RIR É O BICHO!


"Estou no controle..."























"Desculpa só derrubei seu perfume"


































"Tapete legal esse, só relaxando"


































"Olha nós aqui!"

"Mingau de gato"


























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ALIMENTAÇÃO DE CÃES ADULTOS


Como todas as criaturas vivas, os cães precisam de uma dieta para se manterem saudáveis. Uma definição para alimento pode ser: “Qualquer sólido ou líquido que, quando ingerido pode nutrir um ser vivo.” Os componentes de um alimento, são chamados de nutrientes e os alimentos ou misturas alimentares, que são ingeridas atualmente são referidos como dieta. Os principais tipos de nutrientes contidos nos alimentos são:

·         Carboidratos – Fornecem energia ao corpo do animal, podendo ser convertida em gordura corpórea.
·         Lipídios – Que fornecem energia de forma mais concentrada, os lipídios agem como um veículo para as vitaminas lipossolúveis, como também para certos tipos de lipídios normalmente referidos com ácidos graxos essenciais (AGE) que são necessários para enormes funções do organismo e são importantes tal qual as vitaminas e minerais.
·         Proteínas – Importantes por carrear os aminoácidos que estão envolvidos no crescimento e na recuperação dos tecidos do corpo; podem também serem metabolizados para gerar energia.
·         Minerais – O cão necessita de uma série de minerais, a maioria dos alimentos comerciais balanceados contém estes minerais em fartas quantidades. As deficiências destes minerais são observadas em animais alimentados com dietas caseiras mal elaboradas e restos de comidas.
·         Vitaminas – Ajudam a regular os processos do organismo, e são dividido em duas categorias, as vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis. No primeiro grupo estão vitaminas A, D, E e K; no segundo grupo estão as vitaminas do complexo B e a vitamina C.

A maioria dos animais de estimação e adulta que moram principalmente dentro de casa, não estão em gestação, lactação, nem envolvidos em trabalho pesado; estão em um ambiente normal.

Em cães nesta situação geralmente terão um apetite suficiente normal para comer tudo o que eles precisam numa refeição por dia, e é o bastante para adotar um regime de uma refeição por dia. A vantagem de uma refeição por dia é que ela pode ser de um tamanho suficiente para satisfazer o apetite do animal, é maior a chance de controlar os erros de desperdício. É melhor evitar refeições no fim da tarde, isto porque os cães podem precisar fazer as fezes ou a urina dentro de algumas horas e isto poderá ser inconveniente nos horários mais tarde da madrugada, isto vale para cães que são criados dentro de casa como já foi dito. O número correto de refeições por dia, para qualquer cão, é aquele que o proprietário achar mais conveniente. É desejável estabelecer uma rotina e segui-la. As horas de refeição são o ponto alto de todos os dias e os cães rapidamente acostumam a serem alimentados na mesma hora.

O cão que trabalha é também adulto, mas que tem exigências mais variáveis, e muito maiores, de energia. Sua alimentação pode geralmente ser direta. Simplesmente fornecer mais do mesmo tipo de alimento, se houver um período de descanso durante o trabalho, é bom que se forneça uma pequena refeição nessa hora, reservando a refeição principal para depois do trabalho. A refeição principal deve ter 2/3 das necessidades diárias, e já que os cães estão frequentemente cansados, estes têm pouco apetite, os alimentos mais palatáveis devem ser incluídos.

A observação cuidadosa da aparência do animal e de seu comportamento permitirá ao proprietário identificar o nível correto de alimentação para seu animal, seus gostos e desagrados e, ainda, chegar a regimes alimentares satisfatórios.

Publicado na Bichos de Estimação – Ano II - nº 08 - Dr. Rômulo Vieira Lemos (Nutrição de cães).


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BOXER COM APENAS DUAS PATAS

Ele tem sido uma inspiração para seus donos, o cão Ducan Lou Who, nasceu com deformidades nas pernas traseiras e teve as mesmas completamente amputadas. Esse cãozinho não se adaptou a cadeirinha de rodas e acompanha seus amigos só com as duas pernas dianteiras.

Assista nesses vídeos alguns momentos desse boxer brincando com outros cães e a alegria dele em sua primeira visita a praia.




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OS ROEDORES QUE ENCANTAM


Roedores são mamíferos com placenta pertencentes à ordem Rodentia. É a ordem mais numerosa dentre os mamíferos, correspondendo a cerca de 40% das espécies da Classe Mammalia. A maior parte são de pequenas pro-porções, o camundongo-pigmeu Africano tem 6 cm de comprimento e pesa 7 gramas. Por outro lado, o maior deles, a capivara, pode pesar até 45 kg. Roedores são encontrados em grande número em todos os continentes, exceto a Antártida, na maioria das ilhas e em todos os hábitats, com exceção dos oceanos. Juntamente com os morcegos (Chiroptera), foram os únicos mamífe-ros placentários a colonizar a Austrália independentemente da introdução hu-mana.


Ecologicamente são muito diversos. Algumas espécies apresentam um hábito aquático, enquanto outras são altamente especializadas para o ambiente desértico. Muitas são onívoras, todas compartilham uma característica: uma dentição altamente especializada para roer. Todos os roedores possuem um par de incisivos na arcada dentária superior e inferior seguidos por um espaço, o diastema, e por um ou mais molares e pré-molares.

Nenhum roedor possui mais de quatro incisivos e nenhum roedor possui caninos. Seus incisivos não têm raiz e crescem continuamente. Quando roem, os incisivos se atritam, desgastando a dentina, o que mantém os dentes bas-tante afiados. Esse sistema de "afiamento" é muito eficiente e é uma das chaves do enorme sucesso dos roedores.

Roedores são importantes em muitos ecossistemas porque se reproduzem rapidamente, servindo de alimento para predadores, são dispersores de sementes e vetores de doenças. Humanos usam roedores para testes laboratoriais, na alimentação, obtenção de sua pele e como companhia.
 
Recentes pesquisas sugerem que os roedores podem ser biologicamente polifiléticos, ou seja, teriam evoluído mais de uma vez, neste caso este grupo teria que ser dividido.



Grupos comumente confundidos com roedores e erroneamente inclusos entre eles: Chiroptera (morcegos), In-sectivora (ouriços, toupeiras), Lagomor-pha (coelhos, lebres).

Joel Guimarães – Cidade dos Roedores - Pesquisa: Wikipédia

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ALIMENTAÇÃO DE CÃES JOVENS



A quantidade de alimento ingerido pelo cãozinho, deve suprir  as necessidades de energia e de nutrição do animal, para mantê-lo saudável,  desde que esteja dentro de sua capacidade física. Um regime alimentar satisfatório é aquele que fornece uma dieta equilibrada, numa concentração suficiente, bem dentro dos limites de seu apetite. Tal regime pode consistir de um único alimento adequado, ou de uma mistura de alimentos com concentrações diferentes.

A alimentação do filhote, fisiologicamente normal, começa no desmame que deverá começar gradativamente entre a quarta e quinta semana de idade quando os mesmos já tiveram explorado seus arredores. Nesta idade, eles aceitam alimentos macios e úmidos, que são fáceis de ingerir e, apesar de algumas pessoas pensarem que o leite ou alimentos à base de leite deve predominar num regime de desmame, esses produtos não são essenciais, há disponíveis muitas alternativas igualmente no mercado.

Nos estágios iniciais de três a quatro e meia semanas de idade, o leite da cadela é ainda a mais importante fonte de nutrientes, para que o cão tenha um completo desenvolvimento, depois disto a ingestão de outros alimentos se torna necessário e por volta das seis semanas de idade poderá ser completamente desmamada, e ser oferecido ao filhote uma dieta variada ou uma alimentação completa.
Uma vez desmamados, os filhotes crescem com rápida velocidade e necessitam ingerir grandes quantidades de alimentos, especialmente filhotes das raças que crescem rapidamente (Dogue Alemão, Pastores, Rottweiler, etc.), durante o período de seu mais rápido aumento de tamanho e peso, o consumo de alimento pode ser mais do que o dobro que consome um cão adulto de tamanho e peso semelhantes.

Contrariamente a muitas precauções e crenças populares, os filhotes não necessitam quantidades extra de minerais e de vitaminas, desde que suas exigências sejam atingidas. Isto não quer dizer que os proprietários devem excluir totalmente o uso de suplementos vitamínico-minerais. Quando uma dieta balanceada (ração) é fornecida eles não parecem ter nenhum benefício e se em quantidades não precisam, absolutamente de suplementação. Misturas feitas em casa, de carne e cereais, que são deficientes em cálcio e em vitamina D, necessitam ser suplementadas com quantidades razoáveis destes constituintes para atingir os níveis satisfatórios para dieta de cães em crescimento.
Um aspecto importante da alimentação dos cães em crescimento, que se constitui numa preocupação de quase todos os que já tiveram um filhote, é o efeito da dieta na quantidade e na consistência das fezes e na frequência de sua disposição. As fezes não são simplesmente os resíduos indigeríveis dos alimentos, mas também contém outras substâncias. A massa, ou volume fecal, depende de várias coisas como: Matérias indigeríveis no alimento,  balanço de fluídos dentro do trato alimentar. O alimento é apenas um dos fatores que influenciam a massa e consistência fecal. Em geral, os alimentos de alta digestibilidade resultam em quantidades menores de fezes bem formadas, mais isto nem sempre ocorre desta maneira. Um dos fatores que influenciam na fluidez das fezes é a velocidade de passagem do alimento pelo trato digestivo. A ingestão de quantidades maiores do que o normal pode acelerar a passagem, dando assim um tempo insuficiente para que ocorra a absorção e a reabsorção de água no intestino grosso.


A observação por vários dias após uma mudança na dieta ou no manejo alimentar é provavelmente a melhor maneira de chegar a uma combinação adequada do alimento e manejo, para o filhote individualmente.

Fonte: Publicado na revista Bichos de Estimação – Ano II - nº 07
Por Dr. Rômulo Vieira Lemos - (Nutrição de cães)