Quando o lar ganha um novo amigo: entenda quais cuidados tomar ao receber um cão em casa

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No Dia do Cachorro, médica-veterinária Kelly Carreiro cita medidas essenciais para garantir a adaptação saudável e acolhedora de um novo pet



Celebrado em 26 de agosto, o Dia do Cachorro é uma oportunidade especial para homenagear os companheiros de quatro patas que transformam lares e famílias. Neste ano, a Special Dog Company, com mais de 20 anos de experiência em nutrição pet, aproveitou a data para destacar orientações importantes sobre a chegada de um um novo cão em casa, seja ele filhote, jovem ou adulto, reforçando a importância dos primeiros cuidados para promover bem-estar, saúde e vínculos duradouros.
 

De acordo com Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company, cada fase da vida do pet traz necessidades específicas, mas a atenção, o carinho e a paciência são indispensáveis em qualquer situação. “Ao adotar ou adquirir um cão, a família deve compreender que a adaptação pode levar tempo. Criar um ambiente seguro, oferecer alimentação adequada e respeitar o ritmo do animal são fatores determinantes para que essa convivência se torne saudável e duradoura”, explica.
 

Ao chegar ao novo lar, é natural que o cão apresente insegurança ou estranhe a mudança de ambiente. Para minimizar esse impacto, recomenda-se reservar um espaço exclusivo, confortável e tranquilo, onde o animal possa descansar e se sentir protegido. Brinquedos, objetos com cheiros familiares e a presença da família ajudam a transmitir segurança. Quando já há outros animais na casa, a introdução deve ser feita gradualmente, de preferência em locais neutros, sempre com supervisão e paciência para respeitar o tempo de cada um.
 

A socialização com crianças também merece atenção. É essencial ensinar os pequenos a respeitar os momentos de descanso do animal, além de estimular a gentileza no contato e a participação em pequenas tarefas de cuidado, como trocar a água ou organizar os brinquedos. Isso fortalece o vínculo e contribui para a construção de uma relação respeitosa.
 

Outro ponto fundamental é a alimentação, que deve considerar a idade, o porte e as condições de saúde do cão. Alimentos completos, formulados de acordo com cada fase da vida, são indispensáveis para garantir energia, vitalidade e longevidade. Manter sempre água fresca à disposição, estabelecer uma rotina de horários e definir um local adequado para as necessidades fisiológicas contribuem para a adaptação e para a manutenção da saúde do animal.
 

O acompanhamento veterinário deve começar logo nos primeiros dias após a chegada, independentemente da idade do cão. Esse cuidado é essencial para verificar o estado de saúde, atualizar vacinas, orientar sobre vermifugação, prevenção de parasitas e indicar possíveis exames. “A consulta periódica ao veterinário é indispensável para o bem-estar do animal em todas as fases da vida. A prevenção é sempre a melhor forma de cuidado”, reforça Carreiro.
 

Com o protocolo vacinal em dia, os passeios podem ser incorporados à rotina. O uso de coleira com identificação, a escolha de horários de menor calor, a hidratação frequente e a coleta das fezes são práticas que garantem não apenas o bem-estar do cão, mas também a boa convivência em comunidade.
 

“O Dia do Cachorro é uma oportunidade para lembrarmos do quanto esses animais trazem alegria e afeto às nossas vidas. Compartilhar informações e orientar os tutores é a nossa forma de contribuir para relações mais saudáveis e duradouras entre famílias e seus cães”, conclui Carreiro.


 

Sobre a Special Dog Company - Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 38 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 2.000 colaboradores.

 

Por Equipe de Comunicação Special Dog Company

Zoonoses exigem atenção das famílias multiespécies e dos profissionais de saúde

Toxocaríase e ancilostomíase são verminoses comuns, causadas por parasitas intestinais de cães e gatos, com maior incidência em regiões de vulnerabilidade social e entre crianças._Imagem: Freepik



VetFamily reforça importância da prevenção e do conceito de Saúde Única



A convivência próxima entre humanos e animais de estimação é uma realidade consolidada no Brasil, onde estatisticamente há 1,8 animal de estimação por residência, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) e do IBGE. Apesar dos pontos positivos dessa interação é essencial o alerta sobre a necessidade de conhecimento e prevenção de zoonoses, como leptospirose, esporotricose, febre maculosa e toxoplasmose.


“Cada vez mais vivemos em famílias multiespécies, com vínculos afetivos profundos entre pessoas e animais. No entanto, essa proximidade impõe responsabilidades, especialmente quando falamos de zoonoses. A saúde dos pets está diretamente conectada à saúde dos humanos”, alerta a médica-veterinária e country manager da VetFamily no Brasil, Stella Grell. Dentre suas atuações, a maior comunidade global e nacional de médicos-veterinários busca fortalecer o conceito de Saúde Única (One Health), que reconhece a interdependência entre saúde humana, animal e ambiental.

 

Vacinação periódica, controle de ecto e endoparasitas, manejo ambiental e visitas ao médico-veterinário são medidas preventivas para zoonoses. Imagem: Freepik


Principais zoonoses 


Leptospirose - Transmitida pela bactéria Leptospira, a doença tem grande disseminação após chuvas intensas e alagamentos, sendo transmitida aos seres humanos pela urina de animais infectados, principalmente de roedores, que são capazes de carrear leptospiras patogênicas causadoras de infecção humana.

Os sintomas em humanos incluem febre, dores musculares, vômitos, icterícia e, em casos graves, podem causar insuficiência renal, hemorragias e até a morte. Em pets, os sinais são semelhantes, podendo evoluir rapidamente. A prevenção envolve vacinação, controle e higiene ambiental, descarte correto de resíduos e controle de roedores. 


Esporotricose - Causada por fungos do gênero Sporothrix encontrados em solo e vegetação em decomposição, pode ser transmitida por contato com o meio contaminado e, principalmente, por arranhões, mordidas ou secreções de gatos infectados, que são os principais reservatórios urbanos da doença. Ela atinge pele e mucosas e, em alguns casos, olhos, ossos, pulmões e até o sistema nervoso central.

No início de 2025, a esporotricose humana passou a fazer parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória e deve ser registrada no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).


Raiva - Prevenida por meio de vacinação, a raiva está entre as mais graves zoonoses e é transmitida através da mordida de animais infectados, como cães, gatos, primatas e morcegos. A raiva é causada por um vírus que atinge o sistema nervoso central, com alta taxa de mortalidade após o surgimento dos primeiros sintomas. A forma mais eficaz de prevenção é a vacinação regular de cães e gatos e atenção a casos suspeitos em animais silvestres. Segundo dados do Ministério da Saúde e da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), entre 2010 e 2025 foram registrados apenas 50 casos de raiva humana no Brasil, reforçando a importância de campanhas de imunização e vigilância epidemiológica.


Febre maculosa brasileira - É transmitida por carrapatos-estrela (Amblyomma cajennense) infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii. Os sintomas da doença incluem febre alta, dores no corpo, manchas avermelhadas e mal-estar e pode ser fatal, se não tratada nas primeiras 48 a 72 horas. O controle de carrapatos, hospedeiros comuns de capivaras e cães, e a exposição cuidadosa a ambientes com potencial de risco são medidas essenciais.


Toxoplasmose - A doença é causada pelo protozoário Toxoplasma gondii e sua transmissão ocorre principalmente através da ingestão de alimentos contaminados como carnes malpassadas ou cruas, verduras e legumes não higienizados corretamente. Embora muitos casos sejam assintomáticos, pode ser grave em gestantes, com risco de aborto ou malformações fetais. A prevenção está diretamente ligada aos cuidados com a higiene alimentar: cozinhar bem as carnes, lavar corretamente frutas e vegetais e manter bons hábitos de preparo dos alimentos. Consultas veterinárias regulares também são importantes no controle da infecção em animais de estimação e o médico-veterinário tem um papel importante no processo de educação e informação em saúde.


Toxocaríase e ancilostomíase - São duas verminoses intestinais causadas por parasitas de cães e gatos, com maior incidência em regiões de vulnerabilidade social, especialmente entre crianças. A toxocaríase ocorre quando humanos, geralmente crianças, ingerem ovos do parasita presentes em solo ou areia contaminados com fezes de animais infectados. Já a ancilostomíase é adquirida pelo contato direto da pele com larvas presentes no solo contaminado, que penetram ativamente através da pele, principalmente ao andar descalço.


Leishmaniose visceral - Transmitida pela picada do mosquito-palha (Lutzomyia spp.) infectado pelo protozoário Leishmania infantum, agente causador da leishmaniose visceral no Brasil, a doença acomete cães e humanos, provocando sintomas como febre persistente, emagrecimento, aumento do baço e do fígado, podendo levar à morte, se não tratada.

Os cães não transmitem diretamente a doença, mas atuam como principais reservatórios para o mosquito vetor. Por isso, a prevenção é fundamental, tanto para a saúde humana quanto animal, e deve incluir uso de repelentes específicos nos cães, controle da população de vetores e cuidados ambientais, como evitar o acúmulo de matéria orgânica onde o mosquito possa se reproduzir.  


A saúde dos pets está diretamente conectada à saúde dos humanos. Imagem: Freepik


Prevenção é responsabilidade compartilhada


“Boa parte das zoonoses pode ser prevenida com medidas simples, como vacinação periódica, controle de ecto e endoparasitas, manejo ambiental e visitas regulares ao médico-veterinário. Há no mercado soluções seguras e eficazes contra pulgas, carrapatos e vermes intestinais que contribuem com a prevenção”, explica Stella.


A abordagem integrada entre humanos, animais e meio ambiente é essencial para mitigar os impactos das zoonoses, inclusive aquelas que ainda podem emergir. “Prevenção e exames regulares são essenciais tanto para humanos como para animais. Check-ups veterinários devem ser feitos ao menos uma vez ao ano ou em intervalos menores para pets idosos ou com comorbidades. Médicos-veterinários não cuidam apenas de pets – cuidam da saúde coletiva”, finaliza Stella.



VetFamily - Organização global líder em soluções para clínicas veterinárias independentes, é parte do Vimian Group, tem sede em Estocolmo (Suécia) e reúne mais de 9.000 clínicas e 25 mil veterinários em mais de 11 países da União Europeia, Estados Unidos, Austrália e Brasil. Seu objetivo principal é contribuir para a melhor administração e lucratividade das clínicas, oferecendo diversos serviços, como centralização da negociação com parceiros comerciais, apoio à gestão e disseminação de conhecimento. Conheça mais em www.vetfamilybrasil.com.br.



Por Georgia Tárrega - Equipe Deepzo

 

Pássaros de estimação precisam de proteção no inverno

Algumas aves podem ser extremamente sensíveis ao frio, principalmente as tropicais, como canários, periquitos (foto) e agapórnis - Crédito: Matheus Campos

 

Veterinária alerta para sinais de sofrimento, formas seguras de aquecer o ambiente e alimentação adequada nesta época do ano



As temperaturas caem e, com elas, aumentam os riscos para a saúde dos companheiros mais leves e cantantes: os pássaros. Apesar de transmitirem leveza, alegria e beleza por onde passam, essas aves de estimação podem ser extremamente sensíveis ao frio, principalmente as tropicais, como canários, periquitos e agapórnis. A hipotermia, por exemplo, pode levar à morte se não for percebida a tempo.
 

A médica veterinária Morgana Prado, especializada em animais não convencionais do Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas-SP, explica que nem todos os pássaros sentem o frio da mesma forma. Algumas espécies são naturalmente mais resistentes, enquanto outras sofrem muito com as baixas temperaturas.
 

As mais vulneráveis costumam ser as pequenas aves tropicais, como o canário (Serinus canaria), o periquito-australiano (Melopsittacus undulatus) e o agapórnis (Agapornis roseicollis). Já calopsitas, maritacas e papagaios têm sensibilidade moderada, enquanto pombos, rolinhas e galinhas se adaptam melhor ao frio.



 Médica-veterinária Morgana Prado, especializada em animais não convencionais do Hospital Veterinário Taquaral (HVT) - Crédito: Matheus Campos


Como identificar sofrimento por frio


Saber interpretar os sinais é fundamental, já que os pássaros são discretos e tendem a esconder sintomas por instinto de sobrevivência. “Penas eriçadas, quietude excessiva, pés frios, respiração alterada e postura encolhida são sinais de que a ave está sofrendo com o frio”, explica a veterinária.
 

Sintomas mais graves, como tremores intensos, respiração ofegante, mucosas azuladas e a ave deitada no fundo da gaiola, indicam urgência em buscar atendimento.


 

Ambiente aquecido com segurança


Manter a gaiola em um local sem correntes de ar, longe de janelas e portas, e sempre acima da linha do chão é uma das principais recomendações. “Cobrir a gaiola à noite com uma manta grossa – deixando uma fresta para ventilação – também ajuda. Mas nunca use plásticos, pois abafam e acumulam gases tóxicos”, orienta.
 

Se for necessário aquecer o ambiente, o ideal é usar lâmpadas de cerâmica com termostato ou aquecedores próprios, mantendo a temperatura entre 22 °C e 28 °C para as espécies mais sensíveis. “Lareiras, velas, aquecedores a gás, secadores e lâmpadas comuns estão fora de cogitação”, esclarece a doutora.

 


Alimentação reforçada, mas sem exageros


Com o frio, os pássaros gastam mais energia para manter a temperatura corporal, o que pode exigir pequenas mudanças na dieta. Segundo Morgana, é importante aumentar o valor calórico com equilíbrio: “sementes oleaginosas são bem-vindas, assim como fontes de proteína leve, como o ovo cozido, além de manter a oferta de frutas e vegetais em temperatura ambiente”. Ainda de acordo com Morgana, é importante monitorar o consumo de água para não faltar hidratação.
 

Se o passarinho for idoso, estiver em fase de mudança de penas ou com histórico de doenças, a suplementação vitamínica pode ser indicada nesta época – sempre com orientação veterinária. Vitaminas como A, C, E e as do complexo B ajudam a fortalecer a imunidade.


 

Banho no frio?


A higiene segue essencial no inverno, mas os banhos precisam ser adaptados. “Aves saudáveis podem tomar banho se o ambiente estiver aquecido, sem vento e com possibilidade de secagem completa ao sol filtrado ou próximo a uma janela protegida”, diz a veterinária. A água deve estar morna ao toque, nunca quente, e o melhor horário é entre 11h e 15h.
 

Se a ave estiver doente, idosa, em época de mudar as penas ou for muito jovem, o ideal é substituí-lo por panos úmidos ou lenços específicos vendidos em pet shops (sem fragrância, álcool ou sabão).



Viveiros devem dispor de abrigos para os pássaros - Crédito: Divulgação


Viveiros


Pássaros criados soltos em viveiros ou aviários exigem cuidados diferentes. Como ficam mais expostos ao clima, é necessário fornecer abrigo e ninhos fechados, proteger as laterais contra o vento, manter o piso seco, substrato sempre higienizado e reforçar a dieta. “Em alguns casos, dependendo da espécie, até o uso de aquecimento localizado pode ser necessário”, afirma Morgana.

 

Doenças de inverno


Infecções respiratórias como rinites, sinusites, bronquites e até pneumonia são mais frequentes no inverno. Também podem surgir problemas na muda, hipotermia e doenças digestivas. Espirros, secreções nas narinas, respiração ruidosa, letargia e penas eriçadas são sinais de que algo não vai bem. “Quanto antes o atendimento for iniciado, maiores as chances de recuperação”, alerta.


Casinhas de tecido estruturado são boas opções para o interior de gaiolas - Crédito: Divulgação

 

E atenção: check-ups regulares são fundamentais. “O ideal é ao menos uma vez por ano, ou a cada seis meses, principalmente durante trocas de estação”, recomenda a veterinária.




Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP


 Hospital Veterinário Taquaral, em Campinas, SP - Crédito: Matheus Campos

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Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP

Funcionamento: 24 horas, sete dias por semana

Telefones: (19) 3255-3899 / WhatsApp: (19) 99256-5500



Por Kátia Nunes - AMZ Comunicação

Longevidade e diversão: brincadeiras que ajudam seu pet a envelhecer com saúde

Veterinário aponta brinquedos e atividades para tutores manterem animais ativos, mesmo na velhice



Assim como acontece com humanos quando chegam na terceira idade, os pets também precisam estimular seu lado cognitivo, exercitar a paciência, a memória e aprender o raciocínio lógico para evitar o sedentarismo e quadros de demência na velhice. Pode parecer contraintuitivo, mas veterinários aconselham que os tutores insiram o hábito de brincar também nessa fase, para favorecer o bem-estar físico e mental dos amigos de quatro patas mais longevos.


 

“Muitos pensam que, ao chegar a certa idade, os animais precisam diminuir o ritmo, mas é o contrário. Brincadeiras e práticas que estimulem o pet a manter-se ativo são muito bem-vindas. A única diferença é que elas devem ser adaptadas conforme as limitações individuais e físicas do animal, respeitando suas particularidades, além de outras comorbidades que o animal possa ter”, explica Thiago Teixeira, veterinário e Diretor Geral do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo.


 

Uma das opções unânimes de brincadeiras, tanto para cães quanto para gatos, são os quebra-cabeças. O brinquedo tem compartimentos em que se esconde o petisco, estimulando o cachorro a encontrá-los mexendo nas peças com a pata ou o focinho. Já para gatos, o brinquedo pode incluir bolinhas ou itens que se movem e desafiam o animal para a caça e a recompensa.




 

Outra atividade interessante é o esconde-esconde. Além da brincadeira entre humano e animal, é possível esconder petiscos e ração pela casa e estimular o cão a usar o faro para achá-los; para os gatos também, pois eles possuem um ótimo faro e visão para a caça, além de serem fascinados por petiscos. Ainda dá para transformar a brincadeira toda numa caça ao tesouro, escondendo brinquedos e entregando recompensas em forma de comidinhas.


 

O especialista explica que, em caso de dúvidas ou falta de tempo para investir em uma brincadeira específica, o básico funciona muito bem, principalmente para gatos. “Deixar à disposição arranhadores e escaladores pela casa é uma prática incentivada, assim como usar varinhas com penas para entretê-los. Mas é importante mover os escaladores a uma altura confortável e que não exija muito do animal”, comenta Teixeira.


 

Com os cães, brinquedos simples, como bolinhas e ursinhos, também mantêm a atividade em dia e favorecem a longevidade. O veterinário destaca, entre os brinquedos interativos, os mordedores recheados com petiscos, que deixam o pet entretido enquanto tenta ‘caçar’ a comidinha, estimulando o faro, o instinto, e evitando o estresse, o tédio e a ansiedade.


 

“No geral, o ideal é que sejam evitadas atividades que exigem muito do físico, como pular ou realizar corridas com obstáculos, pois podem levar a quedas e lesões. No restante, estão liberadas diversas brincadeiras e acessórios que ajudam o pet a tornar sua longevidade uma jornada divertida e saudável. Sempre usando como base as recomendações do veterinário e respeitando os limites e tempo de cada pet, é claro”, finaliza.


 


O Nouvet é um centro veterinário com nível hospitalar de excelência, localizado no tradicional bairro dos Jardins, em São Paulo. Com atendimento 24 horas, a clínica abrange diversas vertentes de acolhimento às necessidades dos pets, como veterinários especialistas, centro estético e escola. Pensada para inovar e atingir o nível de excelência da medicina humana, o Nouvet conta com tecnologias de ponta para atender de forma premium o animal, acompanhado de seus respectivos tutores.




Por Laura Amed - Agência NoAr

Seu pet está preparado para o frio? Baixas temperaturas pedem atenção redobrada com os animais

Médico-veterinário orienta sobre os principais cuidados com os pets na época mais fria do ano


Oficialmente, o inverno brasileiro teve início no último dia 20(junho), mas o clima frio já podia ser sentido desde o início de junho, quando as temperaturas começam a cair e os dias ficaram cada vez mais gelados. Nesta época do ano, é importante reforçar os cuidados com a saúde e, assim como os humanos, os pets também precisam de atenção especial.

 

O médico-veterinário Gustavo Quirino, que atua na equipe de capacitação técnica de nutrição de cães e gatos na Adimax, destaca que os cuidados com os pets no inverno vão além de protegê-los do frio: “O tutor deve estar atendo a questões simples do dia a dia, como a hidratação, alimentação, se demonstram sentir frio, além de manter a vacinação em dia, para evitar as doenças típicas do inverno”.

 

Segundo Quirino, os animais mais vulneráveis ao frio são os filhotes, os idosos e os que têm pelo curto ou pouca gordura corporal. “Os animais deste grupo têm dificuldade em manter a temperatura e podem sofrer com hipotermia, caso fiquem expostos a ambientes muito frios por longos períodos”, explica.

 

Para evitar que seja um período conturbado para os cães e gatos, o médico-veterinário orienta os tutores sobre os principais cuidados com os pets no frio:

 

- mesmo no inverno, os cuidados com a hidratação devem permanecer, portanto, água potável deve estar sempre disponível em vasilhas limpas;

 

- outra opção que o tutor pode utilizar para cuidar da hidratação do seu pet é fornecer alimentos úmidos, especialmente para os felinos, que têm por hábito beber pouca água;

 

- atenção ao horário dos passeios, que devem ser realizados nos períodos de temperaturas mais quentes;

 

- manter os hábitos alimentares, especialmente a quantidade de alimento oferecida. Alguns tutores podem pensar que, com as baixas temperaturas, seja necessário aumentar a quantidade do alimento do pet, já que o animal também sentiria mais fome por gastar mais energia para manter sua temperatura. Porém, como o clima no Brasil não chega ao frio extremo, a influência do inverno na necessidade energética dos pets é irrelevante, de forma a não existir recomendação para alterar a quantidade diária de alimento a ser oferecida;

 

- se o tutor for colocar roupinha no animal, é importante observar seu comportamento, pois caso o pet se sinta incomodado, pode gerar estresse, ao invés de ajudar. E atenção: a escovação dos pelos deve permanecer, para manter a pele e pelagem saudáveis;

 

- no banho, é importante ter cuidado com a temperatura da água, que não deve ser muito quente, o que poderia machucar a pele do animalzinho. Também é errado achar que o animal não sente frio e dar banho gelado. E não se esqueça: sempre devem ter sua pelagem bem seca antes de serem expostos ao frio; 

 

- atenção redobrada com animais sem pelo (como os gatos da raça Sphinx, por exemplo), ou de pelagem muito curta, já que o pelo ajuda a manter a temperatura;

 

- cuidar da higiene das caminhas, cobertores e roupinhas.

 

Ao adaptar esses cuidados simples na rotina com os pets, os tutores irão proporcionar, além de conforto, saúde, bem-estar e qualidade de vida aos seus animais de estimação.


Fundada em 2002, a Adimax é uma das maiores fabricantes de pet food do Brasil, com um portfólio completo de produtos que atendem aos mais diversos perfis de tutores e pets.  Entre as marcas de destaque estão a Fórmula Natural, Origens, Magnus e Qualidy. Atualmente, possui unidades em Salto de Pirapora (SP), Abreu e Lima (PE), Uberlândia e Juatuba (MG), Goianápolis (GO), Feira de Santana (BA) e Mandirituba (PR), e Centros de Distribuição nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.  

Além de investir constantemente em estrutura, tecnologia, pessoas e aplicações dos conceitos mais modernos da nutrição de cães e gatos, a Adimax tem o engajamento com várias causas sociais, norteada pelo propósito de “amparar idosos carentes, pessoas e animais com deficiência”.



Por Thais Gobbi - jtcom.com.br