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Maine Coon - O Maior Gato Doméstico do Mundo

Imagem de skeeze por Pixabay














Raça reconhecida desde 1861, o Maine Coon que surgiu na região do estado do Maine, nos Estados Unidos, possui  a cauda comprida e bem fofa, que lembra muito a do Guaxinim daquela região, daí o nome da raça Maine Coon (Guaxinim do Maine) naquele tempo até se acreditava que o Maine Coon era resultado do cruzamento entre gato e tais guaxinins, mas posteriormente, ficou comprovado que tal cruzamento era impossível geneticamente.


“O Maine Conn está entre as maiores raças de gatos do mundo, podendo pesar mais de 10kg .”


Esta maravilhosa raça tem uma bela aparência selvagem e grande porte, estando entre as maiores raças de gatos do mundo, tendo animais que ultrapassam os 10kg. Sendo de uma pelagem exuberante que varia de semi-longa a longa, densa e sedosa, com pelos mais compridos na cauda e abdômen, suas cores são variadas como o azul, vermelho, branco, preto, dentre outras, tais cores são aceitas em todos os tipos de marcações, exceto a marcação coluorpointed  e ticked tabby.
Filhote de Maine Coon - Tagatos
















“Ao contrário dos outros gatos, o Maine Coon tem uma relação especial com a água... “

Além de sua beleza, o seu temperamento tranquilo, carinhoso e de grande interação com a família, é o que realmente encanta aqueles que o criam. Adoram colo em momentos reservados, são silenciosos e de miado baixo, mesmo quando estão nos rituais de acasalamento seus miados não chegam a incomodar, brincam mas são hiperativos, eles tem uma relação toda especial com a água, gostam muito de uma torneira aberta! Eles também gostam da companhia e procuram sempre ficar perto do dono.

“(...) além da beleza e temperamento dócil, a rusticidade da raça facilita sua criação.”

O Gatão vem ganhando espaço no mundo felino, mas acredito que o Maine Coon tem tudo para crescer, pois além da beleza e temperamento dócil, a rusticidade da raça facilita sua criação.


Por Tayana Veloso Teotônio(https://www.instagram.com/_tagatos_/Tagatos) – Publicado originalmente na RevistaBichos.Com - nº01 - 2007 

Vermífugo: Quando e Como Utilizar em Cães e gatos

 


É muito importante estar atento aos sinais que a saúde dos nossos pets indica. Mais do que dar amor e atenção, precisamos medicar e vacinar nossos cães e gatos. Muitas pessoas acabam não prestando a devida atenção à necessidade de dosar vermífugo aos seus animais de estimação, mas eles são fundamentais para garantir a qualidade de vida dos amigos de quatro patas.

Medicar um gato ou um cachorro com vermífugo pode ser uma tarefa um tanto quanto trabalhosa para qualquer um, já que pets costumam rejeitar o consumo de medicamentos, principalmente via oral. No entanto, esta ainda é a melhor forma de proteger o organismo dos animais de doenças perigosas causadas por vermes.

Entendendo mais sobre vermífugo para pets domésticos

É preciso ficar de olho nos nossos animais para notarmos eventuais mudanças de comportamento que indiquem que eles podem estar com alguma doença. Para se ter uma ideia, os sintomas de que um cachorro pode estar precisando de um tratamento à base de vermífugo são:

·         Apatia;

·         Vômito;

·         Diarreia;

·         Irritação na pele ou perda de brilho nos pelos;

·         Tosse;

·         Inchaço na barriga;

·         Coceira no traseiro;

·         Presença de vermes nas fezes;

·         Perda de apetite.

Imagem de Алексей Боярских por Pixabay















Nos gatos, os sintomas não são muito diferentes. Repare se há presença de ovos do parasita na caixa de areia higiênica do bichano. Também fique de olho se ele apresentar estes mesmos comportamentos, como falta de energia, apatia, diarreia, vômito, perda de apetite ou de peso, além de gengivas esbranquiçadas ou pelagem seca e quebradiça.

Como vermifugar meus animais de estimação?

Na hora de promover a vermifugação de um gato ou um cachorro, o dono do animal precisará ficar atento à dosagem, que varia de animal para animal. Em primeiro lugar, se o pet apresenta alguns destes sintomas, o mais indicado é levá-lo a um médico veterinário para que sejam feitos exames que atestem se este é, de fato, o problema.

Caberá ao veterinário também determinar o tipo de vermífugo assim como a sua dosagem que estará diretamente relacionada ao peso e à rotina de cada animal.

Caso o remédio prescrito seja em comprimido, é possível misturá-lo ao alimento do animal. Caso seja em líquido, caberá ao dono fazer uso de uma seringa para que o medicamento vá diretamente na garganta de seu amigo de quatro patas.

A importância do tratamento

Um tratamento adequado traz uma vida longa, saudável e confortável ao seu gatinho ou cachorro. Quando as doenças causadas por vermes não são corrigidas com um bom vermífugo, elas podem evoluir para quadros mais graves, que podem até matar o animal.

Uma das verminoses que podem acometer cães e gatos é a ancilostomas, causada a partir do consumo de água ou alimento contaminados. Outro exemplo é a dipylidium caninum, que pode atingir cachorros, gatos e até mesmo seres humanos. Muito comum, esse tipo de doença acontece quando o cachorro, ao se lamber, engole uma pulga contaminada pela enfermidade.

Os problemas causados pela falta de um bom vermífugo são muitos, mas o importante é estar sempre de olho em alterações na rotina dos nossos cães e gatos. Sempre que estranharmos um comportamento dos nossos pets, é importante levá-los a um médico veterinário o quanto antes para que logo tudo volte ao normal.

Por Julia Ximenes





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Saiba Como Dar Vermífugo Para Seu Pet
















Infelizmente, gatos e cães estão suscetíveis a verminoses, uma vez que esses parasitas estão presentes no ambiente. Mas, é possível proteger seu bichinho de maneira que ele possa continuar a se divertir por aí com uma medida bem simples: o uso de vermífugo.

A partir dos primeiros dias de vida, seu animal já pode receber um tratamento preventivo de doenças. O médico veterinário indicará qual o melhor vermífugo de acordo com o peso e rotina do pet.

Por que o vermífugo é tão importante para saúde do pet?

Esses ovos e larvas de vermes presentes em água, areia, parques, creches e até mesmo pulgas, conseguem entrar no organismo do seu pet com muita facilidade e, a partir de então, percorrem órgãos, bombardeando o sistema imunológico do seu bichinho.

Ao ser infectado, o pet passa a ter seus nutrientes roubados pelos parasitas, o que gera uma queda no metabolismo e, consequentemente, permite o avanço de outras doenças. Sendo assim, de uma hora para outra o quadro se agrava.

Porém, não é preciso se desesperar, há meios de preservar a saúde do seu pet, basta seguir as orientações do veterinário para saber como e quantas vezes por ano, deve-se dar vermífugo para seu animal.

De ação preventiva e larga escala de abrangência, o medicamento elimina os parasitas presentes no pet ao mesmo tempo em que o protege contra novos ataques.

No entanto, a eficiência do tratamento depende de alguns cuidados, como ter certeza de que o pet realmente engoliu o remédio, dar a quantia adequada de acordo com o peso do bichinho e a repetir a dosagem, conforme as orientações do fabricante.

Como dar vermífugo para seu pet?

Tanto cães como gatos podem se recusar a tomar o medicamento, por isso seguem algumas dicas para ajudar na hora de dar o vermífugo:

·       Comprimidos: a grande sacada está em dar petiscos antes de oferecer o pedaço que contenha o remédio. Assim, seu pet ingere a medicação achando que se trata de mais um petisco. Caso seu bichinho seja bastante tranquilo, pode-se colocar o remédio na garganta dele e fechar o focinho, segure por alguns segundos até ter certeza de que ele tomou o remédio;

·      Líquidos: via oral por meio de um dosador, é uma ótima alternativa para dar o vermífugo para filhotes e gatos, já que eles têm mais facilidade para engolir líquidos. Com uma seringa sem agulha ou qualquer outro dosador, separe a quantia necessária e coloque o remédio na boca do animal ou simplesmente misture em ração em pasta.

   Não importa a forma escolhida: comprimidos ou líquida, lembre-se sempre de tornar a hora da medicação, um momento tranquilo e de diversão, por isso atraia o pet com petiscos e brinque de modo que ele se sinta relaxado.

O vermífugo será administrado diversas vezes no ano e jamais deve ser traumático para o bichinho.

Principais doenças evitadas pela vermifugação

Manter seu animal longe de vermes, além de garantir o bem-estar do bichinho, é também uma medida de segurança para sua família, já que algumas doenças podem ser transmitidas para seres humanos.

Conheça os principais problemas adquiridos por vermes:

·         Bicho geográfico: o parasita causa lesões na pele, danificando o tecido;

·         Dipilidiose: semelhante à tênia, instala-se no intestino, é transmitida ao pet por pulgas e piolhos;

·         Toxocaríase: esse verme penetra em diversos órgãos. Em humanos, pode provocar estrabismo e cegueira.

Além da limpeza do local onde seu animal vive, como quintal, caminha e utensílios de comida, é imprescindível dar vermífugo para seu pet ficar longe de verminoses.


Por Julia Ximenes




Como Acostumar Seu Pet Para a Pós Pandemia

Saiba como preparar o seu amiguinho para o quando o momento de separação chegar!

Imagem de Sa Ka por Pixabay 




Com a chegada do novo coronavírus ao Brasil, muita coisa mudou por aqui: para conter a disseminação da doença, diversas medidas foram tomadas a fim de garantir que o mínimo possível de pessoas fossem infectados. 

Diante deste cenário, muitas pessoas adotaram o isolamento social e passaram a realizar seus trabalhos de forma remota, o que fez com que passassem mais tempo em casa, saindo somente para o necessário. 

Embora o cenário não seja muito otimista, uma vez que a cura para a doença ainda não foi encontrada, por outro lado, quem se beneficiou com a nova rotina foram os pets. 

Isso porque com seus tutores ficando a maior parte do tempo em casa, os bichinhos de estimação estão ganhando atenção redobrada, podendo aproveitar melhor a oportunidade de ficar ao lado de seus melhores amigos. 

No entanto, além de curtir o momento, é importante também preparar o seu pet para quando finalmente chegar a hora de retomar a rotina. 

Sendo assim, confira a seguir algumas dicas para evitar que quando tudo volte ao normal, o seu amiguinho sinta ainda mais a dor da separação!

O que é a ansiedade de separação?
Uma das condições mais comuns, principalmente para os animais domésticos, a ansiedade causada pela separação de seus tutores pode gerar uma série de comportamentos fora do comum nos pets, e saber identificá-los é o primeiro passo para conseguir ajudá-lo da melhor maneira possível.

No entanto, como muitos tutores passam muito tempo fora de casa, muitos pets podem já ter se acostumado com a condição. Mas, com a quarentena, é normal que essa evolução regrida. 

Isso se dá porque, diferente dos humanos, o animal não consegue entender que o isolamento e a presença do tutor em casa é temporária, o que faz com que ele se acostume em ter o humano ali, 24 horas por dia ao seu seu lado. 

Como saber se o meu animal sofre de ansiedade? 

Dentre os principais indicadores da ansiedade - tanto canina, quanto felina - , podemos destacar os seguintes comportamentos: 
  • Lambedura excessiva das patas;
  • Latidos, uivos ou ‘choros’ sem motivo aparente, principalmente quando você não está em seu campo de visão;
  • Arranhar e/ou morder portas de saída da casa;
  • Destruir ou estragar coisas enquanto você está fora;
  • Excesso de higiene (comum nos gatos);
  • Alterações no apetite;
  • Fazer xixi ou cocô fora do local habitual. 

Caso tenha observado qualquer um destes comportamentos antes da pandemia no seu animal, provavelmente você já sabia que ele sofria de ansiedade. 

No entanto, muitos consideram algo ‘normal’ e não se atentam aos sinais que o pet dá, sendo necessário observá-los com mais atenção para que medidas sejam tomadas a fim de evitar que tanto a saúde física quanto mental do animal seja preservada. 

O que fazer para prepará-lo para sua ausência?
Quando finalmente o momento de retomada das atividades normais chegarem, é preciso que o seu animalzinho de estimação esteja preparado para não sofrer com a separação. 

Para que isso seja feito da melhor forma, reunimos algumas dicas para aplicar ainda no período de isolamento. Confira: 

Crie um ambiente confortável e seguro para o pet

Tão importante quanto oferecer uma boa alimentação e qualidade de vida, fornecer um local seguro para que o animal possa se refugiar é fundamental para aliviar as condições de estresse e ansiedade. 

Por isso, você pode optar por colocar uma espécie de casinha ou caminha para o pet em um lugar que ele costuma sempre ficar. Caso ele tenha afeição por algum brinquedo ou petisco específico, também é indicado que você sempre os deixe próximo a esse lugar. 
Imagem Pixabay 
Assim, esse cantinho será seu refúgio quando você não estiver em casa e a tendência é que ele se sinta mais seguro estando ali até o seu retorno. 

Deixe distrações disponíveis pela casa

Quanto mais ocioso o seu pet estiver, mais tenderá a ficar ansioso, pois isso, você pode deixar pequenas distrações espalhadas pela casa para que ele tenha o que fazer durante o período em que você estiver fora. 

Recomenda-se esconder seus petiscos favoritos em lugares estratégicos ou até mesmo esconder seus brinquedos para que ele os encontre e possa passar o tempo dessa forma. 

Sintonize em alguma rádio ou estação de tv

Outra maneira de deixar o seu pet mais calmo, é deixando ligado algum aparelho eletrônico que emita sons agradáveis para os ouvidos do seu bichinho, dando a eles a sensação de que não estão sozinhos. 

Hoje em dia, já existem até mesmo canais específicos para cães e gatos, capazes de mantê-los distraídos por um bom tempo. 

Treine seu cão para que ele fique bem sozinho

Além dos tradicionais adestradores de cães, você também pode apostar em treinamentos no melhor estilo DIY para aplicar quando estiverem em casa. 

Simule que irá sair e fique escondido, observando o comportamento do animal enquanto você supostamente está fora. Faça isso por 15 minutos, algumas vezes ao dia. 

Dessa forma, o animal irá entender que, por mais que você saia, sempre irá voltar. 

No entanto, caso você observe que mesmo com todas essas dicas ele ainda fica ansioso demais e apresenta comportamentos anormais, o ideal é procurar um hospital veterinário 24h para que um médico possa lhe orientar da melhor forma. 

Dessa forma, você conseguirá garantir que seu amiguinho fique bem, mesmo quando você não estiver por perto!

Por Beatriz Souza
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E-mail: beatriz@seomarketing.com.br

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Animais de Estimação na Quarentena: Alguns Cuidados Específicos

Cuidados específicos na quarentena
Foto: Pixabay License


Em um abrir e fechar de olhos o mundo parou, a ordem é para se recolher e ficar em suas casas. Um vírus escapa do controle dos cientistas e se espalha pelos quatro cantos da terra. O inimigo invisível causa uma pandemia mudando toda rotina do dia a dia, se para os humanos necessitou de novos hábitos e os animais de estimação, quais cuidados com eles?

Segundo os especialistas, cães e gatos não transmitem de forma direta o vírus ao humano, mas se uma pessoa contaminada afagar o bichinho, e uma outra pessoa fizer contato com o animal, haverá possibilidade de infectar-se. Os   veterinários alertam que os pets precisam de cuidados específicos, tanto para o bem estar deles, quanto para manter seus tutores protegidos.