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Pet novo em casa - filhotes saudáveis começam pela alimentação

Mel e Mila são filhotes saudáveis - Crédito: Alessandra Pellegrino

Dieta balanceada nos primeiros meses é essencial para fortalecer o desenvolvimento físico e emocional dos filhotes recém-adotados



Adotar um filhote é um gesto de carinho que muda vidas — tanto a nossa quanto a deles. Mas para que esse novo amigo cresça forte, saudável e feliz, a alimentação adequada desde os primeiros dias é fundamental. Pensando nisso, a veterinária PhD Fernanda Machado Regazzi, referência em Neonatologia, Pediatria e Reprodução no Hospital Veterinário Taquaral (Campinas/SP), reuniu orientações valiosas para quem está começando essa jornada de amor e cuidado.

O conteúdo é completo e cheio de informações práticas sobre amamentação, introdução de ração, escolha dos melhores alimentos, frequência das refeições e até dicas de como perceber se está tudo bem com o desenvolvimento do novo companheiro.

Fernanda Machado Regazzi, veterinária PhD em Neonatologia, Pediatria e Reprodução no HVT - Crédito: Divulgação

Amamentação e introdução de alimentos

Nos primeiros dias, o leite — materno ou fórmula comercial específica — é o alimento exclusivo dos filhotes até a quarta semana de vida. Esse período respeita o desenvolvimento do sistema gastrointestinal, ainda imaturo para processar alimentos sólidos. "A introdução precoce pode causar má digestão, diarreias e desconforto abdominal", alerta a Dra. Fernanda.

A partir da quarta semana de vida, tem início o processo de desmame gradual. O ideal é introduzir alimentos pastosos, como papinhas ou ração específica para filhotes, previamente umedecida com água morna ou com a própria fórmula láctea comercial específica para cães e gatos, até atingir uma consistência semelhante à de um mingau. Para facilitar a transição, a Dra. recomenda substituir inicialmente de duas a três mamadas diárias por essa nova alimentação, aumentando progressivamente a quantidade de refeições pastosas/ sólidas até completar o desmame.

A veterinária explica que cerca de uma semana após o início dessa adaptação, o mingau pode ser substituído por ração umedecida, e, entre a quinta e a sexta semana de vida, tanto cães quanto gatos já apresentam capacidade fisiológica para mastigar e ingerir alimentos sólidos – período em que os dentes decíduos incisivos, caninos e pré-molares normalmente já se encontram erupcionados. “É fundamental, no entanto, respeitar o ritmo individual de cada filhote, permitindo que a transição ocorra de maneira gradual e segura, conforme sua aceitação e desenvolvimento”, observa a especialista.

Recém-nascidos devem receber leite a cada 2 a 3 horas - Crédito: Divulgação

Frequência e forma de alimentar

Filhotes têm necessidades nutricionais especiais e precisam de refeições fracionadas ao longo do dia:
• Recém-nascidos (até 4 semanas): alimentação a cada 2 a 3 horas (somente leite).
• 1 a 3 meses: 5 a 6 refeições diárias com papinhas e ração de filhotes.
• 3 a 6 meses: 3 a 4 refeições por dia.
• Acima de 6 meses: 2 refeições diárias para cães e 4 a 5 para gatos.
É esperado que, no começo, os filhotes façam bagunça ao tentar comer — parte da diversão e aprendizado dessa fase tão especial!

Gatinho come ração seca amolecida com água - Crédito: Arquivo pessoal


Escolha da ração e introdução de petiscos

A veterinária recomenda optar por rações super premium específicas para filhotes, que garantem proteínas de alta qualidade, equilíbrio de cálcio e fósforo para ossos fortes, e ômega-3 para o desenvolvimento cerebral. Novos alimentos como petiscos podem ser introduzidos com moderação a partir dos dois meses de idade, nunca representando um percentual maior que 10% da quantidade total de alimento diário do filhote — sempre produtos próprios para filhotes, nunca alimentos humanos temperados. Segundo Fernanda, a oferta de frutas e legumes como petiscos é permitida, desde que os alimentos escolhidos sejam apropriados e seguros para as espécies canina e felina.

É esperado que os filhotes façam bagunça ao tentar comer — parte da diversão e aprendizado - Crédito: Arquivo pessoal


Atenção aos sinais do corpo

É importante observar a aceitação da comida, o comportamento após as refeições e a consistência das fezes. Fezes firmes indicam uma boa adaptação. Já sinais como diarreia, vômitos ou desconforto abdominal exigem atenção imediata e, muitas vezes, a consulta com um veterinário.


O ganho de peso deve ser monitorado: cães devem dobrar o peso de nascimento entre 10 e 14 dias - Crédito: Arquivo pessoal


Suplementos e controle de peso

Na maioria dos casos, uma boa ração supre todas as necessidades nutricionais de um filhote saudável. Suplementos só devem ser usados sob orientação veterinária.

O controle da quantidade de alimento oferecido é fundamental: a porção diária recomendada está descrita na embalagem de cada ração, por isso, pesar as porções é uma forma eficaz de prevenir problemas de sobrepeso ou baixo ganho de peso. A veterinária lembra que outros fatores podem predispor alterações no ganho de peso/ obesidade, tais como fatores genéticos (raça), idade, castração, doenças endócrinas, medicamentos que aumentam o apetite (hiperfagia) e sedentarismo.

Deste modo, ressalta a Dra. Fernanda, o ganho de peso deve ser monitorado: cães devem dobrar o peso de nascimento entre 10 e 14 dias, enquanto gatos levam cerca de 14 dias para atingir esse marco. “Após essa fase, a taxa de crescimento dos filhotes passa a variar conforme fatores como raça, porte e sexo. Para verificar se o desenvolvimento está dentro do esperado, o veterinário utiliza escalas padronizadas de ganho de peso ao longo dos meses, baseadas em curvas de crescimento específicas para cada porte e sexo. Esse acompanhamento possibilita avaliar, nas consultas de rotina, se o filhote está atingindo os parâmetros ideais de crescimento”, frisa.

Além disso, o veterinário pode orientar o tutor a observar características físicas importantes, como a visibilidade das costelas. Costelas muito aparentes e com pouca cobertura de gordura podem indicar baixo peso, enquanto costelas não visíveis e de difícil palpação devido ao acúmulo de gordura subcutânea sugerem obesidade.


Crédito: Matheus Campos
Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP

Instagram: @hvtcampinass


Av. Heitor Penteado, 311 Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana
Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500


Por Kátia Nunes - AMZ Comunicação

Meu pet precisa ir ao dentista? Saiba como cuidar da saúde bucal do seu bichinho

Imagem: Freepik

Especialistas explicam que a atenção aos cuidados bucais em cães e gatos pode evitar sérios problemas de saúde


No universo encantador dos animais de estimação, nem sempre damos a devida atenção a um aspecto crucial para o bem-estar de nossos fiéis companheiros: a saúde bucal. O “sorriso” cativante do seu pet não é só uma expressão facial de relaxamento ou alegria; é, na realidade, um indicador da sua qualidade de vida. 


A doença periodontal, por exemplo, associada ao mau hálito, afeta surpreendentes 85% dos cães e gatos com mais de três anos, segundo um estudo conduzido pela Mars Petcare. Essa condição ultrapassa o desconforto oral, podendo desencadear problemas mais sérios, como inflamações nas gengivas, perda de dentes e outras complicações graves.


Assim, manter a saúde bucal dos mascotes evita a disseminação de bactérias da cavidade oral para a corrente sanguínea, o que pode impactar até órgãos vitaisCuidados preventivos servem não apenas para manter o sorriso do seu pet brilhante, mas também para garantir uma saúde geral robusta.


De acordo com Rodrigo Moretti, médico veterinário e consultor clínico científico da HTM VET, muitos tutores desconhecem a importância da escovação regular dos dentes dos animais. Essa prática simples, no entanto, previne o acúmulo de placa bacteriana e reduz os riscos de tártaro e gengivite.


“As consultas regulares ao veterinário são essenciais. Os profissionais da área podem realizar limpezas completas, solicitar exames detalhados e oferecer serviços específicos para a saúde bucal do animal, mesmo se ela já estiver prejudicada. A fotobiomodulação, por exemplo, é eficaz no tratamento de diversas condições bucais, desde mucosites e gengivites até casos de parestesia facial. Por ter efeitos bioestimulantes e analgésicos, é capaz de proporcionar alívio e promover a cicatrização, a depender de cada caso”, pontua o especialista. 


Além das idas constantes ao veterinário para garantir a saúde e o bem-estar dos pequenos companheiros, os tutores devem considerar adotar práticas regulares de cuidados animais, como higiene e dieta adequadas e brinquedos específicos para prevenir problemas dentários.


Mariana Suemi Fugita, médica-veterinária odontologista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo, defende que hábitos como esses podem até contribuir para aumentar a expectativa de vida dos pets.


“Os cuidados ajudam a prevenir doenças bucais que podem ter repercussões sérias na sua saúde geral dos bichinhos, talvez dando até mais tempo de vida e saúde para cães e gatos. Doenças periodontais, cáries e infecções podem ser evitadas ou identificadas precocemente, permitindo intervenções adequadas para ele viver mais e com mais conforto ao lado de seu tutor”, conclui.



Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. 


 HTM VET nasceu de uma indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletro-eletrônicos dirigidos ao segmento de saúde no Brasil, a HTM Eletrônica, líder em inovação, resultados e segurança, sendo referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos dirigidos ao segmento de estética e fisioterapia. 



Por Maria dos Santos - Agência NoAr


 

Entenda o que é um centro de neurologia em um hospital veterinário

Hospital veterinário

Muito além de tratar apenas problemas neurológicos, o centro de neurologia é toda a jornada do paciente com o acompanhamento médico do início ao fim  


Não é comum escutar sobre centro de neurologia em hospitais veterinários. E muitos tutores, inclusive, acreditam que seja um lugar específico para tratar problemas neurológicos. Mas na verdade, o centro de neurologia não é apenas um ‘’lugar’’, e sim, representa, muitas vezes, a jornada do paciente, do diagnóstico, tratamento a cirurgia e recuperação, quando necessária. 

  

Segundo Silvia Corrêa, diretora clínica do Veros Hospital Veterinário, o hospital é o primeiro a contar com um centro de neurologia sendo possível o paciente ir da consulta até a cirurgia, passando por ressonância de alto campo em até 24h ou no menor tempo possível e necessário. A ideia é que os pacientes com alterações neurológicas, como convulsões, alterações de marcha, paresia ou plegia (paralisia propriamente dita), ataxia, (em coordenação), balanços e inclinações de cabeça, movimento involuntário dos olhos, ataxia em coordenação, alterações de comportamento, tremores, entre outros, já diagnostiquem e tratem tudo no mesmo ambiente de forma ágil.  


Os pacientes com alterações neurológicas podem marcar consulta em jejum, e dependendo do resultado, já seguir fazendo os exames necessários sejam eles de sangue ou de imagem avançada sem necessidade de deixar o hospital.

  

‘’A ideia do centro de neurologia é poupar tempo na busca pelo diagnóstico e aumentar tempo de sobrevida. Quanto mais rápido for o diagnóstico, mais chance o paciente tem de chegar à cura.’’, completa Silvia.

  

O Veros é um hospital completo com infraestrutura, tecnologia, equipamentos modernos e profissionais altamente capacitados para realizar todo o tratamento de animais em estado grave e críticos, com atendimento humanizado e máxima competência para cuidar do paciente desde o diagnóstico, até a realização de procedimentos de alta complexidade. 



Veros Hospital Veterinário é o maior complexo hospitalar de saúde animal do país. Com um investimento de R 50 milhões, a unidade tem capacidade de realizar cerca de 2 mil consultas e 700 cirurgias por mês, além de manter pacientes graves sob ventilação mecânica. O centro de diagnóstico por imagem é o mais completo do país, com as últimas versões de equipamentos de RX, eco e ultrassonografia, aparelho de tomografia de 16 canais e arco cirúrgico e além disso é o único hospital que conta com uma ressonância magnética de 1,5 Tesla. 


Por Cecília Faria - Imagem Corporativa

Visite o veterinário antes de ter um coelho de estimação

Coelhinho segurado pela Raissa Natali, especializada em pets não convencionais do Hospital Veterinário Taquaral (HVT) de Campinas. Crédito da foto: Divulgação

 

Os coelhos são animais adoráveis e populares como animais de estimação, mas muitas vezes seus tutores não estão cientes dos cuidados especiais que eles requerem, especialmente quando se trata da saúde dental. A cenoura, por exemplo, sempre associada ao animal nos desenhos e na lembrança de todos, não deve ser o alimento que ele mais come. A veterinária especializada em pets não convencionais do Hospital Veterinário Taquaral (HVT) de Campinas, Raissa Natali, ressalta a importância de manter a saúde bucal dos coelhos para garantir seu bem-estar geral.



 

Dente é tudo!

Um problema dentário em um coelho pode desencadear outros desajustes no organismo, impactando negativamente sua qualidade de vida. As disfunções dentárias são bastante comuns e merecem uma atenção especial. Além disso, existem outros fatores que podem levar um coelho a parar de comer, como obstrução gastrointestinal, questões reprodutivas, urinárias, oculares, entre outras.


Diferentemente dos humanos, os dentes dos coelhos crescem ao longo de toda a vida. Eles são da ordem de mamíferos lagoformos cujos dentes não possuem raiz, sendo fixados na gengiva por tecidos germinativos. Em média, os dentes dos coelhos crescem cerca de 1 cm por semana. Portanto, é crucial que eles desgastem seus dentes ao comerem e os alimentos fibrosos são os ideais, como capim, feno e folhas.



 

Os coelhos possuem um total de 28 dentes, e ao contrário do que vemos nas histórias e desenhos, são seis dentes na frente e não apenas quatro. O crescimento desalinhado dos dentes posteriores pode dificultar a alimentação do coelho. Em alguns casos, pode ser necessário realizar cirurgias para desgastar os dentes posteriores quando eles não se desgastam naturalmente.

 

Falta de informação


Um coelho saudável é aquele que come regularmente, se movimenta livremente e tem uma função intestinal adequada. É altamente recomendável que os tutores procurem um veterinário especializado para obter informações prévias à adoção ou compra do animal, a fim de aprender sobre o manejo correto e o ambiente ideal para o animal viver. “Cerca de 80% dos atendimentos de coelhos que fazemos no hospital são motivados por erro de manejo e falta de informação. Os tutores evitariam essas preocupações se tivessem tido essa primeira consulta antes de ter o animal ou com o coelho ainda bebê”, destaca.




 

Cenoura como última opção no cardápio


Raissa enfatiza que a ração não deve ser a base da alimentação do coelho, mas sim um suplemento. Ele é um animal herbívoro e a maior parte de sua dieta deve consistir em feno, capim, folhas escuras, ração, legumes e frutas, nesta ordem de prioridade. Outra possibilidade alimentar é a alfafa, porém é preciso ter cautela, pois seu consumo excessivo pode levar a alterações renais, uma vez que os coelhos já têm predisposição à formação de cálculos nos rins.

Restos de comida presos nos dentes podem levar ao acúmulo de bactérias e causar abscessos, o que provoca dor e pode fazer com que o coelho pare de comer, portanto, é importante a rotina de consultas periódicas para o veterinário verificar a condição bucal do paciente.





Dentes e olhos, tudo a ver
 

Raissa aponta uma curiosidade que não costuma estar associada ao hipercrescimento dentário dos coelhos: o aparecimento de secreção nos olhos. “O desenvolvimento rápido dos dentes pré-molares faz com que o conduto nasolacrimal seja comprimido, gerando escoamento de fluído na vista. É aí que muito tutor recorre à automedicação, pinga colírios e não trata a causa da inflamação”, alerta.


 

A expectativa de vida média de um coelho é de cerca de dez anos. Durante os primeiros cinco anos de vida, recomenda-se que as consultas veterinárias ocorram anualmente. Após esse período, as idas ao veterinário devem ser realizadas a cada seis meses para garantir a monitorização contínua da saúde bucal e geral do pet.


Raissa Natale - Bióloga e médica veterinária do Hospital Veterinário Taquaral, com pós-graduação em clínica e cirurgia de pets não convencionais e silvestres; residência no Bioparque Temaiken na Argentina.

 


Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
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Por Kátia Nunes - AMZ Comunicação







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Entenda o que é medicina complementar e seus benefícios para os pets

Medicina Complementar para Pets


As terapias complementares auxiliam no tratamento de algumas doenças, mas ainda não é muito conhecida pelos tutores  


Se engana quem acha que medicina chinesa, acupuntura, quiropraxia, laserterapia, entre outras medicinas complementares são só para humanos. Os tratamentos complementares para pets estão ganhando cada vez mais força e são utilizados, basicamente com, as mesmas técnicas usadas nos humanos. 

 

Os métodos indicados e a duração de cada tratamento variam conforme o estado geral do paciente e sua doença. Aqueles que estão enfrentando quadros agudos, geralmente, vão necessitar de tratamentos mais curtos, já os que sofrem de condições crônicas provavelmente terão um acompanhamento mais longo e, às vezes, por toda a sua vida.

  

Pensando em todos os benefícios, o Veros Hospital Veterinário proporciona a todos seus pacientes a oportunidade de terem acesso à todas as terapias complementares em qualquer cenário, para qualquer espécie, sejam no ambulatório, na internação semi-intensiva e até na UTI, contando para isso com veterinários especializados prontos para cuidar da saúde do seu pet como ele merece.

 

Entenda um pouco mais abaixo cada uma das terapias complementares oferecidas no hospital e seus benefícios:

 

Quiropraxia 


É uma terapia manual, não invasiva, que se utiliza de ajustes feitos com as mãos, para realinhar a coluna e corrigir desarranjos articulares que podem causar dores e limitação dos movimentos, inclusive é o mesmo feito em humanos. O objetivo consiste em estimular os reflexos neurológicos e melhorar a movimentação articular em regiões onde se encontra limitada, trazendo de volta à comunicação do sistema nervoso com o corpo. Além disso tem ação analgésica, melhora a irrigação e nutrição dos tecidos aumentando o fluxo sanguíneo e a qualidade dos impulsos nervosos. É capaz também de relaxar a musculatura e pode ajudar a corrigir posições e posturas anormais. 


A principal contraindicação é a instabilidade articular, ou seja, em casos de fraturas, luxações e osteoporose. Mas mesmo nestes casos, não se exclui totalmente a possibilidade do animal poder passar por uma sessão, os ajustes ainda poderão ser feitos no restante do corpo, longe da área acometida com a fratura, por exemplo.

  

Medicina Chinesa  


A MTC é muito empregada em pacientes oncológicos, no controle dos efeitos colaterais da quimioterapia, em doentes renais, dermatopatias alérgicas, doenças respiratórias e em uma infinidade de situações. No Veros é disponibilizado a MTC para ajudar a acelerar a recuperação dos pacientes internados e é justamente esse o objetivo das técnicas complementares: ajudar o pet a alcançar a saúde o mais rápido possível otimizando os tratamentos da Medicina Ocidental. 


Qualquer pet, independente da espécie, seja cão, gato, silvestre, cavalo, bovino, pode se beneficiar dela. Ela traz ferramentas extras para tratamentos de animais, sejam jovens ou idosos, receptivos ou não tanto.  


Laserterapia e termografia 


Laserterapia é o tratamento através de energia luminosa emitida por raio laser de baixa potência. Esta energia quando atinge os tecidos, provoca uma reação química nas células sensíveis à luz, bioestimulando as células danificadas. Estas reações acontecem dentro de todos os tecidos vivos, melhorando os processos inflamatórios e infecciosos.

 

Termografia é o estudo da variação de temperatura corporal, importante para se detectar alterações de temperatura nas diversas partes do corpo dos animais, o que pode indicar um processo inflamatório.  


Não são terapias invasivas, mas necessitam alguns cuidados: para a Laserterapia é necessária a proteção dos olhos tanto do médico como também do animal, e a termografia apenas mede o quanto de calor o animal está emitindo. O equipamento absorve a irradiação calórica e transforma em imagem colorida. 


Em São Paulo não há hospitais veterinários realizando termografia em suas rotinas de exames, como o Veros. Além de proporcionar o acompanhamento por parte do tutor e do médico veterinário com relação a evolução do tratamento. Já com a termografia, é possível mensurar quantitativamente o tratamento empregado, ou seja, medindo a temperatura do local onde foi aplicado o tratamento, descobrindo se aquela região está melhorando ou não.

 

Ozonioterapia 


Terapia que utiliza o gás ozônio para cuidar da saúde do animal. Seus principais objetivos são o alívio da dor e da inflamação, a cicatrização, a modulação da imunidade e o combate às infecções. É possível aplicá-lo em forma de gás, injetar em pontos, aplicar de forma sistêmica, utilizar o óleo ozonizado em feridas e até usar o soro ozonizado em regiões infeccionadas. 

 

É indicado iniciar o tratamento quando identificar no paciente dores; feridas de difícil cicatrização; pacientes que apresentam infecções recorrentes, alterações de imunidade ou problemas dermatológicos. Não são procedimentos que demandam anestesia e muitos animais mostram relaxamento durante as sessões, por isso, qualquer animal pode realizar o tratamento. É bem indicado para pets mais velhos. 


Todos os tratamentos devem ser acompanhados por um profissional da área e o Veros oferece atendimento 24 horas para cuidar dos animais com todo o apoio e tecnologias disponíveis, proporcionando, assim, uma experiência completa. 



Veros Hospital Veterinário é o maior complexo hospitalar de saúde animal do país. Com um investimento de R 50 milhões, a unidade tem capacidade de realizar cerca de 2 mil consultas e 700 cirurgias por mês, além de manter pacientes graves sob ventilação mecânica. O centro de diagnóstico por imagem é o mais completo do país, com as últimas versões de equipamentos de RX, eco e ultrassonografia, aparelho de tomografia de 16 canais e arco cirúrgico e além disso é o único hospital que conta com uma ressonância magnética de 1,5 Tesla. 


Serviço:  Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4643, Jardim Paulista – São Paulo, SP.  



Por Cecília Faria - Imagem Corporativa



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Especialista explica cuidados que você precisa saber ao adotar um pet

Danielle Quiqueto, docente e médica do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, fala sobre os principais pontos de atenção para os tutores


Adotar um pet é sempre um momento marcante e de muita alegria, porém muitas são as preocupações relacionadas à saúde e bem-estar do animal com a sua chegada. Apesar do amor e carinho serem caraterísticas obrigatórias para os tutores, durante toda a vida do pet é necessário comprometimento, para garantir que o novo integrante da família tenha a vida repleta de saúde e aventuras.
 

Para esclarecer as dúvidas comuns de muito tutores, sejam ou não de primeira viagem, Danielle Quiqueto, docente e médica veterinária do Hospital Veterinário da Universidade Anhembi Morumbi, destaca oito pontos de atenção e relata que desde o momento em que há a decisão da adoção, é necessário assumir um compromisso de garantir o bem-estar do pet nesta importante fase da nova vida.


Banho e corte de unhas

Caso seja um filhote, a professora explica que é preciso concluir o protocolo vacinal para que ele esteja liberado para tomar banho. “Enquanto o processo não é concluído, existem no mercado produtos para realização de banhos a seco. Se a adoção for de um adulto, o banho está liberado. Em relação ao corte das unhas, a ação deve ser feita somente por um profissional que tenha habilidade, pois há risco de sangramento e alguns animais podem desenvolver traumas”, comenta.

 

Passeios ao ar livre

Para a especialista, o indicado é que esses passeios ocorram somente quando o protocolo vacinal for concluído, pois há riscos deste pet adquirir doenças em contato com outros animais.

 

Idade do animal

Segundo a Dra. Danielle, o médico veterinário está apto, através algumas observações, em determinar a idade aproximada do animal, ao se atentar a características, como o aspecto da dentição ou se as trocas dos dentes já foram concluídas. No caso dos idosos, também é possível fazer essa análise com a observação da coloração dos pelos da face.

 

Medicação para vermes

Para a docente, esta indicação deverá ser realizada apenas pelo médico veterinário, que avaliará caso a caso. Para isso, ele entenderá qual o estilo de vida do pet. “As fêmeas prenhes e filhotes devem ser vermifugados, pois os filhotes podem se contaminar durante esta fase. Aos demais animais, poderá ser solicitado um coproparasitológico (exame que analisa as fezes), que mostrará se o pet precisa de tratamento ou não para algum tipo de parasita”, comenta.




Vacinas

A médica explica que a única vacina obrigatória no Brasil, tanto para filhotes quanto para adultos, é a antirrábica, pois a raiva é uma zoonose de grande importância e deve ser administrada após 12 semanas de vida, sendo administrada como reforço anual.

 

As vacinas múltiplas ou polivalentes, que combatem as principais doenças dos pets, são consideradas como essenciais para garantir a qualidade de vida do animal. Nesse grupo entram a V8 ou V10, no caso dos cães, e V4 ou V5, no caso dos gatos.

 

O protocolo vacinal dos filhotes começa com aproximadamente 60 dias de vida e deve ser concluído com mais de 16 semanas, para não haver interferência dos anticorpos da mãe na resposta vacinal. As doses serão administradas com intervalo de 21 a 28 dias e geralmente são necessárias 3 doses para completar o protocolo. A partir daí o filhote estará protegido contra as principais doenças




No caso dos idosos não há contraindicação na vacinação. Pacientes com doenças crônicas, em processo de quimioterapia ou doenças autoimunes, serão avaliados individualmente pelo médico veterinário.

 

Castração

Se o tutor tem a intenção de castrar o pet, a especialista afirma que é de extrema importância que haja uma consulta pré-operatória. “O animal deve ser levado para avaliação em que o profissional indicará os exames que o pet deverá realizar antes da castração. Como o procedimento é realizado sob anestesia, alguns exames laboratoriais e avaliação cardiológica devem ser efetuados”, afirma.

 

Pulgas e carrapatos

Danielle explica que existem diversas medicações para controle de ectoparasitas no mercado e várias formas de apresentação. “Comprimidos palatáveis, pipetas que são administradas na região do pescoço e coleiras de uso constante são alguns exemplos disponíveis hoje. Cada medicação possui um intervalo de administração diferente e o médico veterinário indicará o melhor para seu pet. Este controle deverá ser realizado regularmente e não somente quando forem encontradas pulga ou carrapato no animal, visto que o risco de infestação ocorre nos diversos lugares por onde o pet passeia. Se a infestação já ocorreu, algumas das medicações indicadas para prevenção podem ser utilizadas nessa fase. Vale ressaltar que as pulgas e carrapatos estão em sua maioria no ambiente, então, o controle também deve ser realizado no local que o pet habita. No caso das pulgas, aspirar o local é muito importante e faz parte do tratamento”.

 

Alimentação

A alimentação é a base para uma boa saúde intestinal do pet e, segundo a especialista, estar alinhado com veterinário é ideal para garantir a saúde e qualidade de vida. “O profissional indicará a ração que atenderá da melhor forma as necessidades do animal. As rações super premium são completas e possuem vitaminas, ômegas e minerais indicados para cada fase da vida do pet. Na maioria dos casos não é necessária a suplementação quando o alimento é de qualidade”, finaliza.

 


A Universidade Anhembi Morumbi, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil: o Ecossistema Ânima, oferece programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Seus cinco campi estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, São José dos Campos e Piracicaba.

Saiba mais sobre a Anhembi Morumbi em link 


Com o propósito de transformar o Brasil pela educação, a Ânima é o maior e o mais inovador ecossistema de ensino de qualidade do país, com um portfólio de marcas valiosas e um dos principais players de educação continuada na área médica. A companhia é formada por uma comunidade de aprendizagem com mais de 400 mil pessoas, composta por mais de 395 mil estudantes e cerca de 17 mil educadores, distribuídos em 18 instituições de ensino superior e em mais de 600 polos educacionais por todo o Brasil. Integradas também ao Ecossistema Ânima estão marcas especialistas em suas áreas de atuação, como HSM, HSM University, EBRADI (Escola Brasileira de Direito), Le Cordon Bleu (SP), SingularityU Brazil, Inspirali e Learning Village, primeiro hub de inovação e educação da América Latina, além do Instituto Ânima.


*Créditos: Fotos do Hospital Veterinário


Por Talita Gomes - Ecossistema Ânima

Créditos: Fotos do Hospital Veterinário





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