Congresso de Medicina Veterinária em Salvador

 

O evento acontecerá dias 14 e 15 de outubro e é voltado para veterinários e estudantes que querem aprimorar seus conhecimentos em diversas áreas da saúde animal


Nos dias 14 e 15 de outubro o Hotel Deville Prime, em Salvador (BA), receberá a 3ª edição do Manada Content, congresso idealizado pela Fórmula Animal ― rede de franquias de farmácia de manipulação veterinária. O evento, dirigido a veterinários e estudantes, tem como objetivo proporcionar um ambiente de troca de informações e experiências para aqueles que querem enriquecer e aprimorar seus conhecimentos em diversas áreas da medicina veterinária, como oftalmologia, cardiologia, gastroenterologia, felinos, medicina preventiva, dentre outras áreas essenciais.


“Na Fórmula Animal, acreditamos que a informação e aprimoramento dos profissionais é de extrema importância e temos outras ações nesse sentido. Um exemplo é o Elefonte, criado em 2021, que é um portal feito para os profissionais da área de veterinária, com materiais sobre gestão, finanças e marketing, entre outros assuntos. Por isso, o Manada Content é mais do que um congresso, é um espaço para a união de pessoas em prol do bem-estar animal e que buscam o que há de mais atual e inovador no campo da medicina veterinária”, comenta Renata Piazera, farmacêutica e CEO da Fórmula Animal.


Os dois dias de evento contarão com uma programação completa, com palestras ministradas por especialistas, oficina prática, experiência cultural, entretenimento e networking. As inscrições podem ser feitas na plataforma Sympla e o valor de investimento é de R$ 400.

 

Programação Manada Content


14 de outubro


16h - Abertura

17h – Palestra 1 | Dra. Raquel Calixto (especialista em felinos) - Tema: Diagnóstico e tratamento das retroviroses felinas

18h30 - Palestra 2 | Dr. Marlos Gonçalves de Souza (cardiologista) – Tema: Cardiopatias usuais em animais de companhia: o que o clínico veterinário precisa saber

20h – Saída para tour


15 de outubro


9h às 17h - Oficina “Faça seu shampoo!” e Palestras bônus (temas em definição)

9h – Palestra 3 | Dra. Maria Alessandra Del Barrio (especialista em doenças infecciosas) - Tema: Desatando os nós da Lipidose Hepática Felina

11h – Palestra 4 | Dr. Fábio Brito (oftalmologista) - Tema: Como manejar as úlceras de córnea na clínica geral

14h – Palestra 5 | Dra. Nora Munoz (medicina preventiva) - Tema: Por que a prevenção salva vidas?

16h – Palestra 6 | M. Carolina Farah Pappalardo (gastroenterologista) - Tema: Diagnóstico e tratamento da mucocele biliar

17h30 – Palestra de Encerramento | Rafael Baltresca (especialista em neurolinguística e hipnólogo) – Tema: O poder é seu (sobre a influência do subconsciente para o sucesso)

19h - Happy hour de encerramento


Serviço:


Data: 14 e 15 de outubro de 2022

Onde: Hotel Deville Prime - R. Passárgada, S/n – Itapuã - Salvador - B

Inscrições: clique aqui e inscreva-se!


Por João Vitor Zotini - Tramaweb 



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Veterinário alerta para o perigo de intoxicação em animais

 

Quanto antes o diagnóstico mais chances de minimizar os efeitos. Hemodiálise pode ajudar no tratamento dos casos de intoxicação e envenenamento


Após recentes casos de intoxicação por etilenoglicol, muitos tutores estão preocupados em como identificar e tratar seus pets em caso de possível intoxicação. Por isso, o veterinário do Hospital Veterinário Veros, Rafael Trevisan, alerta aos primeiros sinais que o animal pode apresentar.

 

Segundo o especialista a principal função do etilenoglicol é agir como anticoagulante em países com temperaturas extremas, e aqui no Brasil, para resfriamento de máquinas, tratamento de ferrugens de motor e radiador de carros. Mas casos recentes colocaram um alerta importante sobre o tema envenenamento.

 

Avaliar os sintomas como diarreia, vômito e falta de apetite são possíveis indícios de intoxicação. “Caso seu pet esteja com algum desses sintomas é imprescindível a procura imediata por um especialista para avaliar de perto as causas e indicar o melhor tratamento”, afirma o veterinário.

 

O diagnóstico, na maioria das vezes, é por anamnese com histórico de ingestão alimentar e, quando identificada a intoxicação nas primeiras horas, é feito lavagem estomacal ou a utilização do carvão ativado para neutralizar qualquer resido da substância que não tenha sido absorvida.

 

“O álcool etílico também é utilizado – com acompanhamento médico - para neutralizar o envenenamento e agir no fígado, com o objetivo de minimizar os prejuízos para o animal”, recomenda o especialista.


“Caso seu pet esteja com algum desses sintomas é imprescindível a procura imediata por um especialista..."

 

Outro ponto importante para a efetiva recuperação do animal é uma avaliação renal e hepática minuciosa com exames de sangue ou urina que irão detectar o aumento de toxinas na corrente sanguínea, podendo reduzir ou até mesmo parar a produção de urina, além da ultrassonografia. Casos de insuficiência renal podem ser diagnosticadas em casos de envenenamento.

“A partir do diagnóstico da insuficiência renal entramos com a hemodiálise para ajudar a retirar parte das enzimas”, recomenda o médico. Caso o diagnóstico seja recente, o tratamento irá ajudar no equilíbrio ácido básico no sangue controlando o PH e as toxinas que o rim não consegue mais depurar. Segundo o especialista o que se recomenda, no geral, é um tratamento de uma semana a 10 dias, com hemodiálises esporádicas até a recuperação e evolução do quadro do animal.

 

É importante salientar que, uma vez diagnosticado o quadro de insuficiência renal, o animal poderá desenvolver a doença de forma crônica, precisando ser monitorado para o resto da vida dele, porém levando uma vida normal.



Por Mariana Muzardo - ICCOM



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De 14 a 16 de Outubro



Pesquisa indica que problemas renais e urinários são as doenças mais comuns entre os gatos no Brasil

 


Levantamento promovido pela Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindan entrevistou profissionais da área sobre o exercício da atividade e tendências do setor veterinário


As principais doenças que afetam os gatos estão relacionadas ao trato urinário, de acordo com médicos veterinários de todos o Brasil. Os profissionais identificaram problemas renais e urinários em 64% dos felinos, segundo a pesquisa Radar Vet, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan). O número é 15 pontos percentuais menor do que o observado na pesquisa realizada em 2018. “É importante que os responsáveis de um pet não deixem de realizar consultas, vacinas e, quando necessário, medicação”, defende Andre Castro, coordenadora da COMAC.

 

Além disso, houve um aumento consideravelmente nos casos de FIV/FELV, conhecida como leucemia felina, que saltou de 15% para 42% entre 2018 e 2021. Os dados também mostram que 21% dos profissionais identificaram doenças gastrointestinais nos gatos. Para Andrea, as informações ressaltam a importância do cuidado preventivo na saúde animal. “Principalmente entre os gatos, os tutores tendem a postergar ou não realizar consultas periódicas aos veterinários, indo somente em casos de emergências ou com condições aparentes. O acompanhamento regular ajuda a identificar mais rapidamente sintomas das doenças renais e do trato urinário, contribuindo para o tratamento e o bem-estar geral nos animais”.


 

PRINCIPAIS DOENÇAS DOS GATOS


Em relação aos medicamentos veterinários mais prescritos para uso em casa, o ectoparasiticidas (voltado para a eliminação de pulgas e carrapatos) teve um aumento expressivo. De acordo com a pesquisa Radar Vet, enquanto em 2018 ocupava o 4º lugar, em 2021 subiu para o primeiro no ranking. Os vermífugos também apresentam aumento de prescrições ficando em 2º lugar, enquanto os antibióticos orais e os anti-inflamatórios apresentaram queda, apesar de continuarem sendo parte das principais medicações utilizadas.

 

A pesquisa também revela que 94% dos veterinários prescrevem produtos humanos ou medicamento manipulado para os animais. A proporção de produtos humanos prescritos é maior do que a proporção de medicação manipulada, 33% e 23%, respectivamente. Os medicamentos dermatológicos são os que mais se destacam entre os manipulados, mas há um crescimento nas classes de medicamentos hepáticos, gástricos e hepatoprotetores. A principal justificativa para o uso de medicação manipulada, sobretudo entre autônomos, é a melhor adequação da dosagem. As particularidades do paciente e o meio de acesso/disponibilidade no mercado também são motivos mencionados por uma parcela considerável dos respondentes.

 

A compra de produtos veterinários é outro ponto de atenção. Anualmente, milhares de produtos falsificados são apreendidos no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), itens como medicamentos - inclusive para uso animal - produzidos com matérias-primas de baixa qualidade, sem bioequivalência ou mesmo com princípios ativos diversos dos anunciados ou em quantidades diferentes, podem causar sérios problemas de saúde nos animais e colocar em risco a segurança dos nossos alimentos. “Precisamos conscientizar a população sobre a utilização correta de medicamentos e sobre a gravidade de utilizar produtos piratas, pois colocam em risco a vida e a saúde dos animais”, alerta Andrea Castro.

 


*Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor. Saiba mais no site do Sindan.

 


*COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos.

A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.



Por Carlos Vinicius Amorim  - Fundamento RP 





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Os cachorros da Rainha: Saiba mais sobre o Corgi

 

Exemplar da raça Corgi

A monarca britânica teve cerca de 30 cães da raça ao longo de seus 96 anos


Além de deixar sua marca registrada na história como uma importante líder mundial, a Rainha Elizabeth II era uma grande petlover. Desde a adolescência, a monarca - que faleceu nesta semana e foi a soberana britânica de mais longo reinado - já teve aproximadamente 30 cachorros da raça Corgi, quase todos descendentes de sua primeira companheira de quatro patas, Susan, um presente pelos seus 18 anos.
 

Mas por que a paixão de Elizabeth II pelos Corgis? A médica-veterinária e coordenadora de conteúdo do Grupo Petlove, Jade Petronilho, aponta algumas características desta raça que ajudam a explicar o encantamento da Rainha pelos cães. “Os Corgis são conhecidos mundialmente por serem os favoritos da Rainha Elizabeth. Toda a família real tem uma paixão especial pela raça. Eles têm uma aparência 'rebaixada' e se assemelham às raposas, principalmente devido às suas orelhas compridas e eretas. O que poucos sabem, na verdade, é que os cães atuais da Rainha são os Dorgis, uma mistura de Dachshund com Corgis. Ambos são cachorros inteligentes e extremamente amorosos. Leais e adaptáveis, são perfeitos tanto para pessoas que moram em apartamentos quanto em casas com espaços maiores".
 

Originalmente, o Corgi - ou Welsh Corgi - foi criado para pastorear gado, ovelhas e até cavalos, mas rapidamente ganhou seu espaço como um animal de estimação, graças ao seu temperamento afetuoso, fiel e inteligente. A especialista explica que a raça é muito adaptável e que pode viver tranquilamente tanto em um quintal ou grande jardim quanto dentro de um apartamento enxuto.
 

Suas pernas curtas, coxas musculosas e peito profundo permitem que os cães sejam firmes, ágeis e possuam uma energia pouco vista em cães do mesmo porte, tendo em média de 25 a 30 centímetros de altura e um peso de até 13Kg.

A pelagem dos Corgis é dupla e densa, podendo ser curta ou longa, com coloração zibelina, vermelho, preto, três cores ou fulvo, normalmente com manchas brancas em algumas áreas do corpo. Os pelos requerem pouquíssimos cuidados no dia a dia, sendo uma escovação semanal o suficiente para mantê-la saudável e sem fios mortos -- a frequência deve aumentar durante o período de troca de pelagem.
 

Jade comenta ainda que o Welsh Corgi tem duas variedades: o Pembroke e o Cardigan. Eles foram registrados como uma única raça até a década de 1930, apesar de muitos criadores acreditarem que ambos foram desenvolvidos separadamente e, por isso, deveriam ser duas linhagens distintas. Os dois tipos são bem parecidos, até mesmo em relação ao temperamento e habilidades de pastoreio, mas o Pembroke é um pouco menor e mais leve que o Cardigan.
 

Para quem estiver pensando em adotar um Corgi, a especialista lembra que, apesar de ser dócil e se adaptar bem a diferentes ambientes, o cão precisa de uma rotina de atividades diárias para manter sua saúde em dia, bem como ter um local tranquilo para poder descansar, longe de grandes agitações.


 

 

*Fundada em 1999, o Grupo Petlove iniciou suas atividades como um e-commerce, pioneiro no setor no país, e hoje se consolida como o primeiro ecossistema pet no Brasil. Atualmente, a companhia engloba outras frentes de negócios, como saúde, hospedagem e serviços, sempre focada em oferecer soluções completas para tutores e pets, seja no mundo virtual ou presencial. A empresa também tem forte atuação no segmento B2B e busca a valorização dos profissionais do setor, com soluções voltadas a médicos veterinários e petshops, empreendedores e pet sitters, fortalecendo todo o ecossistema pet por meio das plataformas de conteúdos técnicos e auxílio ao médico veterinário e de gestão de negócios com as marcas Vet Smart e Vetus, respectivamente.




Por Lais Colombini  - Loures Consultoria 


A Nova revista está sendo preparada. Aguardem!!!


Dia do Médico Veterinário: levantamento conclui que falta valorização da profissão no Brasil

Foto: Reprodução/Pixabay


De acordo com a pesquisa Radar Vet, realizada pela Comac/Sindan, quatro em cada dez profissionais da área afirmam que a falta de reconhecimento é a principal dificuldade na carreira


Em 9 de setembro de 1993 foi regulamentada a profissão de médico veterinário, transformando a data no dia oficial em comemoração à profissão. Desde então, a atividade profissional vem ganhando mais relevância, principalmente com o aumento da população pet e uma maior ligação entre tutores e animais. Buscando entender o perfil do veterinário brasileiro, a Comissão de Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) realiza regularmente a pesquisa Radar Vet, entrevistando profissionais de todas as regiões do Brasil.

 

O estudo mais recente entrevistou 732 profissionais e constatou que a falta de valorização profissional é hoje a principal dificuldade na carreira - um sentimento reportado por 40% dos respondentes. Além disso, a limitação financeira para o cuidado com seus pets dos tutores é outro desafio para o desempenho dos veterinários, o que se reflete em uma série de decisões e recomendações do profissional.

 

O Radar Vet é o mais completo estudo sobre a profissão no Brasil, apresentando um panorama fiel da profissão no País. De acordo com o levantamento, a principal especialização é a de clínica médica, cirúrgica e preventiva, com 42% do total dos profissionais. Em segundo e terceiro lugar, ficam, respectivamente, cirurgia com 12% e medicina de felinos com 9%. Dermatologia e Anestesiologia empataram com 6%.

 

Já a idade média dos profissionais é de 37 anos e as atividades que mais se destacaram foram de funcionários em clínicas veterinárias (38%) e de donos de clínicas (33%). Outros 22% atuam como autônomos e 4% se identificam como autônomo com contrato de prestação de serviços. No que diz respeito às atividades executadas, o atendimento clínico/cirúrgico é realizado por quase todos os entrevistados. Compras e gestão são tarefas assumidas pelos donos dos estabelecimentos em 70% e 75% dos casos, respectivamente.

 

Aplicativos como VetSmart, além de cursos online e os webinar foram apontados pelos respondentes como as principais formas de atualização profissional nos dias de hoje. Por outro lado, os livros, congressos e revistas técnicas do segmento pet apresentam queda em relação a 2018.

 

“O Sindan quer ser um parceiro desses profissionais, tanto no desenvolvimento de medicamentos inovadores para o tratamento dos animais quanto na geração de informações e inteligência de mercado. Queremos interagir com os principais players desse segmento no sentido de fortalecer e desenvolver a cada dia mais o mercado pet brasileiro”, afirma Andrea Castro, coordenadora da Comac.

 


*Fundado em 1966, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) congrega 91 empresas responsáveis por cerca de 90% do mercado brasileiro de medicamentos veterinários. Entre as suas atribuições, estão a representação legal das indústrias de saúde animal perante os órgãos oficiais, a produção de estudos, coordenação de campanhas sanitárias e educativas, além da comunicação e defesa da reputação do setor. Saiba mais no site ofical do Sindan.
 

*A COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos.

A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.



Por Carlos Vinicius Amorim  - Fundamento RP 



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