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Pet novo em casa - filhotes saudáveis começam pela alimentação

Mel e Mila são filhotes saudáveis - Crédito: Alessandra Pellegrino

Dieta balanceada nos primeiros meses é essencial para fortalecer o desenvolvimento físico e emocional dos filhotes recém-adotados



Adotar um filhote é um gesto de carinho que muda vidas — tanto a nossa quanto a deles. Mas para que esse novo amigo cresça forte, saudável e feliz, a alimentação adequada desde os primeiros dias é fundamental. Pensando nisso, a veterinária PhD Fernanda Machado Regazzi, referência em Neonatologia, Pediatria e Reprodução no Hospital Veterinário Taquaral (Campinas/SP), reuniu orientações valiosas para quem está começando essa jornada de amor e cuidado.

O conteúdo é completo e cheio de informações práticas sobre amamentação, introdução de ração, escolha dos melhores alimentos, frequência das refeições e até dicas de como perceber se está tudo bem com o desenvolvimento do novo companheiro.

Fernanda Machado Regazzi, veterinária PhD em Neonatologia, Pediatria e Reprodução no HVT - Crédito: Divulgação

Amamentação e introdução de alimentos

Nos primeiros dias, o leite — materno ou fórmula comercial específica — é o alimento exclusivo dos filhotes até a quarta semana de vida. Esse período respeita o desenvolvimento do sistema gastrointestinal, ainda imaturo para processar alimentos sólidos. "A introdução precoce pode causar má digestão, diarreias e desconforto abdominal", alerta a Dra. Fernanda.

A partir da quarta semana de vida, tem início o processo de desmame gradual. O ideal é introduzir alimentos pastosos, como papinhas ou ração específica para filhotes, previamente umedecida com água morna ou com a própria fórmula láctea comercial específica para cães e gatos, até atingir uma consistência semelhante à de um mingau. Para facilitar a transição, a Dra. recomenda substituir inicialmente de duas a três mamadas diárias por essa nova alimentação, aumentando progressivamente a quantidade de refeições pastosas/ sólidas até completar o desmame.

A veterinária explica que cerca de uma semana após o início dessa adaptação, o mingau pode ser substituído por ração umedecida, e, entre a quinta e a sexta semana de vida, tanto cães quanto gatos já apresentam capacidade fisiológica para mastigar e ingerir alimentos sólidos – período em que os dentes decíduos incisivos, caninos e pré-molares normalmente já se encontram erupcionados. “É fundamental, no entanto, respeitar o ritmo individual de cada filhote, permitindo que a transição ocorra de maneira gradual e segura, conforme sua aceitação e desenvolvimento”, observa a especialista.

Recém-nascidos devem receber leite a cada 2 a 3 horas - Crédito: Divulgação

Frequência e forma de alimentar

Filhotes têm necessidades nutricionais especiais e precisam de refeições fracionadas ao longo do dia:
• Recém-nascidos (até 4 semanas): alimentação a cada 2 a 3 horas (somente leite).
• 1 a 3 meses: 5 a 6 refeições diárias com papinhas e ração de filhotes.
• 3 a 6 meses: 3 a 4 refeições por dia.
• Acima de 6 meses: 2 refeições diárias para cães e 4 a 5 para gatos.
É esperado que, no começo, os filhotes façam bagunça ao tentar comer — parte da diversão e aprendizado dessa fase tão especial!

Gatinho come ração seca amolecida com água - Crédito: Arquivo pessoal


Escolha da ração e introdução de petiscos

A veterinária recomenda optar por rações super premium específicas para filhotes, que garantem proteínas de alta qualidade, equilíbrio de cálcio e fósforo para ossos fortes, e ômega-3 para o desenvolvimento cerebral. Novos alimentos como petiscos podem ser introduzidos com moderação a partir dos dois meses de idade, nunca representando um percentual maior que 10% da quantidade total de alimento diário do filhote — sempre produtos próprios para filhotes, nunca alimentos humanos temperados. Segundo Fernanda, a oferta de frutas e legumes como petiscos é permitida, desde que os alimentos escolhidos sejam apropriados e seguros para as espécies canina e felina.

É esperado que os filhotes façam bagunça ao tentar comer — parte da diversão e aprendizado - Crédito: Arquivo pessoal


Atenção aos sinais do corpo

É importante observar a aceitação da comida, o comportamento após as refeições e a consistência das fezes. Fezes firmes indicam uma boa adaptação. Já sinais como diarreia, vômitos ou desconforto abdominal exigem atenção imediata e, muitas vezes, a consulta com um veterinário.


O ganho de peso deve ser monitorado: cães devem dobrar o peso de nascimento entre 10 e 14 dias - Crédito: Arquivo pessoal


Suplementos e controle de peso

Na maioria dos casos, uma boa ração supre todas as necessidades nutricionais de um filhote saudável. Suplementos só devem ser usados sob orientação veterinária.

O controle da quantidade de alimento oferecido é fundamental: a porção diária recomendada está descrita na embalagem de cada ração, por isso, pesar as porções é uma forma eficaz de prevenir problemas de sobrepeso ou baixo ganho de peso. A veterinária lembra que outros fatores podem predispor alterações no ganho de peso/ obesidade, tais como fatores genéticos (raça), idade, castração, doenças endócrinas, medicamentos que aumentam o apetite (hiperfagia) e sedentarismo.

Deste modo, ressalta a Dra. Fernanda, o ganho de peso deve ser monitorado: cães devem dobrar o peso de nascimento entre 10 e 14 dias, enquanto gatos levam cerca de 14 dias para atingir esse marco. “Após essa fase, a taxa de crescimento dos filhotes passa a variar conforme fatores como raça, porte e sexo. Para verificar se o desenvolvimento está dentro do esperado, o veterinário utiliza escalas padronizadas de ganho de peso ao longo dos meses, baseadas em curvas de crescimento específicas para cada porte e sexo. Esse acompanhamento possibilita avaliar, nas consultas de rotina, se o filhote está atingindo os parâmetros ideais de crescimento”, frisa.

Além disso, o veterinário pode orientar o tutor a observar características físicas importantes, como a visibilidade das costelas. Costelas muito aparentes e com pouca cobertura de gordura podem indicar baixo peso, enquanto costelas não visíveis e de difícil palpação devido ao acúmulo de gordura subcutânea sugerem obesidade.


Crédito: Matheus Campos
Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP

Instagram: @hvtcampinass


Av. Heitor Penteado, 311 Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana
Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500


Por Kátia Nunes - AMZ Comunicação

05 Dicas para começar a introdução alimentar do seu pet filhote

Assim como nos bebês humanos, a introdução alimentar dos animais é um momento de grande importância. Veja as dicas do especialista



Adotar um filhotinho, seja de gato ou cachorro é tudo de bom, mas as inseguranças logo podem aparecer. Com o passar dos meses, a introdução alimentar deve começar, e os tutores buscam as melhores opções para os seus amigos de quatro patas. Felizmente, hoje contamos com vastas opções no mercado, e uma delas são as alimentações naturais. 

 

Assim como os bebês humanos, os filhotes de cães e gatos precisam de uma transição cuidadosa para os alimentos sólidos. Segundo Robson Vivas, médico-veterinário e diretor de produção da Pet Delícia, marca pioneira em alimentação natural para pets, “uma alimentação natural pode ser oferecida desde o primeiro dia da introdução alimentar do cão ou do gato, e a alimentação adequada é essencial para garantir um desenvolvimento saudável, fortalecer o sistema imunológico e prevenir problemas digestivos”, comenta.

 

Além disso, nessa fase, a transição do leite materno para a alimentação sólida deve ser feita de forma gradual e equilibrada, proporcionando os nutrientes necessários para o crescimento, fortalecimento dos ossos e desenvolvimento cognitivo dos pets. “Uma boa introdução alimentar também ajuda a evitar alergias e sensibilidades alimentares no futuro” complementa Vivas. 

 

Para ajudar nesse processo, o especialista recomenda cinco dicas essenciais, veja: 

 

1. Respeite a fase de desmame
O desmame deve ocorrer gradualmente entre quatro e oito semanas de vida. Antes desse período, os filhotes devem se alimentar exclusivamente do leite materno ou, em casos necessários, de fórmulas específicas indicadas pelo veterinário”, ressalta o doutor da Pet Delícia. 

 

2. Escolha uma alimentação adequada
Opte por alimentos desenvolvidos especialmente para filhotes, como Papinha de Frango para cães ou a Papinha para gatos da Pet Delícia que são balanceadas, nutritivas e úmidas, perfeitas para a digestão dos pequeninos. “A alimentação deve ser rica em nutrientes essenciais para o crescimento saudável, como proteínas, gorduras saudáveis e vitaminas”, comenta.

 

3. Introduza novos alimentos de forma gradual
A transição alimentar deve ser feita de maneira progressiva para evitar problemas digestivos. Comece misturando pequenas porções do novo alimento com o leite ou fórmula, aumentando a quantidade gradativamente ao longo de uma semana.”

4. Estabeleça uma rotina alimentar
O doutor Robson Vivas orienta que os filhotes precisam de refeições frequentes ao longo do dia. “Cães filhotes devem se alimentar de três a quatro vezes ao dia, enquanto gatinhos podem precisar de refeições mais frequentes. Manter um horário regular ajuda na adaptação e na digestão.” 

 

5. Consulte um veterinário
Cada pet tem necessidades individuais, e a consulta com um veterinário é essencial para garantir que a alimentação esteja adequada. Além disso, o profissional pode indicar suplementos ou ajustes conforme o desenvolvimento do filhote.

Cuidar da introdução alimentar do seu filhote com atenção e carinho é essencial para proporcionar uma vida longa e saudável. Seguindo essas dicas, você garante que seu companheiro cresça forte e feliz!


 

Pet Delícia: Fundada em 2010 no Rio de Janeiro, a Pet Delícia nasceu quando Chico, o cão da família, desenvolveu uma alergia de pele que não melhorava 100% com os tratamentos. Buscando alternativas, os tutores decidiram mudar sua alimentação para uma dieta natural, preparando as refeições em casa com o acompanhamento de um veterinário. Com a melhora significativa de Chico, hoje mascote da marca, surgiu a Pet Delícia, pioneira no mercado brasileiro de refeições 100% naturais para pets. A marca tem como foco o bem-estar animal, promovendo a saúde dos pets e fortalecendo o vínculo com seus tutores. www.petdelicia.com.br 

 

Por Alice Veloso - Publika.aí

Pets no inverno: saiba como cuidar dos bichos



 
Profissionais do segmento pet apresentam dicas de como cuidar dos animais no período de frio


Com o fim das altas temperaturas, suor e sol forte, são chegados os tempos de inverno, momentos propícios para roupas mais quentes, estilosas e confortáveis. Mas o frio também tem suas desvantagens, inclusive para os pets. Dessa forma, Jade Petronilho - médica veterinária comportamentalista e coordenadora de conteúdo da DogHero e Petlove - e André Romeiro - diretor das marcas Future Pet e Pidan com venda exclusiva na Petlove, a última específica ao Brasil - trazem recomendações de como proteger seu animal de estimação do frio e indicam os principais cuidados que os tutores devem ter nessa estação do ano.
 

Antes de mais nada, é importante entender como o pet está se sentindo e para isso existem indicativos que o pet está com frio. Jade Petronilho explica que alguns dos sinais que os animais costumam adotar são a postura de encolhimento, quietude e até a insistência em ficar muito próximos aos humanos ou outros animais. Segundo Jade, é válido checar se as extremidades como o focinho, orelhas e patas estão muito frios. “Assim como nós, em casos mais extremos, também é comum que os pets tremam, pois assim o corpo se mantém em movimento, o que gera calor e mantém o organismo funcionando normalmente”, aponta.
 

A médica-veterinária conta também que algumas raças são mais resistentes ao frio, como os cães das raças Chow chow, Husky, Akita e São Bernardo, ou os felinos como o Norueguês da Floresta, que possuem afinidade com essa época do ano.
 

“Os pets menos peludos até podem sentir mais frio, mas os que mais costumam sofrer com as temperaturas baixas são os filhotes muito jovens, idosos e aqueles com menos gordura corporal. Mas sempre há exceções, por isso, é fundamental estar atento ao comportamento e as individualidades de cada pet, pois uns podem ser mais ‘friorentos’ do que outros. No caso de filhotes ou animais idosos, a atenção deve ser redobrada”, observa Jade.
 

Petronilho ressalta que a falta de cuidados com o pet pode fazer com ele apresente problemas respiratórios, gripe e até pneumonia. O frio extremo ainda pode causar hipotermia, que é a diminuição da temperatura corporal dos animais, gerando impactos como a diminuição da frequência cardíaca, hipotensão, tremores, rigidez muscular, perda de consciência e até óbito. “Infelizmente, não é raro que animais em situação de rua ou que vivam sem o suporte adequado, somente do lado de fora da casa, tenham problemas graves”, alerta.


 

Mas o que fazer se meu pet estiver com frio?


A médica-veterinária afirma que uma boa dica é espalhar caminhas, tocas e até edredons pela casa, de forma que o pet possa se aquecer independentemente do cômodo, circulando mais livremente, desde os pontos corriqueiros de repouso cotidiano até onde realmente prefira dormir. “Muitos pets têm o costume de dormir no chão e, no inverno, isso pode ser prejudicial, já que é comum o piso ficar bem mais gelado nessa época do ano. Hoje em dia, há diversas opções como caminhas suspensas que podem proteger o pet do solo ou, no caso dos gatos, há ainda alternativas que podem abrigar o bichano nas alturas, de forma mais aconchegante e que atenda suas necessidades felinas”, acrescenta André, executivo das marcas Future Pet e Pidan.
 

No caso das conhecidas roupinhas, a comportamentalista veterinária explica que os cães costumam se adaptar melhor às vestimentas que os gatos, que normalmente possuem maior sensibilidade e irritação com os trajes, que comumente atrapalham a mobilidade dos felinos. Mas, ainda nesses casos, existe a possibilidade de fazer com que eles se acostumem com as roupas.
 

“É possível fazer uma associação positiva, um incentivo, de modo que os pets criem esse hábito e se acostumem com os agasalhos, sempre os premiando com um petisco, carinho ou com as brincadeiras prediletas após se vestirem, sem forçar e incomodar o animal. Se esse método for aplicado quando o pet é filhote, a chance de adaptação é ainda maior”, resume Jade.
 

O executivo de Future Pet e Pidan comenta que existe uma infinidade de opções relacionadas a vestimentas de frio para pets, desde casacos e jaquetas mais finas às alternativas mais robustas para o frio, como moletons e casacos com capuz, inclusive para os momentos de ventos e chuva.
 

A coordenadora de conteúdo da Petlove e DogHero ainda recomenda outras ações sazonais no inverno, como a diminuição do número de banhos no pet, que deve ser dado somente quando muito necessário e secando muito bem o animal. Além disso, explica que os passeios rotineiros podem ser feitos em momentos mais quentes do dia, em horários em que o sol está mais presente.



Por Nathalia Teixeira - Assessoria Petlove








Cuidados com a alimentação dos pets durante a Páscoa

Divulgação - Cachorrinho Páscoa

O vilão não é apenas o chocolate. Outros alimentos servidos no almoço de Páscoa também podem intoxicar os pets, alerta especialista 


A Páscoa é um momento especial para reunir a família, incluindo os pets. Porém, é fundamental que os tutores fiquem atentos aos cuidados com a saúde alimentar e segurança dos animais durante a comemoração.


O alimento mais tóxico para cães e gatos presente durante a Páscoa é realmente o chocolate, alerta Flavio Lopes, supervisor de assuntos veterinários da Hill’s Pet Nutrition Brasil. E os cães são mais sensíveis quando comparados a gatos.


O chocolate é composto por uma substância tóxica para cães e gatos conhecida como teobromina, encontrada também no café e no açaí, por exemplo. Ela pode causar intoxicação mesmo quando consumida em pequenas quantidades. “Quanto mais amargo o chocolate, maior a concentração de teobromina", salienta Lopes.


Mesmo com os cuidados dos tutores, os pets podem acabar comendo chocolate longe da presença deles, por isso é importante ficar atento a algumas reações gastrointestinais como vômitos, que podem conter ou não sangue, poliúria (aumento na frequência urinária), além de sinais neurológicos como movimentos desarmônicos ao caminhar e convulsões.


Quando há uma ingestão grande do produto, o caso pode se tornar ainda mais grave, com o  pet apresentando  sinais de contração muscular mais rígida, aumento da frequência respiratória, temperatura corporal baixa e, arritmia, podendo incorrer, também, em caso de morte.


Outros riscos

Não é apenas o chocolate que traz risco para o pet. É preciso ter muito cuidado com outros alimentos servidos no almoço da Páscoa como bacalhau, alho, cebola, entre outros. “Muitos desses alimentos que estamos acostumados a consumir na Páscoa são tóxicos e fazem muito mal para os animais”, afirma Lopes.


O especialista orienta que a informação deve ser obtida sempre com o médico-veterinário de confiança, para explicar quais são as consequências de oferecer alimentos que podem acarretar reações adversas.


Segundo Lopes, pedaços de carne crua também podem ser perigosos pelo risco de estarem contaminados com bactérias, protozoários ou helmintos. Além disso, temperos como alho e cebola são perigosos pois contêm substâncias que podem causar danos às hemácias (células do sangue) causando anemia no pet, que pode ser aguda ou crônica.


Pets em tratamento exigem atenção redobrada

Os pets que fazem uso de alimentos coadjuvantes, precisam de alguns cuidados extras. Não deve ser oferecido nada além do alimento prescrito. "Se já temos que ter cuidado com animais sadios, os que estão recebendo alimentos terapêuticos precisam ser monitorados ainda mais de perto. Como eles estão se alimentando de uma dieta prescritiva, ela deve ser seguida à risca", explica Lopes.


Segundo ele, esses alimentos contêm níveis nutricionais e ingredientes que são específicos para a enfermidade do animal em tratamento pelo médico-veterinário. Caso algo saia do controle, qualquer outro produto comestível que for oferecido pode agravar a enfermidade ou então fazer não surtir o efeito desejado da dieta terapêutica.


Cuidado com embalagem e brinquedos 

Além dos alimentos, outro cuidado importante que o tutor deve observar são as embalagens e os pequenos brinquedos ou componentes desses embrulhos que podem ser engolidos pelos pets, principalmente os filhotes.


Alguns ovos de páscoa contêm brinquedos que possuem peças muito pequenas e eles podem gerar curiosidade ao pet que usa a boca como forma de entender o que é o objeto. "Isso representa um perigo maior para filhotes, pois eles são, por natureza, mais curiosos e a chance deles engolirem algo é muito maior", avisa Lopes.


Se o tutor desconfiar que seu bichinho ingeriu um pedaço de embalagem ou de um brinquedo, Lopes orienta levá-lo ao médico-veterinário que poderá indicar ou não a realização de exames de imagem, como um raio x, e dependendo do caso, o pet poderá passar por uma cirurgia para retirar o corpo estranho, visto que ele pode obstruir o trato gastrointestinal ou até mesmo perfurar algum órgão.

Divulgação - Cachorro orelha de coelho

Observação e alimentos adequados são as melhores prevenções

Hoje existem no mercado brasileiro petiscos próprios para os animais que remetem ao nosso costume de oferecer chocolate na Páscoa. Lopes cita os chocolates próprios para cães que não possuem teobromina na composição e que podem ser oferecidos. E alerta que a ideia é sempre utilizar alimentos e brinquedos que sejam próprios para o pet.


A prevenção e conscientização orientadas pelos veterinários são os melhores caminhos para evitar intoxicações. "O profissional deve ser sempre acionado pelo tutor quando surgir qualquer dúvida sobre qual alimento pode ou não ser oferecido. Se não tem certeza, não ofereça", ressalta Lopes. 


Uma alimentação completa e balanceada contém todos os nutrientes essenciais ao pet e caso queira dar algum petisco, não deve exceder 10% da quantidade diária de alimento.


Outra dica importante é sempre observar o pet. Se o tutor notar um comportamento fora do habitual, será mais fácil de entender se há algo de errado.


De acordo com o veterinário da Hill's,  a falta de apetite pode aparecer, caso haja algo de estranho com o bichinho, visto que deixar de comer, normalmente, é o primeiro sintoma. Fezes disformes ou vômitos também podem ser facilmente observados, pois não são condições comuns. As fezes precisam ser bem formadas, sem que haja ressecamento ou muito úmidas. Por fim, andar cambaleante é outro sintoma fácil de se identificar, mas sempre há necessidade de avisar ao médico-veterinário que seja de confiança da família.

 

A Hill's Pet Nutrition acredita que a qualidade de vida dos animais inclui a melhor alimentação, cuidado veterinário, exercícios diários e um ambiente enriquecedor com bastante amor. A empresa, parte da Colgate-Palmolive desde 1976, disponibiliza seus alimentos para animais em 86 países ao redor do mundo. No Centro de Nutrição Animal da Hill's em Topeka, Kansas, uma equipe de veterinários e especialistas certificados pelo conselho em nutrição e medicina interna trabalham em conjunto com uma equipe de animais de companhia para desenvolver rações nutritivas e saborosas. A instalação também conta com um hospital veterinário totalmente equipado e certificado pela Associação Americana de Hospitais Veterinários (AAHA) - obedecendo os mais altos padrões de excelência para animais de pequeno porte.


Por Alex Cabral - Polvora Comunicação




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Vermifugação de cães é cercada de mitos: entenda o procedimento correto

Foto: Helena Lopes no Pexels





Quem é tutor, sabe: ter pet é uma experiência repleta de ótimos momentos. O carinho, as brincadeiras, o companheirismo e o amor fazem a diferença na vida de todos, sejam pessoas, cães, gatos e demais animais de companhia. Mas a “PETernidade” traz consigo responsabilidades. A principal delas está relacionada à saúde dos animais. Afinal, ela depende exclusivamente da atenção e dos cuidados de seus “familiares”, os tutores.


Preocupações com a vacinação, higiene, antipulgas e vermifugação são essenciais para quem quer viver muitos anos ao lado do seu pet, esses procedimentos requerem rotina e acompanhamento. Em especial, a vermifugação é uma ferramenta muito importante na prevenção de diversos problemas causados por vermes. Ademais, é considerada uma questão também de saúde pública, uma vez que, previne a contaminação de outros animais e até dos humanos.


Entretanto, a aplicação de vermífugos convive num universo de desinformação. Uma das mais comuns é a alegação de que esses produtos não devem ser aplicados em filhotes. Mais do que falso, isso pode ser prejudicial, os filhotes por serem sensíveis, ao ficarem doentes, têm maior chance de ficarem debilitados e evoluírem para sintomas mais graves.




A primeira dose desses medicamentos pode ser administrada para cães entre os primeiros 15 a 30 dias de vida, algumas repetições podem ser necessárias de acordo com o protocolo escolhido pelo Médico Veterinário. Esse ciclo tem objetivo cobrir a fase de amamentação, visto que alguns vermes podem ser transmitidos a partir do leite da mãe infectada e vermes que possam ter sido transmitidos pela via transplacentária. Depois dessa fase, a recomendação é que a vermifugação seja feita a cada 3 ou quatro meses, a depender do estilo de vida do pet.


Outro mito que precisa ser desmentido – pois sua disseminação afeta a qualidade de vida e a segurança dos cães – é o de que fêmeas prenhes não podem ser vermifugadas. Pelo contrário. A oferta de antiparasitários durante a gestação e a lactação é importante para evitar que elas transmitam vermes aos filhotes. É importante ressaltar que essa recomendação deve vir do Médico Veterinário, que indicará a melhor dose e protocolo para cada caso.


Por Stefanie Poblete, médica-veterinária pela Universidade de São Paulo (USP) com residência em clínica geral pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) e analista técnica de marketing da Syntec do Brasil


Em Março: Cães na Passarela



Cãezinhos & Eu: Panini lança álbum para os apaixonados por pets

O fofurômetro vai explodir! A Editora Panini Brasil, líder nos segmentos de publicações e colecionáveis, acaba de anunciar o lançamento do novo álbum oficial de figurinhas Cãezinhos & Eu. O livro ilustrado contará com informações importantes para crianças e adultos que amam cachorros! A novidade estará disponível nas melhores lojas, nas bancas e na Loja Panini, a partir do dia 27 de janeiro. 


Em uma coleção com 184 cromos, sendo 12 raspadinhas, 24 brilhantes e 24 com glitter, os colecionadores vão poder conferir um verdadeiro guia de informações para criação desses que são considerados os melhores amigos dos humanos, além de dados sobre raças e cuidados especiais. Dos cães brincalhões aos cães de guarda, essa coleção reúne nos cromos os filhotes que vão derreter o coração dos apaixonados por pets!
 

O livro ilustrado Cãezinhos & Eu vai ser lançado na versão brochura por R$ 12,00 e os envelopes, contendo 5 figurinhas, serão vendidos por R$ 3,50 cada.

 

Ficha técnica

Lançamento: 27/01/2023

Formato do álbum: 232 x 270 mm (Capa + 32 páginas)

Formato do envelope: 100 x 120 mm contendo 5 stickers

Formato figurinha: 49 x 86 mm

Cromos: 184

Álbum Brochura: R$ 12,00

Preço do Envelope: R$ 3,50

 


O Grupo Panini foi criado há quase 60 anos em Modena, Itália. Possui subsidiárias em toda a Europa, América Latina e Estados Unidos. É a líder mundial no setor de colecionáveis publicações e a principal editora multinacional de quadrinhos, revistas infantis e mangás na Europa e na América Latina. A empresa possui canais de distribuição em mais de 150 países e conta com uma equipe de mais de 1.200 pessoas. Para mais informações, visite o site oficial.



Por Naiara Evangelo - Máindi 




No Canal da Revista Bichos. Com - Assista:

5 Dicas Essenciais para Cuidar de um Pitbull Saudável e Feliz

Assista: https://www.youtube.com/watch?v=HHR3sYrazYQ

Como saber se meu cachorro está com verme?


Imagem de kim_hester por Pixabay 

É uma alegria ter a companhia de um bichinho em casa, não é mesmo? Para desfrutar melhor desse convívio assim como oferecer qualidade de vida ao pet, o tutor deve se preocupar com adversidades que possam acometer o bem-estar de seu animal, já que um cachorro com vermes pode ser um grande transtorno tanto para o pet quanto para a família.

Um cachorro com vermes pode ser um problema aparentemente simples no começo, entretanto há a possibilidade de se agravar quando não identificado e tratado a tempo, sendo necessário utilizar de medidas preventivas básicas.

O que são vermes?

Vermes são parasitas chamados de helmintos que estão presentes em toda parte, por isso se você possui um bichinho que frequenta parques, creches ou passeia na rua, deve redobrar os cuidados para prevenir esse tipo de problema.

Uma vez dentro do organismo do animal, esses vermes podem se alojar em órgãos (coração, intestino, estômago), fazendo com que o cachorro com vermes venha a adoecer e até morrer.

Saiba como seu cachorro pode se contaminar com vermes:

·         Ingestão via oral: o cão engole os ovos ou as larvas de vermes ao lamber o chão ou tomar água contaminada, por exemplo;

·         Pela pele: o verme consegue penetrar na pele mesmo sem a presença de machucados;

·         Transmissão da mãe para o filhote: a mamãe infectada passa o parasita para o filhote pela amamentação ou durante a gestação;

·         Hospedeiro intermediário: o pet engole uma pulga ou carne com vermes.

Como vimos, fica impossível de garantir que seu animal não terá contato com parasitas, por isso a melhor maneira de protegê-lo é a prevenção: dar remédio contra vermes desde sua gestação e durante toda sua vida.

Cachorro com vermes: como prevenir?

Identificar um cachorro com vermes facilita iniciar um tratamento o quanto antes para minimizar o agravamento do quadro e restabelecer a saúde do pet.

Como os parasitas alimentam-se dos nutrientes e do sangue, o cachorro com vermes fica com sua imunidade baixa, o que favorece o aparecimento de novas doenças. Por isso, fique atento aos sintomas abaixo:

  •          Presença de vermes ou sangue nas fezes;
  •          Perda de peso e apetite;
  •          Apatia e fraqueza;
  •          Barriga inchada;
  •          Coceira no ânus;
  •          Vômito ou diarreia;
  •          Pelo opaco.

Selling of my photos to StockAgencies is not permitted por Pixabay 
Não se desespere ao perceber que seu cachorro está com vermes, leve seu animal a um veterinário para receber os procedimentos de como eliminar esses parasitas.

Tratamento contra vermes

O tratamento contra vermes deve ser iniciado desde o nascimento do seu cachorrinho, pois, nesta fase, o filhote lambe muito o chão, pode comer as próprias fezes e ainda não tomou as vacinas para fortalecer seu sistema imunológico.

Ao adquirir um bichinho de estimação, leve-o ao veterinário para ser examinado e você receber as orientações de como administrar o vermífugo.

Essa simples medida é o tratamento mais eficaz para seu pet ter saúde. Basta garantir que o cãozinho realmente engula o medicamento e repetir a dosagem, conforme o peso e instruções do medicamento.

O tratamento de cachorro com vermes é simples e vai de acordo com a rotina do seu pet, no qual o veterinário irá indicar o melhor medicamento, dosagem e a frequência de modo a manter seu cachorro livre de vermes. 


Por Julia Ximenes




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