SEU CÃO GOSTA DE ANDAR?

Seu cão gosta de andar com a cabeça para fora da janela do carro? Conheça alguns cuidados importantes 

Um dos comportamentos mais comuns dos cães quando estão no carro com os seus donos é ficar no banco do passageiro com a cabeça para fora da janela. Quem nunca viu uma cena dessas e ficou encantado com a carinha de felicidade do bichinho? 

O que ocorre é que eles sentem uma sensação agradável do vento batendo em sua cara. Os estímulos provocados pelo vento no focinho, na cara e nas orelhas são extremamente agradáveis. A mesma sensação ocorre quando os cães são colocados na frente de um ventilador ou abanados. 

Mas além de gostarem do vento, os cães também são curiosos, por isso ficam com a cabeça para fora do carro. Assim, eles conseguem ter uma visão mais ampla de tudo que se passa naquele trajeto, e absorvem com mais facilidade todos as informações dos odores carregados pelo vento.   

Segundo o especialista em comportamento canino, Ricardo Tamborini, não são todos os cães que gostam dessa sensação ou que queiram ficar próximo a janela do carro. Esse é um habito adquirido normalmente por cães mais agitados e ansiosos. Cães mais seguros e tranquilos costumam ficar relaxados e calmos enquanto estão andando de carro. 

Embora seja uma prática comum, o especialista lembra que não é uma opção segura permitir que o cão fique com a cabeça para fora com o veículo em movimento. “O vento forte diretamente nos olhos do cão pode ocasionar um descolamento de retina. Existe também o risco de alguma pedra, inseto ou galho de arvore atingir o animal, causando alguma lesão ou problemas mais sérios”, explica. 

Além disso, há também o risco de acidentes: por exemplo, o cão pode pular com o carro em movimento para atacar outro animal ou uma pessoa e se machucar. Também pode acontecer de um outro carro atingir o lado em que o cão está com a cabeça para fora, e feri-lo, ou até matá-lo. “Se o animal estiver devidamente acomodado e seguro dentro do carro, não há problemas em deixar os vidros abertos para o cão aproveitar o vento”, aconselha Tamborini. 

No entanto, há cães que já adquiriram esse hábito de correrem para a janela assim que entram no carro. Neste caso, o ideal é caminhar com ele por alguns minutos antes do passeio de carro. Assim, ele ficará cansado e a sua ansiedade diminuirá consideravelmente. Uma outra sugestão é deixar os vidros traseiros fechados para diminuir o interesse do cão. Por fim, levar algum brinquedo ou ossinho que seja o preferido do cão será uma forma de entretê-lo. 

Para o especialista, é preciso decidir o que é mais importante: agradar o animal ou deixá-lo em segurança. Ele recomenda transportá-lo dentro de uma caixa de transporte ou preso a um cinto de segurança especifico para cães. Outro cuidado a ser tomado é não interagir com o cão enquanto estiver com o carro em movimento, pois o risco de acidentes é grande, tanto para o condutor quanto para o animal. 

*Ricardo Tamborini é especialista em comportamento canino.

Por Daniel Smith
Jornalista - MTB 43.461/SP
www.newsprime.com.br

CAT DAY

Apresenta sua primeira edição no Rio de Janeiro - Brasil

No dia 10 de Setembro, no Rio de Janeiro, acontece a primeira edição do Cat Day,
um novo formato de evento onde conhecimento e lazer estarão juntos em uma tarde especial.

Vamos apresentar palestras educativas e uma feira de produtos exclusivos para você, que 
não tem medo de dizer que é apaixonado por gatos!

PROGRAMAÇÃO DAS PALESTRAS

Dra. Cássia Costa
Quem ama o gato, escova os dentes

Dr. Waldemar Tavares
Casa Segura para o gato!

Dr. Carlos Gabriel A. Dias 
Transformando o filhote de gato em um adulto seguro e equilibrado

INSCRIÇÃO E INFORMAÇÕES:
Ingresso: R$ 50 reais antecipado e R$ 75,00 no local.
Telefone: (21) 9-8856-0396 (21) 3627-2776

SERVIÇOS
Local: Auditório das Torres Office no Shopping Nova América
Endereço: Avenida Pastor Martin Luther King Júnior, 126 - Del Castilho, Rio de Janeiro - RJ
Data: 10 de setembro de 2016
Horário: 15:00 até 19:00

Por Assessoria de Imprensa:
Fellipe Vasconcellos - CT8 Comunicação
(11) 9-7265-9833

APROVEITE AO MÁXIMO A VIAGEM NA COMPANHIA DE SEU CÃO


Ricardo Tamborini, especialista em comportamento canino, dá dicas de como tornar o passeio com seu cão mais agradável

Na correria do dia a dia, onde o trabalho e outras atividades roubam boa parte da nossa energia, feriados prolongados e férias são um alívio e uma oportunidade para recarregarmos nossas baterias. Pegar o carro e viajar pode ser uma oportunidade de lazer e descanso para os pais e uma aventura incrível para crianças. No entanto, muitas vezes esquecemos que, para o cãozinho, a experiência pode não ser muito agradável.

Assim como planejamos as férias e o que vamos fazer no nosso destino, precisamos avaliar alguns pontos e tomar os cuidados necessários para mantermos a saúde e o bem-estar do animal. Quando são levados a outros ambientes a que não estão acostumados, os cachorros podem apresentar variações de comportamento. Por isso, é importante tomar medidas preventivas para que os nossos dias de lazer e descanso não sejam um pesadelo para eles.

O especialista em comportamento canino Ricardo Tamborini explica que, além de tomar alguns cuidados antes de viajar, é importante ficar atento às mudanças de comportamento dos cães quando estão em outros ambientes. “Falta de apetite, dormir mais do que o normal, lamber as patas, chorar muito, andar curvado, respirar ofegante mesmo parado, tremer demais, não brincar ou interagir, não urinar ou defecar, ou apresentar vômitos ou diarreia são sinais claros de que o cão não se adaptou”, ressalta.

Cães mais sensíveis e receosos, quando estão fora de casa, evitam ficar longe dos donos, principalmente aqueles que sofrem de ansiedade de separação. Ao notar que os donos não estão por perto, podem sinalizar essa ansiedade, apresentado sinais de irritabilidade, como latir, uivar, arranhar a porta, destruir almofadas ou outros objetos da casa, entre outros.
Foto: Internet
Tamborini também lembra que é comum ocorrer mudanças de comportamento até em cães mais seguros e independentes. Por conta da mudança de rotina e de ambiente, o cão pode aprender a pular nas pessoas, latir incessantemente para chamar a atenção, brincar de morder ou pode até começar a roubar comida da mesa, exemplos de problemas de comportamento causados pela falta de regras e limites.

Em todos os casos, o importante é agir da mesma maneira que ele está acostumado em casa, mantendo a mesma rotina de passeios, alimentação e brincadeiras. “Um outro truque é levar objetos conhecidos pelo animal, como a cama ou panos que tenham o cheiro dele. Isso ajuda a diminuir a ansiedade e faz com que ele se sinta mais ambientado”, explica.

A seguir, o especialista dá algumas dicas importantes para planejar a viagem com o seu cãozinho:

Levar ou não: viajar com o animal gera algumas despesas extras e também algumas limitações dependendo do local onde você for se hospedar ou do tipo de viagem que irá fazer, além do estresse a que o cão será submetido em viagens muito longas. Caso não possa levar o seu pet, avalie a possibilidade de deixá-lo com um amigo que possa cuidar bem dele ou escolha um hotel para cães que possua boas referências.  Caso a viagem seja curta, o local seja adequado e você saiba que poderá dar a atenção necessária e levá-lo nas suas saídas, seu cão ficará muito feliz em aproveitar a viagem ao seu lado.

Saúde: ao menos 15 dias antes da viagem, leve o animal ao veterinário para uma avaliação clínica, a fim de verificar seu estado geral de saúde, bem como se a vacinação, vermifugação e controle de parasitas, como pulgas e carrapatos, estão em dia.
Foto: Internet
Idade: evite viagens muito longas, pois são estressantes e cansativas, principalmente para cães mais idosos ou que necessitam de cuidados especiais devido a algum problema de saúde.

Como transportar: se for de carro, deve-se cuidar da segurança, tanto do cão, quanto dos outros ocupantes do veículo. Use um cinto de segurança específico para cães ou acomode-o em uma caixa de transporte. Vale lembrar que transitar com o animal solto no carro é uma infração de trânsito, e gera multa. Procure viajar em horários de temperatura mais baixa, para que o animal não sofra com o calor. Pare a cada duas ou três horas, para que o cão caminhe, beba água e faça as suas necessidades.

Cuidados com o clima: se a viagem for para um lugar de clima quente, lembre-se de sempre deixar água fresca para o cão. Já que não suam, irão beber mais água do que o normal, pois precisam manter sua temperatura controlada para evitar a desidratação. Por outro lado, em lugares de clima muito frio, leve alguns cobertores ou roupinhas para que ele fique bem aquecido.

O que levar: não esquecer de levar potes de comida e água; uma boa quantidade da ração que ele está acostumado a comer; caminha ou paninhos de dormir; medicamentos (caso esteja tomando algum); brinquedos que ele mais gosta; saquinhos para recolher fezes; acessórios para o passeio, como guia e coleira; caixa de transporte ou cinto de segurança e plaquinha de identificação com telefone, para que facilite a identificação do animal em caso de perda.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.ricardotamborini.com.br

Atendimento à imprensa
Bianca Montagnana
(11) 98962-3838

SALÃO DE ANIMAIS E A BRASIL MOSTRA BRASIL

Foto: Site www.brasilmostrabrasil.com.br 


Muitas novidades foram apresentadas para o seu pet na edição deste ano de 2016. O Pet Saúde é o primeiro plano de saúde para cães e gatos da Paraíba e o Cadeirinhas apresentou suportes para facilitar a locomoção dos pets com alguma deficiência


A representante do Pet Saúde na feira Vânia Braz de Melo revelou que a carência é de 30 dias e o pet já pode utilizar os serviços de consultas sem limite, vacinas, exames, internação, emergências e cirurgias nas 10 unidades já credenciadas.
O Pet Saúde já está no mercado há 6 anos e chega em João Pessoa promovendo saúde com planos a partir de 60 reais e um micro chip grátis que é colocado no animal e serve de identificação com contatos dos donos em caso de perda ou fuga.
Para mais informações o Pet Saúde participa da Multifeira  e também nas redes sociais @petsaude /petsaude e petsaude.net
Outra novidade para os pets é o Cadeirinhas que faz suportes para facilitar a mobilidade dos animais que perderam as patas, sejam elas traseiras, dianteiras, entre outros problemas de locomoção.
O proprietário James Wagner explicou que a empresa surgiu da necessidade de alguns animais por este tipo de serviço numa ONG que conheceu. As primeiras foram feitas de cano de PVC e evoluíram para peças feitas sob medida de materiais como alumínio com borracha.
Para James, a Multifeira surge como uma oportunidade para mostrar seu trabalho e divulgar seus serviços que tanto reabilitam os animais de problemas que podem levar o pet até a morte, devido a falta de mobilidade.
“Com o uso de cadeirinhas prevenimos depressões, falta de apetite e tristeza. Com ela o pet volta a andar e mesmo com limitações tem uma vida normal de atividades lhe dando um novo ânimo para viver. Isso não tem preço”.
Para entrar em contato o Cadeirinhas está na Multifeira e nas redes sociais: @cadeirinhaspb e /cadeirinhasipb e cadeirinhaspb@gmail.com
Fonte: Noticias - www.brasilmostrabrasil.com.br

GRAVIDEZ PSICOLÓGICA TAMBÉM ATINGE CÃES FÊMEAS

Agressividade, perda de apetite, produção de leite e distenção abdominal estão entre os sintomas da doença. Castração é a melhor forma de prevenção e tratamento



Por Fernando Mathias Bento*

A gravidez psicológica, conhecida também como pseudociese, não afeta apenas humanos. Cadelas que apresentam elevados níveis de progesterona, hormônio considerado o mais importante para manutenção do cio, também podem desenvolver a doença. Quando o animal não é submetido ao cruzamento, esse hormônio sofre uma queda abrupta, capaz de causar grandes alterações hormonais, comportamentais e físicas.

Embora não existam estudos que relatem a predisposição da doença, geralmente os sintomas têm início após seis ou quatorze semanas de cio, de acordo com o organismo de cada animal. Para aquelas que ainda não tiveram filhotes, a tendência em desenvolver o problema passa a ser muito maior. 

De maneira geral, a fêmea apresenta os mesmos sintomas maternais típicos de uma gestação verdadeira: lambedura constante do abdômen, distensão mamária, produção e secreção do leite, além de efeitos de maior gravidade, como agressividade, perda de apetite, vômito, distensão e contração abdominal, diarreia, aumento do consumo de água e produção de urina.

Existem medicamentos específicos para tratar os sintomas, mas a necessidade ou não de usá-los só poderá ser avaliada pelo médico veterinário. Em alguns casos, permitir que a cadela tenha por perto objetos que foram adotados como “filhotes” podem piorar o problema e, até mesmo, estimular a produção de leite. E como a gravidez psicológica inflama muito o tecido mamário, há a predisposição ao câncer de mama.

O ideal é que a situação seja analisada com cuidado, se possível, pelo próprio médico veterinário, para que ele possa diagnosticar e recomendar o tratamento adequado para o animal. E é importante lembrar que a castração é o método mais eficiente na prevenção e tratamento da doença.

*Fernando Mathias Bento é médico veterinário do hospital Pet Care.