus animais de estimação. É por isso que criamos este guia, para tornar as viagens com nossos companheiros de quatro patas mais fáceis e acessíveis.


O que saber antes de embarcar com o pet


Enquanto a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabelece diretrizes gerais para o transporte de animais, cada companhia aérea define suas próprias regras de acomodação, documentação, valores e condições para o embarque. Antes de viajar, o KAYAK recomenda consultar as exigências da companhia escolhida, especialmente se houver conexões ou voos operados por empresas diferentes, além de verificar as restrições sanitárias do destino e garantir que o pet esteja em boas condições de saúde para viajar.


Entre as principais companhias aéreas do Brasil:

  • Azul²: Animais de estimação com peso de até 10 kg (incluindo a caixa de transporte) podem viajar na cabine;
  • LATAM³: Animais de estimação podem viajar na cabine ou no compartimento designado da aeronave, dependendo da rota e da operação;
  • GOL⁴: animais de até 10 kg podem viajar na cabine enquanto pets de até 30 kg podem ser transportados no compartimento apropriado da aeronave, conforme as condições da rota.

O guia completo de viagem com animais de estimação, que inclui comparações entre companhias aéreas, dicas de planejamento e conselhos práticos para viajar com cães e gatos, está disponível no blog do KAYAK.


20 destinos pet-friendly no Brasil para viajar com o melhor amigo e ainda economizar

 

Além do transporte, encontrar uma hospedagem adequada também faz parte do planejamento, mas isso não significa que a viagem precise sair mais cara. Segundo pesquisa do KAYAK, 24% dos brasileiros apontam a oferta limitada de hospedagens pet-friendly como um dos principais fatores que dificultam essa etapa, enquanto 20% mencionam as taxas extras cobradas pelos estabelecimentos e 17% destacam a falta de informações claras sobre as políticas para animais de estimação.

 

Para ajudar nessa etapa da viagem, o KAYAK analisou 20 destinos brasileiros com pelo menos 20% de hotéis pet-friendly e identificou aqueles com as diárias médias de hospedagem mais econômicas:


Destino

Preço médio da diária de hospedagem no KAYAK

Curitiba, Paraná

R$203

Recife, Pernambuco

R$249

Salvador, Bahia

R$260

Belém, Pará

R$276

Fortaleza, Ceará

R$279

São Luís, Maranhão

R$286

Penha, Santa Catarina

R$304

Aracaju, Sergipe

R$315

Arraial do Cabo, Rio de Janeiro

R$326

Cabo Frio, Rio de Janeiro

R$336

Balneário Camboriú, Santa Catarina

R$337

João Pessoa, Paraíba

R$340

Belo Horizonte, Minas Gerais

R$347

Vitória, Espírito Santo

R$355

Florianópolis, Santa Catarina

R$370

Pipa, Rio Grande do Norte

R$397

Brasília, Distrito Federal

R$401

Foz do Iguaçu, Paraná

R$406

São Paulo, São Paulo

R$407

Ilhéus, Bahia

R$407




Facilite ainda mais o planejamento da viagem com o filtro pet-friendly do KAYAK


O filtro "aceita animais" agora pode ser ativado também na homepage de busca por hospedagem. Ao iniciar uma pesquisa por hospedagem, basta o viajante ativar o filtro para visualizar apenas hospedagens que recebem pets, fazendo uma seleção mais rápida e prática de opções pet-friendly.


Para se inspirar, confira as recomendações do KAYAK para hospedagens disponíveis no blog



Fontes

Abinpet¹: Brasil possui hoje a terceira maior população de pets do mundo

Azul²: Pet na Cabine

LATAM³: Posso viajar com meu animal no avião?

GOL⁴: Animais de Estimação


Insights da pesquisa:
O KAYAK realizou uma pesquisa online com a The Ripple Effect entre 2.000 adultos (18+) no Brasil que viajaram a lazer dentro ou fora do país nos últimos 1-2 anos e que também pretendem viajar nos próximos 12 meses. O trabalho de campo foi realizado entre 15 e 18 de maio de 2026.

 

Dados de hospedagens:

Com base em buscas de hotel feitas no KAYAK.com.br e marcas associadas no período entre 01/01/2026 e 12/07/2026 para estadia entre os dias 01/08/2026 e 30/10/2026. Todos os preços são médios para uma diária em quarto duplo, podem variar e não podem ser garantidos.

 


KAYAK, parte da BOOKING HOLDINGS Inc. (NASDAQ: BKNG), é um buscador de viagens com mais de 10 anos de atuação no Brasil.  Com bilhões de buscas em sua plataforma, ajudam as pessoas a encontrarem voos, hospedagens, aluguel de carros e pacotes de férias. O aplicativo do KAYAK visa facilitar o planejamento de viagens em iOS e Android. Para mais informações, basta acessar KAYAK.com.br  




Por Julia Abreu - bcbiz

Como tornar a ida ao veterinário menos estressante para gatos

Fonte: Veros Hospital Veterinário

Mudanças simples em casa, no transporte e no ambiente de atendimento podem tornar a experiência mais tranquila para os felinos e facilitar a avaliação clínica



Gatos têm temperamento diferente dos cachorros, e essa individualidade deve ser levada em consideração tanto por sua família humana quanto pelos veterinários durante as consultas de rotina. É preciso ficar atento aos sinais de estresse e tomar providências para minimizar o desconforto.
 

Para muitos felinos, o mal-estar começa antes da chegada à clínica ou hospital, com o ingresso na caixa de transporte e o deslocamento de carro. Ao entrar no ambiente médico, o desafio continua, com o contato com cheiros e sons desconhecidos e outros animais. "Ao contrário dos cães, que costumam demonstrar emoções de forma mais evidente, os gatos tendem a reagir de maneira mais discreta diante de situações de medo e ansiedade. Alguns ficam completamente imóveis, outros tentam fugir ou se esconder. Eles também podem reagir à manipulação ou miar bastante", explica Dra. Camila Ferreiro, médica veterinária especialista em felinos do Veros Hospital Veterinário.


O que o tutor pode fazer antes da consulta
 

Segundo Dra. Camila, a preparação em casa pode reduzir significativamente o impacto da visita ao veterinário. "A caixa de transporte deve ficar acessível ao gato alguns dias antes da consulta com uma manta ou objeto familiar dentro dela. Durante o trajeto, cobri-la parcialmente ajuda a diminuir os estímulos visuais. O pet pode permanecer nela até o momento do atendimento e é importante evitar retirá-lo de maneira abrupta. Além disso, podem ser utilizados feromônios específicos, desde que haja autorização prévia do veterinário".
 

O comportamento dos gatos é fortemente influenciado pelo ambiente. Sons intensos, odores de outros animais, movimentação constante e o contato com cães podem aumentar o estado de alerta dos felinos, tornando toda a jornada da consulta ainda mais difícil e estressante. Clínicas adaptadas para suas necessidades diminuem o nível de tensão e permitem que a consulta seja conduzida de maneira mais tranquila. "Na medicina felina, o ambiente faz parte do atendimento. Quando o gato é recebido em um espaço pensado para ele, conseguimos realizar a consulta de forma mais tranquila e segura. Isso melhora a experiência do animal e também facilita a avaliação clínica", destaca Dra. Camila.
 

Ambiente preparado para felinos ajuda a reduzir o estresse
 

O Hospital Veros Veterinário desenvolveu uma estrutura voltada exclusivamente aos gatos. Eles aguardam em salas de espera separadas dos cães e são atendidos em consultórios reservados para medicina felina, por profissionais experientes que conhecem o comportamento da espécie, membros ativos da Academia Brasileira de Clínicos de Felinos (ABEFel) e da American Association of Feline Practitioners (AAPP). "Adotamos a proposta Cat Friendly Practice, com uma equipe especializada e protocolos definidos para reduzir o estresse durante consultas, exames, cirurgias e internações. Nossos ambientes são acolhedores, com iluminação adequada à sua visão sensível e enriquecimento ambiental para estimular comportamentos naturais, como descansar em locais elevados", ressalta Dra. Camila.



Por Anna Carolina A. Macedo - Target Estratégia em Comunicação

Terceiro caso fatal de febre maculosa em Americana reforça o alerta para os cuidados com carrapatos e a proteção da família

Imagem fornecida pelo autor

Saiba por que mesmo cães protegidos exigem atenção após passeios ao ar livre e como a prevenção contra parasitas é fundamental para a Saúde Única



A recente confirmação da terceira morte por febre maculosa no ano, registrada no município de Americana (SP), acende novamente o sinal de alerta para a importância da prevenção contra doenças transmitidas por carrapatos. A febre maculosa é uma infecção grave e com alto índice de letalidade, provocada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida pela picada do carrapato-estrela.
 

O cenário também reforça a relevância do conceito de Saúde Única, a integração contínua entre a saúde humana, animal e ambiental. Por compartilharem o espaço de casa e acompanharem os tutores em atividades ao ar livre, os cães desempenham um papel central na vigilância e na prevenção dessa zoonose.
 

Um dos pontos de maior dúvida entre os tutores é a diferença entre os carrapatos e as doenças associadas a eles:

Carrapato-estrela (Amblyomma sp.): Habita predominantemente áreas de vegetação, parques, margens de rios e locais com presença de capivaras ou cavalos. É o transmissor da febre maculosa, doença que afeta gravemente os seres humanos e também pode infectar cães.

Carrapato-marrom (Rhipicephalus sanguineus): Adaptado ao ambiente urbano e doméstico, é o principal vetor de hemoparasitoses caninas, como a erliquiose e a babesiose, que atacam o sistema sanguíneo e imunológico do animal.


Por que cães protegidos ainda exigem atenção?

É comum que tutores se surpreendam ao encontrar carrapatos em pets que usam antiparasitários em dia, no entanto, a ciência explica que nenhum método oferece barreira 100% física contra a aproximação do parasita:

Como atuam os antiparasitários: A maioria o carrapato após o contato ou a picada. Isso protege o cão contra o estabelecimento da infestação, mas não impede imediatamente que o parasita suba no animal durante uma caminhada.

Transporte mecânico: Durante o tempo entre o carrapato subir no pelo do pet e a medicação fazer efeito, o cão pode agir involuntariamente como vetor mecânico, levando o parasita para dentro de casa ou do veículo e expondo a família ao risco.

Fase silenciosa de doenças: Em doenças exclusivamente caninas, como a erliquiose, a infecção pode ocorrer em fases subclínicas, permanecendo latente por semanas ou anos até que uma queda na imunidade ative os sintomas.

"Muitos tutores acreditam que o antiparasitário cria uma barreira invisível que impede o carrapato de se aproximar do cão, mas a medicação atua eliminando o parasita após o contato. Isso significa que o animal pode sim transportar o carrapato-estrela no pelo para dentro de casa antes que o produto faça efeito", explica a Dr. André Cutolo, gerente técnico de Pets da Boehringer Ingelheim.

Para garantir a segurança dos animais e dos tutores, especialistas recomendam a adoção de uma rotina simples de cuidados:

Após caminhadas em parques, praças ou áreas verdes, faça uma checagem no corpo do pet, especialmente nas orelhas, patas, entre os coxins (almofadinhas) e no abdômen.
Mantenha o uso regular de medicação carrapaticida e vermífugos conforme a orientação do médico-veterinário.

Ao frequentar locais com grama alta ou mata, utilize calçados fechados, calças compridas e roupas claras, que facilitam a visualização dos carrapatos no corpo.

Mantenha quintais e jardins limpos, com a grama aparada, evitando o acúmulo de folhagens e entulhos.

O acompanhamento periódico permite identificar alterações precoces na saúde do animal e definir o protocolo antiparasitário ideal para o seu perfil e estilo de vida.

"Aliar o tratamento preventivo contínuo com a inspeção visual após passeios em áreas verdes são medidas indispensáveis para interromper o ciclo de transmissão do parasita precocemente e garantir a segurança de toda a família", conclui André.



Por Thaís Vequetin Silva - Ideal Axicom
 

Xingu, filhote de onça-pintada nascido no BioParque Vale Amazônia, completa 7 meses e faz primeira aparição pública

Imagem fornecida pelo autor

Ação reforça a importância da conservação da espécie ameaçada de extinção



Xingu está em processo gradual de adaptação ao recinto ampliado, explorando o ambiente em períodos controlados e sempre acompanhado da mãe, Marília, seguindo protocolos de bem-estar e desenvolvimento definidos pela equipe técnica.


“O nascimento de Xingu foi mais um marco para a conservação da espécie. Aqui no BioParque é feito trabalho contínuo para garantir bem-estar físico e comportamental às espécies com condições adequadas para a sua reprodução e desenvolvimento. Agora ele chegou numa idade de aprendizados com a mãe. Ele está agora em adaptação ao recinto maior, em um processo gradual de crescimento e aprendizagem”, explica Nereston de Camargo, veterinário do BioParque Vale Amazônia.



Xingu é o sétimo filhote de onça-pintada nascido no BioParque nos últimos 12 anos e o terceiro com genética do cerrado. Filho de Marília e Zezé, ele vive uma fase de descobertas: aprende a nadar, escalar, correr e afiar as unhas nos troncos, sempre sob acompanhamento da mãe e da equipe técnica. A adaptação ao espaço maior ocorre aos poucos, em horários determinados, respeitando o comportamento do animal.
 

A mãe de Xingu, Marília, foi resgatada de cativeiro ilegal. Já Zezé nasceu em uma instituição em Goiás e descende de animais também retirados de situação irregular. Por terem vivido sob influência humana, eles não podem retornar à natureza, situação comum em casos de apreensão de fauna silvestre. Hoje, o casal e o filhote integram o plantel do parque e ajudam a sensibilizar o público sobre o tráfico de animais e a importância da conservação da espécie.
 

Ao longo de quase 41 anos de história, o BioParque Vale Amazônia consolidou-se como um dos principais centros de pesquisa, conservação e educação sobre a fauna silvestre no Brasil. O espaço já registrou nascimentos de diversas espécies ameaçadas de extinção, como ararajuba, arara-azul, jacupiranga, mutum-de-penacho, gavião-real, onça-pintada, onça-parda, queixada, caititu, guariba-de-mãos-ruivas e anta.
 

Além dos 29 recintos de felinos, primatas, répteis e aves, que reproduzem o ambiente natural conforme as características e comportamentos dos animais, o BioParque conta com atrações como a sala de coleção entomológica, com 1.100 exemplares de insetos da floresta; o formigueiro, que mostra ao visitante como funciona o trabalho das formigas embaixo da terra; e o viveiro de imersão, que permite uma vivência no mesmo ambiente de diversas espécies de aves.

Imagem fornecida pelo autor

 

O BioParque é administrado e mantido de forma voluntária pela Vale, como parte das ações de sustentabilidade da empresa. O espaço funciona de terça a domingo, das 9h às 16h, e fica dentro da Floresta Nacional de Carajás, unidade de conservação ambiental gerida pelo ICMBio. O acesso é autorizado pelo órgão e pode ser solicitado na portaria da Flona ou pelo link https://flonacarajas.com.br/.




Por Imprensa Vale
https://vale.com/imprensa

Tricô artesanal ganha espaço no universo pet com roupas personalizadas

Quem disse que só os humanos aproveitam o inverno de tricô? A pequena Magali já desfila com um pulôver feito à mão, sob medida e cheio de carinho. Foto: Cristina Sasaki

 


Com a chegada dos dias mais frios, não são apenas as pessoas que recorrem às peças de lã para se aquecer. Cães, especialmente os de pequeno porte, idosos ou de pelagem curta, também precisam de proteção contra as baixas temperaturas. Atenta a esse movimento, o Empório das Lãs aposta em uma tendência que une conforto, afeto e artesanato: a confecção de pulôveres em tricô para pets.



Produzidas artesanalmente, as peças valorizam o trabalho manual e podem ser confeccionadas em diferentes tamanhos, cores e modelos, proporcionando um ajuste confortável para os animais. Além de aquecer, os pulôveres também se tornaram acessórios de estilo, acompanhando o vínculo cada vez mais próximo entre tutores e seus animais.



Workshop


Com mais de 20 anos dedicados ao ensino do tricô e do crochê, as sócias do Empório das Lãs, a primeira boutique de fios e lãs de São Paulo, criaram um workshop exclusivo para ensinar suas alunas a confeccionar pulôveres para pets. A proposta é mostrar, passo a passo, como desenvolver peças sob medida que unem conforto, beleza e funcionalidade, levando para cada criação a técnica, o cuidado e o carinho que só o trabalho feito à mão é capaz de proporcionar.



Peças personalizadas


De acordo as professoras Ana Claudia Souza e Cristina Sasaki, sócias do Empório das Lãs, confeccionar roupas para pets exige atenção tanto à escolha dos materiais quanto à modelagem.



"Utilizamos fios macios e confortáveis e desenvolvemos cada peça sob medida, para que ela não aperte nem limite os movimentos do animal. Para isso, tiramos medidas como a circunferência da cabeça, do pescoço, das patinhas, do peito e o comprimento até a base do rabinho. Tudo é pensado para garantir um caimento perfeito, conforto e liberdade para o pet", explicam.



O workshop também ensina a técnica do jacquard, que permite tricotar nomes, letras e desenhos diretamente na peça, criando pulôveres personalizados para os pets.



Amora ganhou um pulôver de tricô personalizado com seu nome. Feita à mão, a peça une conforto, estilo e o carinho do artesanato para os pets. Foto: Cristina Sasaki



Tricô além da moda tradicional


A iniciativa mostra como o tricô vem conquistando novos espaços, indo além da moda tradicional e chegando ao universo dos animais de estimação. Para quem tricota, as peças representam uma oportunidade de aprender novas técnicas, desenvolver produtos personalizados e ampliar as possibilidades de criação.



Mercado pet


Com cerca de 160 milhões de pets, o Brasil está entre os países com a maior população de animais de estimação do mundo. O mercado pet brasileiro movimenta mais de R$ 70 bilhões por ano, mostrando a força de um setor que amplia a oferta de produtos e serviços voltados ao bem-estar dos animais.


Empório das Lãs

Endereço: Rua Gil Eanes, 713, Campo Belo –São Paulo SP CEP: 04601-042

Horário da loja: Segunda à sexta: das 10h às 17h, sábado: 9h às 13h

Site: https://www.emporiodaslas.com.br/

WhatsApp: Loja física (11) 98203-6688 Site 11-98541-6655

Instagram: @emporiodaslas

Facebook: emporiodaslas

TikTok: @emporiodaslas

Pinterest: emporiodaslas

Threads: @emporiodaslas



Por Cristina Aguilera - Mídia Brazil Comunicação Integrada