quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

RAÇA DE GATO - MAINE COON

Filhote de Maine Coon do gatil Tagatos
Raça reconhecida desde 1861, o Maine Coon que surgiu na região do estado do Maine, nos Estados Unidos, possui  a cauda comprida e bem fofa, que lembra muito a do Guaxinim daquela região, daí o nome da raça Maine Coon (Guaxinim do Maine) naquele tempo até se acreditava que o Maine Coon era resultado do cruzamento entre gato e tais guaxinins, mas posteriormente, ficou comprovado que tal cruzamento era impossível geneticamente.

“O Maine Conn está entre as maiores raças de gatos do mundo, podendo pesar mais de 10kg .”

Esta maravilhosa raça tem uma bela aparência selvagem e grande porte, estando entre as maiores raças de gatos do mundo, tendo animais que ultrapassam os 10kg. Sendo de uma pelagem exuberante que varia de semi-longa a longa, densa e sedosa, com pelos mais compridos na cauda e abdômen, suas cores são variadas como o azul, vermelho, branco, preto, dentre outras, tais cores são aceitas em todos os tipos de marcações, exceto a marcação coluorpointed  e ticked tabby.

“Ao contrário dos outros gatos, o Maine Coon tem uma relação especial com a água... “

Além de sua beleza, o seu temperamento tranquilo, carinhoso e de grande interação com a família, é o que realmente encanta aqueles que o criam. Adoram colo em momentos reservados, são silenciosos e de miado baixo, mesmo quando estão nos rituais de acasalamento seus miados não chegam a incomodar, brincam mas são hiperativos, eles tem uma relação toda especial com a água, gostam muito de uma torneira aberta! Eles também gostam da companhia e procuram sempre ficar perto do dono.

“(...) além da beleza e temperamento dócil, a rusticidade da raça facilita sua criação.”

O Gatão vem ganhando espaço no mundo felino, mas acredito que o Maine Coon tem tudo para crescer, pois além da beleza e temperamento dócil, a rusticidade da raça facilita sua criação.

Por Tayana Veloso Teotônio(Gatil Tagatos) – Publicado originalmente na Revista Bichos.Com (2007) 

Hotelaria pra cães e gatos  -  Montagem do Hotel 


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

PASSEANDO COM CÃES EM LOCAIS PÚBLICOS

Regrinhas básicas para passear com os cachorros nessas férias
Para segurança e saúde de humanos e animais algumas regras precisam ser seguidas em locais públicos

Muita gente aproveita o recesso de fim de ano para viajar! E, grande parte dessas pessoas leva o pet junto para aproveitar as férias com a família completa. Mas, algumas regrinhas precisam ser seguidas para que tudo fique em perfeita harmonia durante esse período de descanso, afinal, se tem uma coisa que nossos amigos de 4 patas amam é passear, por isso, separamos algumas dicas essenciais para que a diversão seja saudável e segura para todos.
 Primeiro é importante levar algumas coisinhas para sair com os cachorros, guia para a coleira, petiscos, água e lixinho para recolher as fezes são essenciais e não podem faltar no checklist do passeio.
 Segunda a veterinária Aline Spina, do Hospital Veterinário Cão Bernardo, é importante também ficar de olho no que o animal ingere no passeio e respeitar os limites para não forçar atividades físicas se o cachorro demonstrar cansaço e sempre ficar atento à temperatura do chão para não queimar as patinhas.
 Além disso, é preciso tomar algumas medidas com relação a sáude e prevenção de doenças.    “Com relação a saúde é extremamente importante que o animal esteja com a vacinação atualizada, a realização de vermifugação periodicamente e também efetuar proteção contra pulgas e carrapatos, que são mais propícios nessa época do ano, explica,  Dra. Aline.   
 Vale ressaltar que em alguns Estados é obrigatório por lei o uso de focinheira em determinadas raças como Pitbull, Mastin Napolitano, Rottweiller, American Stafforshire Terrier, entre outras.
 Passear é muito bom para os cachorros, não apenas para fazer as necessidades físicas, mas para exercitar e também socializar fora dos limites da casa. Portanto, se você ainda não criou esse hábito com o seu animal, que tal começar agora nesse início de ano? 
  Para mais informações sobre o Hospital Veterinário Cão Bernardo acesse: www.caobernardo.com.br
Por Ayla Meireles-AMBCom 
ayla@agenciaamb.com.br ou (11) 9  4794 8761


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

FÉRIAS COM O PET?

 Saiba o que fazer com seu animal de estimação
Conheça dicas e cuidados importantes para quem quer levar seu pet junto ou deixá-lo na cidade
Foto Internet
 As férias estão chegando e, além de organizar a viagem, é preciso decidir o que fazer com os pets. Dá para levá-los? Ou é melhor deixá-lo sob cuidados de outras pessoas? É importante que os tutores tenham consciência que é necessário se programar e pensar se o pet será parte dos planos ou não. Nada de deixar seu cão ou seu gato para trás.

Inclusive, uma pesquisa inédita realizada no Brasil pelo Ibope e o Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM revelou que o fato de não ter com quem deixar o pet ao viajar é uma das principais justificativas apontadas para uma pessoa não ter um animal de estimação. Mesmo assim, o número de animais abandonados no Brasil é alto, cerca de 30 milhões segundo a OMS, e tende a aumentar no período de férias. Prova disso, é o índice de abandono que cresce em torno de 30% entre dezembro e fevereiro, segundo dados das ONGs que fazem parte do Programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom. As ONGs, que chegam a ficar no limite da capacidade, recebem cerca de 30 pedidos a mais de resgate por mês, enquanto normalmente, em média, costumam receber 15 chamados.

Por isso, é fundamental analisar os prós e os contras de levar o animal junto na viagem. Pense bem no destino, no meio de transporte, nas atividades e na duração da viagem. Para ajudar, listamos algumas dicas para quem pretende viajar com seu pet:

*       Levar gatos e cães à praia exige cuidados especiais com alguns tipos de parasitas. Informe-se previamente com o Médico-Veterinário de sua confiança e lembre-se que em muitas praias a permanência de animais de estimação é proibida.

*         Fique atento ao piso quente que pode queimar as patas e causar sofrimento aos animais. Também atente ao calor que ele sente quando exposto ao sol, principalmente os gatos e cães de pelos longos. Os animais também sofrem com o sol forte.

*        Mantenha sempre água limpa e fresca à disposição.

*       Se a viagem for de carro, passeie com o animal antes de ele entrar no veículo para que ele faça suas necessidades. O ideal é acostumar o animal com o movimento antes de iniciar o percurso.  Não é indicado que o animal seja alimentado antes das viagens e durante o trajeto, já que eles podem ficar enjoados. Nunca deixe o pet solto dentro do carro. O recomendado é utilizar caixa de transporte adequada ou, para cães, cinto de segurança próprio. Não permita que o animal coloque a cabeça para fora da janela, pois isso pode causar otite ou machucados em caso de impacto com insetos ou pedras.

*     Importante que se altere o mínimo possível a rotina do animal (horários de alimentação, passeios e brincadeiras por exemplo).

*       Vale lembrar que o pet deve estar devidamente identificado com plaquinha na coleira ou microchip, além de estar em dia com vermifugação, vacinações, anti-pulgas/carrapatos.

Se a opção for por deixar o animal de estimação em casa, também é necessário uma série de cuidados essenciais como:

*      Não deixar o animal sozinho durante o período em que estiver ausente. Disponibilizar alimento e água não garantirá que ele estará bem durante a ausência dos tutores. O simples fato de ele estar sozinho em casa já gera um grande stress para o animal, que sentirá falta da rotina da família, da presença física das pessoas, das brincadeiras e carinho.

*     O recomendado é buscar um serviço profissional especializado, dentre eles hoteizinhos que estejam prontos para recebê-lo ou, então, pet-sitters que visitem a residência diariamente e amenizem a ausência da família, além de zelar pelos cuidados de saúde e bem-estar do animal.

*        Importante que seja realizada uma pesquisa criteriosa e uma visita no local (no caso de hotéis), além de um período de adaptação com o animal antes de ele ficar sob os cuidados profissionais contratados.

Por Tatiana Katibian
In Press Porter Novelli
www.inpresspni.com.br

domingo, 31 de dezembro de 2017

CÃES PEQUENOS SÃO PREFERÊNCIA

Cães de porte pequeno são preferência entre os brasileiros
Verticalização das cidades e despesas menores estão entre os motivos da escolha, mas é importante considerar os cuidados específicos que pets pequenos exigem


Os pets são parte da nossa vida e, para a maioria das pessoas, integrantes da família. Segundo o IBGE, hoje, 65 milhões de lares brasileiros possuem algum animal de estimação, superando o número de crianças.

Com o fenômeno da verticalização e a diminuição da metragem dos apartamentos, a procura por cães de porte mini ou pequeno (que não ultrapassam os 10kgs quando adultos) é cada vez maior. Com ou sem raça definida, os futuros tutores tendem a optar por um cão que se adeque ao seu estilo de vida.

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência, encomendada pelo Instituto de Pesquisa WALTHAM®, principal autoridade científica em bem-estar e nutrição de pets, mostra que 49% dos entrevistados têm um cão pequeno. Observou-se, ainda, que o custo para manter cães de pequeno porte (como alimentação e higiene) é menor. A pesquisa também destaca que 64% dos cães dos entrevistados dormem dentro de casa, sendo 77% deles de porte pequeno e que 58% dos pets (cães e gatos) adquiridos são de raça e têm certificado.
Mas é preciso atenção: não é pelo tamanho que os cuidados com cães de pequeno porte devem ser menores. Relacionada à baixa ingestão de água e à considerável propensão à retenção urinária, cães pequenos são predispostos à formação de cálculos urinários. Por apresentarem um trato gastrintestinal maior, quando comparado com cães de médio e grande porte, apresentam, ainda, maior reabsorção de água intestinal que, adicionado ao menor tempo de trânsito colônico e menor fermentação no cólon, faz com que as fezes de cães pequenos sejam mais ressecadas e os quadros de constipação mais frequentes.
Os pequeninos também são conhecidos pelo apetite caprichoso, ou seja, são naturalmente mais exigentes no que se refere à palatabilidade do alimento. Isso se deve ao fato de apresentarem um número significativamente inferior de células olfatórias (aproximadamente 60 a 80 milhões) quando comparados com cães de grande porte (aproximadamente 150 a 200 milhões). Com o olfato menos apurado, cães pequenos apresentam maior nível de exigência alimentar, necessitando de alimentos muito atrativos.

Esses pets apresentam, também, pouco espaço na mandíbula e dentes mais próximos uns dos outros, favorecendo a proliferação de bactérias e formação da placa bacteriana que, se não removida, irá se calcificar formando o cálculo dental, popularmente conhecido como tártaro.
Outra característica conhecida dos cães pequenos é bastante positiva: a expectativa de vida dos cães desse porte é maior que a dos demais tamanhos, podendo ultrapassar os 20 anos de idade. Cães pequenos são considerados filhotes até 10 meses de idade e seu envelhecimento possui duas fases: aos 8 e aos 12 anos.

“Oferecer alimentos que considerem as diferenças entre os portes de cães é fundamental para a máxima precisão nutricional e digestibilidade, além de contribuir com a qualidade de vida e longevidade. Abordar e atender as particularidades dos cães pequenos de forma intencional na formulação do alimento trará benefícios adicionais contribuindo com a saúde e bem-estar” afirma Luciana Peruca, Coordenadora de Comunicação Científica da ROYAL CANIN® Brasil, empresa da Mars que é referência em Nutrição Saúde para gatos e cães.

Veja aqui o ranking das 5 raças mais registradas no Brasil em 2016, segundo a Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC):


1º - Buldogue Francês
2º - Shih Tzu
3º - Yorkshire Terrier
4º - Spitz Alemão Anão/Lulu da Pomerânia
5º - Pug

Pesquisa feita pelo IBOPE Inteligência
A pesquisa foi dividida em duas etapas, sendo que a qualitativa foi feita com 13 grupos de discussão em São Paulo, Recife e Porto Alegre. As entrevistas foram realizadas com homens e mulheres a partir de 25 anos, divididos em três grupos: donos de cães, donos de gatos e não possuidores – com intenção de ter um pet nos meses de janeiro e fevereiro de 2015.

A etapa quantitativa tem uma base de 900 entrevistados, sendo 300 donos de cães, 300 donos de gatos e 300 não possuidores – com intenção de ter. As entrevistas foram realizadas com homens e mulheres a partir de 25 anos em São Paulo, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Salvador e Distrito Federal entre os dias 25 de junho a 17 de julho de 2015. A margem de erro da pesquisa é de 6 pontos percentuais por segmento e de 3 pontos percentuais no total da amostra.


ROYAL CANIN®
A multinacional Royal Canin é uma das maiores fabricantes mundiais de alimentos de alta qualidade nutricional para Gatos e Cães, com 13 fábricas no mundo e presente em 92 países. Desde sua fundação em 1968, considera sempre o gato e o cão em primeiro lugar e tem sua história focada no conhecimento e respeito por estes animais. Desde 2002, passou a fazer parte da Mars, Incorporated, líder mundial em alimentos para animais de estimação.
A unidade brasileira da Royal Canin está instalada em Descalvado, interior de São Paulo, desde 1990.

Por Giordana Mucciolo 
giordana.mucciolo@inpresspni.com.br

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

VOCÊ SABE PORQUE OS GATOS SE LAMBEM TANTO?

























Quando paramos para pensar nos comportamentos e nos estilos de vida dos animais, percebemos que cada espécie apresenta suas peculiaridades.

Dessa maneira, no mundo dos gatos, isso também é uma realidade. São muitos os animais que apresentam o hábito de se lamberem, mas o que ganharam a fama maior foram os gatos.

A lambida dos gatos tem dois fatores importantes, o primeiro é de higiene, já que a saliva tem poder antisséptico, além disso, o segundo fator é por questões psicológicas do animal.

Muitos acreditam que os gatos se lambem até mesmo em excesso. Respondemos essa e outras dúvidas sobre o porquê dos gatos se lamberem tanto.

Como começou a prática de lambida por gatos?

Desde sua origem, os gatos apresentam o hábito de se lamberem principalmente após as refeições para não ficarem com cheiro e atraírem predadores. Essa hábito permaneceu ao longo da história e hoje faz parte de um dos comportamentos mais marcantes dos felinos.

Como é o padrão de lambida do gato?

Os gatos têm o hábito de primeiro aplicar saliva na parte interior da pata e limpar o nariz, depois aplica saliva novamente e limpa a orelha, parte de trás do ouvido, metade da testa e o olho todos correspondentes da pata escolhida.

Depois que um lado de sua cabeça estar limpa, o gato repete tudo novamente, só que dessa vez do outro lado e com a outra pata. Quando o trabalho de limpeza está terminado, o gato parte para o corpo, sempre repetindo um padrão paralelo de limpeza, com longas lambidas por todo o seu corpo.

Nem sempre os gatos se limpam por inteiro de uma única vez, mas ao longo do dia eles já realizaram esse processo completo pelo menos uma vez.

Os gatos se lambem de mais mesmo?

Além da lambida servir como limpeza para o gato, ela também é uma forma de aliviar tensão, estresse e ansiedade do gato.

A lambida é um deslocamento comportamental, quando o gato se sente confuso em realizar mais de uma tarefa, ele então parte para uma terceira que é se lamber.

O processo de limpeza entra, portanto, como um mecanismo de defesa, uma ação calmante e tranquilizante do animal.

Se o gato começa se lamber em excesso isso é sinal de um mal-estar que pode ser causado por medo, mudanças, falta de estímulo, isolamento e separação.

Outro ponto é por patologia, se o gato apresentar pulgas, micoses, alergias, mordidas por outros animais e infeções isso pode fazer com que ele precise se lamber mais.

Quanto mais alterado o gato estiver, maior vai ser a quantidade de lambida, Ou seja, se o gato está feliz e saudável, ele vai se lamber de maneira equilibrada e balanceada.

O que significa o gato lamber outra pessoa?

A lambida no meio animal também simboliza afeto e confiança. Por isso eles podem lamber outras pessoas para demostrarem esses sentimentos.

Outro ponto é a curiosidade, se um gato desejar saber qual gosto a pessoa te, ele também pode decidir lambe-la.

A lambida do gato vale como um banho?

Não, mesmo que eles tenham esse hábito é fundamental dar um banho no gato ainda mais se o bicho apresenta o hábito de andar na rua. Todos os produtos devem ser específicos para gatos, e também as técnicas para dar banho devem ser diferentes das de costume com cachorros. O ideal para gatos ativos é um banho semanal ou quinzenal.

O dono do gato deve também manter as patas do animal limpas, para isso é possível aplicar um pano umedecido ou um produto específico para limpeza de patas de gatos.

Qual é a relação da lambida com as bolas de pelo?

Como a língua do gato é áspera, durante o processo de limpeza, os animais acabam engolindo pelos, os quais são expelidos na forma de bolas de pelo.

Para evitar isso é preciso realizar tosas regulares, escovações frequentes e rações e petiscos que ajudem a digestão.

O que fazer se o gato se lambe muito?

Se o padrão de lambida for intensificado e também acompanhado por isolamento, tristeza e agressividade é fundamental buscar um veterinário para ajudar com as soluções mais corretas nesse caso.

Se o excesso de lambidas vier com feridas e machucados na pele do animal é imprescindível buscar ajuda, pois o caso pode ser mais gravo e patológico.

Há tanto cura para o primeiro como para o segundo caso, no primeiro geralmente é recomendado um antidepressivo, já no segundo uma solução para a causa das feridas e dos machucados.

Com a ajuda do veterinário é possível achar a causa e iniciar o tratamento correto para que o gato seja sempre mais feliz e mais saudável.

Por Gear SEO