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Páscoa: veja quais alimentos típicos oferecem risco à saúde dos pets

Chocolate, doces e itens comuns da celebração podem causar intoxicações graves; especialistas orientam prevenção e alternativas seguras para os pets



Com a chegada da Páscoa, o aumento do consumo de chocolates e alimentos típicos acende um alerta importante para tutores de cães. Itens comuns da celebração podem ser altamente prejudiciais aos animais e estão entre as principais causas de intoxicação nesse período. O chocolate, por exemplo, contém teobromina — uma substância tóxica para os cães, que o organismo deles não consegue metabolizar de forma eficiente, podendo levar a quadros graves e até fatais.

Além do chocolate, outros alimentos também devem ser evitados, como uvas, passas, doces com adoçantes artificiais (especialmente xilitol) e comidas gordurosas, que podem provocar sintomas como vômito, diarreia, tremores, apatia e até alterações neurológicas e cardíacas.

Segundo a médica-veterinária Vanessa Barreto, da Dog Life, o risco aumenta pela maior exposição dos pets a esses alimentos durante esse período. “Muitos tutores acabam oferecendo pequenos pedaços ou deixam os alimentos ao alcance dos animais sem perceber o perigo. Mesmo em pequenas quantidades, algumas dessas substâncias já podem causar intoxicações importantes”, explica.

A especialista reforça que a prevenção é o principal cuidado. “O ideal é manter esses alimentos sempre fora do alcance dos cães e orientar toda a família, especialmente crianças e visitas, a não oferecer comida ao pet. A conscientização é essencial para evitar acidentes”, destaca.

Dicas para manter seu pet seguro na Páscoa:
  • Evite alimentos proibidos: chocolate, uvas, passas, doces com xilitol e comidas gordurosas são tóxicos para cães;
  • Redobre a supervisão: mantenha alimentos e embalagens fora do alcance, especialmente em momentos com visitas;
  • Não compartilhe comida: mesmo pequenas quantidades podem causar intoxicação;
  • Mantenha a rotina alimentar: evite mudanças na dieta durante o feriado;
  • Aposte em alternativas seguras: ofereça petiscos próprios para cães ou chocolates específicos sem teobromina;
  • Invista em estímulos positivos: brinquedos e enriquecimento ambiental ajudam a incluir o pet na celebração;
  • Fique atento aos sinais: vômito, diarréia, tremores ou apatia exigem atenção imediata;
  • Procure um veterinário ao primeiro sinal: atendimento rápido pode evitar complicações.

Caso o tutor perceba qualquer alteração no comportamento ou sinais de intoxicação, a recomendação é buscar atendimento veterinário imediatamente. Ter acesso facilitado a consultas e suporte profissional faz toda a diferença nesses momentos. Nesse contexto, planos de saúde pet ajudam a organizar o cuidado e reduzem barreiras em situações emergenciais.

A Páscoa pode ser um momento de celebração para toda a família — incluindo os pets — desde que os cuidados sejam redobrados e a segurança dos animais venha sempre em primeiro lugar.

A Dog Life, marca que integra a Life Pet Hub, é pioneira em planos de saúde para cães no Brasil e tem como propósito facilitar o acesso dos tutores a cuidados veterinários de qualidade em todo o país. Com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e bem-estar animal, a marca oferece diferentes opções de planos que incluem consultas, exames, vacinas e outros serviços essenciais para a saúde dos cães. Com uma experiência simples, prática e sem burocracia, a Dog Life conecta os pets a uma ampla rede de clínicas e hospitais veterinários credenciados, ajudando os tutores a terem mais previsibilidade, segurança e tranquilidade no cuidado diário com seus animais. 
Mais informações em Dog Life: https://www.doglife.com.br/  


Por Bianca Forçan - Agência Máquina

Cuidados com a alimentação dos pets durante a Páscoa

Divulgação - Cachorrinho Páscoa

O vilão não é apenas o chocolate. Outros alimentos servidos no almoço de Páscoa também podem intoxicar os pets, alerta especialista 


A Páscoa é um momento especial para reunir a família, incluindo os pets. Porém, é fundamental que os tutores fiquem atentos aos cuidados com a saúde alimentar e segurança dos animais durante a comemoração.


O alimento mais tóxico para cães e gatos presente durante a Páscoa é realmente o chocolate, alerta Flavio Lopes, supervisor de assuntos veterinários da Hill’s Pet Nutrition Brasil. E os cães são mais sensíveis quando comparados a gatos.


O chocolate é composto por uma substância tóxica para cães e gatos conhecida como teobromina, encontrada também no café e no açaí, por exemplo. Ela pode causar intoxicação mesmo quando consumida em pequenas quantidades. “Quanto mais amargo o chocolate, maior a concentração de teobromina", salienta Lopes.


Mesmo com os cuidados dos tutores, os pets podem acabar comendo chocolate longe da presença deles, por isso é importante ficar atento a algumas reações gastrointestinais como vômitos, que podem conter ou não sangue, poliúria (aumento na frequência urinária), além de sinais neurológicos como movimentos desarmônicos ao caminhar e convulsões.


Quando há uma ingestão grande do produto, o caso pode se tornar ainda mais grave, com o  pet apresentando  sinais de contração muscular mais rígida, aumento da frequência respiratória, temperatura corporal baixa e, arritmia, podendo incorrer, também, em caso de morte.


Outros riscos

Não é apenas o chocolate que traz risco para o pet. É preciso ter muito cuidado com outros alimentos servidos no almoço da Páscoa como bacalhau, alho, cebola, entre outros. “Muitos desses alimentos que estamos acostumados a consumir na Páscoa são tóxicos e fazem muito mal para os animais”, afirma Lopes.


O especialista orienta que a informação deve ser obtida sempre com o médico-veterinário de confiança, para explicar quais são as consequências de oferecer alimentos que podem acarretar reações adversas.


Segundo Lopes, pedaços de carne crua também podem ser perigosos pelo risco de estarem contaminados com bactérias, protozoários ou helmintos. Além disso, temperos como alho e cebola são perigosos pois contêm substâncias que podem causar danos às hemácias (células do sangue) causando anemia no pet, que pode ser aguda ou crônica.


Pets em tratamento exigem atenção redobrada

Os pets que fazem uso de alimentos coadjuvantes, precisam de alguns cuidados extras. Não deve ser oferecido nada além do alimento prescrito. "Se já temos que ter cuidado com animais sadios, os que estão recebendo alimentos terapêuticos precisam ser monitorados ainda mais de perto. Como eles estão se alimentando de uma dieta prescritiva, ela deve ser seguida à risca", explica Lopes.


Segundo ele, esses alimentos contêm níveis nutricionais e ingredientes que são específicos para a enfermidade do animal em tratamento pelo médico-veterinário. Caso algo saia do controle, qualquer outro produto comestível que for oferecido pode agravar a enfermidade ou então fazer não surtir o efeito desejado da dieta terapêutica.


Cuidado com embalagem e brinquedos 

Além dos alimentos, outro cuidado importante que o tutor deve observar são as embalagens e os pequenos brinquedos ou componentes desses embrulhos que podem ser engolidos pelos pets, principalmente os filhotes.


Alguns ovos de páscoa contêm brinquedos que possuem peças muito pequenas e eles podem gerar curiosidade ao pet que usa a boca como forma de entender o que é o objeto. "Isso representa um perigo maior para filhotes, pois eles são, por natureza, mais curiosos e a chance deles engolirem algo é muito maior", avisa Lopes.


Se o tutor desconfiar que seu bichinho ingeriu um pedaço de embalagem ou de um brinquedo, Lopes orienta levá-lo ao médico-veterinário que poderá indicar ou não a realização de exames de imagem, como um raio x, e dependendo do caso, o pet poderá passar por uma cirurgia para retirar o corpo estranho, visto que ele pode obstruir o trato gastrointestinal ou até mesmo perfurar algum órgão.

Divulgação - Cachorro orelha de coelho

Observação e alimentos adequados são as melhores prevenções

Hoje existem no mercado brasileiro petiscos próprios para os animais que remetem ao nosso costume de oferecer chocolate na Páscoa. Lopes cita os chocolates próprios para cães que não possuem teobromina na composição e que podem ser oferecidos. E alerta que a ideia é sempre utilizar alimentos e brinquedos que sejam próprios para o pet.


A prevenção e conscientização orientadas pelos veterinários são os melhores caminhos para evitar intoxicações. "O profissional deve ser sempre acionado pelo tutor quando surgir qualquer dúvida sobre qual alimento pode ou não ser oferecido. Se não tem certeza, não ofereça", ressalta Lopes. 


Uma alimentação completa e balanceada contém todos os nutrientes essenciais ao pet e caso queira dar algum petisco, não deve exceder 10% da quantidade diária de alimento.


Outra dica importante é sempre observar o pet. Se o tutor notar um comportamento fora do habitual, será mais fácil de entender se há algo de errado.


De acordo com o veterinário da Hill's,  a falta de apetite pode aparecer, caso haja algo de estranho com o bichinho, visto que deixar de comer, normalmente, é o primeiro sintoma. Fezes disformes ou vômitos também podem ser facilmente observados, pois não são condições comuns. As fezes precisam ser bem formadas, sem que haja ressecamento ou muito úmidas. Por fim, andar cambaleante é outro sintoma fácil de se identificar, mas sempre há necessidade de avisar ao médico-veterinário que seja de confiança da família.

 

A Hill's Pet Nutrition acredita que a qualidade de vida dos animais inclui a melhor alimentação, cuidado veterinário, exercícios diários e um ambiente enriquecedor com bastante amor. A empresa, parte da Colgate-Palmolive desde 1976, disponibiliza seus alimentos para animais em 86 países ao redor do mundo. No Centro de Nutrição Animal da Hill's em Topeka, Kansas, uma equipe de veterinários e especialistas certificados pelo conselho em nutrição e medicina interna trabalham em conjunto com uma equipe de animais de companhia para desenvolver rações nutritivas e saborosas. A instalação também conta com um hospital veterinário totalmente equipado e certificado pela Associação Americana de Hospitais Veterinários (AAHA) - obedecendo os mais altos padrões de excelência para animais de pequeno porte.


Por Alex Cabral - Polvora Comunicação




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Páscoa 2022: Consumo de chocolate por animais pode levá-los à morte

 

Gatos são sensíveis a intoxicação. Ao consumir chocolate, é preciso buscar atendimento para que os sintomas não prejudiquem a saúde.










Médica-veterinária especializada em medicina felina alerta sobre os perigos da ingestão de chocolate por gatos


“Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim? Um ovo, dois ovos, três ovos assim!”. A letra da clássica musiquinha refere-se aos ovos de chocolate, tão comumente consumidos nesta época do ano. Porém, a iguaria, tão desejada pelas pessoas, faz mal para a saúde dos animais.