SALÃO DE ANIMAIS E A BRASIL MOSTRA BRASIL

Foto: Site www.brasilmostrabrasil.com.br 


Muitas novidades foram apresentadas para o seu pet na edição deste ano de 2016. O Pet Saúde é o primeiro plano de saúde para cães e gatos da Paraíba e o Cadeirinhas apresentou suportes para facilitar a locomoção dos pets com alguma deficiência


A representante do Pet Saúde na feira Vânia Braz de Melo revelou que a carência é de 30 dias e o pet já pode utilizar os serviços de consultas sem limite, vacinas, exames, internação, emergências e cirurgias nas 10 unidades já credenciadas.
O Pet Saúde já está no mercado há 6 anos e chega em João Pessoa promovendo saúde com planos a partir de 60 reais e um micro chip grátis que é colocado no animal e serve de identificação com contatos dos donos em caso de perda ou fuga.
Para mais informações o Pet Saúde participa da Multifeira  e também nas redes sociais @petsaude /petsaude e petsaude.net
Outra novidade para os pets é o Cadeirinhas que faz suportes para facilitar a mobilidade dos animais que perderam as patas, sejam elas traseiras, dianteiras, entre outros problemas de locomoção.
O proprietário James Wagner explicou que a empresa surgiu da necessidade de alguns animais por este tipo de serviço numa ONG que conheceu. As primeiras foram feitas de cano de PVC e evoluíram para peças feitas sob medida de materiais como alumínio com borracha.
Para James, a Multifeira surge como uma oportunidade para mostrar seu trabalho e divulgar seus serviços que tanto reabilitam os animais de problemas que podem levar o pet até a morte, devido a falta de mobilidade.
“Com o uso de cadeirinhas prevenimos depressões, falta de apetite e tristeza. Com ela o pet volta a andar e mesmo com limitações tem uma vida normal de atividades lhe dando um novo ânimo para viver. Isso não tem preço”.
Para entrar em contato o Cadeirinhas está na Multifeira e nas redes sociais: @cadeirinhaspb e /cadeirinhasipb e cadeirinhaspb@gmail.com
Fonte: Noticias - www.brasilmostrabrasil.com.br

GRAVIDEZ PSICOLÓGICA TAMBÉM ATINGE CÃES FÊMEAS

Agressividade, perda de apetite, produção de leite e distenção abdominal estão entre os sintomas da doença. Castração é a melhor forma de prevenção e tratamento



Por Fernando Mathias Bento*

A gravidez psicológica, conhecida também como pseudociese, não afeta apenas humanos. Cadelas que apresentam elevados níveis de progesterona, hormônio considerado o mais importante para manutenção do cio, também podem desenvolver a doença. Quando o animal não é submetido ao cruzamento, esse hormônio sofre uma queda abrupta, capaz de causar grandes alterações hormonais, comportamentais e físicas.

Embora não existam estudos que relatem a predisposição da doença, geralmente os sintomas têm início após seis ou quatorze semanas de cio, de acordo com o organismo de cada animal. Para aquelas que ainda não tiveram filhotes, a tendência em desenvolver o problema passa a ser muito maior. 

De maneira geral, a fêmea apresenta os mesmos sintomas maternais típicos de uma gestação verdadeira: lambedura constante do abdômen, distensão mamária, produção e secreção do leite, além de efeitos de maior gravidade, como agressividade, perda de apetite, vômito, distensão e contração abdominal, diarreia, aumento do consumo de água e produção de urina.

Existem medicamentos específicos para tratar os sintomas, mas a necessidade ou não de usá-los só poderá ser avaliada pelo médico veterinário. Em alguns casos, permitir que a cadela tenha por perto objetos que foram adotados como “filhotes” podem piorar o problema e, até mesmo, estimular a produção de leite. E como a gravidez psicológica inflama muito o tecido mamário, há a predisposição ao câncer de mama.

O ideal é que a situação seja analisada com cuidado, se possível, pelo próprio médico veterinário, para que ele possa diagnosticar e recomendar o tratamento adequado para o animal. E é importante lembrar que a castração é o método mais eficiente na prevenção e tratamento da doença.

*Fernando Mathias Bento é médico veterinário do hospital Pet Care.


BISCOITOS PARA GATOS


Biscoitos caseiro para seu bichano 

 - Ingredientes - 

- 2 ½ xícaras de farinha integral
- ½ xícara de leite desnatado em pó
- 1 ovo batido
- Aroma (o suficiente para virar uma massa dura: Pedacinhos de carne; Atum; Salmão)

- Preparo- 
- Misture a farinha, o leite em pó e o alho em pó em uma tigela de tamanho médio. 
- Adicione o ovo batido e o aromatizante. Amasse com as mãos até obter uma massa dura. Ponha a quantia de aromatizante que for necessária para obter a consistência certa. Abra a massa sobre uma superfície com farinha. Deixe a massa com cerca de 1 cm de espessura.
- Dê formas aos biscoitos. Você pode usar a boca de um copo pequeno ou cortadores especiais para biscoitos em formatos diferentes.
- Arrume os biscoitos em uma assadeira forrada com papel manteiga. 
- Asse a 180ºC durante meia hora ou até dourarem.

BISCOITO PARA CÃES


Biscoito de queijo caseiro para seu cãozinho


- Ingredientes - 
100 g de queijo ralado
100 g de queijo cottage
50 g de farinha de rosca
1 ovo
200 g de farinha de trigo
1 colher de sopa de óleo
Um pouco de água

- Instruções - 
Misture bem todos os ingredientes e forme pequenas bolas.
Asse por 20 minutos a 180 °C.
Em seguida deixar secar em forno baixo para obter biscoitos crocantes.

- ATENÇÃO - 
– Verifique se seu cachorro não tem intolerância a algum dos ingredientes
– Se seu cachorro sofre de atopia, ele não pode comer queijo ou peixe
– Não exagere, ofereça no máximo dois biscoitos por dia pro seu cão.

VACINAÇÃO É A MELHOR FORMA DE PREVENIR A HEPATITE EM CÃES

Doença infecciosa que atinge mais comumente cães com menos de 1 ano e provoca afecções no fígado, complicações nos rins, olhos e vasos sanguíneos 
cachorro tosseO vírus da hepatite, que afeta gravemente os seres humanos, também pode acometer os cães. Conhecida como hepatite infecciosa canina, a doença viral é causada pelo adenovírus canino (CAV-1), um tipo de vírus que provoca afecções de vários órgãos, principalmente fígado, rins, olhos e células endoteliais do animal, ou seja, as que revestem a superfície interior dos vasos sanguíneos. “O vírus entra no organismo do animal pelas narinas e boca, se alojando nas amígdalas por cerca de 4 a 8 dias. Em seguida, se espalha pela corrente sanguínea e se dirige para as células de Kupffer no fígado, causando replicação e sérios danos ao tecido hepático,” explica o Drº Marcelo Quinzani, médico veterinário e diretor clínico da rede de Hospitais Veterinários Pet Care.
Segundo o veterinário, durante a fase de infecção, o vírus acaba sendo eliminado nas fezes e na saliva, transmitindo então de um animal para o outro. “Nos cães que desenvolvem anticorpos contra esse vírus, não permitindo a instalação da doença, ele se aloja nos rins quando passa a ser eliminado na urina por 6 a 9 meses. Já em cães com resposta parcial dos anticorpos, é desenvolvida a hepatite crônica, que pode levar a lesões oculares, mais conhecidas como uveíte (olhos azuis da hepatite)”, completa.
Sintomas e tratamento
Cães com menos de 1 ano de idade são os mais susceptíveis a adquirir a virose. Os sintomas dependerão do estado imunológico do hospedeiro e também da fase em que a doença se encontra. “No início, o animal terá febre, perda de apetite, letargia (desânimo), vômitos e diarreia. Com a evolução da doença, pode ter dores abdominais, aumento do tamanho do fígado, icterícia (pele e mucosas amareladas) e alterações de coagulação com aparecimento de machas na pele, hematomas, aumento dos gânglios e raramente, alterações neurológicas,” afirma o veterinário, que lembra ainda que quando o vírus já está em sua fase tardia, podem aparecer inflamações da córnea (ceratite) ou iris (uveíte).
O tratamento é sintomático, ou seja, dependerá da fase da doença em que o animal se encontra e das alterações que o vírus causou em seu organismo. Normalmente, é indicada a hospitalização para que o cão receba a fluido terapia venosa, reposição de eletrólitos e medicação para controlar o vômito e a diarreia. O uso de antibióticos fica restrito a avaliação do animal e suas complicações.
É importante também que o animal tenha um suporte nutricional, incluindo pequenas refeições frequentes. O cão precisa ser alimentado com suporte adequado de proteínas (proteínas de alto valor biológico). A quantidade dependerá da condição individual e do grau da lesão hepática.
Com relação a doença deixar sequelas no animal, o veterinário explica que isso dependerá do grau de desenvolvimento da lesão hepática. “Como o fígado tem uma grande capacidade de regeneração, espera-se que não se apresente sequelas,” afirma. Já as lesões oculares, quando ocorrem, podem deixar sequelas que vão desde o glaucoma até a perda definitiva da visão.
Como prevenir
A melhor forma de prevenir a hepatite é através da aplicação de vacina, que deve ter início entre 6 e 8 semanas de idade, com reforços a cada 3 ou 4 semanas até atingir 16 semanas de vida. “Depois disso, por toda a vida do cão, o reforço deve ser anual, uma vez que esta é uma vacina altamente eficaz e faz parte do que conhecemos como vacina polivalente (V8 ou V10),” completa.
 Sobre o Hospital Veterinário Pet Care
Fundado em 1990, o Hospital Veterinário Pet Care oferece a mais completa estrutura de atendimento clínico, cirúrgico e diagnóstico para pequenos animais. Seu corpo clínico é constituído por mais de 80 veterinários e especialistas altamente qualificados, com formação nas melhores escolas de Medicina Veterinária.
Com atendimento 24 horas para casos emergenciais, o hospital atende a diversas especialidades (entre elas cardiologia, neurologia, ortopedia, endocrinologia e dermatologia) e conta com equipamentos de diagnósticos de última geração, plano de saúde próprio (com direito a tratamento periodontal), salas de internação e Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Hospital Veterinário Pet Care
Unidade Ibirapuera: Av. República do Líbano, 270 – São Paulo
Unidade Pacaembu: Av. Pacaembu, 1839 – São Paulo
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