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Maio Amarelo: Pets soltos no veículo podem se tornar projéteis em colisões

Estudo mostra que 65% dos tutores já dirigiram com pets sem proteção dentro do carro, aumentando o risco de ferimentos graves em acidentes



No mês dedicado à conscientização para a redução de acidentes de trânsito, o Maio Amarelo, a WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, acende um alerta para um comportamento comum e perigoso entre motoristas brasileiros: transportar pets soltos dentro do carro. Levantamento da AAA Foundation for Traffic Safety indica que cerca de 65% dos tutores admitem já ter dirigido com seus pets sem qualquer tipo de contenção.


No Brasil, transportar animais de forma inadequada também pode gerar penalidades. O Denatran prevê infração para motoristas que conduzem animais soltos ou posicionados de forma que comprometa a direção, com aplicação de multa e pontos na carteira.


Em uma colisão a apenas 50 km/h, um animal solto no banco de trás pode ser arremessado com uma força até 40 vezes maior que o seu peso real. Na prática, um cão de médio porte, com cerca de 25 kg, pode atingir o equivalente a uma tonelada, funcionando como um projétil de alto potencial letal.


Estudos da AAA Foundation for Traffic Safety também mostram que a interação com pets durante a condução aumenta significativamente o risco de distração ao volante, um dos principais fatores de acidentes de trânsito. Já testes realizados pelo Center for Pet Safety comprovam que, em colisões, pets sem contenção adequada não apenas sofrem ferimentos graves, como também ampliam o impacto sobre os demais ocupantes do veículo.


“O transporte correto não é apenas uma questão de conforto, É uma medida de segurança e de medicina preventiva. Recebemos casos de hemorragias internas, traumas torácicos e fraturas complexas que poderiam ser evitados com o uso de equipamentos simples, como cinto de segurança específico ou caixa de transporte”, explica Carollina Marques.


Como garantir uma viagem segura para o pet (e para você):

Cinto de segurança e peitorais

Cães devem ser transportados com peitorais apropriados, acoplados ao cinto de segurança do veículo. Coleiras no pescoço nunca devem ser utilizadas, pois podem causar lesões graves em caso de impacto.


Caixas de transporte

Indicadas para gatos e cães de pequeno porte, devem ser fixadas com o cinto de segurança ou posicionadas no assoalho do carro.

Para felinos, idealmente sugere-se que a caixinha ainda seja coberta por um pano com feromônio ou odor conhecido do pet, gerando mais conforto e menos estímulos que possam gerar estresse.


Grades divisórias

Recomendadas para veículos com porta-malas integrado, como SUVs, impedem que o pet acesse os bancos da frente e distraia o motorista.


Nada de cabeça para fora da janela

Além do risco de quedas e impactos, o vento pode causar problemas como otites, irritações oculares e entrada de corpos estranhos nas vias respiratórias e oculares.


A especialista da WeVets alerta que mesmo em colisões aparentemente leves, o atendimento médico veterinário imediato é essencial. Isso porque muitos traumas internos não apresentam sinais visíveis logo após o impacto. “Muitas vezes, o pet parece bem, mas pode estar com hemorragias internas ou lesões em órgãos vitais. Exames de imagem, como ultrassom, radiografia e tomografia, são fundamentais para um diagnóstico preciso e rápido”, reforça.


Mais do que cumprir a lei, no entanto, a segurança no trânsito passa por uma escolha consciente. Proteger um pet durante o transporte é proteger toda a família.



 
Por Hélio Victor de Araújo Pessoa - Focal3 Comunicação

Maio Amarelo Pet: campanha destaca a importância da prevenção das doenças renais em cães e gatos

Médica-veterinária  dá dicas de prevenção e alerta para sinais de doenças


Com mais de 20 anos de experiência em nutrição pet, a Special Dog Company reforça o apoio ao Maio Amarelo Pet, uma campanha de conscientização que alerta para os riscos das doenças renais em cães e gatos. A empresa promove a prevenção e o diagnóstico precoce, incentivando tutores a cuidarem da saúde renal dos seus animais com ações simples e eficazes.

 

“As doenças renais são silenciosas, progressivas e, muitas vezes, identificadas apenas quando já estão em estágio avançado. Por isso, a conscientização é fundamental. Com informação e acompanhamento adequado, podemos garantir mais qualidade de vida e longevidade aos pets”, destaca Kelly Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company.
 

Segundo a especialista, a Doença Renal Crônica (DRC) é uma das enfermidades mais comuns em pets idosos, especialmente em gatos. Embora possa se manifestar em animais jovens, é a partir dos sete anos de idade que os riscos aumentam significativamente. Entre os sinais de alerta mais frequentes estão alteração no consumo de água, urina em excesso ou ausência de micção, perda de apetite, vômitos, emagrecimento e apatia.
 

A campanha também reforça a importância do check-up veterinário periódico e da adoção de uma alimentação balanceada como forma de prevenção. “A nutrição tem papel essencial na saúde renal. Alimentos formulados com controle de fósforo, sódio e proteínas de alta digestibilidade ajudam a proteger os rins e a manter o organismo equilibrado. Além disso, o estímulo à ingestão de água é um cuidado básico e indispensável”, explica Kelly.


 

Cuidados simples que fazem diferença


Além das visitas regulares ao veterinário, a especialista orienta os tutores a manterem atenção constante ao comportamento dos pets. Mudanças discretas podem sinalizar que algo não vai bem. Observar o apetite, a hidratação e até mesmo o aspecto da urina e das fezes pode ajudar na detecção precoce de alterações.
 

No caso dos gatos, os cuidados devem ser ainda mais específicos. “Gatos tendem a ingerir menos água do que os cães, o que os torna naturalmente mais propensos a problemas urinários e renais. Por isso, é importante oferecer água fresca em diversos pontos da casa, investir em fontes e considerar incluir alimentos úmidos na dieta”, acrescenta Kelly.
 

A empresa tem como propósito produzir alimentos de alta qualidade e promover práticas responsáveis junto à comunidade pet. “Acreditamos que a informação transforma. Ao compartilhar conhecimento, queremos fortalecer o vínculo entre tutores e pets, incentivando cuidados preventivos e uma convivência mais saudável e feliz”, concluiu Kelly.
 


Fundada no ano de 2001 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo, interior de São Paulo, a Special Dog Company nasceu com o desejo de alimentar cães e gatos com a alta qualidade e o carinho que eles merecem. Atualmente, a marca está presente em mais de 38 mil pontos de venda em nove Estados brasileiros e no Distrito Federal, além de exportar para países da América do Sul. Com quatro Centros de Distribuição localizados em Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Extrema (MG) e Uberaba (MG), a empresa se destaca como uma das maiores indústrias do segmento no Brasil, contando com 1.900 colaboradores.
 

Com o intuito de ser um agente transformador dentro da comunidade, a Special Dog Company atua fortemente na promoção de práticas sustentáveis, no sentido de construir um mundo melhor para as gerações futuras. Reconhecida pela pesquisa Great Place to Work (GPTW), a empresa se destaca por unir excelência em produtos e serviços com a valorização de seus colaboradores.




Por Equipe de Comunicação - Special Dog Company