quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

BRINCAR CARNAVAL COM OS CÃES É UMA DELÍCIA, MAS REQUER CUIDADOS

O carnaval, uma das festas mais populares do Brasil, está chegando. Nesta época, as pessoas cantam, dançam, pulam, se divertem. Como já são parte da família, nada melhor do que fantasiar os cães para acompanhar seus donos na folia. Mas vale lembrar que colocar fantasia nos pets satisfaz o gosto dos donos, porém nem sempre é uma escolha do animal. Por isso, é importante tomar alguns cuidados.

Para o especialista em comportamento canino Ricardo Tamborini, o uso de fantasias e roupas muito quentes, tecidos e adereços pesados causam desconforto e calor em excesso, o que pode prejudicar o animal. “É importante priorizar o limite do pet, não exagerando na fantasia, respeitando principalmente aqueles que não se sentem à vontade usando roupinhas ou adereços”, destaca.

As festas e bloquinhos geralmente acontecem na rua, então evite sair entre 10h e 16h, período em que o sol está mais quente, pois o calor em demasia pode desidratar o animal e o chão quente pode queimar suas patas. Além disso, é muito importante hidratar o cão. Leve bastante água fresca ou ofereça a ele água de coco. Cães idosos, filhotes e raças de focinho muito curto (braquicefálicos) merecem cuidado e atenção redobrados, pois desidratam muito rapidamente.

Locais muito movimentados, com pessoas estranhas e outros animais, podem ser muito excitantes ou aterrorizantes para o cão. Portanto, nunca saia sem guia e coleira. “Usar o material de passeio vai prevenir a fuga do animal caso ele se assuste com pessoas ou com o barulho, além de evitar que ele se envolva em alguma briga com outro cão ou que fique pulando nas pessoas ao redor”, explica Tamborini.

O especialista também aconselha os donos de cães antissociais e desobedientes a não frequentar locais públicos e muito movimentados. “Caso o seu cão seja agressivo, procure circular com ele em locais menos movimentados e, de preferência, fora dos horários de maior movimentação”, ressalta.

Procure também ficar afastado das caixas de som. Músicas muito altas também são incômodas para os cães, já que a audição deles é muito mais apurada que a nossa e, por isso, eles conseguem captar sons que para os humanos são imperceptíveis. Esse barulho pode irritá-los e causar estresse ou medo, levando-os a tentar fugir.

Ricardo Tamborini é adestrador e especialista em comportamento canino. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

ASSOCIATIVISMO - UNIDOS GANHAMOS MAIS

Associativismo surgiu nos primórdios da humanidade, quando o homem percebeu a necessidade de viver em grupos para caçar, se defender e cultivar.
Associativismo ainda é uma palavra que não se encontra nos dicionários, mas que pode ser definida como o ato de se associar, agregar. juntos, unir forças para um fim comum.Numa definição ampla, dizemos que Associativismo é qualquer iniciativa formal ou informal, que reúne um grupo de empresas ou pessoas, com o objetivo principal de superar dificuldades, e gerar benefícios econômicos, sociais ou políticos.

Dentro da necessidade de se criar novas alternativas para superar a crise econômica e buscar o desenvolvimento, o Associativismo é o caminho para novas oportunidades.

Hoje, num mundo globalizado e competitivo, precisamos em nosso país de empreendedores que acreditem no Associativismo, que percebam e valorizem essa forma de representatividade.

Empreendedorismo e Associativismo são aspectos fundamentais e andam juntos.

O número de concorrentes da pequena empresa aumenta a cada dia. O crédito está cada vez mais caro e difícil, da mesma forma, há muita dificuldade para se divulgar o negócio, para desenvolver os métodos gerenciais da empresa, treinar a si e aos funcionários e assim por diante. O incrível, porém, é que há uma forma de atenuar ou resolver muitos desses problemas: " O Associativismo".

Participar de um grupo associativista requer uma transformação muito grande  na personalidade do empreendedor, tal como, deixar a vaidade de lado, reforçar a solidariedade e enxergar no concorrente um aliado. Tudo isso não é simples, pois exige uma grande mudança cultural, uma vez que a maioria das pessoas são individualista.

Perfil Associativista:

-Ver no concorrente um aliado com quem pode aprender;
-Empreendedor não se considera dono da verdade;
-Ter gestão transparente;
-Compartilhar informações e idéias;
-Buscar resultados a longo prazo;
-Tomar decisões de forma colegiada;

Engana-se aqueles que, ao participar de um grupo associativista, trabalharão menos e os resultados virão com maior facilidade. Pelo contrário, exige-se muita dedicação, espírito associativista e, além disso, atitudes cooperativistas para ajudar e ser ajudado.

O Associativismo propõe aos empresários, que são desunidos e agem individualmente, uma união capaz de fazê-los pensar coletivamente, havendo um ganho significativo na cultura empreendedora.

Parceria deve ser a palavra de ordem em toda organização, cujo objetivo é adotar ações colegiadas. Não podemos cair na tentação de obter uma vantagem extra imediata, frustando o modelo. Tudo é uma questão de entender que se trata de uma relação ganha-ganha, tanto por parte dos fornecedores quanto dos associados.

Compartilhar é um fundamento básico do Associativismo e é importante que se tenha em mente que a união deve ser feita para ajudar.

Fonte: Publicado na Revista Bichos.Com - Março 2007.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

VAQUEJADA, A TRADIÇÃO CONTRA O BOM SENSO


A discussão acerca da pratica da vaquejada continua na tentativa de que atividade chegue ao fim em todo o Brasil

Em um país de dimensões continentais, a diversidade cultural é um patrimônio da nação, um bem tutelado pela constituição de 1988  que diz que  o estado deve proteger e assegurar as manifestações culturais populares, indígenas e afro brasileiras nos termos do artigo 215 da Constituição Federal.
Na segunda metade do século XX a atividade conhecida como vaquejada ganhou espaço como modalidade esportiva dentro de rodeios e festas típicas. O esporte é praticado em duplas e tem como objetivo a derrubada do boi. Enquanto um dos cavaleiros encurrala o animal que tenta fugir, o companheiro puxa a calda do bovino até efetuar a derrubada por completo.
            Nos últimos anos iniciou-se uma batalha para o fim dessa atividade que foi considerada nociva aos animais, segundo ativistas e especialistas, a prática da vaquejada implica em maus tratos de filhotes de bois e animais jovens.
Visando a proteção da atividade “esportiva” o estado do Ceará possuía uma lei própria (Lei nº 15.299/13) que regulamentava em seis artigos as normas para a realização de eventos de tal modalidade. Mas após anos de pressão e depois de largas discussões em âmbito público e jurídico, finalmente a discussão chegou ao STF, que em 06 de outubro deste ano determinou a inconstitucionalidade da lei com base no artigo 225 da Constituição Federal, visto que a pratica da vaquejada submete animais a crueldade.
O advogado Paulo Bernardo Filho, especialista em direito penal reflete: “É  incontestável que a vaquejada movimenta cifras elevadas com a realização de eventos, comércio de animais e empregos indiretos, e a discussão a respeito do tema leva muito tempo  para se desenrolar em âmbito nacional, por conta da questão financeira que gira em torno da prática, mas a derrubada da lei  cearense  mostra avanços no contexto ambiental e jurídico, pois se nota que questões voltadas aos direitos dos animais estão sendo levadas de forma mais séria, podendo a atividade chegar ao fim nos demais estados do país”.
Paulo Bernardo Filho formou-se Bacharel em Direito pela Fundação Álvares Penteado em 2012, e desde então atuou em casos que abrangem praticamente todo o Código Penal. Já defendeu os mais variados tipos de clientes e crimes, desde a fabricação e circulação de moeda falsa até homicídios passionais com a mais alta complexidade de conjunto probatório. Possui pós-graduação em Direito Penal e Direito Processual Penal pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, e é especialista em Crimes Dolosos Contra Vida pela Escola Superior de Advocacia (ESA).

Atualmente iniciou um projeto com o intuito de colaborar com aqueles que não tem acesso a uma defesa de qualidade, trabalhando em seu escritório um caso na modalidade pro bono por mês, o que possibilita a defesa de muitos cidadãos que não têm acesso à este tipo de auxílio.

Por Joana Ribas
joanaribas0@gmail.com
Informações para a Imprensa
(11) 97521-5302

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

NOTÍCIAS BICHOS.COM

Vilênia Toscano Cunha é reeleita  para o próximo quadriênio 2017 - 2021

Realizou-se no dia 16 de janeiro deste ano, a eleição da nova diretoria do Kennel Clube da Paraíba. Na ocasião foi reeleita a presidência Sra. Vilênia Toscano Cunha, tendo como vice-presidente a Sra. Mabel Holanda.

O Kennel Clube da Paraíba fica situado à Rua Carneiro da Cunha, 857 - Torre - João Pessoa - Paraíba
E-mail: kennelparaiba@gmail.com
Telefone: (83)3243.7193
Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta-feira das 14 h às 18 h.
Presença da Fundadora Selma Maria

Em primeiro Plano da esq. para dir.: Sras. Mabel Holanda, Vilênia Cunha(Presidente), Kelly Maria e Joana Guimarães. Logo acima da esq. para dir.: Eulâmpio Neto, Luis Soares, Felipe, Ricardo Cícero e João Guimarães.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

PETS NA REVISTA

Conheça os Pets que fazem de tudo para aparecer e conquistar você
É hoje(13/01) o aniversário desse cãozinho especial. Ele é o Boby,  modelo de vários marcas de produtos e capas de revistas, já participou aqui na Revista Bichos.Com e será nosso primeiro entrevistado na nova seção: Entrevista Bichos.Com
O Boby é um cãozinho da raça Lhasa Apso e mora em Penha-SC, ele é o xodó e o amor da vida da Malu Felicio que o ama muito. 
Parabéns Boby por seus 4 aninhos de vida!!!
Créditos das fotos: Facebook da Malu Felicio