terça-feira, 26 de junho de 2018

DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS ENTRE TUTORES DE CÃES E GATOS

Pesquisa mostra diferenças e semelhanças entre tutores de cães e gatos

 Entrevistados foram questionados sobre diferentes aspectos e particulares, com o objetivo de encontrar tendências entre os tutores de cães e os de gatos e entender como seus animais influenciam suas vidas De dietas a preferência de exercícios físicos até escolhas de relacionamento e carreira, a pesquisa mostra que os cães geralmente têm uma influência maior nas decisões de seus tutores do que os gatos

In Press Porter Novelli
A Mars Petcare, maior empresa de alimentos para pets do mundo e líder global no segmento, tem como propósito fazer do mundo um lugar melhor para os pets e realizou uma pesquisa com mil tutores de cães e mil tutores de gatos para observar as diferenças e semelhanças entre eles.

Os resultados mostraram que as pessoas que gostam de gatos têm mais propensão a serem criativas - têm quase quatro vezes mais chances de trabalhar com áreas que envolvem inovação e criação. Os amantes de cães tendem a ganhar mais dinheiro em média, o que pode estar ligado ao fato de serem mais propensos a trabalhar na área financeira. A renda extra pode ajudar os tutores de cães, já que eles tendem a gastar 33% a mais em roupas e acessórios e 26% a mais em entretenimento do que os tutores de gatos

Falando sobre entretenimento, os chamados ‘gateiros’ são mais propensos a assistirem documentários, musicais e filmes indie. Os amantes de cães são grandes fãs de terror e ação, mas também gostam de histórias românticas.

Os tutores de gatos são mais propensos a desfrutar de hobbies mais leves, gostam de ler, escrever e realizar trabalhos manuais como, por exemplo, jardinagem. Já os de cães, por outro lado, gostam de atividades mais agitadas, como esportes, ioga, dança e viagens - demonstrando a necessidade de gastar energia em um nível semelhante ao de seus próprios amigos peludos.

Dia difícil? Terapia com animais realmente funciona

Seja por meio de exercícios, abraços ou um ‘ouvido amigo’, o impacto positivo que recebemos de nossos pets é nítido. A pesquisa descobriu que os cães são muito mais propensos a melhorar a vida de seus tutores por meio de atividades físicas do que os gatos (45% contra 8%). Os tutores de cães também são mais propensos a serem corredores, com um quarto (25%) dizendo que correm regularmente, contra apenas 16% dos tutores de felinos.

Embora os gatos possam não ser os melhores amigos de treino, seus tutores são mais propensos a dividir os pensamentos e segredos mais íntimos com seu pet (23% contra 19% para tutores de cães). E ter aquele pequeno “ombro” para chorar realmente parece ajudar, já que os tutores de gatos são mais propensos a dar crédito ao seu animal de estimação pela a redução do estresse (70% contra 66%) e também pelo conforto em momentos de tristeza, como a perda de um ente querido ou após uma ruptura de relacionamento.

“Os benefícios dos animais de estimação para a saúde e o bem-estar dos seres humanos é um assunto amplamente estudado por nós. Os pets representam uma parte essencial da sociedade e fornecem um apoio valioso em facilitar a interação humana e os contatos sociais, além de proporcionar companhia. As evidências científicas têm demonstrado os inúmeros benefícios advindos dos pets, não só para os seus tutores, mas também para a sociedade como um todo”, afirma Jam Stewart, Vice-Presidente de Assuntos Corporativos da Mars Pet Nutrition.

Pets nos fazem felizes de muitas maneiras

Apesar dessas diferenças, os tutores de gatos e cães têm algumas coisas em comum - especialmente quando se trata de viagens e planejamento de vida. Mais de um quinto deles leva seu animal de estimação junto nas férias, um quarto faz as refeições diárias acompanhados de seus pets e mais de um terço compra presentes em aniversários e datas comemorativas - embora os tutores de cães tenham duas vezes mais chances (19% x 9%) de celebrar o aniversário de seus melhores amigos com uma festa completa.

Com laços tão fortes, não é surpresa que os pets influenciem fortemente o planejamento de vida semanal de seus tutores. Os cães têm um pouco mais de influência sobre como seus tutores tomam decisões, com mais de dois terços confirmando que o pet influencia diretamente seu planejamento (67% x 58%).

É interessante pensar nas formas como os nossos animais de estimação moldam as nossas personalidades - mas, no final, parece que os tutores de cães e gatos não são tão diferentes. Uma importante tendência é notar o papel significativo que os pets desempenham em suas vidas, seja influenciando decisões de viagem, ajudando com rotinas de exercícios ou apenas ouvindo atentamente, ou seja, os animais de estimação podem melhorar nossa vida de várias maneiras.

Principais tendências observadas

Tutores de Gatos
Tutores de Cães
Áreas de atuação
Saúde, Negócios, Empreendedorismo, Criação
Finanças, Educação, Direito, Governo, ONGs
Estado civil
Solteiro, comprometido, divorciado e viúvo
Namorando, noivo e casado
Seriados preferidos
Seinfeld, Breaking Bad, House, Downton Abbey
Game of Thrones, The Big Bang Theory, Grey's Anatomy, The Walking Dead, House of Cards, The Sopranos, Law and Order, Modern Family
Estilos de filmes preferidos
Suspense, animação, indie, musicais, comédia, documentário e filmes de época
Terror, ação, romance, família e drama
Música
Jazz, blues, rock e clássica
Hip hop, rap, pop e sertanejo
Traços de personalidade
Tímido, ansioso e mal-humorado
Aventureiro, confiante, otimista e animado
Quantidade de melhores amigos
5
6
Quantas vezes saem à noite por mês?
2
3
Hobbies
Ler, escrever, trabalhos manuais, assistir TV
Yoga, dançar, viajar e esportes
Sobre a pesquisa: o estudo foi realizado em setembro de 2017, pela OnePoll para a Mars Petcare. Foram entrevistados 1.000 tutores de gatos e 1.000 tutores de cães nos Estados Unidos.
Por Tatiana Katibian - In Press Porter Novelli

quinta-feira, 21 de junho de 2018

10 DICAS PARA CUIDAR DO CÃO DURANTE OS JOGOS

Ricardo Tamborini dá 10 dicas para cuidar do cão durante os jogos da Copa do Mundo

Com as comemorações dos jogos da Copa do Mundo, é comum encontrarmos cães mais sensíveis que sofrem com o medo dos fogos de artifício. Em primeiro lugar, é preciso saber que nenhum cão nasce com medo. Pelo contrário, seus desvios comportamentais afloram de acordo com os estímulos recebidos.
Segundo o adestrador e especialista em comportamento canino, Ricardo Tamborini, o cachorro deve entender, desde filhote, que o barulho dos fogos não representa perigo e que é algo passageiro. Caso o tutor não condicione o animal da maneira correta, ele pode desenvolver fobia e o medo pode resultar em outros problemas, como estresse, insegurança, agressividade e depressão.
Para que os tutores saibam como lidar melhor com o problema, Tamborini listou uma série de dicas com foco em cães que já têm fobia de fogos de artifício:

1 - Cuidado com objetos que podem machucar o animal. Retire porta-retratos de vidro, taças e qualquer outra peça que possa feri-lo caso ele corra ou tente pular por conta do medo de barulhos.
2 – Tome cuidado com as fugas. Em dias de jogo, é grande a movimentação de entrada e saída de visitas ou moradores da casa. Portanto, fique sempre atento com portas e portões abertos, evitando que o cão fuja.
3 - Proporcione um ambiente seguro e tranquilo para o animal, caso esteja em um lugar estranho, na casa de amigos ou viajando. De preferência, deixe-o em um local silencioso, longe de pessoas e outros cães. Em situações de medo, o cão procura abrigo em algum local escuro e tranquilo.
4 – Abrigue o cão em uma caixa de transporte de tamanho adequado, cobrindo essa caixa com algum tecido escuro, ou coloque-o em um quarto escuro.
5 - Coloque chumaços de algodão nos ouvidos do cão. Isso ajuda a abafar o barulho dos fogos e faz com que ele fique mais confortável e tranquilo. Mas não se esqueça de tirar o algodão ao final do dia.
6 - Coloque uma coleira com plaquinha de identificação com o nome do cão, telefone dos proprietários e endereço. Por conta do medo e desespero, é bastante comum as fugas em períodos de comemorações com fogos.
7 - Retire a alimentação do animal horas antes dos jogos. Por conta da ansiedade causada pelos fogos, alguns cães se alimentam rápido demais e podem sofrer complicações como vômitos ou torção gástrica. Já a água deve estar sempre à vontade.
8 - Fique atento e tome muito cuidado para que o cão não roube comida ou petiscos da mesa. Alimentos humanos fazem mal ao animal, e alguns podem até intoxicá-lo.
9 - Faça caminhadas pouco antes dos jogos. Cansar o cão física e mentalmente poderá ajudá-lo a passar por esse período de forma mais calma e tranquila.
10 - Deixe o animal em um hotel de cães que tenha uma equipe preparada. Jamais deixe um cão que tem medo de fogos sozinho em casa, pois, devido ao medo, ele pode se machucar seriamente, querendo fugir da situação que o está incomodando.

Ricardo Tamborini é adestrador e especialista em comportamento canino. 

quinta-feira, 31 de maio de 2018

1º LIVRO DO MUNDO PARA LER COM OS GATOS

Inspirado em fatos reais, “O Gato Mais Curioso do Mundo”
traz uma surpresa em cada página para estimular a curiosidade dos felinos 
WHISKAS® lança o primeiro livro do mundo para ler com os gatos

Livros sempre despertaram a curiosidade das pessoas. Todos querem saber o que vai acontecer na próxima página ou no capítulo seguinte. Este foi o ponto de partida do projeto que WHISKAS® está lançando, com criação da AlmapBBDO. Dando continuidade ao posicionamento “Alimente a Curiosidade”, a marca desenvolveu um livro baseado na história real de um gatinho que fugiu da sua caixa de viagem durante um voo para Londres. Escondido no avião, ele só foi encontrado 52 dias e 960.000 km depois, o suficiente para dar 24 voltas ao redor do mundo.

Este fato inspirou a criação do primeiro livro do mundo para ler com os felinos “O Gato Mais Curioso do Mundo”, que conta a história da gatinha mais curiosa do mundo, Issy (uma brincadeira com a pergunta que ela sempre se fazia: “E se…?”). A cada página, Issy visita um lugar diferente ao redor do planeta. A medida que as páginas são folheadas surgem as impressões da personagem sobre um país ou cidade que são representadas por pequenos brinquedos dentro do livro - em diferentes formas, cores e texturas - que despertam a curiosidade natural dos felinos.

Do fio do macarrão italiano à pena do pássaro brasileiro. Do tubo nas ondas australianas às luzes dos cassinos de Las Vegas. Da areia do deserto mexicano à pescaria com os esquimós. São 16 destinos lindamente ilustrados para celebrar e estimular a curiosidade dos felinos.

“Os gatos são animais curiosos por natureza e queremos, cada vez mais, inspirar os tutores a cultivarem essa característica de seus bichanos em momentos do dia-a-dia. Por isso, criamos o primeiro livro do mundo para ler com os gatos. Além do livro físico, estamos lançando “O Gato Mais Curioso do Mundo” em formato de audiolivro para estimular os felinos por meio de sons específicos a interagirem com essa história ao lado de seus tutores”, conta Roberto Valdrighi, Gerente de Marketing de WHISKAS® 

É possível conhecer gratuitamente a versão em audiolivro por meio de várias plataformas de streaming de música. Para levar a experiência do livro físico para o áudio, trilhas e paisagens sonoras foram desenvolvidas a partir de estudos neurológicos sobre estímulos sonoros específicos para gatos. Juntando notas graves e agudas com sons familiares para os felinos, como ronronar, mamada e outros animais como pássaros e ratos, o resultado é um audiolivro incrível. Os gatos, instintivamente, ouvem atentamente cada faixa do álbum, compostas com instrumentos típicos dos destinos retratados, como o Guzheng na China e o Baglama Saz na Turquia. As edições do livro são limitadas e, por enquanto, não estão à venda. Em breve, os gateiros poderão conferir novidades sobre o livro físico na página de WHISKAS® no Facebook.

Ficou curioso? O audiolivro “O Gato Mais Curioso do Mundo” já está disponível no Spotify, Deezer, Apple Music e Amazon Music.
- Apple Music: https://apple.co/2jQkNqf
- Amazon Music: https://amzn.to/2wu4Gro

Por Tatiana Katibian
In Press Porter Novelli

sexta-feira, 18 de maio de 2018

COMO MANTER SAUDÁVEIS OS CÃES IDOSOS


Assim como os humanos, os cães também sofrem um sério declínio mental ao envelhecerem. Com o passar dos anos, a idade avançada, a falta de atividades físicas e, principalmente, mentais, ocasionam a degeneração das células. A Síndrome de Disfunção Cognitiva (SDC) é um grave problema de saúde que acomete os cães idosos, da mesma forma que a doença de Alzheimer afeta os seres humanos. 
Entre os comportamentos decorrentes do envelhecimento destacam-se inquietação; aumento do sono, da ansiedade e da agitação; desorientação; perda de apetite; ansiedade de separação; latidos excessivos sem motivo; perda da sensibilidade da bexiga e do intestino (que deixa o cão sem controle da urina e fezes); perda do interesse em explorar a casa, diminuição de reações associadas a visão e o não reconhecimento de amigos e familiares (cães e humanos).
Pesquisas recentes revelam que 28% dos cães com idade entre 10 e 12 anos apresentam alguns dos sinais da síndrome de disfunção cognitiva. Quando chegam entre 14 e 16 anos, o número salta para 68%.
Diante desse quadro, como é possível ajudar um cão sênior que já apresente alguns sinais de SDC? Ou, no caso de um cão jovem, o que fazer para que ele envelheça física e psicologicamente saudável?
O especialista em adestramento e comportamento canino, Ricardo Tamborini, dá dicas importantes para que você e seu amigo vivam muitos anos juntos, de maneira saudável, e aproveitando ao máximo a companhia um do outro.

Busque ajuda de um profissional
O diagnóstico deve ser feito por um médico veterinário ou ainda por um especialista em comportamento canino, que poderá identificar comportamentos que, em alguns casos, não são decorrentes da síndrome de disfunção cognitiva. Por exemplo: o tédio pode ser causado pela falta de atividades, como passeios e brinquedos usados de forma errada. A apatia e a falta de apetite podem ser decorrentes de ansiedade por separação. No caso da agressividade repentina, pode ser causada por estresse ou brincadeiras erradas feitas por alguém da casa.
Já o médico veterinário pode diagnosticar a SDC através de exames neurológicos, principalmente após descartar comportamentos que se confundem com a doença, e que são causados por outros motivos. Somente após serem descartadas todas as possibilidades, será possível diagnosticar se o cão apresenta ou não a síndrome.

Alimentação
Quando não são ingeridas as vitaminas e os nutrientes necessários é comum tanto humanos quanto animais se sentirem com pouca energia, fadigados, inquietos ou irritados. Há substâncias que ajudam a melhorar a memória, a concentração e também diminuem o risco de doenças neurodegenerativas. Uma dieta à base de vitaminas A, B, C e D provou melhorar a capacidade cognitiva em humanos e também em animais.
O betacaroteno é uma das vitaminas que jamais deve faltar na alimentação. Sua principal função é melhorar a memória e contribuir para a conservação das células cerebrais no longo prazo. A falta dessa vitamina, encontrada em alimentos como abóbora e cenoura, pode provocar dificuldades de visão ou problemas de crescimento.
Todo complexo B reúne vitaminas que são essenciais para o bom funcionamento do cérebro. A vitamina B1 ou Tiamina, por exemplo, ajuda a combater a deterioração da memória e também evita o envelhecimento do cérebro, já que está presente em grandes quantidades em todos os tecidos nervosos. A vitamina é encontrada em carnes como vitela, frango, porco e peixe.
A vitamina C age como um antioxidante. Sua ação protege o cérebro do estresse oxidativo e dos processos degenerativos, contribuindo no processo de absorção de ferro, além de ser considerada um antidepressivo natural. Ela tem a capacidade de aumentar os níveis de serotonina, um neurotransmissor decisivo no bom humor, e é encontrada em vegetais verdes.
A vitamina D, encontrada em peixes como sardinha, salmão e atum, ajuda a evitar transtornos depressivos. Isso vale para os cães de qualquer idade, mas é especialmente importante para os cães mais velhos, porque, se estiverem com sobrepeso, aumentam suas chances de sofrer várias doenças que prejudicarão sua saúde geral. Se o seu cão já estiver lidando com o SDC, isso só irá piorar as coisas.

Atividades
Manter o cão sempre ativo irá ajudar a deixar sua saúde física e psicológica em dia, pois, assim como nos humanos, o sedentarismo causa sérios problemas físicos e mentais.
As caminhadas devem ser diárias, com duração de 20 a 30 minutos. É interessante sempre mudar o caminho dos passeios para que o cão possa captar cheiros e sons diferentes, e também visualizar pessoas e objetos diferenciados a cada dia. Assim, ele irá exercitar o corpo e manter em funcionamento os sentidos como audição, olfato e visão, mantendo o cérebro sempre ativo. 
Atividades internas também são indicadas para todos os tipos de cães, independente da raça, sexo e idade. Novos brinquedos aguçam a curiosidade e interesse do cão, por isso, o ideal é fazer um rodízio para que ele não enjoe e perca o interesse. Coloque alguns brinquedos durante o dia e, no final da tarde, recolha e coloque outros. No dia seguinte misture-os e repita esse rodízio.
Brinquedos interativos são uma ótima opção para manter o cérebro do cão em constante funcionamento, pois criam dificuldades para o cão pegar os petiscos ou a ração. Os mais comuns são bolas com ração ou petiscos colocados dentro. A comidinha vai caindo aos poucos, fazendo com que o cão role a bolinha com o focinho ou as patas.

Dentes
Dentes não saudáveis são uma porta de entrada para todos os tipos de possíveis problemas, piorando à medida que envelhecem, podendo afetar a saúde física e mental do cão. 
Para evitar o tártaro precoce nos dentes do cão, evite dar a ele somente alimentação pastosa. Uma das principais funções da ração industrializada é justamente limpar a dentição do animal, removendo boa parte do alimento que fica aderido aos dentes. Por ser dura, durante a mastigação os grãos fazem a limpeza dos dentes.
Realizar a escovação periódica dos dentes do animal evita o acúmulo de tártaro e mantém a dentição saudável.
Caso o cão já apresente uma dentição com muito tártaro, é recomendada a remoção dessas placas. Esse é um procedimento cirúrgico simples, realizado por veterinário.

Cães muito idosos
É importante que os donos saibam como lidar com cães muito idosos, principalmente com aqueles mais debilitados e que apresentam sinais graves da “SDC”. Nesses casos o cão necessita de muito apoio e cuidados.
Evite forçá-lo a fazer grandes caminhadas ou brincadeiras. Deixe que ele demonstre interesse em brincar ou interagir com pessoas ou outros cães. Mantenha-o à vontade e com fácil acesso a água fresca e alimento.
Procure dar o máximo de atenção e carinho possíveis ao cão. Tudo bem que talvez ele tenha aprontado um pouco na fase de filhote, mas lembre-se de que ele foi o seu companheiro por todos os anos de sua vida, te amando e desejando estar perto de você a todo momento.
Infelizmente, esses seres que nos encantam e arrancam sorrisos de nossos lábios até nos momentos mais difíceis de nossas vidas vivem bem menos do que gostaríamos. Ame e cuide do seu cão assim como ele ama você!

Ricardo Tamborini – Adestrador e especialista em comportamento canino

sábado, 5 de maio de 2018

AGILITY - IV CAMPEONATO PARAIBANO


Premiação da V Etapa do IV Campeonato de Agility da Paraíba - Categoria Iniciante
1 - Morgana e Lycka  2 - Débora e Kira  3 - Maria Raquel e Newt 

Premiação do Ranking do Campeonato Grau III - Standart
1 - Moab e Rava  2 - Alexandre e Eva  3 - Gustavo e Megie
Premiação do Ranking do Campeonato Iniciante - Standart
1 - Débora e Kira  2 -Morgana(Eryka representando) e Lycka  3 - Tiago e Fumaça

Tânia e Birosca - Canis PB Team
Morgana e Lycka - Canis PB Team
Maria Raquel e Newt - Canis PB Team
Erika e Pingo - Canis PB Team
Bella, Erika e Moisés - Canis PB Team
Uma festa do esporte canino - Kennel Clube do Estado da Paraíba, patrocinadores Royal Canin,  Finotrato, Escola Canis PB Team, Equipe de Filmagem com Daniel, Equipe de montagem com Eclenilson, as duplas de escolas de Pernambuco e Paraíba que participaram das competições.